Patrocinado Por:

Volver

Resultados de la búsqueda

Resultados para
A B C. SÁBADO i DE M A R Z O DE 1930. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 35. D i c e que r e s i d e h a b i t u a l m e n t e en F r a n c i a y que e n u n o de los v i a j e s que h i z o á E s p a ñ a s u h e r m a n a se l e m o s t r ó satisfecha p o r el r e c o n o c i m i e n t o de l a d e u d a de sus h i j o s de las cuales, l a de D J o s é a s c e n d í a a 600.000 pesetas. A f i r m a q u e e n el c u r s o de los hechos escribió u n a c a r t a a d o ñ a M a r í a M a r a ñ e n r e prochándole su conducta. E l S r O s s o r i o le p r e s e n t a l a c a r t a D e f e n s o r ¿L a reconoce? T e s t i g o -S í s e ñ o r es de m i puño y, letra. A c u s a d o r ¿E s a c a r t a l a recibió d o ñ a María? T e s t i g o -Y o l a mandé certificada. D e f e n s o r -Y ahí está el acuse de r e c i b o C o n esta d e c l a r a c i ó n s e suspende las v i s t a h a s t a l a s c u a t r o- y m e d i a dé í la t a r d e AYER CONTINUO LA VISTA D E LA CAUSA LOS SEÑORES LLOSENT CONTRA Continúa la prueba testifical- U n incidente. S e reanuda la vista p o r la tarde. Informe de los peritos calígrafos, mecanógrafos y contables. H o y continuará la vista de l a defensa de l o s asuntos de los- señores L l o s é n t E l S r G i m é n e z de A r a g ó n m e d i j o A y e r c o n t i n u ó l a v i s t a de l a c a u s a c o n t r a que c o n m i g o se entendería m e j o r e n l a los Sres. L l o s é n t s i g u i é n d o s e l a p r u e b a tesm a r c h a de los asuntos. M e habló d e l d o c u tifical. m e n t o en b l a n c o que y o no c o n o c í a e n t o n P r i m e r a m e n t e d e c l a r ó el f r a i l e d o m i n i c o ces, y me l o d i b u j ó c o n tales detalles, c o m o Santos Quirós. s i l o h u b i e r a v i s t o A l d e c i r l e a m i s clientes A las p r e g u n t a s d e l fiscal sobre s i le d i j o lo m a n i f e s t a d o p o r e l S r A r a g ó n m e d i j e T r i s t á n que existía u n documento en blanco, r o n E l d o c u m e n t o es l e g í t i m o L o q u e qae h a b í a s i d o r e l l e n a d o c o n t e s t ó a f i r m a t i a f i r m a d i c h o señor es u n a patraña. N o s e x vamente. t r a ñ a que d i c h o señor c o n o z c a a l detalle el A l p r e g u n t a r l e e l defensor, S r O s s o r i o d o c u m e n t o D e s p u é s asistí a l a r e u n i ó n de s i era c o n f e s o r de D M a r í a M a r a ñ ó n el l a calle S a n t a A n a donde v i a D I l d e f o n s o f r a i l e m a n i f e s t ó que n o p o d í a contestar. M a r a ñ ó n q u i e n c r e í a e n l a p o s i b i l i d a d de E l p r e s i d e n t e de l a S a l a indicó a f r a y S a n u n a r r e g l o S e a n u n c i a r o n unas bases p a r a tos; que l a defensa n o le i n t e r r o g a b a n a d a l l e g a r a é l bases que n o l l e g a r o n E n t o n que f u e r a secreto de c o n f e s i ó n ces, el S r E r c i l l a presentó l a d e m a n d a y D e f e n s o r ¿T i e n e e l testigo a l g ú n m o t i c o m o c o n s e c u e n c i a de esta presentación, v i v o para creer que l a señorita P a u l i n a L l o no l a q u e r e l l a sént falsificó el d o c u m e n t o? D e f e n s o r ¿Q u é j u i c i o p e r s o n a l tiene Testigo: -Ninguno. del d o c u m e n t o? D e c l a r a l u e g o D M a n u e l G o n z á l e z geT e s t i g o -Q u e es l e g í t i m o r e n t e de l a casa de m á q u i n a s O r b i y el maesD e f e n s o r ¿C o n o c í a de a n t i g u o a d o n tro albañil J o a q u í n G u z m á n T i r a d o José Llosént? C o m o éste a f i r m a que D E d u a r d o L l o T e s t i g o -S í señor, de a n t i g u o H a c e sént l e e n v i ó a c o m p r a r l a m á q u i n a de esunos c u a r e n t a años. D e s d e que v i n o de c r i b i r se o r d e n a u n careo entre ambos. E l Bélgica. albañil sostiene s u afirmación, m i e n t r a s que Defensor: ¿L l e v a b a é l l a casa? e l S r L l o s é n t n i e g a d i c i e n d o a d e m á s que T e s t i g o -A l a m u e r t e del padre, sí, y s e g ú n m a n i f e s t a c i o n e s d e l m i s m o albañil, a u n en v i d a este fué c o a c c i o n a d o p o r l a P o l i c í a estanD e f e n s o r ¿L u e g o no sería d e s c o n o c i do e l J u z g a d o e n f u n c i o n e s E l S r O s s o r i o extrañado, pregunta por V da l a contabilidad p a r a él? T e s t i g o -N o l o creo. E s t a b a p e r f e c t a q u é f u é G u z m á n a l a C o m i s a r í a estando e l mente enterado. j u z g a d o instruyendo el sumario. E l fiscal, d i r i g i é n d o s e a l testigo, le dice D e f e n s o r ¿T e n í a deudas en los B a n si no f u é c i e r t o que l a P o l i c í a le l l a m ó p o r cos? haber confusión en su nombre. T e s t i g o -S í de sus p r i m e r o s t i e m p o s E l Sr. O s s o r i o i n t e r r u m p e E s a es la L o que m á s le costó fue el c a s i n o de l a v e r s i ó n que g u s t a a l fiscal. Campana. Declara l u e g o D I l d e f o n s o M a r a ñ ó n y D e f e n s o r ¿T e n í a cuentas e n los B a n La. vín. M a n i f e s t ó que en 1926 i n t e r v i n o cos? como m e d i a d o r a m i s t o s o e n los a s u n t o s de T e s t i g o -U n a s personales, y otras, c o n la familia. A l m o s t r á r s e l e el f a m o s o d o c u fianza de l a m a d r e mento, dice que lo conoció c u a n d o se h i z o el inventario, p r e g u n t á n d o l e entonces a la U n incidente señorita Paulina, p o r qué n o l o h a b í a p r e E l acusador hace v a r i a s p r e g u n t a s a l tessentado antes. t i g o y el p r e s i d e n t e de l a S a l a l e l l a m a a l Acusador: ¿Estuvo usted e n l a reunión orden, d i c i e n d o que n o s o n pertinentes. E l üe l a caMe Santa A n a? S r G i m é n e z de A r a g ó n j u s t i f i c a su a c t u a T e s t i g o -S í después de u n a s e g u n d a e n ción. A l m a n i f e s t a r l e e l testigo que e n M a la casa de D J o a q u í n P a l a c i o s d r i d se entrevistó c o n el S r T r i s t á n e l -Defensor: ¿Sabe s i s u h e r m a n o polítiacusador dice: fco debía en la l i q u i d a c i ó n del año 14 u n a s- -E s o es falso. ¡600.000 pesetas? T e s t i g o -M e l o d i j o u n abogado aquí T Testigo- -Ño sé nada. presente, el S r C u é l l a r Defensor: ¿Qué a c t i t u d e r a la de ídon E l S r O s s o r i o i n v o c a n d o u n artículo de José? l a ley, p i d e a l presidente de l a S a l a que Testigo: -La de que n o debía n a d a declare el abogado D A d o l f o C u é l l a r Después declara Juan G a r c í a M u ñ o z que E s t e manifiesta que, hospedándose en M a yíve en Huelva, que c o m p r ó en S e v i l l a u n a d r i d e n el H o t e l R e i n a V i c t o r i a vio a l se ¡máquina R e m i g t o n en 1918. ñ o r G i m é n e z de A r a g ó n c o n e l S r M o n t e D e f e n s o r ¿U s t e d cree que s u m á q u i n a sinos, y que, a l b a j a r l a escalera, a l día e r a l a única de su clase que h a b í a en e l siguiente, vio e n l a p u e r t a a l S r T r i s t á n mundo? c o n unos documentos, p r e g u n t a n d o p o r teT e s t i g o -N o señor. léfono, e n l a c o n s e r j e r í a p o r el S r G i m é A petición d e l fiscal, se lee el f o l i o 122, r e n e z de A r a g ó n f e r e n t e a l a e n f e r m e d a d del S r L l o s é n t y s u S e p r o m u e v e n fuertes m u r m u l l o s que e l t r a t a m i e n t o p o r el d o c t o r R e y e r o presidente c o r t a a c a m p a n i l l a z o s E l S r E r c i l l a p i d e luego, y así se hace, L a testigo d o ñ a M a r í a M a r a ñ ó n y L a v í n la l e c t u r a de l a d e c l a r a c i ó n de D F e r n a n d o n o comparece. L u e g o desfilan los testigos S á n c h e z p o r n o c o m p a r e c e r el testígo D B l a s Moreno, D E n r i q u e Gutiérrez R u i z L a a c u s a c i ó n r e n u n c i a a l a declaración de D Manuel Paúl Pagés, D Ricardo F i l o D J o a q u í n P a l a c i o s C á r d e n a s p e r o l a desía, D J o s é S e r r a y D F l o r e n c i o F i l o s í a y f e n s a s o l i c i t a que c o m p a r e z c a haciéndolo L l o s é n t de l a C a s a A r s t r o n g así el S r P a l a c i o s Finalmente declara D Hipólito Pascot, Defensor ¿Quiere explicar a l a Sala lo tío de los procesados, h e r m a n o de d o ñ a J u s- que sepa d e l d o c u m e n t o i tina Pascot. T e s t i g o -E n m a r z o de 1928 me e n c a r g u é Continúa la prueba testifical Continuación de la vista. L a p r u e ba pericial A las c u a t r o y m e d i a de l a tarde c o n t i nuó en l a S a l a s e g u n d a de l o C r i m i n a l l a v i s t a de l a causa. S e dió c o m i e n z o a l a p r u e b a p e r i c i a l c o m p a r e c i e n d o los p e r i t o s c a l í g r a f o s s e ñ o res L l o r é n s D i á n e z y J i m é n e z P l a c e r p r e g u n t a s d e l defensor, el p e r i t o señor J i m é n e z P l a c e r contestó que no h a y elementos suficientes p a r a a f i r m a r que las tres firmas que a p a r e c e n e n e l documento o b j e t o del proceso sean de t i e m p o diferente. Dice que l a t i n t a e m p l e a d a p o r D J o s é L l o s é n t p e r t e n e c í a a u n t i n t e r o de o f i c i n a s i n t a p a a i r e a d o y l a de sus h e r m a n o s a p l u m a s estilográficas. Se d a l e c t u r a a l d i c t a m e n del p e r i t o A p r e g u n t a s del fiscal, responde que l a t i n t a u n a v e z r e a c c i o n a d a c o n s e r v a el m i s mo color. L o s otros p e r i t o s se m u e s t r a n d i s c o n f o r mes c o n el S r J i m é n e z E l presidente del tribunal pregunta ¿S e puede a s e g u r a r que las tres firmas s o n de t i e m p o s d i s t i n t o s? L o s p e r i t o s señores D i á n e z y L l o r é n s a f i r m a n n e g a n d o el S r J i m é n e z D e f e n s o r -E l S r Diánez, ¿h a sido p r o fesor de D E d u a r d o L l o s é n t M a r a ñ ó n? P e r i t o -S í señor. Se r e t i r a n los p e r i t o s c a l í g r a f o s Y c o m p a r e c e n l o s p e r i t o s mecanógrafos señores A l o n s o R u i z y G o n z á l e z A y u s o F i s c a l ¿Se pueden distinguir máqui ñas de l a m i s m a m a r c a? P e r i t o s -C u a n d o e s t á n usadas, sí. S e lee e l i n f o r m e que d i e r o n sobre el d o cumento y se le e x h i b e el m i s m o F i s c a l ¿S e r a t i f i c a n ustedes en su i n forme? P e r i t o s -S í señor. D e f e n s o r ¿P u e d e n dos máquinas v i e j a s tener los m i s m o s defectos? P e r i t o s -E s p o s i b l e c o m o dos personas pueden asemejarse c u a n d o s o n viejas. (Risas. E l S r E r c i l l a d i r i g i é n d o s e a l p e r i t o señor A l o n s o ¿E s c i e r t o que s u profesión es l a de m i l i t a r y que l a m á q u i n a que u s t e d r e p r e senta es l a U n d e r w o o d? P e r i t o -S í señor. C o n u n a p r e g u n t a del fiscal sobre el t i e m po que l l e v a el S r A l o n s o en e l n e g o c i o de m á q u i n a s t e r m i n a el i n f o r m e de estos peritos. S e p r o c e d e l u e g o a l i n f o r m e de los p e r i tos contables S r e s C a l v o O c h o a J i m é n e z A l b a y G o n z á l e z de los C a s t a ñ o s S e lee s u i n f o r m e L o s peritos r e s p o n d e n a unas p r e g u n t a s s o b r e l a c o n t a b i l i d a d de d o ñ a J u s t i n a P a s cot y de D J o s é L l o s é n t E l S r E r c i l l a les p r e g u n t a s i c o n o c e n el s a l d o de m i l pesetas y p i c o de D J o s é L l o sént que do l a c a s a A r s t r o n g i P e r i t o s -S í lo hemos visto. E l fiscal h a c e u n extenso i n t e r r o g a t o r i o 4