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Bonitas FfJLSii S símil brillantes, modernas, 50 rebaja. 20, 15, 10, 7,50 y 5 ptas. Liq. Montera, 23, joyer. CORRE A i DE PELO DE CAMELLOS SEÑORAS Sombreros fieltro elegantísimos, a 8 pesetas. MONTEDEOJí, 35, primero, derecha, Madrid. Concurso entre Sociedades Aseguradoras La Compañía de los Caminos de Hierro del Norte convoca a concurso entre Compañías de Seguros españolas para asegurar los riesgos de los cargamentos de carbón mineral que transporte por vía marítima entre los puertos del Cantábrico y desde éstos a los de Valencia, Tarragona y Barcelona. En el despacho central de esta Compañía en Madrid (calle Mayor, 32) informaran a los que- deseen tomar parte en este concurso, respecto de las condiciones y requisitos necesarios para concurrir al mismo. Las proposiciones deberán ser remitidas en sobre cerrado y lacrado al señor secretario de la Dirección de la Compañía de los Caminos de Hierro del Norte, en Madrid (estación del Príncipe P í o) antes de las dieciocho horas del día 13 de diciembre de 1929. Rectificado de cigüeñales y cilindros Talleres mecánicos Madariaga, Príncipe Vergara, 26. Almorranas- Varices- Ulceras Curación radical garantizada, sin operación ni pomadas. No se cobra hasta estar curado. Clínica doctor Illanes. Hortaleza, 17, pral. izqda. 10 a 1 y 3 a 7. Í 4 J FERNANDEZ Y GONZÁLEZ E L P A S T E L E R O D EMADRIGAL feg d a m a que debe esperarla, traedla a q u í c u b r i d entre tanto l a mesa de viandas y traed v i n o de C h i p r e L a mesa f u é servida. P o c o d e s p u é s l l e g ó o t r a d a m a p r e g u n t ó p o r l a que h a b í a llegado anteriormente, y; se e n c e r r ó c o n ella. A q u é l l a s dos damas i b a n vestidas de luto. P a s ó m u c h o tiempo, y n i n g u n a de ellas l l a m ó P a s ó a ú n m á s tiempo, y y a se o b s e r v ó el aposento donde estaban encerradas. P e r o dentro r e i n a b a el m á s profundo silencio. P a s ó en fin, tanto t i e m p o que la puerta f u é f o r z a d a y se e n c o n t r ó A n t e s de d e c i r l o que v i e r o n los que penetraron e n aquel aposento f o r z a n d o su puerta, debemos decir l o que a c o n t e c i ó en é l L a p r i m e r a dama que h a b í a e n trado e r a E l e n a C o n t i I b a r í g i d a m e n t e v e s t i d a de l u t o y en su semblante se v e í a u n a d e s o l a c i ó n y u n a palidez espantosa. A p e n a s E l e n a C o n t i se q u e d ó sola d e s p u é s de haber s e r v i d o l a mesa y puesto sobre ella dos g r a n des j a r r o s de c r i s t a l llenos de dorado v i n o de C h i p r e E l e n a s a c ó u n a caja de o r o y a r r o j ó l o s p o l v o s b l a n cos, semejantes a m á r m o l de C a r r a r a m o l i d o que l a c a j a c o n t e n í a l a m i t a d e n u n o de l o s j a r r o s l a o t r a i n i t a d en el otro. D e s p u é s se s e n t ó e n u n s i l l ó n y p e r m a n i ó inmóvil, muda y terrible. M e d i a h o r a d e s p u é s se a b r i ó l a puerta y v o l v i ó a cerrarse, y a p a r e c i ó en el aposento o t r a dama r i g u rosamente enlutada t a m b i é n E r a E s t é f a n a B a r b a r i g o A l v e r l a E l e n a se l e v a n t ó r í g i d a y se q u e d ó m i r á n d o l a frente a frente. -M e h a b é i s citado a q u í a n o m b r e de C é s a r M a latesta- -dijo E s t é f a n a Barbarigo. -S i os h e citado p a r a u n f e s t í n m o r t u o r i o- -d i j o E l e n a K a r u k- p a r a u n festín en que n o estamos s o las, porque e s t á e n í r e nosotras l a s o m b r a de C é s a r Senv aos a aquel e x t r e m o o a este e x t r e m o de l a mesa, d o n d e g u s t é i s y bebamos por el a l m a de nuestro amante. E s t é f a n a se a c e r c ó a u n o de los sillones que estaban colocados delante de u n o de l o s extremos de l a mesa. E n aquel e x t r e m o h a b í a u n o de l o s grandes j a r r o s de c r i s t a l que c o n t e n í a n el vino de C h i p r e E l e n a K a r u k se a c e r c ó a l sillón colocado delante d e l o t r o e x t r e m o de l a mesa, donde se v e í a el otro j a r r o E n t r a m b a s damas p e r m a n e c i e r o n a l g ú n tiempo contemplándose sombríamente. -E n t r e nosotras- -dijo Elena K a r u k- -e x i s t e algq que nos une. -S í- -d i j o E s t é f a n a B a r b a r i g o- e l luto que l l e v a m o s p o r u n m i s m o hombre. i i- -N o s o t r a s debemos a m a r n o s- -d i j o E l e n a K a r u k f- -S i debemos a m a r n o s hasta el punto de e x t e r m i narnos. -P u e s b i e n- -d i j o E l e n a- b r i n d e m o s p o r nuestro a m o r o p o r nuestro odio. -B r i n d e m o s- -d i j o sobreexcitada E s t é f a n a B a r b a r i g o llenando s u copa a l m i s m o t i e m p o que E l e n a K a r u k llenaba l a suya. -Q u e n o s odiemos e n l a eternidad c o m o a h o r a n o s o d i a m o s- -d i j o E l e n a K a r u k levantando s u c o p a -S e a- -c o n t e s t ó E s t é f a n a levantando l a s u y a Y ambas e x t e n d i e r o n l o s brazos, chocando l a s a n chas copas, y bebieron. A p e n a s h u b i e r o n bebido, E l e n a K a r u k s o l t ó u n a h o r r i b l e carcajada, y su m i r a d a se fijó c o n u n a b u r l a y u n sarcasmo h o r r i b l e en E s t é f a n a B a r b a r i g o ¿P o r q u é os r e í s? ¿P o r q u é m e m i r á i s de ese m o d o? -d i j o c o n i r r i t a c i ó n E s t é f a n a- ¿E s acaso p o r q u e me h a b é i s i n v i t a d o a v e n i r y h e v e n i d o? ¿Q u é e n c o n t r á i s de e x t r a ñ o en esto? H e v e n i d o a m i r a r o s frente a frente, a conocer a l a m u j e r que se c r e í a c o n derecho a p r o v o c a r m e porque su amante h a m u e r t o entre m i s brazos. ¿Q u é h a y de c o m ú n entre n o s o t r a s? V o s h a b é i s sido desde hace m u c h o tiempo l a manceba de C é s a r q u e en v a n o h a pretendido ser s u esposa, y y o l a m u j e r p u r a q u e n o h u b i e r a sido s u y a sino cuando le h u b i e r a tenido p o r esposo. 1 -V o s le h a b é i s seducido cuando y o l e esperaba p a r a u n i r a él m i suerte y m i v i d a y v o s l e h a b é i s e n tregado a l a t e r r i b l e espada d e l R e y de P o r t u g a l n o n o es el R e y de P o r t u g a l el que le h a m u e r t o h a b é i s sido v o s vos, que temblabais p o r l a v i d a d e l R e y d o n S e b a s t i á n desde el momento en que fueseis su esp o s a p o r l o s celos y p o r el f u r o r de M a l a t e s t a P o r eso y o no h e pensado en v e n g a r m e d e l R e y de P o r t u g a l é l no h a sido m á s que u n a v í c t i m a v u e s t r a é l no ha sido m á s que el i n s t r u m e n t o y v o s h a b é i s sido e l pensamiento i n f a m e p o r eso y o os he buscado p a r a m i v e n g a n z a y o os he p r o v o c a d o para o b l i g a r o s a v e n i r aquí, y habéis venido. ¡O h gracias, E s t é f a n a porque e s t á i s a q u í y y o estoy v e n g a d a y a de v o s!