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A i u S CAÍJW ¿o JA u i C i J í v i u r t ü iJii igs k D I C l ü H O E A N D A L U C Í A P A G xi ne m u c h o ade antado p a r a perder la ponderación m o r a l que l a p r e s e r v a r í a de tentaciones peligrosas. F r e d que h a roto con M a i siente la n o s t a l g i a de su belleza, y l a l l a m a a s u lado c o n los ruegos apremiantes que sugiere la p a sión i n s a t i s f e c h a E l l a viene. ¿P o r qué v i e n e? S e n c i l l a m e n t e p a r a darse el gusto de hacer s u f r i r al m u c h a c h o E s a f o r m a de l a maldad puede ser deliberada e i n c o n s c i e n te. Generalmente, es inconsciente. L a m u j e r no cree hacer el m a l Se nos presenta como es Montón de c a r n e l a s c i v a en u n espíritu m u e r t o según h a d i c h o u n poeta, y santas pascuas. M a i viene al encuentro de F r e d lo e x c i t a lo i r r i t a lo enloquece, y cuando el m u c h a cho, en plena aflicción, l a reconviene e i n sulta, lo a r r o j a de su presencia. -Y o he tenido y tengo otros amantes. T ú no m e gustas. ¡V e t e! -l e dice c o n l a m a yor frialdad. S i en el espíritu de F r e d quedase v i v a u n a c h i s p a de v i r i i d a d l a escena podría tener c o m o desenlace u n puntapié en las n e r v i o sas posaderas de aquella d a m i s e l a E s a terapéutica suele dar frecuentemente los m e jores resultados. E l látigo es u n o de los i n s trumentos del a m o r P e r o y a se h a d i c h o que l r e d es un pobre d i a b l o acoquinado por su ta ta de c a r á c t e r Se v a y al cabo de tres meses vuelve a la m u j e r no y a s u m i s o s i n o entregado sin c o n d i c i o n e s Y a no es un h o m bre, sino u n h a r a p o S i en esos tres meses hubiese reflexionado habría c o m p r e n d i d o que hay en l a t i e r r a m á s m u j e r e s que estrellas en el f i r m a m e n t o y que con u n poco de s a n gre fría el h o m b r e l o g r a vencer la obsesión cíe u n cuerpo f e m e n i n o por interesante que sea. Decía S p i n o z a que el a m o r es asunto de imaginación L a definició. i es justa, p e r o insuficiente. E s asunto de imaginación v de er. stia dad. C u a n d o d u r a es porque a la obsesión de una imagen se juntas o t r a s sugestiones m á s difíciles de b o r r a r H a b l o naturalmente del a m o r que ha pasado por la e x p e r i e n c i a de los sentidos. E l o t r o el de las m i r a d a s ¡as flores y los versos se d i s i p a en u n santiamén. F r e d es u n i n g e n u o sin l a m e n o r e x p e r i e n c i a Se ha encontrado en u n hotel del l a g o d i C o m e- delicioso e i n o l v i d a b l e B e l l a g i o! -u n a m u j e r b o n i t a que le ha c o n c e d i d o sin grandes resistencias, ío m á s que puede d a r u n a m u j e r E s l a a v e n t u r a la d i v i n a a v e n t u r a sons landemain que t a n g r a t o r e c u e r d o suele d e j a r en los hombres que n o e x i g e n demasiado de la v i d a L o c u e r d o en ese caso sería contentarse, agradecer el f a v o r y esperar l a o p o r t u n i d a d de u n a reprise, ¿v e r d a d? U n hombre dueño de sí no pediría mías. E n a m o r lo cómodo no es ser el p r i m e r o sino el segundo. M e refiero al a m o r f u r t i v o naturalmente. P e r o el sent i m e n t a l i s m o despierta l a ambición de lo a b soluto, v como F r e d es u n sentimental, a s p i r a a la e x c l u s i v a de aquella e n c a n t a d o r a persona. E s a pretensión, absurda t r a t á n d o s e de u n a m u i e r como M a i que es m e d i o l o c a v no puede responder de sí m i s m a es l a perdición del pobre F r e d T o d a v í a cuando en u n a m u j e r de ese t i p o m o r a l hay doblez, puede ser p e l i g r o s a p e r o M a i no d i s i m u l a ni su temperamento n i sus gustos. A qué empeñarse en que sea de o t r o m o d o? E n u n a escena que nuestro público no soportaría, porque el c i i r s m o es a veces una ofensa p a r a los oídos. M a i confiesa que ha teñid amantes v eme no r e n u n c i a a tenerlos en lo p o r v e n i r y como, p o r o t r a narte, no ha pretendido n u n c a de F r e d que haga de ella su m u j e r legítima, aquel i m p u dor, nareciéndonos p r o f u n d a m e n t e i n m o r a l tiene u n hombre, porque él sea sentimental, a tiene u n hombre, p o r él sea s e n t i m i e n t a l i c o n t r a r i a r l a vocación de u n a m u j e r p e r d i d a? 1 españolas representan en l a A r g e n t i n a dev e n g a n d o los derechos a l t r a d u c t o r que t i e ne allí a u t o r i z a d a su traducción. Y asi ha sucedido recientemente con La farsa en el castillo, de M o i n a r representada en E s p a ñ a en su versión a r g e n t i n a por la compañía D e R o s a s c o m o del t r a d u c t o r español que r a r a ello estaba a u t o r i z a d o E s r a r o y h o nestísimo el e j e m p l o de los S r e s E s p i n a y D H a l m a r que, e x p o l i a d o s en el derecho que tenían para España y A m é r i c a de traducción de Le cocu magnifique, pretirieron no v e r l o representado en M a d r i d por no a v e n i r s e a l a traducción que les proponía el actor que en l a A r g e n t i n a había represen tado la v e r s i ó n- -f r a u d u l e n t a por todos conceptos- -que allí le habían o f r e c i d o s i n perm i s o de! autor b e l g a L a cuestión es tanto m á s a r d u a cuanto que no puramente e c o n ó m c a n i a u n n m s t r a t i v a P o r q u e una traducción española se representa n o r m a m i e n t e ante u n p u b l i c o a r g e n t i n o e i n c l u s o por una compañía n a c i o n a l (como en el caso reciente del l- olpone, puesto en castellano por A r a q u i s t á m y estrenado por D e R o s a s) pero e, p u b l i c o español tolera a otaras penas los g i r o s y m o d i s m o s netamente ai geranios a c o m p a ñ í a s en j i r a- -a quienes, por ¡o demás, apiaude gustoso, sin que ¡e e x t r a ñ e e diálogo c a i a c ter. stico de esa en su r e p e r t o r i o p r o p i o- y no a m t i r i a de n i n g u n a manera esa? pan, c i n a i idades l o c a es. uadas c o m o versión castellana de obras e x t r a n j e i a s a nuestiü i d i o m a por c o m p a ñ í a s españolas. L o s a m o r e s a g e n t m o s de una y o t r a cutida. a d m i n i s t r a t i v a de sus intereses, h a n d i c a una d i s p u s c ó n por la cual m n u i m coinp. iñ. a a r g t i u i n a poará representar traduce. ón que no v a y a firmada poi autor tía cíonai. E s verdad que i n m e d i a t a m e n t e se han hecho dos excepciones, a f a y o i de! seño; M a r u n v z c i e r r a en el caso de Jopase, estrina- e tluenos A i r e s por a compañía- u i j s nía- -de uno ¡ie lo. -mejores. s ¡no me: d r a m a t u r g o a r g e n t i n o A r m a n do ¿i) j. o, v de A raq u i s áin. p a r a yolpon, representado por E n r i q u e de R o s a s en c u v o reconocimiento a E s p a ñ a v los españoles cabe esperar m u c h o p a r a l a mutua relación entre u n o v otro teatro v unos v otros actores v autores. u EL T E A T R O EN F R A N C I A E l destino L a s obras l i t e r a r i a s como las m u j e r e s nos prometen a veces m á s de lo que a la postre nos darán, y viceversa, su l i b e r a l i d a d s u pera en ocasiones a sus promesas. L a com e d i a de John V a n D r u t e n estrenada recientemente en el teatro Des M a t h u r i n s está en el p r i m e r caso. ¿Q u i é n es este s e ñ o r? E l n o m b r e parece inglés y el apellido belga. S u o b r a desgraciadamente, es de filiación estética todavía más i m p r e c i s a Confieso que el título me intrigó. L a p a l a b r a D e s t i n o m o vi izó, a m i pesar, todas m i s curiosidades. L o s e n i g m a s que nos plantea la v i d a me i n teresan m u c h o más que los c o m e n t a r i o s con que pretendemos e x p l i c a r l o s P a r a mí, decir destino es c o m o decir m i s t e r i o y c u a n d o veo escrita esa palabra se abre ante m i f a n t a sía u n m a r sin o r i l l a s P e r o no d i g a m o s m á s y entremos en los d o m i n i o s de l a o b r a E l p r o f e s o r H a y w a r d c i r u j a n o célebre, es un h o m b r e casi feh z. L o tiene t o d o u n hogar mode o. una reputación científica hon o r a b l e y extensa y el bienestar que da siempre el d i n e r o V i u d o no sabemos a c i e n c i a cierta si su viudez ha c o n t r i b u i d o a- u t r a n q u i l i d a d o es causa de una secreta a m a r g u r a L o u n o y lo otro está en lo posible. Pero la d i c h a es un ¡J en p r e c a r i o con ra e c u a c o n s p i r a n poderes ocu tos, que toda nuestra previsión no o g r a siempre desa r m a r T o d o s quién más y qu; én menos, somos vulnerab es a los ataques i n s i d i o s o s 0 f r a n c o s de la fataii ad T o d a s tenemos nuestro talón de A q u i l e s en el que se nos puede h e r i r m o r t a l m e n t e Y el talón de A q u i les de! p r o f e s o r H a y w a r d es su h i j o menor y el más querido de su n u m e r o s a p r o l e O u é le o c u r r e al B e n j a m í n de l a c a s a? Fs á e n f e r m o C a r e c e de suerte en la vid; -N ada de eso. E l m u c h a c h o que se a m a F r e d es guapo e inte igente, pero iene un de recto de esos que i n f l u y e n d o sobre e c a r á c t e r repercuten en su p o r v e n i r F r e d es sensual y- ensible. L a sensualidad, cuando no compromete el c o r a z ó n es u n a f u e r z a que nos permite g o z a r de l a vida i m punemente. A l menor inconveniente que no presente u n p acer le v o l v e m o s l a espalda, seguro? de que o t r o p acer nos compensará. A h o r a b i e n cuando a c o r r i e n t e de la sens u a l i d a d pasa por el cauce del corazón, se l l e v a c o n s i g o nuestra paz i n t e r i o r Y el p o bre F r e d H a y w a r d es u n o de esos hombres, como h a y m u c h o s que no pueden poner los labios en u n a b o c a f e m e n i n a sin entregar en los besos algo de su a l m a C u a n d o u n o de estos h o m b r e s se e n c u e n t r a en su c a m i no u n a m u j e r dulce, a p a s i o n a d a y leal, todo v a p a r a él c o m o la seda. A m a y es a m a d o y su e x i s t e n c i a t r a n s c u r r e con esas a l t e r n a tivas de goces y penas, de entusiasmo y de a b u r r i m i e n t o que es lo menos m a l o que nos puede pasar en l a t i e r r a P e r o e pobre F r e d no ha t e n i d o esa suerte. L a m u j e r que él h a e n c o n t r a d o no es dulce, n i apasionada, n i leal. E s u n a c r i a t u r a m e d i o l o c a- -h a y a l g u n a s de ese g é n e r o que son d e l i c i o s a s- que no puede responder m á s que del m i n u to presente. E l h o m b r e con una g r a n benev o l e n c i a l l a m a a esas m u j e r e s caprichosas. A n t e s se las designaba de o t r o modo, sobre todo e n E s p a ñ a donde el i d i o m a tiene u n a r a r a v e x p r e s i v a concisión p ara definir personas y cosas. E l a m o r de M a i es una act r i z L í b r e m e D i o s de sostener que una act r i z es siempre una loca. H e c o n o c i d o m u r r o de u n magnífico e q u i l i b r i o m o r a de a v a es s a l i e r o n excelentes esposas y m u y buenas madres de f a m i l i a M a i por d e s g r a c i a pertenece al otro g r u p o a las que padecen sobre las taras histéricas los desórdenes que a c a r r e a u n a e x i s t e n c i a a r t i f i c i a l U n ser, que, p o r las necesidades del oficio, c a m b i a de p e r s o n a l i d a d todas las noches, t i e 1 1 1 Cuestión es ésta del teatro español en la A r g e n t i n a más c o m p e j a de lo que puede s i g n ficar el botón que h o y me c u m p l e poner de muestra, a tono c o n la a c t u a l i d a d üt las d i f e r e n c i a s someramente expuestas aquí D o n M a r i a n o H e r m o s o tiene de antaño p r o puesto a la S o c i e d a d de A u t o r e s españoles u n plan de reorganización de nuestro c o m e r c i o d r a m á t i c o en l a A r g e n t i n a O c a s i ó n h a b r á de hablar de ello p r o n t o E s menester, entre tanto, que cuantos en de, por el teatro v i v i m o s p o n g a m o s a c o n tribución nuestro e s f u e r z o para l o g r a r en la coordinación de intereses mutuos el cump l i m i e n t o p a u a t i n o del ideal h i s p a n o a m e r i cano en ese respecto. N o h a v m e j o r m o r de l u c h a r c o n t r a el n a c i o n a l i s m o a u l t r a n za, en p r o de nuestro i m p e r i o l i n g ü í s t i c o en l a escena, que recabando el m a y o r n ú m e r o de colaboraciones españolas al g r a n teatro de nuestro m u n d o E l día en que las compañías representen i n d i s t i n t a m e n t e s i n homenajee de cortesía m u t u a en f r a n c a conv i v e n c i a a los autores de todos los pueblos de habla española, no h a b r á la m e n o r d fi c u i t a d p a r a f u n d i r la administración de lo intereses comunes en una sola gerencia. P o r lo p r o n t o es de desear que a Tunta d i r e c t i v a de la S o c i e d a d de aurore españoles se muestre atenta a l a s o i c i t u d de sus c o n q u e r e s a r g e n t i n a s p a r a la m u t u a discusión de nuestras d i f e r e n c i a s una vez que h a r a t i f i c a d o en j u s t i c a sus poderes a su celoso representante en B u e n o s A i r e s 5 C. R I V A S CHERIF.
 // Cambio Nodo4-Sevilla