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MADRID- SEVILLA 22 D E M A R Z O D E 1 930. NUMERO 10 CTS. D E SAN SEBASTIAN. SUSCRIPCIONES Y CERCANA A TETUAN, SEVILLA SUELTO DIARIO ILUSTRAD O A Ñ O VI G E S 1 MOSEXTQ N. 8.498 Si B ANUNCIOS: MUÑOZ OLIVE, REDACCIÓN: PRADO ESPAÑA Trajes B r i a l e s sayas, c o r p i n o s j u b o n e s y pañuelos, m u c h o s pañuelos. L a l a n a l a buena lana de E s p a ñ a el h i l o l a seda, el r e c i o v noble l i n o C o l o r e s el r o j o el a z u l el v e r de, el a m a r i l l o los colores de los l l a n o s de las sierras, de los hondos torrentes, de l o s t e r r a z g o s s e c o s los colores de l a t i e r r a española. T r a j e s esparcidos p o r A v i l a Segovia, Vasconia, Aragón, Andalucía; A n dalucía, l a bien p a r e c i e n t e c o m o decía en 1444 el cordobés J u a n de M e n a bien parecientes sus bellas m u j e r e s c o n estos t r a jes, tan sencillos, tan elegantes, de tantas a l f o r z a s o pliegues, que b a j a n desde el talle ceñido hasta los pies. Y los trajes de E s p a ñ a nos hacen ver los pueblos, históricos, N e g r o p o r u n lado. p o r otro, r o j o v e r d e v i e j o s m i l e n a r i o s E n los pueblos están las a m a r i l l o azul. L a l u c h a a lo l a r g o del t i e m casas en que h a n m o r a d o generaciones y po, de l o n e g r o y los v i v a c e s colores. L o s generaciones. E n las casas están los a r m a- v i v a c e s c o l o r e s m o z a s n a v a r r a s m o z a s de r i o s y los anchos y hondos arcaces, en que P a m p l o n a en día de fiesta; las v a i s a v e r las manos femeninas g u a r d a n todos estos P u s i é r o n s e todas las m e j o r e s c i n t a s c o n que trajes de fiesta. A r c a c e s t a l v e z a r o m a d o s las habían r e g a l a d o sus respectivos m a j o s en p o r carnosos m e m b r i l l o s cogidos en el m e m- l a f e r i a de S a n F e r m í n echáronse l a saya b r i l l a r que se esponja en l a f r e s c u r a de una a z u l c o n ribete de seda b l a n c a y e n c i m a el c a ñ a d a los m e m b r i l l e r o s c o m o los n o g a- delantal l a r g o c u m p l i d o y a j u s t a d o de c a les, son a m i g o s de las h o n d a s t i e r r a s que deras, listoneado a m a n e r a de t e r l i z y tela de r e t i e n e n el tempero en los días de seque- colchones, que es el pontifical entero c o n que d a d L a s manos solícitas de labriegos y a r- salen a las funciones recias, c o m o p r o c e s i o tesanos, manos recias, p e r o amorosas, h a n nes, toros y c a r r i c a d a n z a s g u a r d a d o en estas arcas los b r i a l e s y los A s í p i n t a b a en 174 Ó, el padre I s l a en su jubones, y l o s pañuelos que v i s t i e r o n los Día grande da Navarra, a las m o z a s de P a m abuelos, los bisabuelos, y que h a n de v e s t i r plona. Y q u é b i e n está esa saya a z u l c o n su los nietos y los tataranietos. C o n cuidado, ribete de seda b l a n c a! L o b l a n c o en el a z u l c o n a m o r c o n emoción, v a n saliendo de lo entre l a a l e g r í a de l a d a n z a y las c a r c a j a d a s hondo, p e r f u m a d a s p o r l o s rotundos y do- Y a no nos a c o r d a m o s de lo n e g r o p e r o lo r a d o s m e m b r i l l o s todas estas prendas, que n e g r o está acechando, y a c a b a r á p o r i n v a tantas alegrías y tantos afanes representan. d i r l o todo. L o n e g r o en los h o m b r e s y en las E n el día solemne, p o r las c a l l e j i t a s del pue- m u j e r e s lo negro, en el l a b r i e g o y en el blo, allá v a n las m o z a s c o n sus arreos de artesano, es l a e c o n o m í a con lo n e g r o se v a colores r o j o s verdes, azules. P o m p o s a s co- a todas p a r t e s l o n e g r o está b i e n p a r a todo. l o r a d i t a s cuando, a l pasar, u n m o z o las d i- L o n e g r o a h o r r a m u c h o s trajes. ¿Y es que r i g e unas palabras de c o d i c i a L a s c a m p a- no habrá también inclinación n a t u r a l e n los nas repican, y en todo el ruedo del pueblo españoles h a c i a l o n e g r o? ¿N o i r á lo n e g r o no hay en estas h o r a s n i u n solo azadón m e j o r c o n nuestro c a r á c t e r? E n s u Nueva que se clave e n l a t i e r r a T o d o s los m o z o s filosofía de la naturaleza del hombre, decía, y los v i e j o s están aquí en l a p l a z a los en 1 87, M i g u e l S a b u c o E l c o l o r blanco, mozos c o n las mozas, n a t u r a l m e n t e los v i e- verde y c o l o r a d o dan a l e g r í a el n e g r o a l j o s echándole a l G o b i e r n o toda l a c u l p a de c o n t r a r i o d a t r i s t e z a c o m o l a l u z y las t i ios males que o c u r r e n y t a l vez no les falte nieblas. C o n t r a l a r a z ó n h u m a n a es el c o m ú n su c h i s p i t a de r a z ó n uso de v e s t i r de n e g r o que tanto a d r a d a a José O r t i z E c h a g ü e h a p u b l i c a d o en u n v o l u m e n u n a colección de bellas f o t o g r a f í a s de tipos- españoles, con su i n d u m e n t o c a r a c terístico. Tipos y trajes de España, sé t i t u l a el l i b r o S ó l o a l g u n o s tipos y a l g u n o s t r a j e s A v i l a Segovia, A r a g ó n Vasconia, A n d a l u cía. E l v o l u m e n v a a v a l o r a d o c o n p r i m o r o s a s p á g i n a s p r e l i m i n a r e s de José O r t e g a y G a s set. Y son sumamente interesantes los h i s t o r i a l e s sucintos que el autor hace de c a d a t i p o y de cada t r a j e E s p a ñ a y sus trajes p o p u lares. ¿C u á l será el o r i g e n de todos estos vistosos a r r e o s? H a c e justamente c u a r e n t a años, en 1890, nos decía u n pensador, G a b r i e l T a r d e en su Filosofía penal: C h a r l a d c o n u n l a b r i e g o no encontraréis en él n i u n a noción de D e r e c h o de a g r i c u l t u r a de política o de a r i t m é t i c a n i un sent i m i e n t o f a m i l i a r o de p a t r i o t i s m o n i u n quer e r n i u n deseo, que no h a y a n sido, en su o r i g e n u n descubrimiento o u n a i n i c i a t i v a s i n g u l a r propagados desde las alturas sociales, y que desde a r r i b a h a n descendido al fondo ¡popular. E s p a ñ a L o s telares p e r f e c c i o n a d o s de l a i n d u s t r i a m o d e r n a v a n m a r c h a n d o de l o s telares salen kilómetros y kilómetros de telas negras, telas baratas, que e n v u e l v e n a españoles y españolas. Y m i l l a r e s m i l l o n e s de boinas h a c e n que todas las cabezas p a r e z c a u lo m i s m o D esde l a a r i s t o c r a c i a h a n bajado a l pueblo l a irreligión, el uso del tabaco, l a e m b r i a g u e z ¿H a b r á bajado también el t r a j e c o m o nos dice el culto p r o l o g u i s t a? E s t o s i n d u m e n t o s tan vistosos, g u a r d a d o s en las hondas arcas, g u a r d a d o s a ñ o s y años, acaso s i g l o s ¿f u e r o n antes modas fugaces de los pudientes? Y aquí, en los a r m a r i o s en los arcaces, como en u n remanso del tiempo, se h a n detenido. Y aqu; p e r d u r a r á n todavía durante años, t a l vez durante siglos. P e r o y a l a i n d u s t r i a v a n i v e l a n d o las m o d a s y las v i d a s los trajes populares y a no se r e n u e v a n de las soleras, de las p a n z u d a s pipas, en las bodegas, se saca el r a n c i o v i n o p e r o y a n o h a y u n a m a n o que, después de sacar u n cántaro d e l p r e c i a d o l i c o r d e r r a m e otro cántaro por el a g u j e r i t o de a r r i b a L l e g a r á u n instante en que lo neg r o en el indumento, d o m i n e d o c o m o l a v o z en l a g a r g a n t a cuando t a l vez se h a debido l l o r a r pero no se h a quer i d o l l o r a r A s í el t i e m p o que se v a señal a n d o en l a e s f e r a de plata c o n negras c i f r a s a pesar del c l a r o s o l de m a y o que- -g r a c i a s a l D e s t i n o- -a c a b a de suceder a l a l l u v i a es t i e m p o de i n d u d a b l e m e l a n colía. E l r e l o j está r o n c o L a reflejada l u z f o r m a e n la e s f e r a- -c o m o en u n u l t r a smart s o m b r e r o de c o p a- -o c h o segmentos de i r i sado b r i l l o F u l g o r empañado, c o m o si h u biese u n f a n t a s m a de l á g r i m a s también, duende melancólico, sentado en e l d i a m a n t e que c l a v a el n e g r o acero de las m a n e c i l l a s E l reloj está r o n c o H a p e r d i d o a l t i v e z h a p e r d i d o fiereza. ¡A c o s t u m b r a b a a d e c i r en s u latín p e d a n t e Tempus fugit. con tan h o s c a a f o r í s t i c a! ¡C u á n t o s a ñ o s h a sido acicate de n u e s t r a i n c u r a b l e p e r e z a! Tempus fugit! N o sueñes. ¡T r a b a j a! Tempus fugit! A p r o v e c h a las h o r a s N o v a gabundees. Tempus fugit! E l t i e m p o huye, l a v i d a pasa. S u j e t a l o s instantes. E s f u é r zate. P r o d u c e L a p e r e z a es c r i m e n puesto que el t i e m p o h u y e y el t i e m p o es t u única riqueza. M e n t o r testigo, juez, c ó m p l i c e de m í m i s m o c o n t r a m i v i d a H o y estás r o n c o h o y acaso se te h a subido a l a g a r g a n t a l a sangre del corazón, hoy raspas e l segundo, sencillamente p o r q u e te a r r e p i e n t e s y te pesa t o d a t u catedrática pedantería. A p ó s tol de d o c t r i n a f a l s a h o y te a v e r g ü e n z a s ante mí porque te das cuenta, y comprendes que me l a he d a d o y o de que, d u r a n t e t o d a u n a e x i s t e n c i a has estado e n g a ñ á n d o m e m i serablemente... T o d a u n a e x i s t e n c i a L a n u e s t r a que y a se h a t e r m i n a d o puesto que y a h a e m pezado a b a j a r l a vertiente, y, p o r m u y a l tos que sean los árboles plantados en ella, n o l o g r a n esconder el v a l l e i n e v i t a b l e M i e n t r a s f u i m o s subiendo, todo e r a m i s t e r i o y todos los maestros p u d i e r o n e n g a ñarnos h a b l á n d o n o s de las supuestas v e r dades de l a c u m b r e T a n obligados nos creímos a llegar, c o n los ojos en alto, a esc a l a r l a c i m a que n o osamos p a r a r n o s s i n remordimiento n i a cortar una humilde r a m a de t o m i l l o ¡A d e l a n t e a d e l a n t e! Sursum corda! ¡H a y que s u b i r! N o t i e n e n der e c h o a desfallecer. L o A l t o C u a n d o l l e gues, ¡L a v e r d a d c a r a a c a r a! Y l l e g a m o s Y l a ú n i c a v e r d a d de l a c u m b r e es que lo e s que, llegados a ella, hemos dejado de subir y tenemos, i r r e m i siblemente, que empezar l a b a j a d a E n el a l t o filo de l a s dos v e r t i e n t e s c a m b i a de orientación l a s o m b r a de nuestro p r o p i o y o sobre l a t i e r r a I b a delante. S e l l a m a b a AZORIN p r o m e s a A h o r a se queda a t r á s S e l l a m a r á recuerdo. E s o es todo. ¡Y eso es t o d o! i B i e n puedes estar r o n c o r e l o j B i e n me. mentías! ¡L a v i d a p a s a l a v i d a p a s a! ¿C ó m o puede pasar, embustero, sofista, si no h a l l e g a d o? Meditación ¿Q u é h e m o s hecho tú y y o i n f a t i g a b l e E s t á u n p o q u i t o r o n c o el reloj. ¡S e r á tú y y o r e n d i d o? ¿Q u é hemos h e c h o sino esporque, de m a d r u g a d a h a l l o v i d o c o n v i o- p e r a r y o y tú m a r c a r l a espera? M a ñ a n a lencia, y el a i r e saturado de h u m e d a d ha m a ñ a n a h o y t r a b a j a m a ñ a n a llegará enmohecido s i q u i e r a levemente los finos r o- o que estás e s p e r a n d o ¿P o r qué vale el dajes? v i v i r s i n o porque se e s p e r a E s p e r a r esE l l o es que el tic- tac no es h o y cortante, p e r a r S i g u e c a m i n a n d o sigue t r a b a j a n d o seco y d e f i n i t i v o decisión i n f a l i b l e y sen- no descanses, no v i v a s Tempus fugit. ¡Y a tencia s i n apelación, c o m o a c o s t u m b r a a v i v i r á s d e s p u é s! Á Cuándo? serlo, c o m o l o e r a en l o s días pasados. H o y ¿3- vjda n o pasa, r e l o j i m p o s t o r! L o s m i a l marcar segundos, r a s p a un poco el soai- E L R E L O l ESTA RONCO