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BES DES o Q D a i a D Q a a a Q a a D D D o Q n a D D n a a c j a a Q a D a D D Q n ES B D G 0 R E G A L O S DE REYES F r a n q u é e s e con 2 c é n t s g o n c E S I Boletín 15 B D W v i Paseo de Francia. S A N S E B A S T I A N Remítame catálogo y C! 1 EDST S. 1.OI NAZ a recortar. w d m 539 a W ti a PLAZA DEL REY, 6 (frente aS Circo) a B B i i S Wi c t- Apellidos Profesión C a l l e de Población Provincia a Liquida a la ma or brevedad, sin reparar en precios, todos los tejis de tapicería. EL M B O A B C- -17- 11- 29. 9I R ¡íl ti E SU 14 ireosién y le enviaremos e! catálogo de S e ¡tie P A T H E B A B Y i íá áí Sombreros flaltro e l e g a n t í s i m o s a 8 pesetas, M O N T E I J E O N S 5, primero derecha. conociendo d u s t r i a en cias C a s a rencias, al y teniendo buenas relaciones con l a i n general, los necesita en todas las p r o v i n i n d u s t r i a l Ofertas p o r escrito, c o n refeA p a r t a d o 340, B A R C E L O N A N O R A S AIiVARUZ GUTIÉRREZ VÍAS URINARIAS, RIÑON, S E C R E T A S P R E C I A D O S ií. 10- 1 y 7- 9 CONSULTA 04 FERNANDEZ Y GONZÁLEZ EL PASTELERO DE MADRIGAL feoí A c á y allá se o í a por todas partes el canto incesante d e l velador g r i l l o y de tiempo en tiempo, de entre l a s enramadas de los naranjos y de los l i m o n e r o s s a l í a el m e l a n c ó l i c o canto de u n r u i s e ñ o r G r u p o s de elegantes palmeras se levantaban gigantescas de t r e c h o en trecho, dejando o í r el suave z u m b i d o que p r o d u c í a en sus c o r v a s palmas el viento de la noche, y el m a r t r a n q u i l o dejaba o í r s i n cesar su quejido dulce y sonoro. T o d o e r a bello y p o é t i c o todo m e l a n c ó l i c o p u r o y encantador. L o s dos a m i g o s c o n t i n u a r o n por u n l a r g o espacio g a l o p a n d o c o n a r d o r y silencio. Sobre ellos n i n g u n a influencia t e n í a l a t r a n q u i l a belleza que los rodeaba. S u s almas estaban dominadas por graves y penosos pensamientos. C o m o saben nuestros lectores, l a s i t u a c i ó n de ambos personajes era fuertemente e x c e p c i o n a l P o r eso callaban y c o r r í a n H a b í a n c o r r i d o y a dos leguas cuando, de repente, al t r a m o n t a r u n a l o m a a p a r e c i ó a lo lejos ante sus o j o s u n a a l t u r a escarpada, sobre l a c u a l se veía u n a fuerte torre. -H e allí el c a s t i l l o del R e s u c i t a d o- -d i j o M a n u e l ¡K a r u k y a p r e t ó las espuelas a su caballo, adelantando a A b e n- S h a r i a r que g a n ó de u n p a r de espolazos el avance del caballo de K a r u k -En el m a n u s c r i t o que te he d a d o- -d i j o A b e n- S h a r i a r- -n o se sabe l o que ué del padre G i u s e p p e es u n l i o m b r e que se p i e r d e en V e n e c i a s ó l o se sabe que el padre Giuseppe, el santo o el diablo, d e s a p a r e c i ó hace diez a ñ o s -H a c e diez a ñ o s un dia, el monje m i s t e r i o s o que me h a b í a criado, a quien siempre h a b í a v i s t o c o n sus negros h á b i t o s se p r e s e n t ó de repente en m i casa completamente t r a n s f o r m a d o en el traje y a c o m p a ñ a d o como nunca le h a b í a v i s t o E n vez de l a c a p u c l i a del h á b i t o c u b r í a su cabeza u n fuerte casco de a c e r o en vez de l a t ú n i c a llevaba u n a a r m a d u r a y sobre l a a r m a d u r a un r o p ó n negro con u n á g u i l a r o j a sobre el pecho, y un p u ñ a l y u n a espada a l a c i n t u r a O t r a s veces h a b í a llegado a pie y cansado, c u b i e r t a s de polvo las s a n d a l i a s entonces cabalgaba en u n fuerte y m a g n í f i c a caballo negro c o n c o b e r t u r a de b a t a l l a En otras ocasiones me h a b í a dejado v e r su s e m b l a n te triste, y entonces su cabeza estaba e r g u i d a y e n sus ojos b r i l l a b a u n a m i r a d a fiera. A n t e s s i e m p r e E n aquel momento e n t r a r o n e n u n a g r a n c u a d r a en que h a b í a unos c i e n caballos. A l g u n o s h o m b r e s b r a v i o s h a b í a n salido a l a puerta a l acercarse los dos c o r sarios. A q u e l l o s hombres eran t á r t a r o s -U n a silla de g u e r r a- -d i j o K a r u k d i r i g i é n d o s e a u n m a g n í f i c o caballo que estaba cerca de l a p u e r t a llegando a él y a c a r i c i á n d o l e P o c o d e s p u é s uno de los esclavos p o n í a u n pesado c a p a r a z ó n de acero sobre el a n i m a l y otro esclavo l e enfrenaba, K a r u k entre tanto, le apretaba l a c i n c h a -E s cosa que j a m á s dejo hacer a n a d i e- -d i j o K a r u k- M e g u s t a saber si l a c i n c h a e s t á en buen estad o y v a b i e n puesta. E s t a es l a seguridad del jinete. ¡Una c i n c h a floja o v i e j a puede causar e n u n lance dado u n a d e s g r a c i a D e s p u é s de esto s a c ó por sí m i s m o fuera e l c a b a l l o y l o e n t r e g ó a A b e n- S h a r i a r yendo a tomar el suyo. L o s amigos m o n t a r o n y un esclavo a b r i ó u n a n c h o p o r t a l ó n del patio, p o r el cual salieron al c a m p o los dos jinetes. E l p o r t a l ó n se v o l v i ó a cerrar. -V i v e s t ú solo, por lo que veo, en esta c a s a- -d i j o Aben- Shariar. -E s t a es l a casa que c o n s t r u y ó C r i s t i a n K a r u k cuando el s u l t á n le d i o el gobierno de Corfú p a r a é l v su f a m i l i a A q u í h a n n a c i d o y h a n v i v i d o M a g d a l e n a K r a s n a y M a r í a Z i n c a A q u e l l a ventana es l a que serv í a de entrada a m i padre, E s t e b a n Z a h t e- -a ñ a d i ó deteniéndose u n momento K a r u k y señalando un á n g u l o d e l blanco edificio i l u m i n a d o por l a l u n a llena. -E n t o n c e s- -d i j o A b e n- S h a r i a r- -p o r aquella v e r i t a n a e n t r ó t a m b i é n K a i v a r p a r a dar muerte a E s t a nislao K a n m o y a Magdalena Krasna. -K a i v a r hizo bien- -dijo sombríamente K a r u k- K r a s n a sea su esposa. K r a s n a v i u d a del t á r t a r o que t a l se c r e í a no d e b i ó u n i r s e con un g r i e g o que h a b í a sido el m a t a d o r de su esposo. K a i v a r f u é p a r a ella y p a r a él l o que h u b i e r a sido ú n esposo i n j u r i a d o U n t á r t a r o tiene derecho a que su esposa le sea fiel hasta d e s p u é s de la muerte. -S e p a m o s a q u é atenernos- -dijo A b e n- S h a r i a r a r r e p i n t i é n d o s e de haber entablado aquella c o n v e r s a c i ó n y p r o c u r a n d o distraer de ella a K a r u k- ¿T ú eres t á r t a r o o g r i e g o? S i eres t á r t a r o ¿p o r q u é vistes el traje de los vencidos y hablas su i d i o m a? S i eres g r i e g o ¿p o r q u é desprecias a los g r i e g o s?