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MADRID- SEVILLA 25 OCTUBRE 10 DE CTS. CERCANA A T E T U A N SEVILLA DIARIO DO. ILUSTRAVIGÉ- AÑO 1929. NUMERO S 1 MOQU 1 NTO SUELTO N. 8.371 e f a REDACCIÓN: P R A D O D E S A N S E B A S T I A N SUSCRIPCIONES Y A N U N C I O S MUÑOZ O L I V E 1 NTERPRETAC 1O NES Estampas y películas P a s a b a por tos grandes bulevares de P a r í s y penetré en u n cine. Y me encontré con l a m e j o r adquisición que y o podía esperar u n a v i s t a verdadera de l a c i u d a d c h i n a de S n a n g h a i N u e s t r o dsseo tiene a r c h i v a d a s a l gunas contemplaciones de paisajes y c i u d a des d i f í c i l e s quién sabe cuándo podremos hacer efectivos esos deseos o si podremos r e a l i z a r l o s jamás. C o n s t a n t i n o p l a M o s c ú C a c h e m i r a S h a n g h a i D e pronto me encontré c o n S h a n g h a i delante de los o j o s V dentro de l o s oídos. C o n la c o d i c i a d a ciudad c h i n a dentro completamente de m i ser. E s t e m i l a g r o lo había p r o d u c i d o e l cine s o n o r o E r a l a p r i m e r a vez que yo asistía a semejante p r o g r e s o de l a c i e n c i a y de l a i n d u s t r i a y di gracias a los dioses por la o p o r t u n i d a d v hasta por l a galantería del a c o n t e c i m i e n t o E l caso fué que l a i m a g e n de S h a n g h a i que y o estaba c o n t e m p l a n d o carecía de l a limitación y de ese efecto opaco, r e m o t o i n a c t u a l que presentan las cosas m u d a s E r a u n a imagen v i v a en toda la a m p l i t u d de l a palabra, y me parecía que y o m i s m o abandonando m i butaca, podía penetrar en S h a n g h a i e i n c o r p o r a r m e a l t r a j í n de l a m u c h e d u m b r e callejera. O í a n s e las bocinas de los automóviles, las pisadas de los transeúntes, las risas de las m u j e r e s los g r i t o s de los portadores de cochecitos, los cantos con que pregonaban su mercancía unos vendedores adolescentes. S o bre todo percibíase, con impresionante real i d a d el g r a n sonido i n t e r i o r el g r a n aliento, la voz sorda, continua e indefinible de l a a g i t a d a c i u d a d M a t e r i a l m e n t e se sentía v i v i r a l a c i u d a d y de este m o d o cada uno de los gestos o g u i ñ o s de la calle, cada desdoblam i e n t o de las perspectivas y cada a c t i t u d h u m a n a adquirían u n sentido plena y p r o f u n damente contemporáneo. E n efecto, parecía haberse llegado lo más p r ó x i m o posible a l o r e a l a u n a especie de p l e n i t u d de lo exacto. P e r o por aquellos días, r e c o r r i e n d o l o s tenderetes de los a n t i c u a r i o s tropecé con u n puesto de estampas viejas. E r a n de esas enc a n t a d o r a s estampas que salían de los talleres antiguos, en la dichosa E d a d de! r o m a n t i c i s m o entre 1820 v 1860. C u a n d o el arte de l a estampación e r a u n acto c o n c i e n z u d o y a m o r o s o cuando los l i b r o s delicadamente i m presos llevaban grabados de u n a atrayente poesía. E n el tenderete aquel había estampas que reproducían las más espectaculares c i u dades de la tierra. V i s t a s en colores. M a g n í ficas panoramas hechos c a n el más p r o l i j o detalle. P e r o no se parecían n a d a a l a r e a l i dad. Había G r a n a d a s inverosímiles, Barcelonas hiperbólicas, L i s b o a s incomprensibles. C i u d a d e s bellas, eso s í pintorescas y deliciosas a más no poder, pero irreales. ¡A c a s o porque el artista carecía de medios suficientes para alcanzar la e x a c t i t u d? N o A q u e l l o s artistas del R o m a n t i c i s m o sabían de c i e r t o p o r qué caminos se puede llegar a l a reproducción exacta de la r e a l i d a d es que no querían Uegar a la r e a l i d a d huían deliberadamente de a r e a l i d a d porque la odiaban, y lanzábanse c o n el m e j o r entusiasmo por el c a m i n o s i n c o n t r o l y sin b a r r e r a s de la fantasía. M e h i z o g r a c i a e l contraste que e l azar de ¡m i s paseos errabundos me o f r e c í a E r a c u r i o s o observar l a enorme d i f e r e n c i a de ver o de querer v e r l a v i d a que se manifestaba entre las estampas de la época romántica y el cine sonoro. L o s dos procedimientos buscab a n l a reproducción de l a v i d a ¡p e r o con qué c o n t r a r i a s i n t e n c i o n e s! U n s i g l o había bastado p a r a poner a los hombres cultos en una i r r e c o n c i l i a b l e contradicción. L a c o n c i e n c i a romántica tenía de la v i d a y del m u n d o entero u n concepto tan n e g a t i v o que hacía, a l a m a n e r a del ver dader o y p r o f u n d o espírit u c r i s t i a n o u n acto de rectificación frente a l a r e a l i d a d rectificaba l a r e a l i d a d y añadíale lo m á s a m p l i a y a r b i t r a r i a m e n t e posible los indispensables elementos de fantasía y de poesía. T a l c o m o e l c r i s t i a n o frente a l a decepción que le i n s p i r a este m u n d o de pecado y de d o l o r pone en el c i e l o su esperanza. E l romántico se parecía también a esos ingleses desganados o c a p r i c h o s o s que p a r a comer su a b u r r i d o t r o z o de carne necesitan i m p r e g n a r lo de m o s t a z a y demás materias excitantes. E s decir, que el r o m a n t i c i s m o no aceptaba l a v i d a má s que saturándola bien y fuertemente de fantasía. D e s p u é s v i n i e r o n los p o s i t i v i s t a s l a n o v e la n a t u r a l i s t a l o s pintores i m p r e s i o n i s t a s las ciencias e x p e r i m e n t a l e s l a apoteosis de la m a q u i n a r i a los psicólogos de l a b o r a t o r i o el s o c i a l i s m o matemático, l a religión d e l daío y de l a estadística, l a f o t o g r a f í a N o s o t r o s y a n o podemos salvarnos. E s t a m o s condenados a i r siempre encadenados a l a r e a l i dad y a l a e x a c t i t u d P o r m á s c a b r i o l a s que h a g a n l o s e x p r e s i o n i s t a s los cubistas y sus congéneres por escapar a la tiranía de l o real y l o u s u a l al último tienen que caer a t i e r r a Y es que todo el espíritu m o d e r n o está poseído por u n g r a n a m o r de l a t i e r r a por u n entusiasmo h a c i a las d i c h a s y perfecciones de este m u n d o Y el arte ideal y e x t r a o r d i n a r i o tal vez n o sea posible m i e n t r a s el h o m b r e no l o g r a s u p e r a r l a r e a l i d a d es d e c i r despreciarla. S e n t i r u n poco menos entusiasmo p o r el m u n d o H a c e r s e superior a él. E n t r e t a n t o L a v i d a acaba por convert i r s e en u n fenómeno de transacción. A s i yo, solicitado por las dos opuestas tendencias y situado u n poco en el ayer y con el resto del espíritu en l a act ual i dad, concluí p o r c o m p r a r unas de aquellas románticas vistas de ciudades antiguas, p a r a c o n s e r v a r las amorosamente en m i casa, y luego me fui al cinc a ver y escuchar p a n o r a m a s actuales y reales. JOSÉ M S A L A V E R R I A que c o i n c i d e n c i a aunque n u n c a c o i n c i d e n c i a f o r t u i t a sino obediente, en todo caso, a una ley, y quizá a u n r i t m o a lo l a r g o de la h i s t o r i a de la c u l t u r a ¡E s t e- -m e d i j e- -es algo así c o m o una réplica novecentista de nuestro R a i m u n d o L u l i o! E i n m e d i a tamente, el Scot College y su paisaje se me a p a r e c i e r o n t r a n s f o r m a d o s p r o f é t i c a m e n te, en u n a especie de término medio entre el M i r a m a r mallorquín de la v i d a de L u l i a y el G r a n C o l e g i o y A s a m b l e a de sabios- -s i e t e e r m i t a s cerca del m a r- -q u e a l g u n a vez soñó. Y a e m p i e z a i n c l u s i v e l a semejanza así descubierta, en la posición f u n d a m e n t a l do Ortodoxia, dentro de l a cual se inscribe e l ademán i n n o v a d o r y r e v o l u c i o n a r i o lo. m i s mo en el caso de Geddes que en el de L u l i o A L u l i o se le puede c o n s i d e r a r después de todo, c o m o un escolástico, según la n o r m a general del saber de su tiempo. Y Geddes se dice y es un evolucionista, en relación c o n el fenómeno, en que yo s i e m p r e he h e c h hincapié, de haber sido el e v o l u c i o n i s m o algo así c o m o l a escolástica de! x i x S ó l o que, si t o m a n pie en el saber de sendas é p o cas, uno v otro, el balear y el escocés, d a n sobre ese trampolín, u n g r a n salto. U n s a l t o que apunta a l cielo de l a U n i d a d del S a b e r p a r a acabar, con lógica parábola, por p r e cipitarse en el m a r sin costas de l a M í s t i c a ¡U n i d a d del Saber, c u a n alta ambición y cuanta nobleza no otorgas a los que a p a s i o nadamente experimentan t u a p e t i t o H e a q u í- -e n lejanía casi f a b u l o s a- -a l noble P i tágoras. H- aquí- -tan cercano a nosotros, que tal vez no puede decirse que le h a y a m o s tomado l a medida a ú n- -a l noble L e i b n i t z ¡Q u é d i f e r e n c i a de jerarquía, entre esas mentes ardorosas, en su a f á n de u n a c i e n c i a casi identificable con l a p u r a v i s i ó n- -a l m o d o de la ciencia d i v i n a- -v estas o t r a s mentes rotas, dispersas, que van tirando c o n l a p l u r a l i d a d y l a interna contradicción, d e l m u n d o u n P r o t á g o r a s y hasta un Z e n ó n de E l e a u n B a v l e y hasta u n K a n t P e r o si las de este último l i n a j e nos l a s t i m a n p o r espinosos, los del p r i m e r o nos d e f r a u d a n muchas veces, por evaporados. E l l o o c u r r e siempre que, en sus construcciones u n i f i c a doras, prescinden de 3 a intervención del fact o r tiempo, es decir, cuando, demasiado i m pacientes, i t- s g i n a n síntesis perentorias, que no son m ás que puramente f o r m a l e s L a D i a léctica h e g e l i a n a puede, todavía, s e r v i r n o s p a r a algo, porque no excluye, antes i n t e g r a el f a c t o r histórico. P e r o el Á r b o l de l a C i e n c i a l u l i a n o ¿para qué nos s i r v e? ¿Ni servirán, a l g ú n día, para más, los múltiples y a veces ingenuos esquemas, que, en u n a soledad inquietante y con una falta de p u b l i c i d a d que excluye los beneficios de la c r í tica, sigue fabricando, en su T e b a i d a del T. anguedoc, el alto espíritu aue tuvo a y e r áspera ocasión de ensayarlos, en l a U n i v e r sidad de P a l e s t i n a? C o m o según lo más a r r i b a i n s i n u a d o es probable que intervenga en la reproducción de estos grandes sueños de la H u m a n i d a d a t r a v é s de las centurias, no sólo una especie de ley, sino algún ritmo, además de los i n dicados, otros factores v aspectos de l a e x periencia de M i r a m a r parecen repetirse en la e x p e r i e n c i a de M o n t p e l l i e r C i t e m o s uno, especialmente interesante por su matiz de p a r a d o j a entre los m u c h o s que, por otras razones, serían interesantes igualmente. C o n- GLOSAS E N M O N T P E L L I E R -A las p r i m e r a s palabras de u n a conversación con M r G e d des, en su C o l e g i o de los E s c o c e s e s de M o n t p e l l i e r- -c l a r o cielo, blandas colinas, presentimiento del m a r a lo lejos, edículos de p i e d r a pámpanos horacianos, caminos pedregosos, cabras, pozos, cipreses, y, en suma, aquel c o n j u n t o de elementos, de los cuales, no sé si O c t a v i o de R o m e u o mís, ter T r e n d aseguraba enfáticamente un día ¡E s t o es l a c i v i l i z a c i ó n! a las p r i m e ras palabras de conversación, d i g o va le había y o calado a M r Geddes una semej a n z a que l o- m i s m o p u d i e r a ser filiación
 // Cambio Nodo4-Sevilla