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ABC. J U E V E S 19 D E D I C I E M B R E D E 1929. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 6 una m u l t i t u d de esos a r b i t r a r i o s montículos que l l a m a n seborucos y prestan a l paisaje, c o n su m a l e z a t u p i d a y sus f o r m a s e x t r a ñas, u n a fisonomía t a n g r a c i o s a Y los pueblos a l a o r i l l a de la bahía, de casas sueltas y alegres, p i n t a d a s de todos los colores c h i l l o n e s j o v i a l e s b o n i t o s que u n a i m a g i n a c i ó n en t r a n c e de j ú b i l o puede c o n c e b i r Y entonces también es cuando u n o r e c o n o ce que todos los verdes de v e g e t a c i ó n que ím p o d i d o c o n t e m p l a r sobre l a t i e r r a n o e r a n m á s que fracasos de v e r d o r H e ahí, p o r fin, l a n o t a s u p r e m a l a p i n c e l a d a e x a l t a d a el verde m a g i s t r a l y p o t e n c i a l del trópico. ¿Q u é hacer p a r a c o m p a r a r l o c o n a l g ú n o t r o v e r d o r? U n a alegría i n e x p r e s a b l e surge de los c a ñ a v e r a l e s y los pastizales, de las malezas, de las c o l i n a s de los bosquecillos. M i e n t r a s la luz, una luz extraordinariamente clara, i n c o m p a r a b l e m e n t e h e r m o s a y jocunda, i n funde a las cosas u n p r e s t i g i o d i v i n o E f e c t i v a m e n t e los que q u i e r a n representarse el e p i s o d i o de l a aparición del p r i m e r h o m b r e en l a T i e r r a recién creada, será c o n esta l u z c o m o tendrán que i m a g i n á r s e l o P e r o ahí están los cocoteros a l b o r d e de l a m i s m a p l a y a S o n los cocoteros que a mí m e e m p u j a r o n a l a p r i m e r a expedición i n d i a n a P a i s a j e s t r o p i c a l e s que uno. veía en las estampas de los l i b r o s o en las b r i l l a n t e s láminas polícromas, dé las c a j a s de c i g a r r o s habanos. H a s t a que u n o salió u n día en busc a de l o s bosquecillos d é cocoteros. V e i n t e años de edad. P e r o a los pocos meses quedé c o n v e n c i d o de que yo no servía p a r a e n r i quecerme en el c o m e r c i o A l v o l v e r a c o n t e m p l a r a h o r a l a esbelta f o r m a d e e s a s palm a s m a g i s t r a l e s parece que l a p r i m e r a j u ventud regresase m i l a g r o s a m e n t e p a r a c e r r a r el círculo de l a v i d a Y pienso que a h o r a en resolución, puedo y a m o r i r m e E n t r e tanto h a ido a p r o x i m á n d o s e la v i e j f o r t a l e z a que defiende la bahía. Se d i s t i n guen b i e n sus p i e d r a s venerables, sus bast i o n e s f o r m i d a b l e s sus t r o n e r a s y sus f o sos. T o d o inútil. C o n t r a l a artillería m o d e r n a ese c a s t i l l o f o r m i d a b l e ya no sirve. P e r o en el s i g l o x v í n fué, s i n duda, la o b r a fuerte y segura que defendía, j u n t o con otras m u chas f o r t a l e z a s apostadas en sitios e s t r a t é g i c os las entradas y los c a m i n o s del v a s t o i m p e r i o español de las Indias. C o n t r a l a s flotas de las naciones e n v i d i o s a s C o n r a los c o r s a r i o s y los p i r a t a s h o m i c i d a s y l a d r o n e s de los pueblos que hoy se las dan de i r r e prochables. A l t a n e r a y valiente f o r t a l e z a e s p a ñ o l a P e r o en su m u r a l l a m á s alta está flotando al v i e n t o la b a n d e r a de l o s E s t a d o s Unidos. Y en ese instante p r o f u n d a m e n t e d es a p a ci ble en que e l pasajero tiene que m i r a r semej a n t e descarada intromisión de una bandera e x p o l i a d o r a es c u a n d o o c u r r e el acto más puramente y tiernamente reparador. A l a entrada de l a c i u d a d en un s i t i o eminente, se levanta un edificio g r a n d e c o n arcadas bon i t a s E s l a casa de las H e r m a n i t a s de los P o b r e s L a s h e r m a n i t a s son españolas. S i e m p r e que pasa por de! aníe u n b a r c o español, sacan u n a enorme bandera española, y l a a g i t a n c o n f u e r z a saludando. N o satisfechas a ú n salen a las g a l e r í a s todas las hermanas, y a g i t a n los pañuelos. Se las ve poner en esa t i e r n a función de saludo un f e r v o r un e n u siasmo, que traspasan el. c o r a z ó n del pasajero. L a s i r e n a del buque les contesta. T o a o s los pasajeros se a p o y a n en la borda. P e r o n o es bastante. T i e n e el simple acto de extender y a g i t a r esa grande b a n d e r a y por m a n o s f e m e n i n a s y por m u j e r e s sagradas, y en semejante s i t i o t a l v i r t u d c o n m o v e d o r a que sería p r e c i s o c o r r e s p o n d e r con a l g o más en s u o b r a- -d e u n a n ó n i m o a n t i g u o- -p o r e l padre F e r n á n d e z de R e t a n a V i v í a- i las gentes c o m o entre G u i n e o s sin ley n i moneda, d a n d o p a n p o r v i n o y a n s i t r o c a n d o unas cosas p o r otras y por los c a m i n o s n o h a l l a b a n que comer los c a m i n a n t e s por l a m o n e d a que n i n buena n i n mala, n i por n i n g ú n p r e c i o l a t o m a b a n los labradores... E n este tiempo... l a m a y o r g e n t i l e z a e r a el q u e p o r más sutil m o d o había robado o f e c h o traición o e n g a ñ o VICTOK PRADERA EN EL PARAÍSO TROPICAL L a Perla de las Antillas L a buena suerte dispone que llegue e l b u q u e a la rada de P u e r t o R i c o e n l a h o r a m á s pura y p r i m e r a de l a mañana. Y así resulta la a r r i b a d a después de tantos días de t e d i o oceánico, c o m o el p r e m i o feliz que a l p a s a j e r o o t o r g a n los dioses. M a ñ a n a g l o r i o s a D i v i n a explosión t r o p i c a l en que l a N a t u r a l e z a parece e x h i b i r s e ante el h o m l r e e n a c t i t u d de m á x i m a p o t e n c i a y d e m o s t r a r l e q u e todo cuanto h a p o d i d o c o n t e m p l a r hasta ¿íora sobre lá superficie del m u n d o no e r a n m á s que tentativas de g r a n d i o s i d a d y p e r fección. Delante de l a m i r a d a estupefacta se t i e r i de la isla en e s p e c t á c u l o allá a l fondo las m o n t a ñ a s donde los jíbaros innumerables c u l t i v a n sus pequeñas fincas de c a f é y de h u e r t a los llanos de l a costa p l a n t a d o s de cañaverales y de p r a d o s ganaderos, y s a l p i c a n d o las t i e r r a s b a j a s o b o r d e a n d o l a costa, 4lO LDOS TIROLESES 1 ÍA mm í 1 tamul trnuiw 111111 M m J B B t r Ámm
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