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ABC. SÁBADO 14 D E D I C I E M B R E D E 1929. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 34- que. de i n t e r e s a n t e p a s a e n el p u e b l o que a l a seña fui- ama l e a t r o p e l l o u n c a r r o que el el señó mengano t i e n e u n p e r r o que c a z a m u y b i e n l a s p e r d i c e s y que en e l monte, b a j o e l c a s t i l l o r o m a n o se c o g e n h o r m i g a s especiales p a r a c a z a r p á j a r o s D e a l g u n o s p e q u e ñ o s pueblos sólo q u e d a r á n c o m o r e c u e r d o s d e l paso d e l v i a j e r o los ratos en que éste c h a r l a b a c o n l o s c h i cos y echaba p a n a los p e r r o s el v i a j e r o a q u i e n l e g u s t a b a n esas cosas idiotas, que s o n l a e n r e d a d e r a d e l p a t i o el g a l l o de c r e s t a bermellón y el n i ñ o que dejó l a c i g ü e ñ a en el c a p i r o t e final de l a i g l e s i a Cazalla y C o n s t a n t i n a son p r i m a s h e r m a nas. E n el r o s t r o t i e n e n r e t r a t a d o el p a r e n tesco. E s t á n e n c l a v a d a s e n l a s i e r r a p e r o esta s i e r r a se h a l l a s o l a m e n t e a 5 Ó 0 m e t r o s de a l t u r a s o b r e el n i v e l d e l m a r o sea l a m i s m a del picacho m a d r i l e ñ o e n q u e está e n c l a v a d o e l m i n i s t e r i o de l a G o b e r n a c i ó n P e r o es l o suficiente p a r a que v i n i e n d o de S e v i l l a todo c a m b i e n a t u r a l e z a p a i s a j e clima, arquitectura. E l patio no existe, y la r e j a parece asomarse a l a calle c o n refajo n e g r o y a b r i g a d a c o n m a n t ó n de l a n a C a l l e s e m p i n a d a s pocas flores, menos pinturería. N o e x i s t e l a p a r a d a de t a x i s r e l u c i e n t e s de U t r e r a de A r a h a l de C a r m o n a a f a l t a solo de u n o s cascabeles en el r a d i a d o r E l coche de v i a j e r o s sube, r e p t a constantemente c a m i n o de ambas p o b l a c i o n e s L o s o l i v o s le e s c o l t a n d u r a n t e b u e n a parte del t r a y e c t o h a y algunos j ó v e n e s nacientes, p l a n t a d o s- en c u a d r í c u l a e n el c a m p o l a b r a do, que, c o n sus r a m i t a s en a l t o m e d i o desn u d a s p a r e c e n que v a n a a b a n d o n a r s u f o r m a c i ó n i n f a n t i l de g i m n a s i a sueca p a r a c o r r e r detrás- d e l a u t o b ú s c o m o los chicuelos a l a l l e g a d a a l a p l a z a del pueblo. d a l q u i v i r v nos d e j a en b r a z o s de- L o r a A l fin cesan los o l i v o s y quedan a t r á s cansados de l a c a m i n a t a L o s s u s t i t u y e n del R í o L o r a es m á s s e v i l l a n a que n a d i e L o r a otros árboles á s p e r o s de h o j a r a s c a p r o f u s a tiene s e v i l l a n o el n o m b r e- -q u e es u n a n a y o b s c u r a que t r a t a n de i m i t a r s e r v i l m e n t e r a n j a- -y l a t r a z a y el r í o E n sus calles su t r a z a y s u f r u t o e n v i d i o s o s de s u t r a d i blancas se m e h a n i d o los o j o s t r a s u n a m u ción mediterránea y su s a v i a cálida y anc h a c h i l l a que l u c í a sobre l o s h o m b r o s u n a d a l u z a L a s encinas c o r o n a n las crestas en pañoleta de seda c o n flores b o r d a d a s E n que a p a r e c e n C a z a l l a y C o n s t a n t i n a c o n l a L o r a e n c o n t r a m o s o t r a v e z l o s p a t i o s y los deras de v i ñ e d o a t r e s b o l i l l o c o m o faldas n a r a n j o s y l a i g l e s i a c o n s u G i r a l d a esta de p e r c a l e s t a m p a d o G i r a l d a que se descubre a l a l l e g a d a a m u C a z a l l a y C o n s t a n t i n a tienen su antigua y chos pueblos de l a p r o v i n c i a que l e v a n t a r o n c o n o c i d a i n d u s t r i a l o c a l p e r o es s o r p r e n d e n con ladrillo y cerámica una torre ligera y te que aquí 110 e x i s t a l a p r i m e r a m a esbelta, c o n sus c u a t r o remates, u n c u e r p o t e r i a i n d i s p e n s a b l e el a l c o h o l Y a d i j i s u p e r i o r m á s estrecho y l a g i r a l d i l l a final. m o s a s u t i e m p o que e l l e c t o r h a b r í a de p e r E n L o r a p o r u n a a s o c i a c i ó n eufónica, n o s d o n a r n o s e l d e s c u b r i m i e n t o de estos m e d i t e a c o r d a m o s del P e p e L o r a q u i n t e r i a n o este r r á n e o s r e g i o n a l e s p e r o es i n d u d a b l e que los P e p e L o r a que desafiaba a l f o r a s t e r o p a r a v i a j e s s i q u i e r a sean de t r a y e c t o r i a fugaz, e n c o n t r a r s e a solas e n u n s i t i o s o l i t a r i o m á s enseñan m u c h o s o l i t a r i o que l a o r i l l a d e l r í o l a b i b l i o t e c a E l a g u a r d i e n t e de C a z a l l a n o nace e n del c a s i n o P e r o este P e p e L o r a tiene y a C a z a l l a V i e n e el a l c o h o l de T u d e l a de A r a pátina. H a e n v e j e c i d o y s u f r i ó m u y a m a r g o s g ó n de B a r c e l o n a A q u í se le a g r e g a el anís d e s e n g a ñ o s E l c a s i n o tiene s u b u e n a b i b l i o y se le somete a u n a m a n i p u l a c i ó n sencillíteca y ésta es suficientemente f r e c u e n t a d a s i m a ¿Q u é pone, pues, C a z a l l a? ¡O h a s o m L o r a envía periódicos, revistas, libros a los b r o! e l a g u a C o n el a g u a de l a s i e r r a pueblos de l o s c o n t o r n o s p u r a l i m p i a s i n o t r o a ñ a d i d o se cuece e l Y p o r l o que respecta a l a o r i l l a del río, a l c o h o l se le b a ñ a se l e e n j u a g a y se le ¿s a b é i s l o o c u r r i d o desde entonces a a c á? entrega al comercio al salir del alambique L o s riegos del G u a d a l q u i v i r t r a z a r o n u n c o n s u especial bouquet. que en época p a s a d a c a n a l que, p a r t i e n d o de bastantes kilóniefué i n i m i t a b l e H o y e x i s t e n en t o d a E s p a ñ a tos m á s a r r i b a r i e g a u n a e n o r m e extensión m i l l a r e s de f á b r i c a s de a g u a r d i e n t e de C a z a p l a n t a d a de r e m o l a c h a C i e n t o s y cientos de l l a c o m o e x i s t e n m i l l a r e s de p r o d u c t o s de v a g o n e s t r a n s p o r t a n las e n o r m e s cosechas a c a r n e de m e m b r i l l o de P u e n t e G e n i l y estas las f á b r i c a s de a z ú c a r y esta n u e v a v e g a a r s i m p á t i c a s i n d u s t r i a s a n d a l u z a s l u c h a n hetificial h a a t r a í d o en pocos años, m i l l a r e s r o i c a y a l t i v a m e n t e c o n les i m i t a d o r e s a p a r de a l m a s que h a n i n v a d i d o L o r a v h a n tándose de ellos c o n k- c o m o l o s o l i hecho e l e v a r los a l q u i l e r e s de las casas a v o s seculares de las á s p e r a s encinas del c a t é r m i n o s e s p a n t a b l e s (u n pequeño p i s o c i e n mino. pesetas) L a o r i l l a del río de que h a b l a b a P e p e L o r a no está s o l i t a r i a l a p u e b l a n m u chas gentes afanosas y entre ellas difícilmenC u a n d o se desciende h a c i a el río, el a u t o te p o d r í a n p a s a r i n a d v e r t i d o s dos personajes b ú s es u n a g r a n b e s t i a de c a r g a que b a j a a cíe t a n a l t a c a l i d a d c o m o l o s Q u i n t e r o beber. R e s o p l a n d o nos l l e v a h a c i a el G u a- Cofamm y (Mm siempre dos nombres cfne esfá n grabados fiara en ta Fn stom de Qolamat aquel de arquitectura magnífica edificio monumento i ¿ótica la Ca e, c ra -y e Agua de Qoloñía deliciosa 47 para el tocador, de perfume que (a hace digna de distinción y (ama. ti íre cur ¡i y cualidades vivificantes prestan a lat señaras efue la usan el sello Legítima solamente con de perfección. reg ítraJo el número 47 (E t i q u e t a A z u l y O r o) u dé ologne Representante en España: Antonio Pnig, Barcelona, Valencia, 293.
 // Cambio Nodo4-Sevilla