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ABC. SÁBADO i8 D E E N E R O D E 1930. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. berti lo c o n t e m p l a m o s l a r g o r a t o absortos. T i e n e bellas y m i s t e r i o s a s t i t i l a c i o n e s v e r des, azules, blancas, rojas. B r i l l a esplendente en l a noche c a l l a d a e inmensa. L o s astrónomos saben que este l u c e r o g i r a p o r l a i n finita bóveda c o n u n a m a r c h a i r r e g u l a r i n quietante los astros que se h a l l a n en las p r o x i m i d a d e s de su órbita están siempre a pique de ser encontrados v i o l e n t a m e n t e en su c a r r e r a impetuosa p o r R a f a e l A l b e r t i E n esos m u n d o s c o n t i n u a m e n t e en- p e l i g r o de choque, el pánico ele los habitantes debe de ser t e r r i b l e a la c o n t i n u a estarán en los O b s e r v a t o r i o s con los telescopios levantados al cielo, esperando l a i n m i n e n t e catástrofe. Y en. tanto, el resplandeciente astro v a c a m i n a n d o p o r el espacio i n m e n s o i n d i f e r e n te a todo, anegado en sus p r o p i o s f u l g o r e s verdes, azules, blancos, r o j o s T r a t e m o s de e n c e r r a r en tres casilleros, si es posible, las p a r t i c u l a r i d a d e s c u r i o s a s e inquietantes del l u c e r o R a f a e l A l b e r t i El espíritu. E l poeta A l b e r t i g i r a entre v a r i o s conceptos sociales, entre v a r i a s m o dalidades de l a v i d a su v i d a se desenvuelve rápida, i m p e t u o s a entre esos tres m ó dulos, que s o l i c i t a n l a s e n s i b i l i d a d de u n esc r i t o r E s a s m o d a l i d a d e s sociales son l a a r i s t o c r a c i a l a política, las tertulias. I n q u i e t o a p a s i o n a d o de l i b e r t a d A l b e r t i pasa y r e p a sa entre esos modos sociales y no se detiene e n ninguno H a y q u i e n en el c a m p o de l a l i t e r a t u r a es s o l i c i t a d o p o r uno de esos conceptos y se detiene en é l tal vez encuent r a en él satisfacción, acaso íntimo placer. E l módulo a r i s t o c r a c i a puede tener p a r a el a r tista sus regodeos. L a s t e r t u l i a s son i n d i s pensables a ciertos e s c r i t o r e s sin e l l a s n o se sentirían estribados en l a r e a l i d a d l i t e r a r i a E n cuanto a l a política, l a entrega, a PAG. 6 t u r a del a r q u i t e c t o q u e e r i g i ó l a i g l e s i a de C a s t i l l e j a de G u z m á n bajo el p a t r o n a z g o del conde de i g u a l título, es m e r e c e d o r a de elogios y difusión. L e d i e r o n u n p a i s a je, y él t u v o que c r e a r l e el accidente, el com e n t a r i o el e x o r n o E n comunicación con los colores de l a t i e r r a de l o s árboles y del cielo, el a r q u i t e c t o supo i n q u i r i r l a rel i g i o s i d a d serena del l u g a r el legítimo m i s t i c i s m o del p a r a j e el m o d o de r e z a r de l a N a t u r a l e z a a n d a l u z a e n u n alto sobre el c a m i n o adonde l l e g a n los repiques de las espadañas de S e v i l l a A n i m a d o p o r su e x p e r i e n c i a h a comenz a d o a c o n s t r u i r u n pueblo n u e v o enfrente de l a i g l e s i a m á s característico que el de las v i e j a s casas. Y a tiene u n a p l a z a que se abre e n c i m a de l o s valles, y asoman a flor de t i e r r a los c i m i e n t o s de l a casa de l a bor. Y he aquí cómo, a r r a n c a n d o al l u g a r su gusto y su gesto, y sus secretos a l o s árboles, el a r q u i t e c t o G a b r i e l L u p i á ñ e z sev i l l a n o de l a n u e v a g e n e r a c i ó n c o n s t r u y e u n t r o z o de A n d a l u c í a s i n azulejos, en las suaves pendientes del A l j a r a f e que S e v i l l a m i r a con e n v i d i a E s t e pueblo le p a r e ce u n espejo que le d i e r a su pasado de finur a y serenidad. ALEJANDRO C O L L A N T E S D E S e v i l l a enero, 1930. TERAN ella del e s c r i t o r puede justificarse eon r a zones en que i n t e r v e n g a n l a i d e a l i d a d y e l p a t r i o t i s m o R a f a e l A l b e r t i en su g i r a r p e r petuo y libre, pasa y repasa entre esos tres conceptos, y no se satisface con n i n g u n o t a l vez, p a r a a l g u n o de ellos, h a y en el f o n do de su espíritu u n i r r e p r i m i b l e d e s d é n tal vez para o t r o- -l a s t e r t u l i a s- -s i e n t a o d i o acaso respecto de l a política, a r r e b o z a d a e n p a t r i o t i s m o piense que el v e r d a d e r o p a t r i o t i s m o en u n poeta, es h a c e r magníficos versos. La vida. -S e g u n d o c a s i l l e r o la v i d a que n a t u r a l y forzosamente se h a de desprender de tal e s p i r i t u a l i d a d S i el espíritu, en gener a l a grandes rasgos, es en A l b e r t i el que acabamos de esbozar, su modo de v i d a f á c i l mente se h a de v e r cuál será. V i d a i n q u i e t a desasosegada, s i e m p r e ansiosa de u n punto e s p i r i t u a l de a p o y o que los tres módulos a n teriores no pueden darle. N o puede A l b e r t i c o m o otros artistas, detenerse n i e n l a a r i s t o c r a c i a rii en l a política, ni en las tertulias. Y s i n e m b a r g o el poeta, el g r a n poeta, e l m a r a v i l l o s o lírico, necesita u n punto de apoy o p a r a su v i d a e s p i r i t u a l 1 C u á l será esa estribación de R a f a e l A l b e r t i? ¿E n- d ó n d e! a encontrará nuestro q u e r i d o poeta? Y R a f a e l A l b e r t i se v u e l v e h a c i a lo p r i m a r i o l o f u n d a m e n t a l lo e s p o n t á n e o R a f a e l A l b e r t i se v u e l v e c o n los b r a z o s abiertos, h a c i a e l p u e blo. E n su desgana de los módulos c i t a d o s sólo el pueblo y sólo l a N a t u r a l e z a podían darle el punto de a p o y o pedido y n e c e s a r i o Y esos dos f u n d a m e n t o s esenciales y s a l v a dores, si nos s a l v a n e n efecto, pueden ser también nuestra perdición c o m o artistas. A r t u r o R i m b a u d entregado a l a N a t u r a l e z a- l a b r a v i a N a t u r a l e z a de Á f r i c a- dejó de e s c r i b i r otrús poetas, entregados a l pueblo, ESPAÑA Rafael Alberti C o n u n catalejo a n a c r ó n i c o en u n a n o che estrellada, v a m o s r e g i s t r a n d o el cielo de nuestra poesía lírica. N o s detenemos, c o n p r o f u n d a delectación, en el astro R a f a e l A l- mmBm El automóvil perfecto s Coche TOWN- CAR, Serie 8- 95 a n a n o S a n c h o A JWartíraea: C a m p o s 9 T e l é f 326235. Madíridí
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