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Sin teñirlas ni arrancarías bin orasa) 6 ran invento Ú n i c o a r t í c u l o que SIN T E Ñ I R hace desaparecer las canas, devolviendo al cabello su color primitivo, o hace que no salgan si se empieza a usar antes de tenerlas, p r o p o r c i o n á n d o l e el jugo necesario, sin el cual pierde su coloi Compuesto de r a í c e s y hierbas indias a r o m á t i c a s Inofensivo. Garantizado. Conserva muy bien el rizado natural o artificial del cabello. Premiado en la E x p o s i c i ó n de Higiene. E x í j a s e en la etiqueta la figura de la india. M A R C A R E G I S T R A D A Precio en E s p a ñ a 5 pesetas frasco, en p e r f u m e r í a s y d r o g u e r í a s Por mayor, J O S É B A R R E I R A Calle de M u ñ o z Torrero, n ú m 6, M A D R I D y en los principales almacenes. n jta. tX! fu -inm mu nf ffT- i %i aamKim. TB I I w u n í miilli l ttimmi afrii n B F T i a w y J, m T O M E N O T A en los Casinos, en las fábricas, en todas partes donde haya una r e u n i ó n LA es siempre la L o t e r í a de la suerte. No deje para Qltima hora la compra de su billete para el gran sorteo de Navidad. P í d a l o hoy mismo, y así e v i t a r á dificultades y no d e j a r á escapar su suerte. Remite a provincias y e ¡extranjero, desde un d é c i m o Cuenta corriente en los Bancos Hispano- Americano, E s p a ñ o l de C r é d i t o y de Avila. T e l é f o n o 12802. PAJARITA. P u e r t a d e l S o l 6 L. Valdés. OBRA MADRID deí PERICIALES ADUANAS Cuerpo pericial. Pedidos: COMPIJETA D E J F 1 S 1 C Á ajustada programa por P M O R E N O T A P I A ACADEMIA CELA, Fernanflor, 4, M A D R I D CONDE D E PENALVER, 20. De cinco a seis. GANGAS Vendo, u r g e n t í s i m o dos casas, tres fachadas cada una, bien situadas, en 270.000 ptas. rentando 9 por 100, libre. 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U n tártaro es siempre u n l o b o pero e l lobo tiene m u y finos los vientos y l o percibe todo, s i n que p o r eso deje de ser feroz y c a r n í v o r o y o como u n lobo, puedo seguir y seguiré, l a h u e l l a de K r a s n a g u i a d o p o r l a f r a g a n c i a que t r a s sí d e j a y si eso no bastara, señor, ¿no ves sobre e l césped m a r c a d a l a h u e l l a de sus pequeños pies? -Mi v i s t a se pierde en las p e n u m b r a s- -d i j o Kaivar. -L a s penumbras tienen bastante l u z p a r a m í- -r e plicó N o s s u r- y p o r que l o veas, v o y a llevarte a buen paso s i n v a c i l a r u n m o m e n t o hasta el l u g a r donde se encuentra K r a s n a Y N o s s u r partió a buen paso h a c i a el o b s c u r o f o n d o p o r donde algún t i e m p o antes había desapar e c i d o K r a s n a seguido de c e r c a p o r K a i v a r Y s i g u i e r o n andando, andando siempre de p r i s a de u n a m a n e r a n e r v i o s a apagándose sus pisadas sobre e l tupido césped, como dos sombras, l a u n a blanca y la o t r a negra, y a bajo l a l u z de l a l u n a y a p o r entre l a densa lobreguez de las espesas enramadas. A l cabo de u n c u a r t o de h o r a de m a r c h a llegó leve, p e r d i d o casi fantástico, hasta ellos, el sonido dulce y cadencioso de u n a g u z l a que acompañaba a u n a d u l ce y lánguida v o z de m u i e r eme c a n t a b a u n a balada tártara. P o r l a p r i m e r a vez de su v i d a aquel hombre que parecía u n espectro, que tenía el t e r r i b l e s o b r e n o m bre de E l Resucitado, en cuyo semblante, como él h a bía d i c h o habían quedado impresas l a expresión d e l e x t e r m i n i o y l a palidez de l a muerte, se estremeció c o m o no se había estremecido j a m á s sintió u n ter r o r v a g o Como e l d e l g u e r r e r o i n d o m a b l e que, j a m á s vencido, presiente u n a derrota. A q u e l l a voz que cantaba, que suspiraba, que gemía, que l a n z a b a de sí u n p e r f u m e e m b r i a g a d o r enlanguidecía su c o r a zón, enloquecía su pensamiento, le atraía c o m o dicen que atraía a los antiguos navegantes el canto ele l a s sirenas a las sirtes. procelosas. P a r a K a i v a r aparecía de repente u n a nueva v i d a de su padre, que a r r o j e sus galas, que envuelva e n o b s c u r i d a d su h e r m o s u r a en h o n r a a su padre. -E s t a n o es h o r a d e v e r a l a poderosa K r a s n a i- -dijo e l jefe de los e s c l a v o s- ella reposa, y s u sueño es p a r a nosotros t a n sagrado, que p o r n a d a la despertaremos. ¿Y dónde reposa vuestra s e ñ o r a? -d i j o Kaiv a r- S u m o r a d a que se ve en l o alto desde l a r i b e r a a ú n está lejos de a q u í ¿qué hacéis v o s o t r o s a esta d i s t a n c i a y esperando, s i es v e r d a d q u e v u e s t r a señora reposa en su lecho allá en su m o r a d a de la altura? ¿Y quién eres t ú- -d i j o e l jefe t á r t a r o- -p a r a p r e g u n t a r n o s c o m o si fueras nuestro s e ñ o r? -Yo traigo conmigo- -respondió K a i v a r- -l a a u t o r i d a d de vuestro s e ñ o r y en prueba dé ello, m i r a d K a i v a r pasó su l a n z a a l a m a n o i z q u i e r d a s e q u i t ó l a m a n o p l a de l a m a n o derecha, y mostró a l j e f e tártaro u n a gruesa s o r t i j a c o n u n a g r a n e s m e r a l d a r o d e a d a de rubíes. A l v e r aquella s o r t i j a el j e f e t á r t a r o c r u z ó l o s b r a z o s sobre su pecho, inclinó h u mildemente l a cabeza, y d i j o C u a n d o partió nuestro señor para l a g u e r r a m e llamó me dejó oír estas p a l a b r a s N o s s u r e l guer r e r o n o es fuerte sino porque D i o s le presta s u p o d e r sobre l a cabeza de los que combaten v u e l a siempre l a muerte, y cuando el escudo de D i o s n o les cubre, l a muerte se p r e c i p i t a sobre ellos, los h a c e su presa y los a r r e b a t a c o n s i g o esta esmeralda r o- deada de rubíes es e l s i g n o de d o m i n i o de l o s K a r u k aquel que l a muestre en su dedo del corazón c e su m a n o derecha es vuestro señor, y le debéis respeto y o b e d i e n c i a porque m á s fuerte o m á s astuto que yo. me habrá e x t e r m i n a d o porque D i o s l o haya, quer i d o p a r a c o n q u i s t a r l a o se l a habré entregado y o por m i l i b r e y perfecta v o l u n t a d y o parto y n o sé si v o l v e r é porque D i o s sólo conoce, el p o r v e n i r d u r a n t e m i ausencia, obedeced ciegamente, c o m o me obedecéis a mí m i s m o a m i h i j a K r a s n a p e r o s i un día se os presenta u n h o m b r e teniendo esta esmer a l d a rodeada de rubíes en el dedo del corazón de su m a n o derecha, a él será a quien obedeceréis, aunque os mande l a muerte de K r a s n a m i h i i a c u i e r i d n D e s p u é s de e s t o- -c o n t i n u ó N o s s u r- C r i s t i a n K a ruk, nuestro señor, p a r t i ó tres años h a n pasado
 // Cambio Nodo4-Sevilla