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ABC. JUEVES 21 DE NOVIEMBRE DE 1929. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. PAG. 6 za c a t a l a n a en fin, d i g á m o s l o s i n rodeos, l a o r d i n a r i e z catalana, que se pretende hacer e x c l u s i v a de aquella región p r i v i l e g i a d a N o existe semejante cosa n i asomo t a m poco de esa supuesta h o s t i l i d a d c o n que acog e n al resto de los españoles. E n todas p a r tes he hallado u n a g r a t a y espontánea c o r tesía, en los de a r r i b a c o m o en los de abaj o N a d i e le contesta a u n o en catalán n i pretende no entender el castellano. H a y a l c o n t r a r i o u n deseo v i s i b l e de a g r a d a r a l f o rastero y de hacerle los honores de l a g r a n ciudad. ¿H a visto usted qué amables están ahora los catalanes? me decía u n a d i s t i n g u i d a madrileña, a t r i b u y e n d o este c a m b i o malic. osamente, a los intereses creados p o r l a E x p o s i c i ó n N o a m i g a m í a 110. E x i s t e algo m á s hondo, si bien hay p r o g r e s o visible en esta actitud c o l e c t i v a de l a m a s a P o r q u e es m u c h a c a s u a l i d a d que en diez días de estancia, tratando c o n gentes de todas las c l a ses s o c a l e s no h a y a m o s t r o p e z a d o n i u n a v e z con el catalán r u d o y c e r r i l de que nos hablan. Y tengo que hacer, en j u s t i c i a especial mención de los chauffeurs de taxis de B a r c e l o n a pues n o sólo a mí, sino a cuantos turistas conocía vo, nos d e i a r o n atónitos. E l chauffeur catalán de taxi es u n verdadero fen ó m e n o es respetuoso, deferente, a m a b l e y no admite propina, aunque se intente dársela con disimulo. Cabe a m a b i l i d a d m á s d e s i n teresada? E n el espléndido florecimiento de B a r c e lona se n o t a n dos síntomas consoladores. U n o es el d e c r e c i m i e n t o de ese m a l gusto a r quitectónico que, c o m o el t e m p l o de l a S a grada F a m i l i a v otras e x t r a v a g a n c i a s de Gaudí. visibles en c i e r t o s parques y j a r d i nes, amenazó s u m e r g i r l a c i u d a d c r i d a l bajo una ola de m o d e r n i s m o c u r s i E l otro síntoma es la desaparición del s i n d i c a l i s m o r o j o que tenía aterrada a l a c a p i t a l catalana c u a n d o l a visité por p r i m e r a- v e z en i g 2 i H o y B a r c e l o n a es l a g r a n urbe c o s m o p o l i t a que ha pasado el período de c o n v a l e c e n c i a v bulle en plena a c t i v i d a d S u puerto i n t e r n a cional d o m i n a el Mediterráneo. S u s oficinas, sus B a n c o s sus f á b r i c a s le d a n el aspecto febril de u n a g r a n c i u d a d del N o r t e si no l o d e s m i n t i e r a el cielo i z u l el ambiente l u m i n o s o y el c l i m a templado de esa región m e r i d i o n a l L o s árboles y las flores embellecen las calles v las avenidas de B a r c e l o n a H a v flores en los puestos de las alegres ramblas, en los j a r d i n e s señoriales v hasta en los remotos b a r r i o s populares. E s t a es u n a prueba de c i v i l i z a c i ó n y de c u l t u r a E n B a r c e l o n a se observa, además, l a a l e g r í a de v i v i r l a d e m o c r a c i a social y l a l i b e r t a d i n d i v i d u a l n a c i d a de l a m á x i m a t o l e r a n c i a en las costumbres, que en otras ciudades de E s paña se estrella c o n t r a el dique de l a i n t r a n sigencia i n q u i s i t o r i a l C i e r t o es que en B a r celona no se disthrgue sólo por su b a r r i o c h i n o c o m o pretende el n o v e l i s t a francés Careó en su l i b r o Printemps d Espagne. H a v cosas parecidas en todos los grandes puertos del u n i v e r s o P e r o habrá pocos que, c o m o éste, o f r e z c a tan v a r i a d a s perspectivas de p r o g r e s o y bienestar. T i e n e su P a l a c i o de l a M ú s i c a y su stadium deportista, que es hoy, por su i m p o r t a n c i a el segundo de E u r o p a T r a b a j a y m a d r u g a B a r c e l o n a como B e r l í n y a l a noche, c o n sus atracciones, sus bulevares i l u m n a d o s su incesante v a i v é n sus c a f é s sus bares, sus restaurantes, sus teatros y sus dancings, evoca París. U n catalán, al c o n f e s a r m e el buen efecto que hacían a h o r a las frecuentes v i s i t a s de l a R e a l F a m i l i a al P a l a c i o de Pedralbes, se e x t r a ñ a b a de que l a C o r t e y l a a r i s t o c r a c i a madrileña no v i s i t a r a n B a r c e l o n a c o m o v i s i t a n a n u a l- mente S e v i l l a y S a n Sebastián. Y y o a s e n tía a ello, añadiendo que debieran h a c e r l o así todos los españoles adinerados y h a c i e n do votos por que B a r c e l o n a n u n c a v u e l v a a ser escenario de sangrientas revueltas s o c i a les, que perturben su p r o s p e r i d a d actual y su risueño p o r v e n i r ALVARO A L C A L Á GALIANO ABC E N FRONTERAS ESLAVAS Parlamentarios 1 R a r a m e n t e en l a r u t i n a r i a p r o s a de los P a r l a m e n t o s y en las sesiones donde c! politiqueo verboso apaga las aspiraciones subst a n t i v a s de l a nación, r a r a m e n t e o c u r r e n s u cesos interesantes, que ponen frente a f r e n te dos p e r s o n a l i s m o s en a c t i t u d que no desdeñaría u n d r a m a t u r g o de síntesis psico 6 gicas. C o n o c i d a es, en líneas generales y parcas de A g e n c i a s oficiales y de personajes g u b e r namentales en el e x t r a n j e r o l a i n q u i n a del m a r i s c a l P i l s u d k i a l S e y m- -l a D i e t a de P o lonia. E p i s o d i o s de grueso c a l i b r e y de m u l t i c o lores matices señalaron en los tres años de l e g i s l a t u r a l a r a b i a y el desdén que por el S e y m siente P i l s u d s k i L a p u g n a entre éste y aquél, q u e adquirió en p r i m a v e r a reciedumbre de l u c h a i m p l a c a b l e adquiere h o y u n a fase inédita, pasajera, pero e m o c i o n a n te. Y p o r serlo la cito, que he sentido la i m presión de u n e s b o z o d e d r a m a d e caracter e s en el l o c a l del P a r l a m e n t o V 6 ¿V
 // Cambio Nodo4-Sevilla