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MADRID- SEVILLA. 28 N O V I E M B R E D E i 929. SliFXTO NUMERO 10 CTS. D E SAN SEBASTIAN. SUSCRIPCIONES Y DIARIO ILUSTRADO. N. ANUNCIOS: AÑO 8.400 VI G É g g 2 S 1 MOQUINTQ ü U ACCIUM P R A D O MUÑOZ OLIVE. CERCANA A TETUAN, SEVILLA época h u b o pocos escritores artistas. F u e r a de Galdós, que infundió g r a c i a p o p u l a r a l i d i o m a de V a l e r a y de P e r e d a n i n g u n o de aquellos literatos q u i s o c o m p r e n d e r que u n a l e n g u a es u n a colección de piedras p r e c i o s a s que c a d a u n o de nosotros puede c o m b i n a r a su gusto. L o que i m p o r t a es n o e x c l u i r u n a sola de las piedras de la combinación. L u e g o h a n v e n i d o a la l i t e r a t u r a a l g u n o s esc r i t o r e s que, teniendo u n considerable c a u dal de voces a su disposición, no han e n c o n t r a d o t o d a v í a las ideas que las ocupen. S u s v o c a b l o s s o n como c u a r t o s v a c í o s en esp e r a de i n q u i l i n o s E s t o s escritores h a c e n su efecto. S u p r o s a es c o m o u n sonajero, p a r a d i s t r a e r a los a b u r r i d o s que no q u i e r e n p e n sar. S u p l u m a cascabelera, c o m o c o l l e r a de muía de a r r i e r o ¿Q u é d i c e n? ¿Q u é se p r o p o n e n? A esa l a b o r la l l a m a b a u n p e r i o d i s t a a r g e n t i n o jinetear en el vacío. L a frase es i n g e n i o s a y gráfica. LOS DERECHOS IDIOMA DEL La pureza del castellano U n distinguido literato argentino, don O c t a v i o G o n z á l e z K o u r a me decía r e c i e n temente -L o m o q u i e r o que m i s h i j o s h a b l e n c o n p r o p i e d a d el i d i o m a de sus antepasados, he a c u d i d o a l a c o m p e t e n c i a de u n p r o f e s o r español p a r a que se lo enseñe. -L e f e l i c i t o a usted por su resolución. ¡O j a l á c u n d i e r a el ejemplo que da u s t e d -R e a l m e n t e n o s o t r o s los a r g e n t i n o s hem o s c o r r o m p i d o el castellano, e m p e d r á n d o l o de voces y de g i r o s de u n b a r b a r i s m o i n a d misible... -N o todos ustedes. S u s grandes e s c r i t o res se atienen generalmente a las reglas. S o n o r t o d o x o s en m a t e r i a lingüística. L o m a l o es que ese respeto por el i d i o m a no se extiende a toda l a buena sociedad c r i o l l a O í r hablar a c i e r t a s damas es u n s u p l i c i o C o n o c e n el f r a n c é s y a l g u n a s veces el inglés, y s i n e m b a r g o al e x p r e s a r s e en español i n c u r r e n en las m i s m a s estridentes i m p r o p i e d a d e s que el c a m p e s i n o m á s i g n a r o Vos querés Ándate M e matas V e n í son l o c u c i o n e s que no e s t u v i e r o n n u n c a en n u e s t r o i d i o m a r i d a d p a r a a u m e n t a r el c a u d a l de voces del D i c c i o n a r i o s i n m á s restricción p r o h i b i t i v a que el e x o t i s m o L o s c l á s i c o s usaban de esa l i c e n c i a s i n que nadie les fuese a l a m a n o ¡P o r qué no hemos de i m i t a r l e s noso t r o s? P r e t e n d e r dar al i d i o m a l a d u r e z a del cemento es no h a b e r penetrado en s u n a t u r a l e z a T o d o g r a n e s c r i t o r deja h u e l l a de su paso en u n a l i t e r a t u r a p o r a l g ú n h a l l a z g o f e l i z de su s e n s i b i l i d a d S i los g r a n des m ú s i c o s pueden i n n o v a r d e n t r o de su arte, s i n i n v e n t a r u n a n u e v a n o t a ¿p o r qué ha de serle r e h u s a d o a l e s c r i t o r el derecho a c o n s t r u i r l a p r o s a según las e x i g e n c i a s de s u t e m p e r a m e n t o? L a e m o c i ó n a c t ú a lo m i s m o en el i d i o m a que en el p e n t a g r a m a D e u n e s c r i t o r desaparecido p r e m a t u r a mente de l a t i e r r a al que n o n o m b r o p o r que no se tome a m a l a parte l a alusión, se h a d i c h o que es u n clásico. Y en e f e c t o si p o r tal se entiende la imitación s e r v i l de C e r v a n t e s o de Q u e v e d o aquel e s c r i t o r puede pasar p o r u n clásico. P e r o ¿estamos seg u r o s de que sea c l á s i c o u n e s c r i t o r porque se atiene fielmente a n o r m a s de estilo que no son de su t i e m p o? j Q u i é n ha d. cho que un i n n o v a d o r c a r e z c a de a u t o r i d a d para pasar por c l á s i c o? L a v a P d e z de sus títulos dependerá de la prosa que c o n s t r u v a L o ú n i c o que h a v que p e d i r l e es aue no v i o l e la s i n t a x i s t r a d i c i o n a l v que no se ausente de D i c c i o n a r o 1 D e p a r t i e n d o c o n R o u r a me permití h a cerle n o t a r que s i l a buena sociedad b o n a e rense n o se m u e s t r a m u y escrupulosa c o n n u e s t r o i d i o m a a l h a b l a r l o los grandes esc r i t o r e s a r g e n t i n o s n o solamente lo c o n o c e n a f o n d o s i n o que están c o n t r i b u y e n d o a s u sana e v o l u c i ó n L e o p o l d o L u g o n e s y R i c a r do R o j a s son dos m a e s t r o s de buen d e c i r E n l a m i s m a P r e n s a d i a r i a vemos u n a p r o sa, que n o sólo n o se despega de l a o r t o d o x i a castellana, s i n o que l a a c r e d i t a con u n cons- -L o m i s m o que l a e x c l u s i ó n del v e r b o L o s escritores que presumen de clásicos, tante h o m e n a j e a las r e g l a s de la c o n s t r u c c o g e r v su c o n f u s i ó n c o n el v e r b o a g a- porque se e s f u e r z a n en c a l c a r su estilo sobre ción. Joaquín de V e d i a escribe con u n a rrar -añade Roura... u n estilo a n t e r i o r carecen de s e n s i b i l i d a d fluidez y una c l a r i d a d t a n elegantes, que y o- -P e r o no todo depone c o n t r a ustedes p a r a m o d i f i c a r su i d i o m a D o n A m o n i o de n o encuentro q u i e n le supere, allí n i a q u í dentro de l a jurisdicción del castellano. V a i b u e u a d i c h o sea c o n todo el respeto de- ñor l a g a a n u r a del esti o. L a i n f l u e n c i a E x i s t e n vocablos y g i r o s de neto a b o l e n g o bido a su m e m o r i a no conocía s i n o las a n- f r a n c e s a tan d i r e c t a sobre l a c u l t u r a g e n e r a l español que h a b r í a n desaparecido ya de tiguas f r o n t e r a s del castellano. L a e s t e r i l i- de aquella República, no se ha i n f i l t r a d o t o- nuestra lengua, a n o haberlos conservado dad de su c r i t i c a se debe a que aquei h o m- davía en sus grandes escritores, hasta el i tecles. L a A c a d e m i a h a p r o c e d i d o c u e r d a- bre i g n o r a b a que u n a l e n g u a es u n o r g a n i s- punto de despistarles de la tradición c a s t e l l a mente admitiéndolos en l a última edición mo v i v i e n t e sujeto, c o m o todos, a leyes bio- n a en m a t e r i a de i d i o m a de su D i c c i o n a r i o L á s t i m a grande es que lógicas. A l l á en mis verdes años y o discutía MANUEL B U E N O n o h a y a a p l i c a d o el m i s m o h o s p i t a l a r i o c r i- r u c h o c o n aquel excelente leonés, tan d u r o L a H a y a n o v i e m b r e 1929. t e r i o a c i e r t o s verbos de raíz l a t i n a que uc m o l l e r a como blando de c o r a z ó n f i g u r a n en él s u b s t a n t i v a d o s S i se acepta- -P e r o m i q u e r i d o m a e s t r o si usted esel s u b s t a n t i v o escisión ¿p o r qué o m i t i r cribe c o m o en los tiempos de F e l i p e I V es o p r o s c r i b i r el v e r b o e s c i n d i r H a y más porqué, sin darse cuenta de eilo, tiene usted de u n v e r b o en el m i s m o caso que no figu- ¡as ideas de u n c o n t e m p o r á n e o d e l conder a en el D i c c i o n a r i o P e r o y o no d e s c o n f í o duque de O l i v a r e s de ver p r o n t o r e p a r a d a s esas y otras ex- -N o d i g a usted desatinos. Ustedes los c l u s i o n e s E n l a A c a d e m i a e m p i e z a n a en- j ó v e n e s- -y o lo era por e n t o n c e s- -s e rebelan t r a r los escritores. D e p o c o tiempo a esta c o n t r a todo. E n filosofía son ustedes mateparte h a n franqueado sus puertas C a s a r e s r i a l i s t a? y en l i t e r a t u r a m o d e r n i s t a s N o P o r f o r t u n a para los t u r i s t a s gabachos, u n E d u a r d o G ó m e z de B a q u e r o Azor m y P é- hay m á s que u n castellano, y es menester noble, a m i g o mío, m i x t o de a r a g o n é s y v a r e z de A v a l a que d o m i n a n el i d i o m a y p r o n- atenerse a é l to estarán en su docta c o m p a ñ í a R a m ó n del- -S í L o m i s m o d i c e n B a r a l t y D R u f i n o l e n c i a n o P e p e R a u de V í u conde de S a m i V a l l e I n c l á n í o s é O r t e g a y Gasset v el g r a n C u e r v o y l o m i s m o a s e g u r a el padre F i t a tier, me prestó su casa, e n c a v a d a en la p l a D M i g u e l de U n a m u n o que es, a m i j u i- en su Prontuario de voces castizas; pero y o z u e l a de los T i r o s E s t e p a l a c i o es señoril, c i o ¡a m á s alta a u t o r i d a d filológica que nos no estoy c o n v e n c i d o de ello. A n t e s de diez de r a n c i a a r q u i t e c t u r a c o n pórtico y t í m p a s i r v e de g u í a a ñ o s a p a r e c e r á n otros escritores españoles, no g r i e g o s en la f a c h a d a t ene e l p a t i o p r i n c i p a l enlosado de m á r m o l a este p a t i o sír- -L o c u r i o s o del caso es que en l a m a y o- y lo que ellos t r a i g a n repercutirá en el D i c vele de m a r c o una c o l u m n a t a c o n a r c o s de r í a de las Repúblicas h i s p a n o a m e r i c a n a s se c i o n a r i o de l a A c a d e m i a y s i n o en el D i c h e r r a d u r a sobrepuestos, de l a época de C e t i enseña l a G r a m á t i c a c a s t e l l a n a- -m e hace c i o n a r i o en el uso g e n e r a l D e s d e ese p u n to de v i s t a y o creo que V a l l e- I n c l á n U n a- M e r i e m u n toldo a z u a d o c o g i d o a ios alenotar González Roura. m u n o P é r e z de A v a l a y O r t e g a y Gasset ros c o n a n i l l a s sombrea l a fuente que se le- -N o lo comprendo... v a n t a en el centro, una t a z a árabe auténtica, -S í Se aprende l a G r a m á t i c a v luego, tienen t a n t a a u t o r i d a d c o m o Q u e v e d o M o n eada y D A n t o n i o de S o l í s D e n t r o de de donde b r o t a y surge quejándose u n s u r e n el t r a t o s o c i a l i n c u r r i m o s en los m i s t i d o r de a g u a transparente, dardo líquido que m o s m o d i s m o s bárbaros que tienen l i b r e doscientos años esa v e r d a d será de c l a v o a c i e r t a a l t u r a se deshace en l á g r i m a s pasado... c u r s o en el c a m p o U n poeta del A l b a i c í n c o n t u r b a n t e y c i V a! buena, no dándose a p a r t i d o se c o n Y e no creo que m i i d i o m a sea u n o r g a n i s m o permanente e inmutable. C o m o todo tentaba c o n sonreír, y su a c t i t u d m e exas- m i t a r r a dijo de l a f u e n t e L a s gotas de lo que tiene a l m a evoluciona y se e n r i q u e- peraba. N o m e sorprendió, pues, que, reco- agua, al convertirse en sonidos, s o l l o z a n u n ce o empobrece, según el g r a d o de c i v i l i- nociéndose iuadaptable a otros gustos, que ¡A y de m i A l h a m b r a! d e s g a r r a d o r N o z a c i ó n de cada época. L a penuria de las le parecían v i t u p e r a b l e s y o f e n s i v o s p a r a el pude c o m p r o b a r el a l a r i d o pero le tengo ideas l o depaupera, v l a e x u b e r a n c i a le da i d i o m a se encerrase en u n h u m i l d e b u r g o p o r c i e r t o S e r í a n c o m o las nueve de l a noche c u a n d o i n c r e m e n t o H a y a c a d é m i c o s que no c o m- leonés, p a r a m o r i r de espaldas a l o n u e v o p r e n d e n eso. U n g r a n e s c r i t o r tiene auto- esto es, a lo que será v i e j o m a ñ a n a E n su P é r e z el Barbián, u n o de los tocadores m á s OCHAZOS TEMPLE AL Las botas se ie metieron sin sentir