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MADRID- SEVILLA 4 DE ABRIL 1 930. SUELTO DE NUMERO 10 CTS. CERCANA A TETUAN, SEVILLA DIARIO I L u a i R A DO. A Ñ O VIGESIMOSEXTO N. 8.509) ANUNCIOS: MUÑOZ OLIVE. REDACCIÓN: PRADO D E SAN SEBASTIAN. SUSCRIPCIONES Y en a l g u n o s casos f e l i c e s los dueños n a t u- a l g u n a v e z c o n ese anhelo de l a p e r f e c t a rales de los objetos bellos suelen c o i n c i d i r m a d r e de h a c e r n o s querer a l a h i j a p o r c o n los r i c o s entonces l a r i q u e z a se l i m- e n c i m a de e l l a i g n o r a b a ella entonces que p i a no i r r i t a y se l a deja t r a n q u i l a en el goce y a l a m u e r t e hacía su t r a b a j o s o c a r r ó n en de lo que merece p o r c o n o c i m i e n t o y d i- él c u e r p o v e i n t e a ñ e r o y q u e r i d o P r ó s p e r o y todo, a m a d o y todo, no hay artesanía que neros... E n Italia sustente p o r sí sola v i d a de m u j e r y a l a L a c r i a d a i t a l i a n a contaba y contaba de m u e r t e de esa niña, doña R e b e c a M a t t e l a El retrato. La casa. -Su r e t r a t o t r e i n t a- su a m a m á s por darse gusto que por d a r de las estatuas ejemplares, en c u y a s a n g r e ñ e r o es el que y o conozco. U n r o s t r o de nos gusto, y nos llevó delante de c a d a uno había metales, se r o m p i ó c o m o l a caña, se de los retratos de L i l y I ñ í g u e z p a r a defacciones enjutas, casi eléctrico de espíriv o l v i ó u n despojo l a c i o s i n g a n a de oficio, cirnos tu, y ese a i r e de o r g u l l o que suele ser l a de p a i s a j e p e r f e c t o n i de consolación pem á s c a r a en que se esconde u n doloroso. S a n- -P o r las calles de F l o r e n c i a no se en- queña. N u e s t r o pueblo dice en esta c i r g r e j u d í a d i c e n que a n d a en los M a t t e y, c u e n t r a usted c o n u n a niña t a n p r e c i o s a c u n s t a n c i a se dejó m o r i r dando a entensi eso es cierto, u n a vez más d i o t e s t i m o- pero su c r i a d a les dice que en una casa de der c o n esto lo m i s m o que a s e g u r a u n poen i o de sí en l a capacidad. E s l a m e j o r san- r i c o tampoco se encuentra u n a c r i a t u r a m a que h a y a l g o de v o l u n t a d n u e s t r a de g r e de este m u n d o p a r a que se le p i d a l a tan buena. c o n s e n t i m i e n t o d e l a l m a en el v i v i r y que e x c e l e n c i a y p a r a que no conteste c o n l a C i e r t o en m e d i o de la c o n c u r r e n c i a f o r- si el a l m a r e c o b r a s u c o m p r o m i s o y da p o r mediocridad. midable de los bustos clásicos, l a c a r a de acabado el pacto, el c u e r p o se funde c o m o L a c r i a d a perfecta de semejante p a t r o n a la niña sostenía s u belleza de i g u a l a i g u a l el de Ja medusa en l a a r e n a a ojos vistas. abría tarde o n u n c a l a p u e r t a de h i e r r o f o r- T a n h e r m o s a c o m o ella fué su abuela B e l l o E l a c a b a m i e n t o de su f u e r z a ella se l o j a d o de l a T o r r o s s a a las v i s i t a s inútiles, a y, m i r a n d o a l a niña, y o m e a c o r d a b a de l a o l a suramerícana, que despachaba en un ía a v e n t u r a mía, en que l a conocí s i n p e n- s i g u i ó semana a semana, q u i s o despedirse de sus negocios de este m u n d o y se e m b a r día los M u s c o s de F l o r e n c i a y que subía sarlo. c ó p a r a C h i l e a p a g a r su d e u d a v o l u n r a después a I iesole. A r d i e n t e a n t o j o de i r a M e entraba siempre a l a h o r a de l a sies- r i a c o n su gente. C o n los n i ñ o s i n f e l i c e s sentarse en u n sillón de cuero de l a T o r r o s- ta a c i e r t a q u i n t a del b a r r i o u l t r a M a p o sa y de oír anécdotas p r o p i a s a l a secues- cho, i g n o r a n d o de quién fuese, s i g u i e n d o que s o n de s u sangre ella se sentía en d e u t r a d a v o l u n t a r i a a l a artcsana que n u n c a m i d o c t r i n a de que c u a l q u i e r t i e r r a verde y da, p r e c i s a m e n t e p o r haber sirio m a d r e de dichoso. entendieron. L a p u e r t a r a r a vez se abría. c u a l q u i e r g r a n d e espacio a r b o l a d o pertenece niño V i e r o n l l e g a r a C h i l e u n a m u j e r de c a S i n e m b a r g o a muchos j o v e n c i t o s de los que a los v a g a b u n d o s U n a a v e n i d a de castam a n o s e a n las siete artes liberales s i n c a v a r ños espléndidos y u n a a b r a de pasto j u g o- bello b l a n c o qua menos que n u n c a aceptaba n i n g u n a y a las señoras que con diez v i a- so, buenos p a r a ¡a siesta en día de sol y la m u n d a n i d a d que se mete a c o n s o l a d o r a jes a E u r o p a a m o n t o n a n b a r r o q u i s m o en en día nublado, a l gusto del cuerpo. L a que parecía d a r a las gentes u n a v a g a atensus casas de S a n t i a g o sin acertar n u n c a a casa tenía todo el a i r e de a b a n d o n a d a pero ción c o n el pie puesto en l a o r i l l a e x t r a n crearse un interior, les hubiese hecho m u c h o un d e m i n g o se abrió l a ventana m a y o r y j e r a y prestarles, p o r condescendencia, u n a s bien sentarse una h o r a los p r i m e r o s en el a s e m ó u n a señora u n r o s t r o de cuento de h o r a s que y a no e r a n suj as. pabellón de la artesanía, las otras en el hall D A n n u n z i o M e a p r o x i m é a d e c i r l e a l g u n a L a d i l i g e n c i a g e n e r o s a de doña Inés de esta casa, en el que cada mueble valía excusa, y ella no me contestó n a d a me dio E c h e v e r r í a l a a y u d ó a i n s t a l a r p r o n t o l a p o r u n a escultura y cada estatua hacía más u n a s o n r i s a i n o l v i d a b l e p r ó x i m a p o r l a casa de niños, que se llamaría, c o n n o m b r e p r e s e n c i a y estaba m á s c a r g a d a de sentido d u l z u r a y distante por l a demencia. M u c h o aconsejado p o r ella, L o s N i d o s y que aseque en n i n g u n a parte. tiempo después v i n e a saber que, c o m o en g u r ó p a r a todo t i e m p o c o n u n fuerte l e E n l a canícula de 1924 subía y o también un cuento de D A n n u n z i o el cuadrilátero gado. l a r u t a p o l v o s a de F i e s o l e y, c o m o las de- verde de aquella q u i n t a servía S e v i n o a m o r i r a su c o l i n a de F i e s o l e solamente m á s enemigas de la soledad ajena, d i j e a p a r a dar sosiego y silencio a l a nieta de c o n t a n d o a s u c o m p a ñ e r o los a ñ o s de l a l a m u j e r de l a bella puerta que v e n í a a co- B e l l o caída- en demencia, a l a pobre m a- niña v i v i d o s en l a v i ñ a j o v i a l y que él n o n o c e r a doña Rebeca. L a pobre en esta o c a- dre de R e b e c a M a t t e D e aquella cabeza de le había g o z a d o entregándole uno a u n o sión salió del a p r i e t o f á c i l m e n t e su p a t r o n a d i o s a envejecida l a p e r f e c c i ó n saltaba, pues, los objetos f a m i l i a r e s en c u y o contacto los estaba en S a i n t M o r i t z c o n su h i j a p a s a n- a la niña de F i e s o l e que yo seguía m i- m u e r t o s responden a veces a los v i v o s r e d o el e s t í o me mostró un t e l e g r a m a en rando c o n la e x t r a ñ e z a que me da a mí l a cordándole c o n l a anécdota i n t e r m i n a b l e a que ella le e n c a r g a b a que me mostrase l a belleza demasiado cabal en este m u n d o l a h i j a c o m o si le p i d i e r a perdón de que T o r r o s s a y nos h i z o pasar. ella se h u b i e r a b o r r a d o en l a l u z de este g r a n d e y feo, de l o m o de saurio. M e a c o r d a r é siempre de l a e x t r a ñ a v i s i Sentía l a pena de no haber encontrado m u n d o antes de tiempo, c o n el c u e r p o que ta a esta casa vacía. E s t o y v i e n d o el taller a l a dueña de casa y de quedarme s i n c o n- le h i z o su leche. s a l p i c a d o de yesos, bello, c l a r o y a m p l i o tarle m i encuentro e x t r a o r d i n a r i o c o n su C a m i n a n d o y o esta t i e r r a i t a l i a n a de s u c o n a l g u n a s m á s c a r a s de t r a g e d i a y de com a d r e en u n a q u i n t a de S a n t i a g o pasión, e s c o g i d a p o r ella p a r a su v i d a s u m e d i a en el m u r o y a l centro l a m a s a de L a doméstica seguía m o s t r a n d o objetos o b r a y su acabamiento, suelo sentir c o m o s i l a composición comenzada, g r a n d e c o m o las le debiese algo que n o es m i g o c e p r o p i o empresas de p i e d r a que le gustaba a ella aco- y apuntándome leyenda, y yo iba entendienque no es el r e g a l o de los ojos m í o s que meter. M e acuerdo del hall d o m i n a d o por do aquella v i d a bajo cancel, el e n c i e r r o de l a es el bienestar y l a consolación que o t r a u n a c o p i a m a g i s t r a l de l a Psiquis de Ña- m u j e r apasionada con l a h i j a que ella creaba m e j o r que yo h a r e c i b i d o de estas m i s m a s póles, el hall en que ella había enseñado a bajo su n o r m a y c o n su g r a n d e arte. Se h a c o l i n a s de esta m i s m a b e n e v o l e n c i a de l a l a h i j a sus clásicos españoles, franceses e bía e n c e r r a d o a hacer, más p a r a l a e t e r n i p r i m a v e r a i n c i p i e n t e de esta m i s m a c a r i i t a l i a n o s M e acuerdo de u n a cabeza peque- d a d que p a r a este m u n d o una c r i a t u r a de dad del M e d i t e r r á n e o que ella venía a d i s ña e i n t e n s a de l a T e r e s a castellana, p e n- estirpe, de l a f a m i l i a de las B e a t r i c e s y de f r u t a r en L i v o r n o de este m i s m o o l o r de sada en el trance de C a s t i l l o I n t e r i o r y que las B i e n P l a n t a d a s L a escultura llenaba cipreses del A p e n n i n o S o n los v e i n t i c i n c o e l l a h a debido hacer p a r a u n a consola de su pausas, sólo pausas, de esta faena m a t e r n a l a ñ o s de l a v i d a de R e b e c a M a t t e en l a t i e c u a r t o á fin de que le d e j a r a caer su b r a s a D o ñ a Inés E c h e v e r r í a me h a completado r r a de I t a l i a que le r e g a l ó c o n sosiego y sobre l a oración. (E s t a b a de r e t o r n o de la después m i i n f o r m a c i ó n de l a T o r r o s s a que l a a c o n s e j o e n artesanía, lo que v o aventura- budista, c o m o yo, y se a c o m p a- M a t e r n i d a d vehemente y absoluta l a de R e- a g r a d e z c o y d i g o al paisaje c a m i n a n d o l a ñaba de nuevo con sus v i e j o s patronos, que beca M a t t e los campesinos provenzales l l a- a c c i ó n de g r a c i a s o r i e n t a l a l a t i e r r a que son l a lealtad más segura. M e acuerdo de m a n a una especie de m i e l m u y dorada m i e l l a ha l l e v a d o c o n b u e n a v o l u n t a d que l a u n lecho como para V i t t o r i a C o l o n n a y veo c á l i d a y dicen que, inocente y todo, da h a sostenido lealnieute y que g u a r d a c o n al pie hasta u n taburete, t a l l a d o como u n a c a l e n t u r a como el v i n o y e m b r i a g a lo m i s m o paciencia m a t e r n a l a f o r m a que íntegra e r a j o y a N o se consentía c e r c a objeto n e u- que él. E s t a m i e l frenética entre las mieles b e l l a y que d e s l i e d l a es l a m e n t a b l e v sant r o cuanto c o m p r a b a estaba hecho p a r a en- v u l g a r e s c o r r e s p o n d e a l tono y l a m a n e r a de t í s i m a t a b l a r relaciones con su a l m a y las cosas m a t e r n i d a d de R e b e c a M a t t e E l temperamento de l a niña, intenso c o m o el m i s m a s han debido conocer y d i s f r u t a r como GABRIELA MISTRAL u n p r i v i l e g i o l a cercanía de ella. S u casa de la madre, se balbuceaba en buenos versos c o n v e n c í a de l a l e g i t i m i d a d de l a r i q u e z a franceses que l a m a n o m a t e r n a me mandó R a p a d o m a r z o de 1930. VIDA DE REBECA MATTE BELLO 1
 // Cambio Nodo4-Sevilla