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en cualquier e s t o l ó n debe usted preocuparse en proteger los alimentos que ha de consumir s familia contra la alteración que sufre á poco que se eleva la tempera u 3 por encima de IO centígrados. La conservación aire libre en fresqueras o por m- dio de neveras, qae se cargan con hiele siempre insegura y casi siempre suc- La nevera eléctrica 1+ al e s a rciona una refrigeración higiénica manera m á s sencilla posible, porque -eessita t u b e r í a s de circulación de- 3 para enfriar, ni desagüé, ni ventilaV í s ni correas, ni poleas, ni prensa esSfoxyfycL SIL salud, to íé ningún mecanismo complicado. y 6 zcksufam a N u e v modelos T O D O A C E R O que no mcfrvfsvr, TM se d f P numedad ni los desuuic en ¿8 la carcoma, y cuyo interior e s t á en altado con porcelana vitrificada. su. oszsa, usn. L d n i s sforman r 1 3 íruv esmb xigetatar ConcesÍ! exclusivos en tóelos los centros de población importantes. onarlos C E Apartado 990. -MADRID 344 FERN ríEZ Y GONZÁLEZ Y VKia 0 c ei a n í EL PASTELERO DE MADRIGAL de u n a m a n e r a t a l y t a n a l t a m i s s e r v i c i o s que a h o r a m i s m o s e ñ o r e s soy l o que n o p o d r é i s menos d e escuchar c o n a s o m b r o m o n s e ñ o r P i e t r o M a s t t a p a t r i c i o a l a par de l a R e p ú b l i c a de G e n o v a y de V e n e c i a y senador d e l C o n s e j o de l o s D i e z d e l E s t a d o veneciano. ¿Y sois, v o s p r í n c i p e- -d i j o e l duque de C o i m b r a- e l que e n v i a s t e i s a L i s b o a y a m i casa, c o n t m e s b i r r o de l a R e p ú b l i c a d e V e n e c i a e l retrato a u t é n t i c o del R e y d o n S e b a s t i á n? -Y o fui- -dijo Aben- Shariar. -P u e s b i e n s e ñ o r- -d i j o e l duque de C o i m b r a- que D i o s os b e n d i g a p o r l o que h a b é i s h e c h o p o r e l R e y d o n S e b a s t i á n c o m o el r e i n o de P o r t u g a l os b e n dice p o r m i boca. -P e r o a p r e n d e d de m í nobles s e ñ o r e s l o que os he r e f e r i d o n o h a sido m á s q u e u n e j e m p l o de l o que pueden hacer l a lealtad y e l a m o r n o basta c o n que t e n g á i s u n b u e n d e s e o es n e c e s a r i o que el b u e n deseo a c o m p a ñ e a l a o b r a h e r o i c a porque p a r a l o g r a r e l p r e m i o de u n a buena a c c i ó n n o basta c o n h a b e r l a intentado, n o basta c o n haber a r r o s t r a d o h a s t a c i e r t o p u n t o el s a c r i f i c i o es necesario l l e v a r l e c o m pletamente a c a b o hasta a h o r a n o h a b é i s h e c h o o t r a cosa q u e v e n i r encubiertos c o n u n pretexto a C a s t i l l a y esto es f á c i l y h a c e d e r o esto n o merece t o m a r s e en c u e n t a p e r o y a c o n o c é i s a v u e s t r o R e y l e h a b é i s c o n o c i d o desde este punto, s i q u e r é i s s e g u i r siendo d i g n o s del i l u s t r e n o m b r e que l l e v á i s y de l a g r a t i t u d de v u e s t r a P a t r i a d e b é i s sacrificarlo t o d o a v u e s t r o R e y porque s i n vuestro R e y n o h a y p a r a P o r t u g a l d i g n i d a d n i esperanza de l i b e r t a d y os v e r é i s u n i d o s p a r a s i e m p r e a los reinos que e s t á n b a j o l a c o r o n a de E s p a ñ a y u n d í a v e r é i s r o t o s v u e s t r o s fueros y v u e s t r a s libertades, y b a j o el v e r d u g o l o s m e j o r e s de l o s v u e s t r o s c o m o bajo C a r l o s V y Felipe I I sobre sus fueros r o t o s h a n v i s t o los aragon se y- os castellanos r o d a r l a s cabezas de L a n u d a d e P a d i! de B r a v o y de M a l d o n a d o E l R e y d o n S e b a s t i á n n o es p a r a v o s o t r o s u n R e y s o l a m e n t e es l a P a t r i a l a independencia, l a l i b e r t a d e l h o n o r ¡S í! -d i j e r o n a u n tiempo y enardecidos los t r e s nobles. -Y o e s p e r o- -d i j o G a b r i e l de E s p i n o s a- -q u e v o s otros h a r é i s l o que os aconseja vuestro i n t e r é s c o m o -Dios, ¡e h a c o n s e r v a d o l a J e v ue trn JWaj estad tan; s a ñ o s y l a h a s a l v a d o s peligros -d i j o eí c uque úc C o i m b r a- ¿g u a r d a r á a V u e s t r a M a j e s t a d durante l o s pocos d f 3 e faltan p a r a q u e Vuestra Majestad lleve a c í empresa, t- -V é a n t e y o a caballo itre ¿v o s o t r o s e n b a t a l l a y d e s p u é s que suceda l o q u i r D i o q u i e r a -Y a veo t a n n e g r o c o n t ú l o que h a de s u ceder, S e b a s t i á n- -d i j o V í i a y e el peligro está aquí, en esta t i e r r a de C a s t i l l a y es tanto que sea n e c e s a r i o a l a r m a r s e n a d i e (sospecha de t i es c i e r t o que l l a m a n l a a t e n c i ó n t l u braviara, t u o l o r a noble t y a rico y las a v e n t u r a s f que d e t i se c u e n t a n pero I en esta n a c i ó n que s o s t i e n e hace tanto tiempo u n a g u e r r a que p o d r í a l l a m a r l e u n i v e r s a l porque e n t o das l a s partes rrtirali a u n en í a s regiones m á s ¡a p a r t a d a s tiene r. icrra d o n d e h a y t a n t o s o l d a d o a v e n t u r e r o que d e s p u é s e l e m u c h o s á í i o s v u e l v e r i c o a su pueblo y c a r d a d o d l e aventuras a c o m p a ñ a d o (t n í vez de n a i 1 u r? d a r i a n o es n u e v o ¡o que e n! t i k a n v i s t o n i la- genios de j u s t i c i a p u e d e n e x i t r a ñ a r i o n i el m i s m o R e y? s i l e s u p i e r a l o t o m a r í a a novedad, porque sabe b S c n q i v l e vienen r i c o s y h i; i d e l N u e v o Mundj o, y v. I t a l i a Y de l o s I ajos valientes v e t e r a n o s t ú tienes, g r a c i a s o q u h a n costado, papeles bastantes p a r a ar que eres u n soldado i v i e i o y n i n g u n o de l o s Í ÍC conocen tiene i n t e r é s j n venderte. -ü R e y de E s p a ñ a es n i l i y f u e r t e- -d i j o s o m b r i a T- (Gabriel de E s p i n o s a- -4 e s t á apoderado de P o r i y f u e r z a es decirlo, f s e i n r e s l a empresa es y c a s i i n s u p e r a b l e- p o r es ¡l- 5 y o que se eserase a l g o el R e y h- -FeJgjp. es viejo, n o puede v i v i r m u c h o tiempo, y m u e r t o é l e l p r í n c i p e d o n v i v i r m u c h o tiempo, v muerto F e l i p e q u e s e r á el K e y F t í j i pe I I I s e r í a i n f m i p fain ntc m á s fácil t- v e n e e t porque e l p r í n c i p e apocado y d é b i l y ir n a d a s e parece a s u padre, w e m a n t o m a s v i e j o es se h a V m á s fuerte y m á s tcrri ile. -f a r d a e n llegar u n a p e r s o d i j o Y h a y e- -q u e te c o n v e n c e r í a de n o es t; f i fuerte c o m o crees el R e y d o n F e l i p e ¿Q u é p e r s o n a es esa? -Ü n f r a n c é s de l o s que A y u d a r o n a A n t o n i o P é r e z el secretario que fuég R y d o n F e l i p e as u aho s u n o 1 y e 0 ier a ce na s t e t
 // Cambio Nodo4-Sevilla