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A B C. M A R T E S 12 D E N O V I E M B R E D E 1929. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 6 ú n i c o que l o conoce, por el momento, es un p r i m i t o suyo, o u n muchachito de l a vec i n d a d que l a a c o m p a ñ a a l cine, al dancing y a l teatro. L o s padres, generalmente, 110 saben de sus h i j o s sino su h i s t o r i a l patológ i c o que en t a l época t u v o u n a s c a l e n t u r a s que a l d a r el estirón en l a a d o l e s c e n c i a perdió dos k i l o s y el c o l o r que no a n d a b i e n h a b i t u a l m e n t e del intestino, etc. D e su t e m peramento, de sus ansiedades secretas, de lo que piensa y de lo que sueña, de toda su a c t i v i d a d m o r a l saben m u c h o menos que el p r i m i t o o que el a m i g o de la v e c i n pf F u l a n i t a- -d i c e n ingenuamente, obedeciendo a u n a efusión p a t e r n a l que sería c o n m o v e d o r a si no fuese a m e n u d o g r o t e s c a- -e s u n á n g e l Y como eso m i s m o d i c e n todos los padres de sus h i j o s r e s u l t a que, dentro de cada f a l d a c o r t a que se pasea por esas c a lles, h a y u n ángel. ¿C ó m o no nos hemos dado cuenta los hombres de que l a t i e r r a ha u s u r pado a l cielo el p r i v i l e g i o de estar e n t e r a mente p o b l a d a de á n g e l e s f e m e n i n o s? L o malo es que, algunas veces, estos ángeles se dejan las alas en casa, y c o n ellas l a p u r e za, porque las d i v i e r t e m á s frecuentar el cine, el dancing y l a garzonera de u n señor, que sostener n u e s t r a ilusión sobre l a d i v i n i dad de su o r i g e n T o d a v í a si v i s i t a s e n l a i g l e s i a y el c o n f e s o n a r i o s a n a t o r i o y d i s p e n s a r i o en que recibe el c o r a z ó n h u m a n o los cuidados v los a u x i l i o s indispensables p a r a r e s i s t i r las t e n taciones del v i c i o l a n e g l i g e n c i a f a m i l i a r podría estar compensada p o r el consejo, suave o severo, de u n h o m b r e que habla en n o m b r e de D i o s P e r o las niñas del fuste de la señorita de l a calle G u s t a v o F l a u b e r t se a b u r r e n en l a iglesia. E s t o del a b u r r i m i e n t o de las se- que es el m á s g r a n d e poeta en los tiempos m o d e r n o s de t o d a l a r a z a ibérica. N o s l o v a a d e c i r J a c i n t o V e r d a g u e r Y éste s e r á el m á s a p r o p i a d o c o m e n t a r i o a l h e r m o s o y fery o r o s o l i b r o de H u i c i E n las bellas p á g i n a s que V e r d a g u e r t i t u l a La ermita del Mont h a b l a e l poeta de u n s a n t u a r i o que tiene, c o m o el de S a n M i g u e l de E x c e l s i s las ventanas a n g o s t a s el santuario de D e l M o n t en S o u s p a r t i d o j u d i c i a l de O l o t en l a p r o v i n c i a de G e r o n a Y dice el p o e t a T r e s solas ventanas h a y e n l a parte a n t i g u a del templo, y son de unos c u a t r o dedos de a n c h a M á s que ventanas, p a r e c e n aspilleras, ante las cuales l a l u z esp í a sin poder e n t r a r V o y t r a d u c i e n d o del catalán, y desearía c i t a r en l a p r o p i a lengua d e l g r a n artista. V e r d a g u e r a ñ a d e C o m o aquel a n t i g u o ermitaño que salía de l a c e l d a con los ojos c e r r a d o s p a r a que e l m u n d o e x t e r i o r no le distrajese del i n t e r i o r en que vivía, el templo c r i s t i a n o que tiene dent r o de su c o r a z ó n a l C r e a d o r del m u n d o ¿p a r a qué necesita a b r i r los ojos delante de u n a calle o de u n l u g a r p o r hermoso y m a r a v i l l o s o que s e a? Y no hay n i n g u n a r a z ó n m á s alta p a r a l a a n g o s t u r a de las ventanitas. Y a saben los S r e s H u i c i y J u a r i s t i p o r qué son t a n t í m i d a s las ventanitas de S a n M i g u e l de E x celsis. AZORIN vez. L a p r o l e cuesta d i n e r o y en estos t i e m pos de l a v i d a c a r a es menester a d m i n i s t r a r el a m o r c o n cuentagotas, p a r a que no pese demasiado sobre el presupuesto doméstico. ¿C ó m o podría vestirse l a señora, si la m a y o r parte de los i n g r e s o s de l a f a m i l i a se i n v i r t i e s e n en el c u i d a d o y l a educación de v a r i o s h i j o s? H a y que estar en todo. E l t a l m a t r i m o n i o resolvió, pues, sin preocuparse de l a d o c t r i n a c r i s t i a n a que a s i g n a a l h o m b r e y a la m u j e r unidos ante D i o s i l i m i t a d o s fines de reproducción, no aportar a l m u n d o m á s que u n ejemplar de s u c a s t a que h a sido, p o r d e s i g n i o s p r o v i d e n c i a l e s u n a niña. Q u e parece estar asistiendo, c o m o testigo f a m i l i a r a las etapas de su i n f a n c i a su adolescencia y su p u b e r t a d l a c r i a n z a c o n biberón, p a r a que l a madre no se m a r c h i t e el cochecito de m a n o empujado, n i que dec i r tiene, por el padre, porque l a señora necesitaba todas sus fuerzas p a r a i r a las t i e n das y a los salones de t é los t o r m e n t o s de dentición de! a c r i a t u r a que h u b i e r a n desv e l a d o de noche a los padres, si éstos no hubiesen t e n i d o l a precaución de acostar a su h i j a en u n a alcoba a p a r t a d a de l a s u y a los sobresaltos del sarampión inevitable y la a y u d a r e p a r a d o r a de la í o s f a t i n a L u e g o c o n los p r i m e r o s pasos de l a c r i a t u r a la m u j e r m e r c e n a r i a que los v i g i l a s e y m á s adelante, el pensionado p a r a su educación. ¿E n qué c o l e g i o? E s o es lo de menos, p o r que en todos hay m a n e r a de i n c o r p o r a r a l a enseñanza p r o f a n a que d i l a t a l a i n t e l i g e n c i a el recato p e r s o n a l y el temor a D i o s que ennoblecen el espíritu... AVENTURAS D E UNA N I Ñ A BIEN E n la calle G u s t a v o F l a u b e r t que dista Y a h a c u m p l i d o la niña los d i e c i o c h o poco de m i casa, v i v e u n m a t r i m o n i o de l a años, l a edad a l a r m a n t e de las curiosidades clase media, que no h a q u e r i d o s i n duda sexuales. C u á l es su temperamento? Sus p o r economía, r e p r o d u c i r s e m á s que u n a I padres presumen conocerlo. N o h a y t a l E l ionzo Plena confianza bebe tener Ub. en un remebio que ha be servir para recobrar su bienestar. ¿Por qué. pues, muchas veces, sigue Vb. por u n tamino Diferente bel que su conciencia le señala? ¿Por qué no acube b. a la Cafiaspirina? Su más sóliba base son los largos estubios científicos; su elaboración se lleva a cabo bajo un control constante. Con la Cruz Bayer m unDialmente conocíisa, la Cafiaspirina merece su completa confianza. Con pocas palabras le Diremos que la Cafiaspirina cura Dolores De cabeza y muelas, neuralgias y jaquecas, alivia los boiores, reanima, levanta las fuerzas y no ataca el corazón ni los ríñones. Y ahora... Ub. no bu e y confíe en ía
 // Cambio Nodo4-Sevilla