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MADRID- SEVILLA 13 D E M A R Z O DE 1930. NUMERO 10 CTS. D E SAN SEBASTIAN. SUSCRIPCIONES CERCANA A TETUAN, Y SEVILLA SUELTO DIARIO ILUSTRADO. A Ñ O V 1 GES 1 MOSEXTO N. 8.490 a A N U N C I O S MUÑOZ OLIVE, REDACCIÓN: P R A D O este m i s m o instante de l a e t e r n i d a d m e e n- R o m a n o n e s j e f e d e l G o b i e r n o y y o q u e cuentre y o aquí pensando c o m o pienso, y a es desde m u c h o s meses antes v e n í a desempeu n m i l a g r o m á s a ú n el s u p r e m o e n i g m a ñando el c a r g o de m i n i s t r o de M a r i n a i b a n m i l a g r o s o D e i g u a l modo, después q u e me también c o n nosotros e l representante, d e l a h a y a n e x p l i c a d o l a sencillez p r á c t i c a c o n que C o n s t r u c t o r a y a l c u i d a d o del t i m ó n u n m a procede l a N a t u r a l e z a y me h a y a n m o s t r a d o r i n o e n c o r r e c t a y respetuosa a c t i t u d el ejemplo de esa p a l m e r a que es útil, a p r o D i s p a r a d o s c o m o u n a flecha p a r t i m o s h a Y v o l v i e n d o p o r tercera v e z a l tema d e l vechable y razonable desde l a r a í z hasta c i a l a b o c a de l a dársena, y d e j a n d o a b a la punta de las palmas, pues ofrece a l m i s- bor l a s moles d e l España, d e l Carlos V y d e r o m a n t i c i s m o e x p o n g a m o s esta especie d e d e s a h o g o m e n t a l que l a e v o c a c i ó n d e l sen- m o t i e m p o madera d u r a s a v i a refrescante, o j r o s b a r c o s de n u e s t r a E s c u a d r a que a l o f r u t o a l i m e n t i c i o y hojas p a r a t r e n z a r c a t i d o romántico de i a v i d a n o s sugiere. l a r g o del dique de l a C u r r a se mantenían a n nastas y p a r a techar v i v i e n d a s luego que E l c l a s i c i s m o c o m o en u n callejón s i n clados y c a s i inmóviles sobre las aguas v e r d i me h a y a n e x p l i c a d o ese modelo d e razón s a l i d a había t e r m i n a d o en aquel r a c i o n a l i s negras, s a l i m o s a l m a r l i b r e práctica y s e n c i l l a y o continuaré p e r p l e j o dem o dieciochesco que a s p i r a b a c o m o quien E r a esto c u las p r i m e r a s h o r a s de u n d í a lante d e l m i s t e r i o y e l m i l a g r o de l a rosa. dice a rebajarle a l hombre l a soberbia, y el P o r q u e el r o s a l n o s i r v e m á s que p a r a pro- de otoño t e m p l a d o y lleno d e resplandor m a m a t e r i a l i s m o y el cientifismo d e l x i x acend u c i r l a r o s a y q u é viene a hacer e n l a v i d a t i n a l E l barco v o l a b a c o n l a r a p i d e z q u e l e t u a r o n semejante c a m p a ñ a de decapitación. esa r o s a decididamente inútil y a l m i s m o daban l o s 6.000 caballos encerrados e n l a s E l m u n d o quedaba reducido a u n a máquitiempo destinada expresamente a p r o d u c i r entrañas de sus máquinas. M e t i e n d o h a c i a n a que c u m p l e sus f u n c i o n e s fácilmente, casi un efecto de e x a l t a d a belleza. Pues, s i n abajo en l a m a s a líquida s u p r o a afilada, estúpidamente, s i n finalidad o s i n saberse duda, desde el instante e n que h a n q u e r i d o hendía l a s olas, que, a l r o m p e r s e c o n t r a s u p a r a qué. P a r a n a d a E n c u a n t o a l h o m expresamente c o l o c a r a nuestro paso l a rosa t a j a m a r n o s s a l p i c a b a n de espuma y l e v a n n o e r a m á s que u n o de tantos componentes y l a melodía m u s i c a l y n o sólo e s a palme- t a b a n a u n o y o t r o l a d o dos g r u e s o s r e b o r de esa máquina automática que f u n c i o n a b a r a razonable y e x p l i c a b l e es p o r q u e se nos des de a g u a que subían l a m i e n d o l a s a m u p o r q u e sí. h a q u e r i d o s u g e r i r l a presunción d e que, en ras c u a l s i i n t e n t a r a n asaltar l a c u b i e r t a E n t o n c e s el r o m a n t i c i s m o a c u d i ó a reno- efecto, nosotros y c u a n t o nos r o d e a v a m o s G r a n d e podrá ser l a e m b r i a g u e z del que a s i v a r en c i e r t o m o d o l a construcción c ó s- ciertamente, a a l g u n a parte. do a l v o l a n t e de u n a u t o m ó v i l se t r a g a l a s m i c a d a l a E d a d M e d i a e l m u n d o se c o n Y si nos a p r e m i a n a optar entre l a concep d i s t a n c i a s p o r a n c h a y recta c a r r e t e r a p e r o v e r t í a e n u n a cosa infinitamente trascenden- ción c o m u n i s t a o de exaltación m u l t i t u d i n a- es m a y o r a ú n l a d e l que, sobre c u b i e r t a r e te, y e n s u c e n t r o a p a r e c í a el h o m b r e c o m o r i a que t a n t o se u s a h o y y el sentido enor- cibe el azote d e l v i e n t o f r e s c o y f u e r t e q u e l a s u m a de l a trascendencia. P e r o n o e l memente i n d i v i d u a l i s t a d e l r o m a n t i c i s m o aperias deja r e s p i r a r P e r é c e t e que puede s e r h o m b r e c o m o especie y c o m o H u m a n i d a d casi n o s i n c l i n a r e m o s a d a r l e toda l a razón fácil tender e l v u e l o a l r a s de l a s olas y se s i n o c o m o i n d i v i d u o c o m o ser a i s l a d o en a l r o m a n t i c i s m o n o obstante s u d i s p a r a siente l i g e r o c a s i i n g r á v i d o a l punto d e m e d i o d e l c o s m o s c a d a h o m b r e v e n í a a ser tarlo. creer que, de tener alas, h a b r í a d e serle p o e l p r o t a g o n i s t a de l a estupenda t r a g e d i a c j s sible a b r i r l a s y l a n z a r s e sobre l a m o v i b l e JOSÉ M S A L A V E R R I A mica. superficie. E l trascendentalismo a l o C a r l y l e n o s d a D i s t r a í d o s por e l aspecto de l a i n m e n s a s á ría l a m e j o r m e d i d a d e esa intención r o m á n b a n a d e a g u a q u e se p e r d í a e n lejanías r e t i c a a s u b l i m a r e l m u n d o y el h o m b r e L a motas, n o hablábamos n a d a S ó l o e l R e y h a v e r d a d es que en c i e r t o s instantes que p o cía a l g ú n c o m e n t a r i o a c e r c a d e l a n d a r d e l dríamos l l a m a r i l u m i n a d o s l a r a z ó n estrictab a r c o y l a h e r m o s u r a de l a m a ñ a n a c u a n d o mente científica y de gabinete e x p e r i m e n t a l a c e r t ó a fijar sus o j o s e n l a n e g r a m a s a d e l nos s i r v e p a r a b i e n poco. C u a n d o u n a m ú Invencible, que, estrecho y a l a r g a d o se m a n s i c a i n s p i r a d a n o s sume e n l a s p r o f u n d i J 91 tenía sobre sus anclas f r e n t e a A l g a m e c a dades inefables de u n m u n d o e n q u e t o d o t o m a a p a r i e n c i a s de i n f i n i t o trascendente, V o y a r e l a t a r u n a c u r i o s a a v e n t u r a que C h i c a y que. a c o n t r a l u z d e j a b a v e r e n e l entonces l a e x p l i c a c i ó n estricta d e que nos- m u y pocos conocen. f o n d o c l a r o d e l c i e l o l o s perfiles l i m p i o s de otros v e n i m o s a h a c e r aquí e l papel de u n a E r a el 11 de octubre de 1913. E s t á b a m o s sus mástiles trípodes, p r o p i o s d e u n b u q u e cesa que n o viene de n a d a y q u e n o v a a c o n el R e y en C a r t a g e n a adonde n o s habla de g u e r r a sus c h i m e n e a s g r i s e s y chatas y n i n g u n a p a r t e nos r e s u l t a perfectamente i n- llevado l a cortesía i n t e r n a c i o n a l p a f a despe- sus t o r r e s c o n l o s g r a n d e s c a ñ o n e s de 30 servible. España. d i r a Pontearé, y p a r t i d o éste, debíamos r e- iguales a l o s d e nuestro N o s r e c o m i e n d a n q u e seamos c l a r o s q u e gresar a M a d r i d aquella m i s m a noche. D e b i ó pensar D A l f o n s o q u e e l c r u c e r o tengamos c u i d a d o de l a s m i l especies de f a L o s representantes de l a C o n s t r u c t o r a N a- inglés e r a u n o b j e t i v o c u r i o s o d e nuestro lacias c o m o n o s acechan p o r todas partes. val m a n i f e s t á r o n m e deseos de que D A l- paseo y ordenó, d a r l a v u e l t a a s u a l r e d e d o r N o s d i c e n q u e l a s verdades son simples, y f o n s o antes de s u m a r c h a v i s i t a r a e l Bus- n a v e g a n d o a t a l d i s t a n c i a q u e n o s p e r m i t i e que p a r a v e r l a s n o tenemos que c a l a r n o s len- tamante, u n destructor y a c o n c l u i d o p o r r a v e r l e b i e n sin q u e desde allí l l e g a r a n a tes a u m e n t a t i v o s g a f a s supersticiosas, s i n o aquella S o c i e d a d pero n o entregado t o d a v i a saber q u i é n e s i b a n a b o r d o d e l Bustamante. m i r a r l a s c o n los o j o s b i e n abiertos d e la rea- a n u e s t r a M a r i n a de g u e r r a y m e r o g a r o n N u e s t r o b a r c o n o l l e v a b a i n s i g n i a a l g u n a l i d a d Y o v e o seguramente, cada v e z m á s que así l o h i c i e r a presente a l M o n a r c a quien, H a b í a m e n e g a d o y o a q u e se e n a r b o l a r a e l c l a r a s las verdades m a t e r i a l e s en s u c o n t o r- n i c o r t o n i perezoso, señaló en el acto h o r a pendón R e a l p o r n o h a b e r sido e n t r e g a d o n o en su f o r m a y p o r s u superficie; c o m- para d a r u n paseo m a r adentro e n el fla- oficialmente a ú n e l c o n t r a t o r p e d e r o a l m i n i s p r e n d o c a d a v e z m e j o r l a s razones prác- mante b a r c o terio d e M a r i n a N a d i e pues, podía s u p o t i c a s como, v e r b i g r a c i a que u n a nutrición L a escuadra f r a n c e s a había zarpado l a n e r q u e e l R e y f u e r a c o n n o s o t r o s y b i e n sana es indispensable p a r a u n a v i d a efime a l e g r é y o m u y p r o n t o de q u e t a l cosa ciente, y que l a h i d r o t e r a p i a hace m á s ale- tarde a n t e r i o r c o n r u m b o a s u país lleván- sucediera. dose a l presidente de l a República, a l que g r e s y robustos a los pueblos. P e r o conE l q u e d i r i g í a el b a r c o g o b e r n ó obedefieso que en el caso de l a r e a l i d a d p r o f u n- yo despedí f u e r a de l a s aguas j u r i s d i c c i o ciendo l a o r d e n y e l Bustamante cabeceand a n o puedo d e c i r que h a y a adelantado nales yendo a b o r d o de nuestro v i e j o Prodo c o n gallardía, se inclinó l i g e r a m e n t e de n a d a y que esa r e a l i d a d i n t e g r a l se entien- ser pina, y n o quedaba e n C a r t a g e n a m á s lado y tomó e l r u m b o debido, a fin de pasar d e p o r s u parte de dentro, sigue aparecién- buque e x t r a n j e r o que u n o inglés, e l Invincia unas pocas b r a z a s d e l a p o p a d e l c r u c e d o m e o b s c u r a excesivamente c o m p l i c a d a ble, m o d e l o n a v a l entonces p o r s u eficienc i a de l a que s a l a n garantes u n a poderosa r o r e c o r r e r l u e g o e l f r e n t e de s u b a n d a d e impenetrable. E s c u a n d o se siente u n o i n v i t a d o a d e c i r artillería v u n rápido andar de 26 nudos. b a b o r h a s t a m á s allá de s u p r o a y s e g u i r había echado a l m a r I n g l a v i r a n d o p a r a d a r l a v u e l t a deseada. D e p r o n u s a n d o l a m a n e r a o el acento de C a r l y l e C o n él hivmcible ¿P a r a qué v a m o s a e n g a ñ a r n o s con esa p r o- térra o t r o s dos h e r m a n o s iguales, el Inflexi- to, apenas pasados a l g u n o s segundos, e l e n E r a n h e r m o s o s cruce- c a r g a d o de l a m a n i o b r a a c u y o l a d o i b a c l a m a c i ó n solemne de que el hombre es u n a ble y el Indomitable. producción simple que se e x p l i c a s i n nece ros l o s tres y h u b i e r o n de desempeñar m á s y o e x c l a m ó c o n v o z a h o g a d a p o r e l r e s peto q u e l a p r e s e n c i a d e l R e y l e i m p o s i d a d de r e c u r r i r a n i n g u n a suerte de m i l a- tarde u n t r á g i c o papel en l a g r a n g u e r r a N o s t r a s l a d a m o s a l Bustamante desde el n í a S e ñ o r m i n i s t r o ¡se n o s h a a t o r a d o e l g r e r í a? A l c o n t r a r i o el h o m b r e es el p r i m e r o y casi ú n i c o m i l a g r o v e r d a d e r o que España y e n u n santiamén n o s v i m e s e n s u timón! ¡D i a b l o! L a c o s a n o d e j a b a de tener existe en e l m u n d o Y el hecho d e que e n puente. A c o m p a ñ á b a m o s a l R e y e l c o d ü- in- ortancia. A t ó r a m e e l t i m ó n e r a a t a s c a r- E L SENTIDO ROMÁNTICO D E LA VIDA Interpretaciones 1 COSAS DEL MAR 3 De la entrevista en Cartagena en
 // Cambio Nodo4-Sevilla