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E D I C I O N E S P O P U L A R E S TÜEYO por SU F E R N A N D E Z Y GONZÁLEZ 2 tontos En Pesetas 3,50 A D M I R A B L E PRESENTACIÓN L L E N A P O R C O M P L E T O E L G U S T O M A S REPINADO l a m i s m a c o l e c c i ó n se h a n p u b l i c a d o a 1,50 e l v o l u m e n l o s s i g u i e n t e s PALACIO VALDES: PÉREZ PÉREZ DÍAZ LUGIN: DE AYALA: CAÑE J A L A HERMANA SAN SULPICIO CORAZONES SIN RUMBO CUKRITO DE LA CRUZ (2 tomos? L U N A DE MIEL, LUNA DE HIÉL E L SOBRE EN BLANCO EN BREVE, CIRO BAYOi LAZARILLO ENVÍOS A R E E M B O L S O ESPAÑOL Pedidos a EdítoriaS Pueyo, Arenal, 6, Madrid. g 8 4 FERNANDEZ Y GONZÁLEZ EL PASTELERO DE con las levas hechas de p r o n t o y c o n los enganches no podrá r e u n i r gente bastante n i b u e n a h a b r á de q u i t a r de P o r t u g a l l a m i t a d l o menos de l o s c u a r e n t a m i l hombres que allí tiene, y l o que vale m á s m u c h o s buenos capitanes que t i e n e n b a j o s u m a n dato aquellas t r o p a s P o r t u g a l está t r a n q u i l o y casi parece contento, y aunque el R e y d o n F e l i p e ea muy receloso y de n a d a se f í a c o m o los g o b e r n a d o r e s que tiene en P o r t u g a l le d a n m u y buenas n o t i c i a s de l o pacífico que se m u e s t r a aquel r e i n o n o puede v e r n i v e r á p e l i g r o d e j a r á t a n d e s c a r g a d o de gente de g u e r r a a P o r t u g a l que b i e n podrán l o s portugueses habérselas c o n ellos y n o dejar u n o D i c e también el señor A n t o n i o P é r e z que s u p o n i e n do, c o m o es de suponer, que el R e y de E s p a ñ a n o m u e v a u n soldado de L i s b o a u n a noche en aquella corte, c o m o l a de S a n B a r t o l o m é e n P a r í s en que l o s hugonotes f u e r o n cazados c o m o z o r r o s sería u n a cosa m u y buena y n o d i f í c i l p o r q u e l o s s o l d a d o s españoles n o están e n casernas n i a c a m p a d o s sino alojados a l a desbandada e n l a s casas de l o s v e c i n o s Y p r o s i g u e d i c i e n d o e l señor A n t o n i o P é r e z que s i cautelosamente, c o m o se h a c e n estas cosas, se a d v i r t i e s e a todos l o s v e c i n o s de L i s b o a que t a l n o c h e a l a s doce, en t o c a n d o a r e bato l a c a m p a n a de N u e s t r a S e ñ o r a d e B e l é n e l q u e pudiese matase en s u c a m a a l soldado que h u biese e n s u casa y se apoderase de s u a r c a b u z y se pusiese e n l a ventana p a r a t i r a r a l o s que pasasen por l a calle a c u d i e n d o a l a a l a r m a p a r a l o c u a l a los p r i m e r o s golpes de l a c a m p a n a debían i l u m i n a r s e todas las casas, p a r a que se viese b i e n a los que pasasen p o r l a calle, en pocas h o r a s n o q u e d a r í a u n soldado castellano e n L i s b o a que n o estuviese m u e r t o o preso. Y dice el señor A n t o n i o P é r e z que, c o m o sería bueno r e c o g e r l a s a r m a s y l a s m u n i c i o n e s de l o s soldados que cayesen e n l a calle, p a r a que no t u v i e s e n p e l i g r o l o s q u e a r e c o g e r estas a r m a s saliesen, debían i r c o n l a c a m i sa puesta sobre todo, o c o n o t r a señal c u a l q u i e r a p e r o t a l que p o r ella se pudiesen d i s t i n g u i r b i e n los que e r a n portugueses. Y dice e l señor A n t o n i o P é r e z p o r consejo del caballero f r a n c é s a m i g o s u y o q u e entiende m u c h o de estas cosas, q u e n o b i e n a escapar de l a cólera de s u s e ñ o r u n soldado a n t i g u o que e r a salteador e n l a m o n t a ñ a de C a t a l u ñ a c u a n d o l a f u g a de A n t o n i o P é r e z y que está hoy a l s e r v i c i o de éste. ¿Y p a r a q u é v i e n e ese h o m b r e? -d i j o G a b r i e l -A n t o n i o P é r e z está a l s e r v i c i o de E n r i q u e I V de F i r a n c i a y C a r l o s C a b r í a n que es ese soldado, ese saltea l o r que te h e d i c h o está a l s e r v i c i o d e A n t o n i o P é r e z p o r l o m i s m o las cartas que t r a e r á p a r a t i de A n t o n i o P é r e z v i e n e n a ser c o m o s i fuesen de E n r i q u e I V ¿Y debía v e n i r ese h o m b r e a q u í? -d i j o G a briel. -Sí, y debía haber llegado. P e r o c a l l a m e p a rece que o i g o su seña. ¿E s s u seña u n s i l b i d o semejante a l de u n a lechuza? -Sí, eso e s n o m e h a b í a e n g a ñ a d o espera. Y Y h a y e se l e v a n t ó y se encaminó a l a p u e r t a del cementerio. G a b r i e l de E s p i n o s a y l o s tres nobles p o r t u g u e ses se q u e d a r o n esperando e n s i l e n c i o P o c o después se o y e r o n ios pasos de Y h a y e y de o t r o h o m bre. A l fin, a l escaso reflejo del f a r o l que pendía de l a c r u z G a b r i e l de E s p i n o s a vio j u n t o a sí a un f r a i l e t r i n i t a r i o c o n l a c a p u c h a calada, que h a bía venido con Y h a y e ¿Q u i é n de v o s o t r o s s e ñ o r e s- -d i j o e l f r a i l e- es el señor G a b r i e l de E s p i n o s a? -Y o- -d i j o G a b r i e l- ¿T r a é i s algo p a r a m í? -T r a í a p e r o y a no t r a i g o ¿Y qué t r a í a i s? -U n a l a r g a c a r t a del señor d o n A n t o n o P é r e z p a r a S u M a j e s t a d e l R e y d o n Sebastián de P o r t u g a l con o r d e n de e n t r e g a r l a a l señor G a b r i e l de E s pinosa. ¿Y qué habéis hecho de e l l a? -Me l a h e c o m i d o y a fe, a fe que c o m o e r a tan l a r g a m e h a costado t r a b a j o y bascas el t r a garla. ¿Y p o r qué os l a habéis c o m i d o? -P o r q u e n o se enterara de ella u n alcalde c o n una r o n d a que s i n d u d a se h a b í a empeñado e n s a ber quién y o e r a y adonde i b a y c o m o l a c a n a 10 se había e s c r i t o p a r a é l y n o tenía p a r a u aé