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MADRID- SEVILLA W fll JT m. -i 1 D E 11 9 3 0 FEBRERO DE NUMERO ÍLJÍ iL (T jáf H. P L A R 1 LUSTRAV 1 GE- DO. AJÑO SIMOSEXTO ¡SUELTO í 0 CTS. jL J Km N. 8.470 g ig REDACCIÓN: P R A D O D E S A N S E B A S T I A N SUSCRIPCIONES Y A N U N C I O S MUÑOZ O L I V E CERCANA A TETUAN, SEVILLA LO QUE SIGNIFICA SER t a n grande, l a r e s p o n s a b i l i d a d es t a n s e r i a extensa, u n a reflexión atenta y penosa. H a y que se i m p o n e l a intervención de l a P o l i- que pesar cada palabra- con l a c o n c i e n c i a cía p a r a r e g u l a r el tráfico, p r o p o r c i o n a r- de que se t r a t a de u n d i s c u r s o p r e s i d e n c i a l PRESIDENTE D E L O S le a él f a c i l i d a d de m o v i m i e n t o s y a h o r r a r- que ha de ser d i s c u t i d o dentro y f u e r a d e l país p a r a d e s c u b r i r su íntima significación le e n l o posible las m o l e s t i a s físicas. ESTADOS UNIDOS Ñ o h a y idea de l a c a n t i d a d de detalles y sus posibles d e r i v a c i o n e s ocultas. A n t e s que i m p l i c a u n v i a j e p r e s i d e n c i a l C o n v a- de dar el último toque a u n d i s c u r r o e r a E l presidente vive bajo todas Jas rios días de anticipación tienen que i r a l c o n c i e n z u d a m e n t e e x a m i n a d o p o r una o dos personas ch veces p o r punto de destino gun s miradas. Cómo viaja. C ó m o hace v i c i o secreto. S e aelx a mo n a policías del ser- un m i e m bde m i s e r v i c i o y Nm ueraa sdifícil para, r o del Gabinete. o i cuidadosamente sus discursos toda l a t r a y e c t o r i a s i n dejar u n a calle n i u n mí p r o n u n c i a r u n d i s c u r s o L a dificultad T o d o l o que el presidente hace, p o t e n c i a l- l o c a l que el presidente h a y a de v i s i t a r A n- consistía en su preparación. P e r o el p r e s i mente p o r lo menos, es de t a n g r a n i m p o r- ticipadamente se h a de someter a- aproba- dente no puede e l u d i r esta l a b o r que es p a r t a n c i a que constantemente tiene que estar ción el o r d e n de los actos. A veces l a P o- te esencial de su cometido. S o n cosas i n h e sobre a v i s o y no sólo respecto de s u perso- licía l o c a l es insuficiente, y es necesario r e- rentes a l c a r g o n a sino también de cuantos le r o d e a n N o c u r r i r a fuerzas m i l i t a r e s o navales p a r a que CALVIN C O O L I D G L v a en todos sus actos oficiales; también en l a ayuden. H a y que atender, n o sólo a sus su t r a t o s o c i a l y hasta en sus d i v e r s i o n e s y ayudantes y a su médico p a r t i c u l a r sino descansos, está v i g i l a d o constantemente también a l o s policías del s e r v i c i o secreto, ALIENTOS p o r u n a m u l t i t u d de m i r a d a s p a r a c o m p r o b a r y a su acompañamiento de oficinistas y c r i a si h a y algo i n u s i t a d o e x t r a o r d i n a r i o o i r r e- dos. T a m b i é n hay que p r e p a r a r a l o j a m i e n (D e las memorias de un gaceg u l a r q u e m e r e z c a l o a o v i t u p e r i o C o n f r e- to p a r a u n a nube de r e p o r t e r o s y f o t ó g r a c u e n c i a u n i n c i d e n t e t r i v i a l u n acto i n s i g n i- fos, que le s i g u e n a todas partes. T o d a s las tillero) ficante, u n a f r a s e d e s a f o r t u n a d a de u n d i s- a g u j a s f e r r o v i a r i a s p o r donde pasa el tren ¡D i f í c i l es alejar del a l m a de quienes soc u r s o u n a c a r t a i n d i s c r e t a u n a f a l t a de p a- p r e s i d e n c i a l h a n de ser clavadas y p r e c i n t a ciencia, p a r a c o n a l g u i e n q u e presenta u n a das. L o s trenes cíe mercancías se detienen m o s v i e j o s l a huella que i m p u s o el nefasto proposición imposible, l a e x c e s i v a s o l i c i t u d a su paso, y los de v i a j e r o s reducen s u m a r- período de 1898, cuando nuestro país parecía h a c i a u n a p e r s o n a l a escasa cortesía h a c i a c h a a diez m i l l a s p o r h o r a C l a r o que todo en trs. nce de d i s o l u c i ó n! ¡E s preciso, d e c i o t r a se a b u l t a y se c o n v i e r t e en l a n o t a esto se d e s a r r o l l a suavemente, pero es p r e- mos h o y p o n e r confianza i l i m i t a d a en l a r o sensacional del momento. A u n q u e tales i n- ciso atender p a r a ello a u n a m u l t i t u d de de- bustez, energía, impulsos y decisión de l a P a t r i a! C u a n t o s carezcan, ele f e r v o r e s n a c i d o s c i d e n c i a s acaban p o r ocupar s u puesto e n l a talles. de t a l cariño busquen p a r a su sosiego c u a l H i s t o r i a c o m o cosas ínfimas que no h a n de N u n c a tuve l a costumbre de h a b l a r desde quier r i n c ó n y e chen de menos las ruecas t o m a r s e en consideración, si se r e p i t e n m u c h o c o n t r i b u y e n a crear u n a a t m ó s f e r a de las p l a t a f o r m a s L a confusión es tan g r a n- i n v o c a d a s c o n f r a s e c e r t e r a p o r D A n t o n i o d i s t r a c c i ó n que puede dañar seriamente l a de, que poca gente h u b i e r a p o d i d o oírme, M a u r a L o s que presenciamos e i n t e r v e n i m a r c h a d e l a gestión pública, que es lo r e a l- y no me parece u n a actitud m u y a i r o s a mos en aquellos lances pasados no queremos C u a n d o el presidente h a b l a debe ser u n r e c i b i r l a v i s i t a del desaliento. L l a m e n a mente i m p o r t a n t e acontecimiento. Se e x p l i c a que antiguamente otras puertas cuantos se r i n d i e r o n y aún a Y o p r o c u r é mantener en l o posible en se hiciesen estas e x h i b i c i o n e s pero el adve- veces se r i n d e n al. p e s i m i s m o H a c e treinta, t o r n o a l a C a s a B l a n c a u n ambiente de sen- n i m i e n t o de la radio las h a e l i m i n a d o defini- y tantos años se proclamó que E s p a ñ a i b a c i l l e z y no consentí nada que tuviese a i r e tivamente. E s y a t a n h a b i t u a l que el p r e s i- a perecer, pero m u c h a s realidades l a i n f u n de boato pretencioso. M i concepto del c a r- dente se comunique- por el éter, que todo el d i e r o n espléndido v i g o r c o n s i g u i e n d o a peg o e r a a s i Y a i m p l i c a h a r t a f u e r z a en sí m u n d o que lo desee tiene abundantes o c a s i o- sar de los pesares, que no t r i u n f a s e n yem i s m o p a r a que necesite r e c u r r i r a ostenta- nes de oír su voz. T a n t o a m i esposa como r r o s n i perversas intenciones, p r o s p e r a n d o ciones externas de p o m p a y esplendor con el a mí nos parecía más oportuno presentar- la f u e r z a n a t i v a de su firme condición. S i n fin de i m p r e s i o n a r P o r su. n a t u r a l e z a tie- nos en l a p l a t a f o r m a del t r e n solamente p a r a embargo, c o n v i e n e r e f r e s c a r l a m e m o r i a ne el c a r g o u n a d i g n i d a d que se basta a sí que el pueblo nos viese. L a única vez que i ¡pues los hechos pretéritos enseñan, a d v i e r m i s m a D e s d e juego, h a b í a n de g u a r d a r s e yo hablé desde el t r e n fué en B e n n i n g t o n t e n y en determinadas ocasiones señalan. las f o r m a s y e n todo m o m e n t o las r e l a c i o- donde expresé m i afecto y respeto h a c i a el c ó m o h a y trances que se repiten, d i v e r s o s nes personales habían de d e s a r r o l l a r s e c o n pueblo del E s t a d o de V e r m o n t a l pasar por caracteres que se r e p r o d u c e n y algunas s i d e c o r o de a c u e r d o c o n las m e j o r e s t r a d i- aquella c i u d a d de regreso a W a s h i n g t o n tuaciones consideradas c o m o muertas r e s u ciones de l a sociedad b i e n educada. P e r o M e parecía que el c a r i ñ o q u e y o d e m o s t r a- c i t a n ba h a c i a el terruño donde nací había de no h a y necesidad de efectos teatrales. E s t á b a m o s con el a g u a a l cuello en d i h e r i r u n a cuerda sensible en los corazones P o r l a m e n t a b l e que sea, el presidente deja de toda la nación. c i e m b r e del 98. ¡V a l i e n t e s y m e m o r a b l e s de ser u n c i u d a d a n o o r d i n a r i o P o r s u m i s P a s c u a s de N a v i d a d las de e n t o n c e s! E n las m o cargo, tiene que estar rodeado de m u U n a de las cargas m á s penosas p a r a u n tiendas de comestibles los dueños d i e r o n fin c h a s s a l v a g u a r d i a s S i se prescindiese de presidente es la constante pretensión de a cuantos a g u i n a l d o s o f r e c í a n según cosellas p o r a l g ú n t i e m p o aunque corto, se que hable en público. L a s i n v i t a c i o n e s son tumbre, p e r o s i g u i e r o n y a ú n se a u m e n t a r o n v e r í a a b r u m a d o p o r l a m u c h e d u m b r e E n continuas y apremiantes. L l e g a n p o r telé- los s o l i c i t a d o s por l a gente. L o m i s m o que l o s viajes me hubiese a g r a d a d o u t i l i z a r los g r a f o por c o r r e o y por delegaciones. N o se h o y sucede, pues l a casta de pedigüeños c u n trenes, abiertos a l público. A s í lo hice u n a celebra u n acontecimiento de i m p o r t a n c i a de, c o n a s o m b r o g e n e r a l L o s a c o n t e c i m i e n v e z o dos. P e r o m e convencí de que p r o- en los E s t a d o s U n i d o s s i n que se le i n v i t e tos públicos apenas si a l t e r a r o n las d i v e r s i o p o r c i o n a b a c o n ello g r a n d e s dificultades a a i r a p r o n u n c i a r u n d i s c u r s o M i e n t r a s nes de tales días. A d v e r t i r é s i n e m b a r g o que los f e r r o c a r r i l e s S e decía que no había se- otros v a n a d i s f r u t a r de un día de fiesta, se los espectáculos teatrales c o n t i n u a r o n c o n g u r i d a d porque no se podían t o m a r las ne- espera que él aparezca en público p a r a d i s- notas hoy, p o r f o r t u n a desaparecidas. S e cesarias precauciones. P o r eso pareció me- traer e i n s t r u i r con u n a alocución. P o c a s b o r r a r o n las f u n c i o n e s de Inocentes, a m e n i j o r f o r m a r en l o sucesivo u n segundo t r e n son las m a n i f e s t a c i o n e s que el presidente zadas con cambios de i n d u m e n t a r i a y p r o que m a r c h a s e tras del o r d i n a r i o p a r a uso hace en p e r s o n a entre ellas, se cuentan pensión a t r o c a r en grotesco lo serio. ¿P a r a e x c l u s i v o del presidente y de s u séquito. los mensajes d i r i g i d o s a l C o n g r e s o i n f o r- qué fingir, a c h a c á n d o l o a c o m e d i a cuanto A u n q u e siempre se m e o f r e c í a n las f a c i l i- m a n d o sobre el estado de l a U n i ó n o e x- realmente sucede? O b e d e z c a m o s órdenes de dades de u n v a g ó n p a r t i c u l a r creo que sólo p l i c a n d o sus razones p a r a r e c h a z a r u n a ley l a v e r d a d asistiendo a l a t r a n s f o r m a c i ó n del u n a v e z las utilicé, c u a n d o fué necesario c o n u n veto. E s t o s documentos v a r í a n de m u n d o cada día más agradable, tentador e p a r a m a y o r c o m o d i d a d de m i esposa d u r a n- extensión. M i m e n s a j e a n u a l constaría de irresistible. C o n f e s e m o s l a d e b i l i d a d de sente s u e n f e r m e d a d unas 12.000 palabras. M i s discursos ence- t i r apego a l a e x i s t e n c i a siempre a p r e c i a da y quizá con m a y o r i n s i s t e n c i a a m e d i d a N o fué m u c h o lo que y o v i a j é durante r r a b a n p o r término m e d i d poco m á s de de ser m á s p r o n u n c i a d a s las 7. dee l período de ¡ni m a n d a t o pero s í l o sufi- 3.000 palabras. E n el c u r s o de t m w los d i s c u r s o s llegaban a 20, lo que repre ¿1. iba ciente p a r a c o n v e n c e r m e de que el G o b i e r n o jarla. E n el t i e m p o que i n d i c o mía un t o t a l de 75.000 palabras p o r lo nenos. d e b i e r a poseer u n v a g ó n p a r t i c u l a r p a r a r o n las penas y z o z o b r a s veri. e e! uso del presidente c u a n d o sale de W a s h Esta m a n e r a de t r a b a j a r es m u y citan- e m t e x c o p a r a E s p a ñ a de las t r o p f c b a i n g t o n L a a g l o m e r a c i ó n en t o r n o suyo es te, R e q u i e r e u n a investigación l a b o r i o s a y y- P u e r t o Rico. E r a n 150.000 h o i m H j n
 // Cambio Nodo4-Sevilla