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ABC. J U E V E S 23 D E E N E R O D E 1930. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 6 á v i d o s o j o s- -y a se sabe, t o d o su a r t e le e n t r a p o r ellos y le florece en l a m a n o- -e l t o p a c i o de u n bock de c e r v e z a que h e r v í a en f r í o c r e p i t a n d o en b u r b u j a s de ópalo los marfileños vellones de s u espuma. D o s l u s t r o s s i n v e r l e desde su j a r d í n de P o l l e n s a que e x a c e r b a su fiebre c o l o r i s t a desde a q u e l l a p l a z a de P a l m a de M a l l o r c a donde a l a noche e s c u c h á b a m o s g u a r e c i d o s en l a s o m b r a l a p a l a b r a de m ú s i c a y s a b i duría de G a b r i e l A l o m a r A p e l e s descansaba, y se e j e r c i t a b a P l a t ó n M i s o j o s descansab a n también de l a s estalactitas y e s t a l a g m i tas de l a c u e v a de A r t a l áe. l o s p i n a r e s de Valí d H e m o s a del b a n d a d o camino hacia S ó l í r de los a c a r a m e l a d o s hésperos b r i l l a n tes sobre el M e d i t e r r á n e o caliente de a z u l en l a p l a y a g r e c o l a t i n a c o n su p é r g o l a y sus olivos al fondo. Soñábamos. E n l a lengua de R a i m u n d o L u l l nos h a b l a b a A l o m a r de J o r g e S a n d y de C h o p i n Y o a veces repetía versos de R u b é n D a r í o Soñé que e r a u n h o n d e r o y aquello d e Aquí, junto a l m a r latino, digo l a verdad... mallorquín, sangres crepusculares. -H a l d u d o y c l a r o s o m brero, muy angosta la cinta n e g r a- -s o m b r e r o de capitán m e r c a n t e inglés en r e p o s o- ceñíale l a v i v a terracotta de l a frente c u r t i d a v a g r i e t a d a bajo la b o r r a s c a de las cejas h i r s u t a s r e l a m p a g u e a b a el lapislázuli de sus pupilas b a r r e n a d o r a s de lejanías, y las breves paralelas del e n é r g i c o entrecejo juntábanse en el espolón i n t e r r o g a n t e de l a n a r i z sensual y fuerce, m i e n t r a s el rápido hilván de l a boca s i n l a b i o s u n pespunte, ponía u n a pleca de i m p r e n t a en l a p á g i n a r o i a de su c a r a m á s r o j a aún entre el p a réntesis de p l a t a de las sienes, u n poco alar gadas las p a t i l l a s s i n l l e g a r a l r o s t r o c o m o unas cómicas m e d i a s g r e ñ a s de teatro. E n las manos, anchas, cortas y vellosas, u n r i c o veguero cubano, y en los pies sedentarios las frías botas de c h a r o l e r a n c o n t r a s e n t i d o elegante c o n l a tosca r e a l i d a d m a r i n e r a de s u figura. Y o traía u n l i b r o editado p o r The Leicesíer Galleries, de L o n d r e s e s c r i t o en inglés p o r H u t c h i n s o n s H a r r i s y t i t u l a d o The art of H. Anglada Camarasa, p a r a que el maest r o l o h o n r a r a c o n s u firma. ¿N o prefiere usted u n d i b u j o? T e m b l é ante l a generosa p r o m e s a y b a l bucí luego, c o n f u s o de a l e g r í a ¡Gracias, muchas gracias, capitán! E l l i b r o de H á r r i s u n a edición p r i m o r o sa, c o n m á s de c i n c u e n t a r e p r o d u c c i o n e s magníficas de los c u a d r o s d e l maestro, e r a u n estudio crítico y u n elogio f é r v i d o de s u arte. Y o podría t r a d u c i r y c o p i a r aquí l a s alabanzas del c r í t i c o londinense, s i n t e m o r a que n i n g u n o de los nuestros, n i a u n l o s que no entienden a l g r a n p i n t o r catalán, me a f e a se m i entusiasmo. ¡Ñ o faltaría m á s que a estas a l t u r a s u n español v i n i e r a a poner e n tela de j u i c i o u n a g l o r i a de E s p a ñ a que l a a m e t í O i n a sobre g a r a n t í a del c o m e r c i o m a rítimo de m a t e r i a s a l i m e n t i c i a s r e a l i z a d o p o r l o s neutrales en caso de g u e r r a tampoco parece que pueda o c a s i o n a r a E s p a ñ a s i n g u l a r preocupación, n o e n t r a n d o en sus o b j e t i vos a g r e d i r n i asediar p o r t a m b r e a n i n g ú n país. D e todas suertes, y p o r u n a serie de c o n causas, aparece E s p a ñ a c o m o especialmente preparada para tratar e intervenir en la m a t e r i a de a r m a m e n t o s navales, s i n s u s c i t a r celos n i disgustos. E s de l a m e n t a r que n o h a y a sido i n v i t a d a a l a C o n f e r e n c i a que p r ó x i m a mente v a a r e u n i r s e y que no se c r e y e r a oportuno, a su tiempo pedir su ingreso. E n m a t e r i a s tales, o p i n o debe dejarse a u n l a d o l a a c t i t u d de española a l t i v e z de n o a c u d i r adonde n o se nos l l a m e a que se refirió la m e n c i o n a d a n o t a de l a O f i c i n a de I n f o r m a ción y C e n s u r a T o d a v í a puede E s p a ñ a a u n estando oficialmente f u e r a de l a C o n f e r e n c i a m o s t r a r especial interés p o r sus deliberaciones, seguirlas m u y de c e r c a y h a s t a dar a conocer a las C a n c i l l e r í a s interesadas, en f o r m a y m o m e n t o oportunos, sus peculiares j u i c i o s y sugestiones. S e p r e p a r a r í a así e l c a m i n o p a r a c o n v e n c e r l a s que p r e c i s a y les c o n v i e n e no o l v i d a r s e en n i n g ú n caso de España. T. P É R E Z CABALLERO E L PASA 1 ERO E N SU PATRIA Anglada, passer b y ¡Salud, capitán! E n u n c a f é de l a p l a z a de C a t a l u ñ a a l caer de u n a tarde de este plácido i n v i e r n o barcelonés, el maestro A n g l a d a m i r a b a c o n y l a c a r t a a m a d a m e de L u g o n e s e s c r i t a en a l e j a n d r i n o s c a p r i c h o s o s desde l a t é r r a dél s foners A h o r a a l e n c o n t r a r m e de n u e v o con H e r m e n e g i l d o A n g l a d a yo lo evocaba todo, acaso p o r sugestión de l o s c u a d r o s d e l maestro, más luminosos que todo, y a c e r c á bame a él, alegre, c o n e l g r i t o de a h o r a y de siempre: ¡S a l u d capitán! T a l parecía e n efecto, u n capitán que h u b i e r a dejado s u u n i f o r m e y su b a r c o de vuelta d e l l e j a n o O r i e n t e de sus sueños, teñidas las velas de a n a r a n j a d a s y c á r d e n a s
 // Cambio Nodo4-Sevilla