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MADRID- SEVILLA 4 DE ENERO DE 1 930. NUMERO 10 C T S PRADO DE SAN SEBASTIAN DIARIO DO. N. SUSCRIPCIONES Y ANUNCIOS: ILUSTRAVIGÉe SE X T O OLIVE. AÑO 8.432 MUÑOZ SIMO SUELTO KH liACCION CERCANA A TETUAN. SEVILLA m a s se a p a r t a r o n de él autores entonces de m o d a por excepción, E u s e b c B l a s c o le confió u n m o n ó l o g o titulado Don Saturnino. C i e r t o e s c r i t o r que no sonó después, D E n r i q u e N o v e l l a s entrególe u n d r a m a r o t u l a d o El fío Roque, a c o g i d o con i n d i f e r e n c i a R e v o l v í a s e el g r a n cómico desesperadamente c o n t r a el desdén del público. E m p e z ó a e x t i n g u i r s e el d e s l u m b r a d o r sol de su arte y a s i s t i m o s algo desdeñosos, a su ocaso, o l v i d a n d o horas t r i u n f a l e s idas con la e n e r g í a f o r t a l e z a inspiración, a p a r tadas de cuanto s i g n i f i c a vejez, d e b i l i d a d y torpeza. ¡C u á n t a s veces se repite el caso entre las v a r i a s d e m o s t r a c i o n e s de la n o toriedad de méritos que c u a n d o b r i l l a n h a lagan y apenas empalidecen se les vuelve l a espalda! F u g a z m e n t e apareció en l a escena hace treinta años u n a u t o r d i g á m o s l o así, c u y a h i s t o r i a fué brevísima. Había sido p i c a d o r de t o r o s y se le o c u r r i ó o f r e c e r a la gente una composición dramática en tres actos, con e! título de Joaquina, y representóse en M a r t í n A l estreno acudió un v e r d a d e r o gentío, y pasó l a m u l t i t u d una noche a n i madísima. ¡Q u é voces, qué g r i t o s v q u é ¡a l e o! E l c o m p o s i t o r de la obra tenía u n apodo p o p u a r Memento, y hace bastante tiempo que se b o r r ó del m u n d o Por la transcripción, 13 D E S E P T I E M B R E (De las memorias de un gacetillero) A l u d o a u n acto triste, celebrado en el 13 de septiembre de 1898. A l caer de una tarde l u m i n o s a alegre, como q u e r i e n d o pro bar la N a t u r a l e z a su a p a r t a m i e n t o ¡le ¡as pesadumbres hi. -panas, se a r r i ó nuestra en seña en los m u r o s de la c i u d a d de M a n i l a p a r a s u b s t i t u i r l a con la estrellada, a n u n c i o del poder v i c t o r i o s o de los Estados U n i d o s de A m é r i c a F u e según r e f e r i m o s en los periódicos, escena a b r u m a d o r a la contemp l a d a por nuestros representantes; v i e r o n caer abatido el pendón que siglos antes supo i z a r con l e g i t i m o y n a t u r a l o r g u l l o el g r a n L e g a z p i N u e s t r o s hermanos, cuantos qued a r o n c o n v i d a después de pelear fieramente d e f e n d i e n d o la bandera n a c i o n a l se somet i e r o n l l o r a n d o con r a b i a d o l o r a n g u s t i a d a n d o razón a quienes, por ser superst. ciosos, m i r a n c o n recelo al número 13, y recordarán, cuantos v i v a n cómo hace treinta y dos años se a r t a n c ó para siempre en las islas F i l i p i n a s el pendón g l o r i o s o de Castil l a P a r e c e que hablo de cosas lejanas, y son m u c h o s p a r a r e c o r d a r l a s aún si tuviéramos f u m e la m e m o r i a pero contamos con el a l i vio del o l v i d o sedante seguro y eficaz c o n t r a l a s preocupaciones. T a m b i é n en el i n v i e r n o de! 98 h u b o gresca, m o t i v a d a por la falta de d é c i m o s- -a ú n no había v i g é s i m o s- -d e la Lotería n a c i o n a l en el sorteo de N a v i d a d A p a r e c i e r o n en todas las e x p e n d e d u r í a s carteles, diciendo N o h a y billetes y p o r todas partes encontrábase l a gente con revendedores, pregon a n d o n ú m e r o s S e trata de un escanda o d i j i m o s en los periódicos, poniendo el g r i t o en el c i e l o i g u a l exactamente lo m i s m o que sucedió después v sigue, por las señales, sucediendo. E n t o n c e s el d i r e c t o r genera de! T e s o r o tomó medidas, pero sin duda al buen tuntún, pues el m a l continúa y se ha hecho v i e j o S ó l o a l parecer, l a muerte puede suprimirle. C o n m o t i v o de haberse c o m e t i d o un c r i men, a l n a r r a r l e los periódicos, a g u n o s periódicos, d i g á m o s l o precisamente, se met i e r o n con los p o r t e r o s y entonces el representante de l a clase, ocupando la presidenc i a de una S o c i e d a d titulada L a H o n r a d e z publ. có un c o m u n i c a d o asegurando que sus c o m p a ñ e r o s siempre cumplían sus deberes, a d v i r t i e n d o de paso, la razón de esperar m e j o r e s r e m u n e r a c i o n e s y a g u a r d a n d o como era j u s t o y piadoso, regulares v i v i e n d a s i g u a l que se pide a h o r a pues p a r a ciertos y naturales deseos no c a m b i a n los tiempos. E n t r ó p o r entonces en l a R e a l A c a d e m i a Española Isidoro Fernández Flórez, cron i s t a m a g i s t r a l de aquel t i e m p o que había p o p u l a r i z a d o los seudónimos de Un lunático y Fernanflor L a sesión celebrada para r e c i b i r l e fué s o l e m n e su d i s c u r s o t u v o mér i t o s o b r e s a l i e n t e le contestó V a l e r a e l a u tor de Pepita Jiménez, y ambas peroraciones las r e c o r d a m o s con emoción cuantos ejercemos el oficio, s a l v a n d o arideces, suf r i e n d o c o n t r a t i e m p o s sin a d v e r t i r i p e n a beneficios p o r ottas clases conseguidas. E n aquella época s e n t i d n o s los mad- íle ñ o s o r g u l o a! estrenar t i tranvía eléctrico, que f ¡c l y ¿u- n la tnir- ñ- V a n i m a l N o s p u s i m o s c tter. t. a l g u n a satisfacción quiso saludarnos- c u a n d o tantas p e s a d u m b r e s nos a c o m e t i e r o n p e r o e n los p r i m e r o s meses hubo accidentes, en realidad poco i m portantes, que s i r v i e r o n para ofrecer razones pasajeras a quienes o d i a n lo nuevo, únicamente por serlo. T a m b i é n p r o c l a m a m o s la s a t i s f a c t o r i a n o t i c i a de que u n médico ilustre, D F l o r e n c i o C a s t r o practicó cierta m a n i o b r a q u i r ú r g i c a ni siquiera tuten tada por v a r i o s profesores alemanes, ingleses y d e l rancia, a quienes habían consultado la paciente y su padre, hombre riquísimo, entristecido al pensar en lo i r r e m e d i a b l e d e su pena. N o tenia el doctor C a s tro estruendosa f a m a pues siempre h u y ó de apoteosis dispuestas a medias por el mérito y el interés del g l o r i f i c a d o pero cuantos conocíamos a D F l o r e n c i o sabíamos bien cuál era su p e r i c i a cuál su c i e n c i a c o m p r o b a d a s a! t r a v é s de los años, en e C o l e g i o de S a n C a r l o s y c o n t r i b u i m o s a d i v u l g a r en los papeles públicos la indiscutible hazaña. C o n f e s e m o s que el héroe no quiso serlo, r e c h a z a n d o ruidosas trompeterías, y hace tres años, al m o r i r de viejo, sin comprometer nunca austeridades inspiradas por! a modestia, s i r v i e n d o al e j e r c i c i o de la M e d i c i n a d i j i m o s persuad. (lamente: D e s a p a r e c e un sabio y h o m b r e b u e n o p r o clamémoslo con o r g u l l o E l último mes de aquel a ñ o l l e g a r o n a M a d r i d los restos g l o r i o s o s de V a r a de R e y Santocildes v E l o v G o n z a l o el héroe de C a s c o r r o que s a c r i f i c a r o n su v i d a por la P a t r i a peleando en C u b a Desde aquella fecha están depositadas sus cenizas ¡unto a las de otras víctimas, pongo por caso el del general B a q u e r o precisamente a la entrada del a n t i g u o cementerio del Este. Se cambió el n o m b r e a h o r a se llama necrópolis, v esperan el descanso d e f i n i t i v o restos merecedores i! e suntuoso a c o m o d o aunque, si bien se m i r a y s i g u i e n d o al poeta, ¡as partes p r i n i- ipales v o l a r o n al cielo. L l e v a n nada máiiue t r e i n t a y tantos anos de a g u a r d a r reposo definitivo, v pueden s u f r i r silenciosamente la i n d i f e r e n c i a que les rodea. Las representaciones teatrales t u v i e r o n auge, según referí en anteriores crónicas, v resaltaron los i m p u l s o s juveniles de! E s pañol v los e s f u e r z o- del g r a n V i c o hundiéndose en el ocaso. A l frente del coliseo m u n i c i p a l estuvieron M a r í a G u e r r e r o v F e r nando D í a z de M e n d o z a llenos de a l i e n t o juventud v g r a n d e z a S u m a r o n además, el c o n c u r s o de E m i l i o M a r i o q u i e n deseando t r a n q u i l i d a d apacible, dejóse c a v i l a c i o n e s de E m p r e s a ateniéndose a lo i n d i c a d o por las c i r c u n s t a n c i a s E n tal fecha. l a temporada del c l á s i c o fué br. liante, lucidísima, esplendorosa. A ú n componía d r a m a s losé E c h e g a r a y y se i n i c i a b a n tos vuelos de l a cinto Renavente. L a función i n a u g u r a l t u v o como p r o g r a m a la c o m e d i a de M o r a t í n El sí de las niñas, donde m o s t r a r o n su arte María Guerrero. E m i l i o M a r i o v Pepita I l i j o s a celebérrima a c t r i z de l a segunda mitad de! s i g l o pasado, la cual perdió con la j u v e n t u d sus c u l m i n a n t e s c o n d i c i o n e s viéndose envejecida, falta de recursos v rec i b i e n d o a m p a r o sólo de quien estaba al frente de teatro Español. ¡C u á n t o a p l a u d i m o s a la Ffiiosa mientras t u v o g r a c i a! A s i s t i m o s también por aquel p e r i o d o a la batalla m a n t e n i d a por el g r a n V i c o proc u r a n d o defenderse del a p a g a m i e n t o de sus excelsas v singulares aptitudes. R e c l u i d o en el teatro de l a P r i n c e s a v rodeado p o r compañeros modestos, r e c o r r i ó i o d a la- l i r a de su r e p e r t o r i o T r a g e d i a s d r a m a s com e d i a s j u g u e t e s figuraron en sus progra- J. F R A N C O S RODRÍGUEZ MAURA Y EL PARLAMENTO I Una entrevista íntima e interesante L a inauguración del m o n u m e n t o a M a u r a i ha c o i n c i d i d o c o n los a n u n c i o s de una mus o menos p r ó x i m a restauración de la n o r m a l i dad c o n s t i t u c i o n a l y de u n a más o menos nniediata r e a p e r t u r a del P a r a m e n t o F. sta I u l t i m a constituiría el mejor y más d i g n o hoI menaje a la m e m o r i a de D A n t o n i o M a u r a Porque fué en ei P a r l a m e n t o donde b r i l l a ron c o m o en n i n g u n a parte las e x c e p c i o n a les facultades del g r a n o r a d o r E r a M a u r a un g r a n abogado, porque era m u y per do en leyes y en j u r i s p r u d e n c i a pero, sobre todo, fué un coloso de la t r i b u n a p a r l a m- n a r i a R e c u e r d o que pertenecía vo al C o n g r e s o cuando p r o n u n c i ó aquel célebre discurso en que se sacudió el p o l v o d e l c h a q u é E s t á b a mos sentados ¡untos v a r i o s diputados v senadores, entre ellos D B u e n a v e n t u r a M u ñoz, q u i e n decía, c o m e n t a n d o aquel a l a r d e de e l o c u e n c i a v de g e s t o -N o s está m a l t r a t a n d o este h o m b r e v le oye u n o c o n la boca a b i e r t a T e n g o que a c o r d a r m e de que soy de la m a y o r í a para no i p l a u d i r C o m p r e n d o que los romanos se r i n d i e r a n ante Nerón a r t i s t a M a u r a sobre todo, comprendía que el a m biente del P a r l a m e n t o era la l i b e r t a d v, h o m bre de fe en sus ideas, desafiaba las más r u i dosas protestas v las críticas m á s a p a s i o n a das. Si no hubiese levantado aquellas t e m pestades c o n su palabra y c o n s u p o l í t i c a 110 h u b i e r a podido merecer que se e llamase, más tarde, el hrm! re de la má. i a a u t o ridad. L a a u t o r i d a d de M a u r a consistía en que, c o m o hombre político, a f r o n t a b a la c r i t i c a y soportaba las censuras. E l g o b e r n a n t e que se amilana ante la resistencia o que se i n d i g n a
 // Cambio Nodo4-Sevilla