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A B C M I É R C O L E S 2 D E A B R I L D E 1930. E D I C I Ó N D E ANDALUCÍA. P A G 7 1 se influye sobre l a temperatura. Se nace egoísta o generoso, pusilánime o cobarde, frío o apasionado, como se nace r u b i o o m o reno. Y a sé que el e j e r c i c i o e s p i r i t u a l pueNietzsche en Italia de modificar nuestro modo de ser. S a n A g u s El pensador g e r m á n i c o debía v i v i r sus h o- tín, S a n F r a n c i s c o de A s í s y S a n I g n a c i o ras m á s fecundas en I t a l i a N o es que e n de L o y o l a nos h a n enseñado mejor que n a die los efectos de esa g i m n a s i a i n t e r i o r pero su t i e r r a se sienta poco estimado o i n c o m yo tengo l a seguridad de eme esa evolución prendido. N i e t z s c h e n o se f o r m u l a nunca esa no se puede p r o d u c i r a deshora. Requiere interrogación. pues sabe de antemano que una disposición especial de l a materia. -E s su celebridad está en u n p o r v e n i r todavía bastante lejano. L a escasa circulación de sus preciso. -que e l instinto se preste a ser d o l i b r o s n o l e deja l u g a r a dudas sobre l a mado. d i s t a n c i a que le separa de l a g l o r i a S i p r e fiere I t a l i a a su P a t r i a es porque encuentra en su c i e l o l a i n t e n s i d a d a z u l necesaria a sus ensueños. E s u n a atracción sensual de los h o r i z o n t e s y de l o s paisajes, y ese espectáculo adormece sus dolores íntimos y abre ante s u pensamiento perspectivas insospeFrancisco Alvarez. Constantina. chadas. E l sol es p a r a él, no- solamente l a s a l u d sino u n a a m i s t a d pródiga de sugestiones. E l a n s i a de v i v i r que f u é el resorte m á s v i g o r o s o de aquel hombre de a p a r i e n c i a f r á g i l no hubiera- irrumpidoí. en- él con tari generosos t u m u l t o s a orillas d e l R h i r i el río de las leyendas melancólicas, que no sonríe nunca, -como a l B o r d e dé los canales dé Ve- necia, l a c i u d a d ele t o d o s los silencios, o en las riberas del m a r que festonea l o s poéticos b u r g o s genoveses c o n sus espumas. C a d a v e z que su espíritu e x p e r i m e n t a u n a decep, d ó r i o U n a duda, e l sentimiento de su solé- d a d l o conduce a I t a l i a n o p a r a compensar o reponer l a v e n t u r a que l e traicionó, r e n o v a n d o amores puramente artísticos, sino p a r a encontrarse a sí mismo, éb t o d a su plen i t u d intelectual. N o es s ü c u r i o s i d a d esté tica l a que v i a j a esj su instinto e l que c a m- b i a de m e d i o p a r a a d q u i r i r f o d a su exuber a n c i a latente. L a s combinaciones de luz- y de color que opera l a N a t u r a l e z a c o n s u d i v i n a i n c o n s c i e n c i a l e apasionan m á s que l a s obras de arte que crea: el hombre. E l t i e m po se le v a en vagabundear- al aire, l i b r e s i n sentirse atraído o o r ningún M u s e o L o s temperamentos líricos n o n e c e s i t a n l a v e cindad de l o artificial para enardecerse. L e s basta c o n sentir l a suave c a r i c i a de los elementos naturales el cielo, el m a r las flores cuando es tan sencillo y l a seducción deliciosamente i r r a c i o n a l de afeitarse c o n una G i l l e t t e l a m u j e r Solamente l a música, que es u n arte e x c l u s i v a m e n t e sensitivo, l o s d o m i n a C L planchado de la ropa y el E l c u a d r o o l a estatua 110 les i m p r e s i o n a de brillo de los zapatos, no son retinas adentro. LECTURAS ¿MIS SAI ISIDRO A m i quien me interesa en N i e t z s c h e n o es el filósofo. ¿Q u é es en el f o n d o esa filosofía sino l a reivindicación de l o s derechos del instinto, ennoblecido p o r l a i n t e l i g e n c i a? Sed inteligentemente duros, parece d e c i r n o s el pensador. Yo encuentro l a e x h o r t a c i ó n superfina. E l h o m b r e h a sido siempre a s i fuera de algunos ejemplares que son el l u i o m o r a l de l a H u m a n i d a d L o c u r i o s o es q u e toda l a v i d a de N i e t z s c h e está en c o n t r a dicción c o n su filosofía. E l e r a sencillo y de u n desinterés s i n límites. E n a m o r f u é de u n a constancia c o n m o v e d o r a S u p a s i ó n por Cósima Wagner- n o se. e x t i n g u e sino con el ocaso de s- u i n t e l i g e n c i a C i e r t o que, desahuciado p o r aquella d a m a se prendó más adelante de o t r a m u j e r que tampoco le correspondió; pero en a m o r o c u r r e l o que en A r q u e o l o g í a l o que está sepultado en el fondo del espíritu puede ser más s ó l i d o m á s bello y m á s interesante que l o que hemos construido en l a superficie. L a a v e n t u r a d e l momento n o es u n a traición a l pasado. ¿H a b r í a influido el a m o r t r i u n f a n t e e n el destino de N i e t z s c h e? Como en o c a s i o nes u n a idea genial no es sino el producto de u n a excelente digestión, u n sistema filosófico puede defender del acorde que establece el azar entre nuestras i l u s i o n e s y l a realidad. -E n el o r i g e n de todo p e s i m i s m o hay u n a r u p t u r a d e l e q u i l i b r i o v i s c e r a l E l hígado h a c o n t r i b u i d o m á s que l a m ú s i c a y- que- -l a poesía, a l a t r i s t e z a del m u n d o N i e t z s c h e a m a d o y feliz, ¿h a b r í a i n v e n -tado- el específico, filosófico c ¡ue nos- ha t r a n s m i t i d o? r o conviene, de todas maneras, que Ja f e l i c i d a d se generalice, porque entonces el egoísmo adquiriría u n incremento t e r r i ble: ¿H a y nada t a n egoísta como u n ser plenamente dichoso? D i o s sembrando el d o lor, sabe l o que hace. E l s u f r i m i e n t o aliñando nuestra s e n s i b i l i d a d nos p r e p a r a a l a compasión, s i n l a cual n o s s e r í a imposible vencer los obstáculos que se oponen a que el hombre se sienta hermano del h o m b r e E n N i e t z s c h e m i s m o se advierte l a -i n f l u e n c i a e d u c a d o r a del d o l o r U n día, u n a d a m a que lo a d m i r a m u c h o le pide u n a de sus obras. -S e ñ o r a perdóneme usted que no l a c o m plazca. U s t e d es, creyente, -y esa- ilusión es su consuelo. M i s l i b r o s a l a r r a n c a r l a de su corazón, acabarían c o n s u p a z i n t e r i o r E l pensador l i a padecido atrozmente p o r amor. D o s veces h a llamado a sus p u e r t a s y las dos veces h a r e c i b i d o u n gesto de r e pulsa m á s o menos amable. T o d a m u j e r inteligente siente, s i n embargo, l a f a s c i n a ción de su talento. S u p a l a b r a descubra continentes nuevos. Oírle es como a s i s t i r a un concierto en el que las ideas a d q u i e r e n la armonía sonora de l a música. P e r o e l a m o r no brota ele l a i n t e l i g e n c i a E s vastago del instinto y tiene, p o r l o tanto, sus raíces en la materia. L a grande y s i l e n c i o sa tragedia de todo pensador que es u n sens i t i v o es verse expulsado de u n a l m a f e m e n i n a p o r u n r i v a l m e j o r a r m a d o físicamente que él. T o d a l a desesperada filosofía de u n L c o p a r d i h a n a c i d o de sus r e f l e x i o nes íntimas sobre su i n f e r i o r i d a d c o r p o r a l N i e t z s c h e menos inteligente y m á s i n t e r e sante como h o m b r e h u b i e r a encontrado e l a m o r en su c a m i n o pero ¿h a b r í a sido f e l i z? A m a r y ser amado no equivale a firmar u n pacto c o n l a f e l i c i d a d n i m u c h o menos. D e s c r i t a p o r ese. sentimiento l a c u r v a i n evitable que empieza en ¡a ilusión, c u l m i n a en el entusiasmo y desciende en l a fatiga, si l a prole n o viene a a m e n i z a r el p a f i- f a m i l i a r casi todo h o m b r e y ¿p o r qué d e c i r l o? casi toda m u j e r bosteza. E l tezo en el tete a iUs c o n y u g a l está Heno de peligros. 1 (Por qué tener 1 como un cepillo? cara P o r q u e este pobre N i e t z s c h e que p r e s u me de fuerte, de i m p a s i b l e y a ratos de c r u e l este creador: de u n a filosofía c o n t r a l a c o m pasión, n o es en el fondo m á s que u n sensit i v o que d i s i m u l a sus dolores dando g r i t o s j o c u n d o s L a i n t e l i g e n c i a es l a v e n g a d o r a de su s e n s i b i l i d a d ¿Q u i é n de nosotros n o h a c o n o c i d o a l g u n a v e z ese triste desquite? C u a n d o l a i n t e l i g e n c i a consigue d i s o c i a r los componentes de u n d o l o r l o v e n c e pero el c o r a z ó n c o n s e r v a l a c i c a t r i z y toda c i c a t r i z recordándonos que hemos s u f r i d o renueva el dolor. L o s estoicos n o procedían de otro m o d o y s i n embargo, ¿hay nada t a n p r o fundamente desesperado como l a serenidad de u n estoico? L e e r a M a r c o A u r e l i o es h a c e r u n a e x c u r s i ó n e s p i r i t u a l a l a región de las nieves perpetuas. N i e t z s c h e se diferenc i a de u n estoico p o r l a rebeldía. S u f r e a n a l i z a las causas de su dolor, se c u r a p o r ese método, que es el único posible c o n t r a las t o r t u r a s del alma, y luego, en l u g a r de alistarse en las filas del estoicismo, que es l a i m p a s i b i l i d a d ante l o inevitable, i n v e n t a u n específico c o n t r a aquel dolor. E l específico de N i e t z s c h e es l a filosofía d e l S u p e r h o m bre, o sea l a d e r o g a c i ó n del E v a n g e l i o de C r i s t o E l decálogo de Z o r o a s t r o se puede r e s u m i r en dos m a n d a m i e n t o s sé egoísta y sé fuerte c o n t r a t i y c o n t r a los demás. ¿Y el que n o s e sienta egoísta n i f u e r t e? E i filósofo, como tantos hombres, i n c u r r e en el e r r o r de creer que r o m p i e n d o e l termómetro más necesarios al hombre moderno que el cuidado de su cara. Basta una rápida pasada con l a legítima Gillette para conservar ese aspecto inconfundible de pulcritud. E s tan sencillo como lavarse la cara. L a s hojas Gillette legítimas no necesitan afilarse ni suavizarse. S. A. Gillette- Barcelona No compi- e un Sommier cualquísra C o n o z c a a n t e v el f a b r i c a d o con e. 1 mejor ace. ro. Pídalo e n t o d o lo Establecimientos d e m u e b l e n de. Elrpaña w 3 A g u a de mesa ántiáiabetíca e insubstituible en las afecciones áél tubo digestivo V. AL. DE. t, AZ. ÜRA. Depósito: Cruz, 30, Madrid, N k t z s c h e tuvo a l fin. dos grandes amores que n o nos s o n fieles nunca l a N a t u r a l e z a v l a Filosofía. N o nos engañemos,
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