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A B C M I É R C O L E S 16 D E O C T U B R E D E 1929. P e r o al plantearse el conflicto de l a separación, fundamental p a r a el c a t o l i c i s m o el u u i a i u D u b o i s íiOf se consideró o b l i g a d o a l a m e n o r condescendencia c o n el poder l a i c o nuc acababa de despojar a l a I g l e s i a de t o das sus p r e r r o g a t i v a s y de u n a g r a n parte de sus bienes. L a política, sin a b d i c a r en Jo r e l i g i o s o h a c o r r e g i d o m u c h o el o r d e n d e cosas i m p l a n t a d o por W a l d e c k- R o u s s e a u v p o r C o m b e s y es lo más curioso que a esa e n m i e n d a l i a c o n t r i b u i d o uno de los hombres tie más se a f a n a r o n por establecer aquel r é g i m e n- -m e refiero a B r i a u d- lo que p r u e ba, u n a vez más, iue l a i n f a l i b i l i d a d de nuestro c r i t e r i o por m u y alto que sea el l u g a r e n- q u e d o expongamos, no p e r d u r a E l tiempo y las necesidades sociales! o soc a v a n o le i m p r i m e n u n a f o r m a n u e v a adecuada al estado social d e l momento. A esa política de conciliación, que tiene en B r i a n d y en P o i n c a r é sus mantenedores m á s c l a r i videntes y tenaces, como se h a v i s t o al d i s cutirse el p r o b l e m a de las misiones, quieren oponer los u l t r a r r o j o s con el S i í l e r r i o t a l a cabeza, u n espíritu j a c o b i n o en desacuerdo, por su cerrada i n t r a n s i g e n c i a c o n l a t e m p e r a t u r a intelectual del mundo. Y es porque el j a c o b i n i s m o uo atreviéndose a c o m b a t i r l a posición de los intereses por no m a l q u i s t a r s e c o n la burguesía, busca su desquite en e l t e r r e n o r e l i g i o s o c o m o si F r a n c i a estuviese amenazada por una r e volución de sotanas. l l c a r d e n a l D u b o i s seguía con u n a atención u n tanto b u r l o n a el vaivén de esa p r o p a g a n d a l a i c a que. no pudiendo y a p r o meterse n a d a de l a sociedad presenté, en. l a c u a l las creencias tienen su base de sustentación bien c l a r a lo f i a todo a las generaciones venideras. E s evidente que una po- EDICIÓN DE ANDALUCÍA. PAG. 6 lítica d e s a f o r a d a en lo r e l i g i o s o podría h a c u r r i d o sin c o n v u l s i o n e s es que, a l b a j a r cer no poco daño al c a t o l i c i s m o francés, p r i la escalera del p a l a c i o F p i s p o p a i para d i r i vándole de ciertos medios de acción, pero g i r s e al S a n a t o r i o de los H e r m a n o s de S a n en lo substancial l a religión de C r i s t o no i J u a n de D i o s e n que debía ser o t ó a d o tiene m u c h o que temer por ese lado. E l c o m o a l g u i e n le i n v i t a s e a s u b i r ai coche de la a m b u l a n c i a s a n i t a r i a el prelado c o n p e l i g r o p a r a u n régimen r e l i g i o s o no viene testó n u n c a de las leyes, que acaban por someterse a las creencias, D o s docenas de j a- -E s preciso s a l i r de pie de nuestra c a s a cobinos no pueden t r a n s f o r m a r u n a nación cuando estamos seguros de no v o l v e r a e l l a católica en un país de ateos. E l p e l i g r o v i e A las personas que le rodeaban en aquene siempre del r e l a j a m i e n t o de las c o s t u m llos instantes les r o g ó que no se d i s i m u l a s e bres, y a eso sí que le temía el cardenal D u la g r a v e d a d de su estado. bois, pues n o i g n o r a b a que, cuando D i o s- -E s preciso que se sepa que estoy e n f e r n o está presente erf nuestros pensamienm o m u y e n f e r m o D e esa m a n e r a no me tos, nuestras acciones están más expuesregatearán las p r e c e s tas a perder su e q u i l i b r i o m o r a l Desde p r i n c i p i o s de septiembre, el p r e l a P e r o no era m i objeto, al e s c r i b i r estos do había presentido l a p r o x i m i d a d de su renglones, estudiar paso a paso l a v i d a de fin. E l clero se disponía p o r aquella fecha monseñor D u b o i s sino poner unos l i g e r o s a p r e p a r a r su j u b i l e o sacerdotal E l i m p r e sor había y a depositado en el p a l a c i o d e l comentarios a su muerte. Decía L a R o arzobispado las estampas piadosas, g r a b a clicfoticauld que el so! y l a muerte no se das con las a r m a s de su e m i n e n c i a M o n s e pueden m i r a r c a r a a c a r a E s o como t a n ñor D u b o i s atendía con ojos irónicos a tas otras cosas c o m o d i j o el ilustre misánaquellos p r e p a r a t i v o s y cuando su c a m a r e t r o p o es de u n a v e r d a d m u y r e l a t i v a S i n r o íntimo le preguntó cuándo pensaba s a l i r que se pueda sostener que la muerte nos de vacaciones, contestó el c a r d e n a l atrae, y a que el instinto de conservación la repele, no es r a r o el caso en que pode- -P o r a h o r a no, h i j o mío. E n octubre todo estará en r e g l a mos c o n t e m p l a r l a s i n aprensión. N u e s t r a F u é c o m o ha d i c h o u n h o m b r e de e x t r e disposición de espíritu en ese trance dem a i z q u i e r d a- -e l S r H é r r i o t- u n g r a n capende menos de l a i n t e g r i d a d de nuestros rácter y u n g r a n francés... ó r g a n o s que del v a l o r que tiene l a v i d a en aquel momento. P a r a m o r i r cantando hace S u v i d a y su muerte lo prueban D e c í a R e taita el heroísmo de u n S a n F r a n c i s c o de nán que no h a y religión m á s h o s p i t a l a r i a que el c a t o l i c i s m o para m o r i r ¿Q u i e n lo A s í s pero p a r a m i r a r el más allá sin essupo m e j o r que el h e r o i c o p r i n c i p e de l a panto basta con haber llegado a un r a z o Iglesia, que g o b e r n ó al c a t o l i c i s m o f r a n nable desprecio de nuestros semejantes, con cés... p r e f e r i r la ilusión de lo d i v i n o a las g r o s e l l a s de 1 h u m a n o E l cardenal D u b o i s MANUEL B U E N O príncipe de la I g l e s i a ha m u e r t o serenamente. N o es que su agonía b a y a t r a n s París, octubre, 1929. 0 UMPUbSTOS WCLViDOSj ll!
 // Cambio Nodo4-Sevilla