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A B C SÁBADO D E O C T U B R E D E 1939- L I T E R A T U R A Y ARTE. PAG. 8 pafioJ es que M ÍYH tas virtudes y los Tirio de n e u t r a n í a N o h a Ícío rni intento al eKribír r c eomeniancH a n a h r a r desde e l ponto de vista artístico e) roonurnerito que m u y pronto ha He ser i m u r u r a d a Quédese esto para otra x a ü n E l monumento n Cervantes será e! verdadero m c m i m e n t n a l a K a r a e n e l que han tío r e o r i e n t a r e l par- cl m i importante n i fi- ura de D o n O u i í o l e v ele Sancho. B i e n l r o e l etcultor Cbuílatit V a l e r a concediént oíe uaa preponderancia definidora, como f u i a t i m i t m o acertada l a ¡día de formar c o n lo escudo de todos l o s pueblo de habla hispana u n a e- x c i e de c u a r d i s de h o n o r de l a i m fis ura i n m o r t ü c v a Qi! e Utena parte de W descendencia de unfcM h a ernlrrrado en m a v o r o menor nroporción. llevando c o m i e ¡rtede v defecto era ccre. Ülan siempre el r o o tío o r i f e n Avrasto MÉNDEZ CASAL A B C E N N U E V A YORK. EL T E S O R O D E LOS FLACOS A h o r a que ¡larecia pasada l a moda de las mujeres de lineas recta? predominando Mr a r e í k a curvas para m a y o r encanto de los ojos, vuelven! os higienistas a a l a r m a r se y a p r e v e n i r l e N u e s t r a vida peligra. M e n o s c r a s a y m i s músculos. L a b e f a i a es un e n c a n o que conduce a l a muerte. T o d a redondez SÍ reduce, si de lejos se l a m i r a a n a anoto final. Se acaban de r e u n i r l o supervivientes de a ü n e r m de Secesión, o c u r r i d a aquí, como ahe, de i S f o a iS c. E s t o es. hace c a- i t i r r i a afloj. L o cual quiere decir q u e í a! V son h c r r b e ruva ní to con que comíamos entonces; sobre todo, de oscilan hoy entre les ochenta y los noven a. N o son, a s i muchos los que han po- enanco, después de ufar mucho, no llamaban para! ¿merienda. U n i m p l e pedaro d i d o reunirse. I erc he aquí l a observación de pan nos Nabia u g l o r i a! l i e i ese es e l que se h i r o todos eaoa supervivientes son apetito que debemos desear nos acompañe hombre (tacos, entuto a n g u! o s manosiempre. j o s de n e r v i o s vibrantes I l N i u n gordo U n h i g i e n i o i nes d i c e S i queréis tener quedó! L o s ¡ordos fueron cayendo v i c t i c! m i sano v m i s grato apetito ¡dejad de mas de t u propia vida sedentaria. comer hasta que l o t e n g i l s! P e d o s l a r d a r L o s h i g i e n i z a s han aprovechada esta lecen c o m e g u i r l o d o o tres comidas, o dos ción p i r a exponernos una ve mus! o i peo tres días. Pero si sabéis aguardar h a v a ligros de las tan engañosas redondeces y que o tengáis, j veréis que luniiuete o s recordarnos cómo m oponen a citas todas? o f r e c e! N o os Importará entonce; e l mayor las Compañías de Achuro sobre l a v i d a u menor l u j o del plato que os s i r v a n T o d o Las estadísticas de ella noo dicen, c o n elolo encontrareis d e l i c i o Y e l alimento que cuencia irreiístib e y rotunda, que las pertoméis en ta! cs circunstancias enriquecerá ¿onaa delgadas on J U que m i s v i v e n que poderosamente vuestra sart- re, a d r á n d o o s tas siguen en longevidad las de tipo medio, o sea las que debemos considerar nór- 1 y alargándoos l a v i d a male? por el e q u i l i b r i o entre ra edad, su ¿N o recordáis aqnel cuento de u n R e y estatura y i u p e o y que las gruesas mue- que. después de una l a r g a y obundan e e a ren prematuramente... c e r l a l l e M a l a ca -i de uno de sus g- rar: si Consecuencia: iodo e l que pesa mas de l o y a l ü saboreó, c o n e l m a y o r deleite, u n entallo p U í o de a i r o x que ¡e o f r e c i e r o n r que debe petar lleva en si e l peligro d e l Le custo tanto que. r o c o i días después, ejeefo. U n excedo que puede y debe corre 1 namo a! p r o p i o r u a d a a su P a a c i o y l e gir. si n o quiere svr s u v c t i m a U n cuerpo que se llena de? ra ¡que e n- encardó -ae en l i R- a l c r i n a le g u ú a s e torpece r u une ion amiento, día por día, f a- 1 o t r o a r r r t corno aquél... V el buen r u a r d a ermeró trnanto IAP trvió e l í a m o i o talmente, irá d e r r u y e n d o I U propia vitali- I aío. ¡y e l Rey apernó l o p r o b ó! d a d S ¡queremos v i v i r mucho, no debemos, pues, n l i r n o a temerosos de eneontrarno -No me íábc l o mí smo- -exclamó, d e 1 Enflaquecer no quiere d e c i r debilicerKionado. e l M o n a r c a- iQoi es l o q u e tarse. T e n e r hambre de cuando en cuando, tt n iuel otrfl a r r e s y ¡ue a éste e t a i t a? v satisfacerla s i n harta rgo ea añadir posi- -S e o r- -c e n t e s t ó acertando, e l g u a r bilidades a una l a r c a v i d a U n estómago a s- e: arroz e e l mi mo. T i e n e l o m i s m o Heno desgasta l a n a t u r a l e s como una en que aquel. L o tyjr e falta i é s e es... a (emiedad- C o m e r con exceso, conJtantcmcnEPUSta e V n r s t r a M a j e s t a d! fe. hace m i l daño que el u o intemperado L a g a i u r a e l apetito, no l a j t l u o n e r i i del a! cono: e l u qui- todos neceaitamos p- r a m e j o r vivís y para m i s v i v i r L a m e j o r regla Dar asegurarnos u n a ero i i n engordar. buena dígeií- Sn es ¡a de comer solamente cuando tendamos u n buen apetito: aarvjire. MtQVtL D E Z A K R- V G A naturalmente, s i n llegar a hartarnos. A c o r démonos de c u n d o era- nos ní m v n V 2 1 N ireTa V o r k v r i i e m l f r e t o r o M r Do I n t r r c M i n t i- l n i n U p O C t M d e l- l r M l l i i r n ird r l t n i H l i l l l I I I S r n r l g n r d l n r l n c r i r v i i T MU l m i i p r r n U r- 1 D j w r n i M de H A Y O S 0 1 e l q n e ta C I IIIC. II H IIA D I O X i- M MI. S t K T A L I X ttxí C U M- d e dc- uo- trac! onc t o n 1 m nt- u presenta t o U- i u n o v r J n d c de r i M l I t l I l f l l l l h cvpac t