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A B C. M I É R C O L E S 13 D E N O V I E M B R E D E 1929. E D I C I Ó N D E A N D A L U C Í A P A G 11 tifud, c o m b i n a d a c o n el paralelaje y l a h u medad n a t u r a l del suelo, da o r i g e n a tier r a s capaces de soportar un c u l t i v o durante el verano, y, dejadas de e r i a l producen pastos naturales, esas tierras son apreciadísimas. v no se obtiene una hectárea por menos de j 0 0 0 peseras, ya sea en el G u a d a r r a m a o en la serranía de R o n d a en la P u e b l a de S a n a b r i a o al pie del M o n c a y o S i a esta c a l i d a d de la t i e r r a se le a d i c i o nan las c i r c u n s t a n c i a s de situación, parcelani; ento, densidad de población agrícola, etc é t e r a de que antes hemos hablado, se pasa entonces a los tipos de t i e r r a que se pagan desde el C a b o de C r e u s al de F m i s t e r r e en un a n c h o que j a l o n a n por el N o r t e el mar y los P i r i n e o s y por el S u r la E i m i a orensana y el B i e r z o l e o n é s l a B u r e b a b u r g a lesa y la t i e r r a sortana de A g r e d a A r a g ó n por encima de las Bárdenas reales y l a com a ca de T r e m p s la plana de V i c h y el A m purdán g e r o n é s a 4.000 pesetas hectárea l a b o r a b l e y como mínimo p r e c i o de transacción. 1 La vid E l v i ñ e d o español, c o n el o l i v o y el a l m e n d r o a p r o v e c h a terrenos que, por su cal i d a d o d u r e z a de c l i m a apenas podrían ser e x p l o t a d o s económicamente en c u l t i v o herbáceo de a l t e r n a t i v a Puede decirse Je él, pues, en términos generales, que es m a y o r el valor de la plantación que el del svelo que la sustenta. P e r o esto no quiere decir que el t r a b a j o del h o m b r e entregado a f a nosamente a la m e j o r a y especiaiización de los productos naturales o fr n i rmados de este arbusto, n o h a y a l o g r a d o para ellos: precios r e m u n e r a d o r e s que reflejan, naturalmente, en el v a l o r en venta a s i g n a d o a la t i e r r a que ha o r i g i n a d o ta! especial) zación. A s i resulta que, d e n t r o de las zonas i m portantes dedicadas a l c u l t i v o de la v i d y que se hallan en casi todas las p r o v i n c i a s españolas, hay e s p e c i a l i z a c i o n e s c o m o son las de ta R i o j a n o r t e ñ a el P a n a d a s P r i o rato y campo de T a r r a g o n a en C a t a l u ñ a Rueda y T o r o en l a meseta septentrional C a r i ñ e n a en A r a g ó n E l R i v e r o en G a l i c i a A r g a n d a y Valdepeñas, Tomelloso y tantos más en la M a n c h a V i l l e n a en A l i cante, Montilla. Jerez, Sanlúcar, Mál a g a y el C o n d a d o de N i e b l a en A n dalucía, y otras, en todas las cuales l a f a m a de sus caldos trae a p a r e j a d a ei c o n s i guiente a p r e c i o de. la t i e r r a sobre la c u a l v i v e el vidueño que los produce. Podemos. por tanto, decir que si la inmensa mayoría del viñedo español, r e p o b l a d o en su casi totalidad con pie a m e r i c a n o vale a peseta la cepa, que, al m a r c o c o r r i e n t e de plantación, de 2 a 2.50 metros en c u a d r o representa u n v a l o r para la hectárea de 2.500 pesetas, en cuanto se trata de zonas o pagos r e n o m b r a dos v reducidos, c o m o el de los M o r i l e s en C ó r d o b a f o r m a d o por u n a cincuentena de lagares del tipo de? 0 a r a n z a d a s de 42 áreas cada uno. se eleva, a c u a t r o y c i n c o pesetas l a cepa, sobre el t e r r e n o lo que da p a r a l a hectárea de viñedo u n v a l o r n o r m a! de 10.000 pesetas. E igualmente o c u r r e en H a r o y O l l a u r i en la R i o j a en las a l b a r i z a s d J e r e z v en los pagos de M a c h a r n ü d o y P e d r o riménez, y otros semejantes. H e m o s de tener presente, sin e m b a r g o que es éste el c u l t i v o que tiene m a y o r c a r á c t e r i n d u s t r i a l de todos en E s p a ñ a es dec i r que el valor n venta de los viñedos fluctúa mucho, como resultante de las a g u dísimas c r i s i s que afectan a sus productos, y que se refleja en la p r o p i e d a d porque el t e r r e n o suele ser endeble- -mesetas cascajo sas. laderas descarnadas de g r a n pendiente arenales s i n valor para el c u l t i v o de cérea les v g r a n o s paraos, e t c v como la explotación del a r b u s t o está l i m i t a d a después v a l o r de 500 pesetas celemín de t i e r r a c o n a r b o l a d o que corresponde 1 de 6.000 pesetas fanega de 62 áreas. E n el resto de la p r o v i n c i a cordobés- desciende un poco el valor m e d i o antes j u n t a d o no mucho, pues el h o j i b l a n c o el p i c u do v el zorzaleño son pagados en C a s t r o d e l Río, B u j a l a n c e y otros pueblos de la c a m piña, cuando menos a ÍO pesetas g a r r o t e o estaca. E n l a zona de S i e r r a M o r e n a l o s precios son m á s bajos, porque el suelo es E n cuanto a los viñedos c u l t i v a d o s para pobre, y, c o m o consecuencia, el arbolado de obtener fruto de mesa, c o m o son el a l b u l o poco porte, resaltando únicamente M o n t o r o castellano, la uva del V a l l e de la Serena, a como el l u g a r de m á s a p r e c i o de toda l a g a r n a c h a manebega. la s e v i l l a n a de V i l l a- serranía, pues valorándose allí a 25 v 30 f r a n c a y los P a l a c i o s la moscatel y otras pesetas postura, cuando se pasa a las messemejantes, son también muy apreciados, tas de A d a m u z desciende el valor a 15 r a d i c a n d o el v a l o r en el vuelo y apenas en V 20 pesetas, correspondientes a los de 2.500 el suelo, y, desde luego, a l c a n z a n d o precios pesetas por hectárea. de 6.000 y 8.000 pesetas la hectárea, excepS e v i l l a es también buena o l i v a r e r a sobre to en os famosos parrales de A l m e r í a de todo en la parte de M o r ó n M a r c h e n a y P u e l a v a r i e d a d ohanes, de exportación tan i m- bla de C a z a l l a donde tiene los mejores o l i portante, los cuales a l c a n z a n precios eleva- vares lechines y zorzaleños de la p r o v i n c i a dísimos, debido al coste de plantación y al siguiéndole C a r m o n a E c i j a y Estepa S n v a l o r del a g u a pues hay parrales en d i c h a e m b a r g o los v a l o i e s n áximos son los de p r o v i n c i a y en la de M u r c i a por la parte 40 y pesetas descendiendo de aht de A h a m a que se pagan a cien pesetas la hasta el tipo m e d i o de las 25 pesetas p e p a r r a que hace p a r a l a hectárea u n valor Posee la especialidad de la producción de de 40.000 pesetas. la aceituna de mesa, c u l t i v a n d o al efecto, las variedades m a n z a r r l l a y g o r d a l en toda la l o m a del A l j a r a f e v en los alberos de A l É 1 o 1 iv o calá de G u a d a i r a U t r e r a y D o s H e r m a n a s S a b i d o es que el o l i v a r m á s i m p o r t a n t e pagándose la hectárea de t e r r e n o con a r b o de E s p a ñ a se encuentra en ¡a p r o v i n c i a de l a d o de 3.000 a 4.000 pesetas, porque el sueJaén. Puede afirmarse que M a r t o s y los tér- l o es, en general, de c a l i d a d i n f e r i o r m i n o s c i r c u n d a n t e s poseen, con el tachmv E n las restantes p r o v i n c i a s andaluzas deel o l i v o más a p r e c i a d o por su r e g u l a r i d a d cae m u c h o este c u l t i v o afectado por la i n en la producción y ¡a clase y cantidad de fluencia de os v i e n o s de levante y p o n i e n sus. productos. A e s t e le siguen los nevadite, provinentes de la costa, y que no f a v o Uos del resto de la p r o v i n c i a en especia! los recen la floración: resultando, en d e f i n i t i v a de B a e z a T o r r c d o r j i m e n o M a n c h a Real. el a r b o l a d o- d e m u c h o porte, porque se ve A r j o ñ a etc. y la zona cordobesa de L u q u e favorecido en la producción de v- emas de B a e n a Puente G e r t i l L u c e n a Rute y otros, madera c o n p r e f e r e n c i a a las de f r u t o y de en esa s i e r r a de j u r á s i c o donde radica el cosecha generalmente e x i g u a y m u y veceóptimo de c o n d i c i o n e s naturales a p r o p i a d a s r a dando l u g a r a valores en c o m p r a- v e n p a r a l a v i d a del árbol de M i n e r v a E l t i p o ta que no suelen pasar de las 3.000 pese as medio en la g r a n m a n c h a de o l i v a r que cita- hectárea, y en muchas ocasiones ni s i q u i e r a mos es el de 60 pesetas o l i v o sobre el terre- lo a l c a n z a n no, a c a n z a n d o las matas jiennenses valores F u e r a de A n d a l u c í a tenemos el o l i v a r de que llegan a las c i e n pesetas, cuando se t r a t a de pequeñas extensiones, sobre todo si son l a Seo de U r g e l en C a t a l u ñ a que por c a olivos de pámpano, o en primeros ramones l i d a d tiene un s o b r e p r e c i o en el mercado, y el de la cuenca baja del E b r o desde A l c a ñ i z de unos treinta a cincuenta años de v i d a basta T o r t o s a olivares que se pagan bien, de Estas c i f r a s c o r r e s p o n d e n a un v a l o r me- 6.000 a 8.000 pesetas hectárea, porque esta dio de lo.ooo pesetas hectárea, que en a l- región cata anoaragonesa, por condiciones gunos lugares es sobrepasado pues en toda especiales de m e r c a d o y o r g a n i z a c i ó n c o la s i e r r a de P r i e g o se considera n o r m a l él ó p e r a i v a l o g r a u n precio de a f e c c i ó n sobre los productos, que se t r a d u c e en el a u m e n to del v a l o r de la t i e r r a con relación al de los semejantes de otras regiones españolas. T a m b i é n tenemos o l i v o s en el centro y en L e v a n t e pero, salvo en el r e s g u a r d o de M o r a de T o l e d en el resto vale poco, p o r que poco es lo que produce, pues no es z o n a del o l i v o y las heladas o o ñ a l e s suelen m e r LES m a r tan considerablemente las cosechas, que FRUTALES SELECCIONADOS por n o v i e m b t e están todavía necesitadas de FORESTALES V PLANTAS DE FLORES c a l o r y humedad p a r a a l c a n z a r la c o m p l e t a C o n s t r u c c i ó n e p a r q u e s y j a r d i n e s maduración, que solamente el a f á n de r e D O M I N G O ORÍ 2 RO. ingeniero agrícola. coger de todo u n poco, que d o m i n a en l a S E G O R B E (Castellón) población r u r a l española para bastarse a sí Catálogos y consultas gratis. m i s m o justifica la e x i s t e n c i a de tantos o l i vos tuberculosos como se ven en la anchameseta m e r i d i o n a l de de que se pasa D e s peñaperros hasta que se entra en los andede de A c a IB E fc i se ssp 1 n nes cual, la estaciónprecios t odei n 30 a pesar de lo alcanzan y 40 peseE S L O Ú N I C O O U E ME tas l a o l i v a que sólo se c o n c i b e n desde el C U R A t, A punto de vista maderero. f de l a repoblación c o n híbrido a m e r i c a n o a unos v e i n t i c i n c o años, y lleva en muchas ocasiones tina vida en p r e c a r i o dándose el caso en que. al cabo de unos años, valga una fanega de v i d menos que lo que costó el p l a n t a r l a es preciso, en buena teoría de con; l a b i l i d a d y previsión a g r í c o l a s a m o r t i z a rápidamente su valor de c o m p r a y capital i z a r sus rentas al 10 por too, y a veces atenerse, como base a d q u i s i t i v a al a v a l ú o de la cosecha pendiente. on) boi) Pectoral E n este e p í g r a f e c o m p r e n d e m o s las ti r r a s de explotación p r i n c i p a l m e n t e g a n a d e r a aunque dotadas de a r b o l a d o y que sé l l e v a n generalmente en régimen m i x t o s e m bien s i t u a d o eon p r e v i a p a r a j o r n a l e s C o n s- b r a n d o porciones de ella, cuando el suelo es tructor solvente. Sin corredores. O f e r t a s laborable, una quinta, o sexta parte, generalA p a r t a d o 848, mente, de cereales y l e g u m i n o s a s f o r r a j e- CAJA CAJA GRANDE 0,70 PEQUEÑA 0.35 D e h e s a de pasto, l a b o r y a r o o l a a o SE DESEA SOLAR