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ABC. M A R T E S 8 D E A B R I L D E 1930. E D I C I Ó N D E A N D A L U C Í A P A G 10 v e r s i d a d N a c i o n a l de M é j i c o e x m i n i s t r o de E d u c a c i ó n p ú b l i c a -W i l l i a m C. Rice, p r o f e s o r de L i t e r a t u r a h i s p a n o a m e r i c a n a de l a U n i v e r s i d a d de S o u t h e r n f C a l i f o r n i a) Hugh S. Lozuther, presidente del D e p a r t a m e n t o de L e n g u a s v i v a s O c c i d e n t a l C o l l e g e L. M. Rosenberg, p r o f e s o r de L i t e r a t u r a española de l a U n i v e r s i d a d de C a l i f o r n i a de L o s A n g e l e s -F Montau- Moreira, Facult a d de E s p a ñ o l U n i v e r s i d a d de C a l i f o r n i a de L o s A n g e l e s e x cónsul de C h i l e en B a j a C a l i f o r n i a -L u i s María Mora, m i e m b r o c o r r e s p o n d i e n t e de l a R e a l A c a d e m i a E s p a ñ o l a p r o f e s o r de l a U n i v e r s i d a d de C o l o m b i a y cónsul de C o l o m b i a en L o s A n g e l e s -L a vjrence D. Bailiff, presidente d e l D e p a r t a mento de E s p a ñ o l de l a U n i v e r s i d a d de C a l i f o r n i a en L o s A n g e l e s -M a r í a López de Loivther, c o n f e r e n c i s t a de L i t e r a t u r a h i s p a n o a m e r i c a n a de l a U n i v e r s i d a d de C a l i f o r n i a en L o s A n g e l e s -M P. González, profesor de E s p a ñ o l U n i v e r s i d a d de C a l i f o r n i a e n L o s A n g e l e s -J o s é Rodríguez, editor de La Opinión. -Jorge Juan Crespo de la Serna, e x p r o f e s o r de E s p a ñ o l y F r a n c é s de l a U n i v e r s i d a d N a c i o n a l de M é j i c o -J o r g e García Granados, p r o f e s o r de l a U n i v e r s i d a d de G u a t e m a l a -M a n u e l Ayuso, cónsul del P e r ú en L o s A n g e l e s -F r e d e r i k Waller, cónsul de G u a t e m a l a y N i c a r a g u a en L o s A n g e l e s -Pedro J. de Larralde, cónsul de V e n e z u e l a en L o s A n g e l e s -J o s é A. Ton- albas, cónsul de C u b a en L o s A n g e l e s -C E. Boberts, cónsul de C o s t a R i c a en L o s A n g e l e s E L I D I O M A ESPAÑOL EN LAS PELÍCULAS HALLADAS Más abajo reproducimos los párrafos esenciales de la carta que algunos representantes de las Repúblicas americanas han dirigido a los productores cinematográficos de Hollywood, en solicitud de que el español ¡labiado en esos países sea el idioma que se hable en las cintas españolas. Si hacemos excepción del ilustre escritor y pensador mejicano D. José Vasconcelos, y de algún otro nombre de profesor hispanoamericano, la mayoría de los firmantes de esa carta carecen de autoridad para suscribir una solicitud en nombre de la América que habla nuestro idioma. Son muchos de ellos profesores norteamericanos de Los Angeles, competentes, sin duda, en asuntos filológicos, pero ajenos a la vasta familia hispánica. Cada día aparece más apremiante la necesidad de lina intervención oficial de la Academia Española en este as- unto de las películas habladas en español. El documento que publicamos lanza afirmaciones vejatorias para los sabios filólogos de España, en momentos en que estas disciplinas, por obra del insigne D. Ramón Menéndez Pidal y de su Centro de Estudios Históricos, alcanzan un grado sobresaliente. Pero si esas gratuitas afirmaciones se hacen con el propósito de zaherimos, halagando, a nuestra costa, nacionalismos inconfesables, no contendría hacer el juego a los firmantes. España y la América hispana están ligadas por vínculos firmes, que no pueden someterse a la prueba de una discusión enconada sobre temas idiomáticos. En la Habana se exhiben con frecuencia películas habladas por adores mejicanos y argentinos, y como la diferencia no estriba únicamente en la pronunciación de la z y lá c sino en los modismos, en las palabras, en la sintaxis y en. el tonillo de vos. distintos en cada una de las Repúblicas americanas, los cubanos desestiman la dicción mejicana y argentina, lo mismo que los argentinos y mejicanos desestimarían la dicción cubana. Si alguna ves se ha necesitado en la América hispánica un idioma exclusivo, es en estos momentos, en que existe, en cada una de aquellas Repúblicas, un afán, de imponer su propia pronunciación c: i las películas habladas. ¿Y qué mejor idioma que el puro castellano, empleado por los escritores de España y de toda la América ¡lispanaf Un cuanto al torpe y liviano problema de la s y de la c planteado por la carta que comentamos, todos los grandes escritores y gramáticos de América, incluyendo a D. José Vasconcelos, firmante del documento, han hecho de esas letras el mismo uso que los escritores castellanos. Llevar a la panialia un idioma diferente al de los libros, sería localizar, en las lides del pintoresquismo, la universalidad desbordante de nuestra lengua. S e ñ o r e s D e s d e que se e m p e z a r o n a p r o d u c t películas parlantes en español se h a n escuchado d i s t i n t a s o p i n i o n e s a c e r c a de l a p a r t i c u l a r m o d a l i d a d idiomática que debe usarse en ellas, a s i como de q u é n e s s o n los capacitados p a r a t r a b a j a r c o m o actores. E s t o h a sido causa de i n c e r t i d u m b r e y a f a v o r de ella se h a n hecho c i r c u l a r en H o l l y w o o d m u c h a s d e s f a v o r a b l e s especies que v a n c o n t r a el b u e n n o m b r e de los naíses i h r o a m e r i c a n o s y c o n t r a su educación y c u l t u r a C o n estas especies se h a s o r p r e n d i d o quizá l a b u e n a fe de los productores, y a l a m p a r o de esta sorpresa, se h a creado c i e r t a confusión, Cue puede d e t e r m i n a r en H o l l y w o o d l a ex: clusión de l o s elementos h i s p a n o a m e r i c a n o s que a s p i r a n a t r a b a j a r en el cine h a b l a d o so p r e t e x t o de que n o h a b l a n n i p r o n u n c i a n el i d i o m a español a l a m a n e r a de u n g r u p o de castellanos. E s c i e r t o que los i b e r o a m e r i c a n o s n o p r o n u n c i a n l a z n i l a c antes de l a e y de l a i n i en a l g u n a s regiones, l a 11 en 3 a f o r m a en que l o h a c e n l o s castellanos. M a s esta p r o n u n c i a c i ó n s u a v i z a d a que las citadas consonantes r e c i b e n en l a A m é r i c a española n i fué i n v e n t a d a p o r los l a t i n o a m e r i c a n o s n i es reciente. M á s de c u a t r o s i g l o s h a c e y a que l a t r a j e r o n a A m é r i c a los p r i m e r o s c o l o n i z a d o r e s andaluces, y desde e n tonces se m a n t i e n e en ella y se h a c o n s a g r a d o p o r los poetas y escritores de t o d o el continente. E n E s p a ñ a m i s m a en t o d a l a r e g i ó n m e r i d i o n a l estas t r e s consonantes se p r o n u n c i a n c o m o en l a A m é r i c a española y n o c o m o en C a s t i l l a T a n a r r a i g a d a s están estas p r o n u n c i a c i o n e s y t a n u n i f o r m e es su uso en l a A m é r i c a española, que durante las g u e r r a s de i n d e p e n d e n c i a de los países que l a c o m p o n e n se e s g r i m i ó c o m o u n símbolo d i s t i n t i v o entre los representantes del G o b i e r n o español y los p a t r i o t a s l i b e r t a d o r e s iberoamericanos. E n t o d a H i s p a n o a m é r i c a se c o n s i d e r a c o m o u n a a f e c t a c i ó n i n s o p o r t a b l e el p r o n u n c i a r l a c y l a z c o m o en C a s t i l l a y si es u n e x t r a n j e r o u n y a n q u i p o r ejemplo, el que a s i t r a t a de p r o n u n c i a r l a c y l a z l a h i l a r i d a d se produce a l m o m e n t o c o m o a l g o m u y cómico. P o r l o que a l i d i o m a en sí se refiere, n a d i e q u e sepa l o que dice afirmará que en E s p a ña se h a b l a o se escribe c o n m a y o r c o r r e c ción que en A m é r i c a D e A m é r i c a h a n s a l i d o los m e j o r e s g r a m á t i c o s y los m á s sabios filólogos que n u e s t r a l e n g u a h a tenido h a s t a l a é p o c a a c t u a l y. n a d i e en E s p a ñ a h a s u- perado a u n a v e r d a d e r a legión de poetas, ensayistas y e s c r i t o r e s i b e r o a m e r i c a n o s que p u d i e r a n c i t a r s e en l a c o r r e c c i ó n elegancia y g r a c i a c a s t i z a c o n que h a n usado n u e s t r o idioma. P o r lo que a l g r a d o de c u l t u r a se refiere, creemos o p o r t u n o a c l a r a r que toda H i s p a n o américa d i s f r u t a d e u n n i v e l p o r lo menos tan a v a n z a d o como el que E s p a ñ a podría ofrecernos. N o h a y que pasar por a l t o el hecho de que representamos unos 80 m i l l o n e s de h a b i t a n tes y que nuestras naciones c o n s t i t u y e n el m e r c a d o m á s i m p o r t a n t e p a r a todo l o que se exporte de este país, y en especial p a r a películas en este caso. D e c l a r a m o s solemnemente que, a l hacer estas e x p l i c a c i o n e s no nos mueve el propós i t o de atacar a nadie, y que nos s o r p r e n dería el que este acto nuestro, de m e r a i l u s tración, f u e r a t e r g i v e r s a d o c o n manifiesta malevolencia. S i se t r a t a de i m p r e s i o n a r películas p a r a los pueblos de h a b l a española, creemos j u s t o que se adopte u n lenguaje c l a r o y c o r r e c t o de a c u e r d o c o n las n o r m a s p r i n c i p a l e s que l o r i g e n y que todos por i g u a l españoles de E u r o p a é h i s p a n o a m e r i c a n o s acatamos, y que no se dé l a i m p o r t a n c i a que se ha p r e t e r í dar a esa d i f e r e n c i a de pronunciación de a l g u n a s letras y a u n a l i g e r í s i m a entonación que acusa l a d i f e r e n c i a r e g i o n a l l o m i s m o en A m é r i c a que en l a p r o p i a E s p a ñ a H a c e r de esto u n a r g u m e n t o en f a v o r de d e t e r m i n a d a m o d a l i d a d como l a única, es h e r i r los sentimientos de v e i n t i u n a naciones de este continente, en d e t r i m e n t o de l a buena a r m o nía que debe r e i n a r entre todos los que c o m ponen l a g -an f a m i l i a hispánica de allende y aquende el O c é a n o José Vasconcelos, ex presidente de l a U n i- LOS E S T R E N O S D E L A SEMANA E N SEVILLA aBroadway Melody B e s s i e L o v e- A ñ i l a P a g e- Criar es K i n g R o b e r t o j o v e n cantante y c o m p o s i t o r p i e p a r a u n a b o n i t a r e v i s t a p a r a presentación de las h e r m a n a s M a h o n e y a las que bace t i e m p o no ve, de u n a de las cuales es n o v i o C o m o debe ser, en c u a n t o v u e l v e a e n c o n t r a r l a s el d i s t i n g u i d o m ú s i c o se enam o r a de l a o t r a que le c o r r e s p o n d e c o r dialmente, a u n q u e ambos o c u l t a n l a m u t u a pasión p a r a n o hacer r a b i a r a l a p r e t e r i d a S ó l o que ésta, m u y p e r s p i c a z se d a cuenta de lo que o c u r r e y, sacrificándose p o r su h e r m a n i t a hace c r e e r a R o ¡berto que n o le q u i e r e p a r a n a d a L o m e j o r de esta película, de l a M e t r o G o l d w y n n o es el a r g u m e n t o fino y d e l i cado; n i su fotografía, bonísima; n i l a dirección, s i e m p r e a t i n a d a n i l a i n t e r p r e tación, d i g n a de e n c o m i o L o que sobresale en Broadway Melody es l a a d m i r a b l e p r e sentación de sus c u a d r o s de r e v i s t a super i o r a todo lo c o n o c i d o en el género. A d e m á s nos hace oír m u y l i n d a s canciones, c o m o son Tú has nacido para mí y Los dos amigos. E l P a t h é C i n e m a h a a l c a n z a d o c o n esa c i n t a u n o de sus m á s felices é x i t o s La e s c u t o r a de la paz M a y M e A v o y- Lionel Barrimore U n opulento banquero, J o h n Rider, afectado en sus intereses p o r u n a sentencia d e l j u e z R o s m o o r e que a él debía el c a r g o que desempeñaba, se v e n g a del d i g n o f u n c i o n a r i o haciéndole pasar c o m o a u t o r de u n d e l i t o de cohecho. E n t a n t r i s t e situación l l e g a a verse el pobre R o s m o o r e que tiene que vender en pública subasta todo c u a n to posee. M i e n t r a s en P a r í s conócense, y s i m p a t i z a n la h i j a del e x j u e z y el h i j o del b a n q u e r o atjuélla, notable e s c u l t u r a L o s m u chachos d e c i d e n e m p r e n d e r juntos el r e t o r n o a s u p a t r i a donde el j o v e n consigue de s u padre l a rehabilitación de R o s m o o r e T o d o remata en el consabido matrimonio, i í j j