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los ocios del mundo elegante que poblaba los jardines de Versalles en los días memorables del R e y S o l E l poder del dólar hace en estos dos teatros toda ía ostentación de su soberbia. E l oro, y el mármol, y los tapices, y las maderas finas deslumhrando a cada paso: desde el hall inmenso, con alardes suntuarios, que hasta ahora estaban reservados a los vestíbulos de las Operas, hasta el salón de espectáculo, en el que se han prodigado todos ¡os detalles del lujo, del refinamiento y de l a comodidad; con sus plateas transformadas en jardines colgantes, y su o r questa de 170 profesores, y el órgano de cuatro teclados, ante el cual el profesor parece que actúa frente a un cuadro telefónico, de tal forma es complicado y múltiple en sus claves y registros. E n aquéllos coliseos, sólo el artista que asoma en el escenario para cantarnos la cavatina de Payasos nos parece minúsculo y pobre. Soló ante aquellos pisos cargados de público; solo entre los cortinajes de terciopelo y tisú, que se desbordan a torrentes desde el techo; ante la legión de músicos acampados en la sala y ofuscados por las aspas de catorce proyectores. A l Broadway vierte también sus m i l l a res de espectadores el Criterion, renovados cada noche durante años para presenciar las mismas películas. P o r todas partes afluyen muchedumbres; la negrura de gentes, la tínica sombra en la claridad del Broadway. A v a n z a n los automóviles en hileras apretadas; vistas desde lejos, las luces de los faros son miríadas de chispas surgiendo del suelo, que arde también en aquella orgía de fuego. Se han vaciado los teatros y se h a n poblado rápidamente los restaurantes, las c a feterías y los automáticos bares de u r gencia, relucientes de níquel y limpios como quirófanos. E n estos automáticos se ha simplificado rigurosamente el servicio. E l consumidor es camarero de sí mismo. E n las vitrinas aguardan los sandwichs, las viandas, las legumbres, los pasteles. U n a o varias m o neda depositadas en las hendiduras permiten alcanzar lo que reclama el deseo. A l alcance de la mano está l a vajilla para que cada uno se sirva por su cuenta el chocolate, el té o el refresco que le agrade. Cuatro hombres retiran sin- cesar la vajilla sucia. Quedan también abiertas las salas de té chino, con ornamentación de dragones a la entrada, y los cabarets rusos, c u yos porteros están vestidos de cosacos, y los comercios de la elegancia con la made in France bten visible, y las bombonerías, verdaderos tronos del sibaritismo, y las tiendas de gramófonoSj que, con los altavoces, llenan la calle con las tonadillas de moda. I- entamente, la animación decae. B r o a d way, fatigado de aquella exaltación, vuelve a la calma y a la obscuridad. A l a una de la madrugada pueden contarse los automóviles que desfilan. L a s estrellas han r e cobrado su soberanía. L a torre de luces eléctricas que se alzaba en el Central P a r k se h a desvanecido. L a s aguas azules, sobre las oue navegaba el velero, anuncio de una estilográfica, se han esfumado en l a sombra. D e cerca se ven los esqueletos de aqueilos anuncios fascinantes, como ruedas y castillos de pirotecnia, y a quemados, desvencijados y grotescos después de tan luminoso estrépito. Más silenciosa y más ensombrecida aún la calle vecina. E n total reposo las s i guientes. N u e v a Y o r k descansa después de la acudida eruptiva del día. Pero nuestro paseo por la ciudad en sombras sufre u n sobresalto; pasa sobre nosotros uno de los trenes elevados, trenes h o rrísonos, que acuchillan el silencio y que ahora son las pesadillas que fatigan el sueño de N u e v a Y o r k JOAQUÍN ARRARAS Desde Melilla. U N A L A B O R Q U E D E B E SER L A BASE D E L DESARROLLO ECONÓMICO D E L P R O T E C T O R A D O P a s a r o n l a s fiestas d e e s t a M e l i l l a t r i s t o n a y l a m b i d a q i i e p a r e c e d e s c a n s a r de a q u e l f e b r i l t r a j i n a r d e los d í a s d e g u e r r a L a a n i m a c i ó n de las f e r i a s h a s i d o u n a n e c e s a r i a c o n f o r t a c i ó n e s p i r i t u a l p a r a esta a t o n í a l o c a l en el o r d e n de l a v o l u n t a d y de! espíritu. Y esta c o n f o r t a c i ó n h a s e ñ a l a d o de m o d o c l a r o e l p o r v e n i r e l f u t u r o el d e s a r r o l l o económico de l a z o n a melillense. E n esa E x p o s i c i ó n H i s p a n o m a r r o q u í h a s i d o y s e r á l o ú n i c o q u é quede c o m o a l g o p o s i t i v o s i se sabe a p r o v e c h a r el pabellón d e las I n t e r v e n c i o n e s m i l i t a r e s L a v o l u n t a d d e l j e f e de e l l a s M u ñ o z G r a n d e y l a de sus s u b o r d i n a d o s h a p r e s e n t a d o u n c o n j u n t o que es l a b a s e d e l d e s a r r o l l o e c o n ó m i c o d e l P r o t e c t o r a d o y de l a v i d a de M e l i l l a S e c o n g r e g a r o n allí t a l l e r e s de a l f a r e r í a de g u a r n i c i o n e r o s de tejedores, de t a p i c e r o s de c a r p i n t e r o s t o d a l a a c t i v i d a d i n d u s t r i a l d e l o s m o r o s que q u i e r e n t r a b a j a r que d e b e n t r a b a j a r que es n e c e s a r i o que t r a b a j e n p a r a que o l v i d e n l o s h á b i t o s d e l o c i o y c o n ellos, e l a f l o r a m i e n t o d e l a g u e r r a Y este t r a b a j o de p e q u e ñ a s i n d u s t r i a s debe FACHADA DE I- A EXFOS CION HISPANOMAKROQUI CAMLA DE Y AROUETA P R E S E N T A D A POR I- A BENI J U Z I N