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MADRID- SEVILLA 16 D E ABRIL D E NUMERO 10 C T S CERCANA A T E T U A N SEVILLA DIARIO DO. N. ILUSTRA- A Ñ O V 1 GE 8.519 MUÑOZ OLIVE. 1930. S 1 MOSEXTO SUELTO R E D A C C I Ó N P R A D O D E SAN S E B A S T I A N SUSCRIPCIONES Y A N U N C I O S LA I N F A N C I A D E U N POETA ROMÁNTICO Sentimental, soñador, tenía, de repente, crisis de violencia. (André Maurois, Byron E l poeta debe l a v i d a a u n g r a n s e ñ o r aventurero, padre s i n v o c a c i ó n de t a l y a u n a d a m a l i n a j u d a que se a r r u i n ó p o r a m o r a su marido. E l capitán Byron, viudo y desesperado d e s p u é s d e l d r a m a q u e l o c o n d e n a a l a soledad, se d a cuenta de que, n o s ó l o h a p e r d i d o a l a que amaba, s i n o de que se e n c u e n t r a s i n d i n e r o L o s a p u r o s m o n e t a r i o s suelen tener e n ocasiones l a v i r t u d de a p a r t a r n o s de otras preocupaciones m e nos p r o s a i c a s L a m i s e r i a total, i n c o m u n i c á n d o n o s c o n e l medio e x t e r i o r n o s a r r o j a a u n a i s l a desierta. E n esas c i r c u n s t a n c i a s l a s inquietudes d e l c o r a z ó n ceden s u puesto a otros problemas m á s imperiosos. E l capit á n B y r o n se e n j u g a l a s l á g r i m a s que l e h a costado l a v i u d e z se v i s t e d e l u t o y se pone a pensar e n l a m a n e r a de tener d i n e r o E s c o m o se v e u n h o m b r e m e t ó d i c o q u e d a a c a d a e m o c i ó n s u t i e m p o P e r o l o s dioses n o c o n s i e n t e n que el p a u p e r i s m o h a g a estragos e n l a a r i s t o c r a c i a y e l c a p i t á n B y r o n que es u n o de sus m i e m b r o s e n c u e n t r a a s u paso u n a v e n t a j o s a o c a s i ó n de reenganche P o c o tiempo d e s p u é s l a d e s a p a r i c i ó n del c o n y u g a l E s un e j e m p l a r m a s c u l i n o inter e s a n t e alto, f o r n i d o y p r o v i s t o d e unos poseedor d e l t í t u l o y de s u h i j o eleva a ojos q u e h a c e n t e m b l a r a las mujeres. C a- J o r g i t o a l a c a t e g o r í a de l o r d y c o n el t í t a l i n a G o r d o n l a m a d r e d e l poeta, n o pudo t u l o v i e n e a sus m a n o s u n a g r a n f o r t u n a r e s i s t i r n u n c a aquella m i r a d a y apenas se en d i n e r o y en fincas. I m p o r t a a d v e r t i r presentaba s u m a r i d o de r e t o r n o de a l g u n a p a r a e x p l i c a r s e l a s c o n t r a d i c c i o n e s e i n c o h e a v e n t u r a e n l a q u e se h a b í a dejado u n j i r ó n rencias de s u c a r á c t e r q u e l a h i s t o r i a de l a de l a fidelidad m a t r i m o n i a l l a p o b r e d a m a f a m i l i a de l o r d B y r o n h a sido f é r t i l e n d r a a b r í a s u b o l s a a l a s e x i g e n c i a s de aquel mas. S u s antepasados, grandes s e ñ o r e s h a n hombre. L a s relaciones entre l o s esposos n o v i v i d o como se v i v í a e n aquellas é p o c a s e n f u e r o n apacibles. S u fealdad y s u m a l c a- que l a n o b l e z a d e p e n d í a d e l é x i t o e n l a a c r á c t e r l a s r e d u c í a n a l o m á s estricto. A l fin, c i ó n s i n freno alguno. L a s pasiones eran deshecha l a f o r t u n a que e l c a p i t á n B y r o n h a- violentas, desatadas y constantes. L o s t e m b í a d i l a p i d a d o C a t a l i n a se a l e j ó de L o n- peramentos, espoleados por- l a t e n t a c i ó n n o dres acosada p o r l o s acreedores. E l m a r i d o se daban a sí m i s m o s t r e g u a de reposo. L a t o m ó o t r a d i r e c c i ó n m á s cómoda. M i e n t r a s v i d a i n t e r i o r o n o e x i s t í a o estaba c i r c u n s ella se i n s t a l a b a en E s c o c i a c o n s u h i j o e l c r i t a a l o s pocos m í s t i c o s q u e p r e f e r í a n l a c a p i t á n se d i r i g í a a F r a n c i a donde l a s cos- m e d i t a c i ó n a l o s afanes terrenales. E n l a tumbres l e p e r m i t í a n d a r a sus pasiones p l e- g e n e a l o g í a de l o r d B y r o n h a y de todo, i n cluso delincuentes. ¿Qué es l a d e l i n c u e n c i a na l i b e r t a d s i n o l a v i o l a c i ó n de l a l e y e s c r i t a? ¿Y q u é es l a l e y s i n o u n c o n j u n t o de r e g l a s p a r a E l ú n i c o v a s t a g o de a q u e l l a u n i ó n e r a u n l a c o n s e r v a c i ó n de las sociedades? E l fuerte, n i ñ o de e x t r a o r d i n a r i a belleza, inteligente a l quebrantar el derecho escrito o consuetue i m a g i n a t i v o q u e se h a b r í a sentido f e l i z n o d i n a r i o da. fe d é que es capaz de fundar obstante su p o b r e z a si no l e h u b i e r a t o r t u otro derecho d e l m i s m o o r i g e n L o s t i e m p o s r a d o precozmente u n a h u m i l l a c i ó n f í s i c a que no e r a n p r o p i c i o s p a r a l o s t í m i d o s y l o s esde o r d i n a r i o no preocupa m u c h o a s u e d a d crupulosos, sino p a r a l o s e n é r g i c o s y l o s la c o j e r a A q u e l defecto, que n u n c a pudo osados. A q u e l l a r u d a m e n t a l i d a d n o e r a p r i soportar c o n r e s i g n a c i ó n l e h a c í a y a s u f r i r v a t i v a de u n p a í s sino de toda E u r o p a L a i n f a n c i a y l a adolescencia d e l f u t u r o poeL a e d u c a c i ó n r e l i g i o s a d e l n i ñ o netamente ta tienen poco de envidiables. S u padre se desentiende de él y s u m a d r e l o c r í a entre p r e s b i t e r i a n a puebla s u e s p í r i t u de terrores. t e r n u r a s e x a g e r a d a s y r e c r i m i n a c i o n e s v i o- E l d o g m a de l a p r e d e s t i n a c i ó n i n c u l c a d o lentas. L a i n f e l i z s e ñ o r a que n u n c a estuvo implacablemente p o r s u a y a y sus maestros, e n sus cabales, n o c o n s i g u e d o m i n a r sus no l e d e j a d o r m i r E l c a l v i n i s m o l e s e ñ a l a r á n e r v i o s L o s ojos d e l n i ñ o que se h a n p o- c o n s u h u e l l a t e r r i b l e durante t o d a l a v i d a sado m á s de u n a v e z e n e l c a p i t á n B y r o n M u c h o s a ñ o s d e s p u é s y a entregado a l l i b r e con g r a v e c u r i o s i d a d se fijan en e l r o s t r o e x a m e n l o r d B y r o n r e c u e r d a c o n espanto m a t e r n a l ansiosamente. E l e s p í r i t u i n f a n t i l aquella i n t e r p r e t a c i ó n c r u e l d e l pensamiento no a c i e r t a a d e s c i f r a r l o s enigmas de l a d i v i n o que tanto contrasta c o n l a c o n s o l a d o v i d a ¿P o r q u é e s t á n sus padres separados? ra a m p l i t u d c a t ó l i c a A solas de noche, en ¿P o r q u é e s t á n d e s a v e n i d o s y se querellan el c a s t i l l o de sus antepasados, el n i ñ o padece c o n f r e c u e n c i a? J o r g i t o no l o comprende. e x t r a ñ a s a l u c i n a c i o n e s L a s leyendas f a m i E n aquella a t m ó s f e r a t r i s t e e l n i ñ o contrae liares e v o c a n en t o r n o suyo fantasma. que IÁ. s e r i e d a d p r e m a t u r a y el fondo de m i s a n- lo tienen desvelado, hasta e l amanecer, de t r o p í a que le a c o m p a ñ a r í a en el c u r s o de l o s codos ante l a v e n t a n a que m i r a a l campo. a ñ o s E s inevitable. U n a i n f a n c i a m e l a n c ó R i c o y a l a h o l g u r a le franquea otras l i c a moldea el c a r á c t e r p a r a siempre. L a s 1 tragedias f a m i l i a r e s repercuten e n é l d o l o r o samente. U n n i ñ o desgraciado aprende a s o n r e í r m u y tarde, y c u a n d o s o n r í e suele haber e n sus ojos y en sus l a b i o s u n n o s é q u é de g l a c i a l que n o s i m p r e s i o n a L o r d B y r o n s e r á perdurablemente u n hombre triste que d i v i e r t e sus h a s t í o s e x a l t a n d o l a p e r s o n a l i d a d e n l a a v e n t u r a que i m p l i c a u n r i e s g o J o r g i t o v a a l a escuela m u n i c i p a l c o n l o s d e m á s n i ñ o s de f a m i l i a s pobres. P o r el momento, é l aunque de m u y l i m p i a sang r e es u n menesteroso. S i n embargo, sus maestros, le distinguen y a por su aplicación, y s u m a d r e deseosa de v e r l e b r i l l a r pronto, hace e l sacrificio de p r i v a r s e de l o necesar i o p a r a que u n p r o f e s o r p a r t i c u l a r mejore, c o n sus lecciones, l a e n s e ñ a n z a oficial que recibe l a c r i a t u r a U n d í a C a t a l i n a G o r d o n recibe l a n o t i c i a de que s u m a r i d o h a d e j a do de e x i s t i r E n q u é c i r c u n s t a n c i a s h a desaparecido e l c a p i t á n? U n o s d i c e n que h a muerto de. e n f e r m e d a d otros, que se h a s u i cidado. L a v i u d a l e l l o r a a pesar d e l o s m a los recuerdos que tiene de é l E l a m o r sob r e v i v e a veces a todos l o s castigos que le a p l i c a m o s J o r g i t o n o l l o r a s u o r f a n d a d pero n o o l v i d a a u n padre a q u i e n s i no q u e r í a a d m i r a b a E s e es o t r o r a s g o de s u c a r á c t e r que demuestra l o que h a y de m i s t e r i o s o e n la sensibilidad infantil. ser el d i s c í p u l o d i l e c t o d e l p r o f e s o r D r u r y el m á s prestigioso d e l c o l e g i o d e s p u é s C a m b r i d g e q u e d e b í a o t o r g a r l e el d i p l o m a de Magister artinm. L o s l i n c a m i e n t o s de s u pers o n a l i d a d p o é t i c a se descubren e n sus p r i m e r o s ensayos l í r i c o s J o r g e B y r o n es u n e s p í r i t u ardiente, e n é r g i c o y generoso, c o n frecuentes evasiones a l o i r r e a l y sus versos r e f l e j a n y a todos esos matices de s u c a rácter. A b o r r e c e la mentira, odia l a hipocres í a y a m a l a b r a v u r a sobre todo si e s t á a l s e r v i c i o de u n ideal. S u adolescencia es i n t r é p i d a y caballeresca, pues n o teme a l t u e r te y defiende a l d é b i l S u s pasiones se despiertan c o n igual temprana vehemencia. A los nueve a ñ o s c e r c a de s u p r i m i t a M a r y D u f f esa v a g a t u r b a c i ó n que es como el p r i m e r p r e s e n t i m i e n t o d e i a m o r A l separarse de ella, s u r e c u e r d o l e sigue. P e r o s u verdadera iniciación amorosa debía produc i r s e u n poco m á s tarde. E n la v e c i n d a d de su c a s t i l l o h a b i t a u n a m u c h a c h a m u y bella, que, c o n e l trato, i n v a d e totalmente el c o r a z ó n de J o r g e B y r o n S u r o s t r o le parece el ú n i c o e s p e c t á c u l o d i g n o de ser c o n t e m p l a d o en e l u n i v e r s o P e r o e l m u c h a c h o q u e es de u n a entereza d e c a r á c t e r e x t r a o r d i n a r i o adolece de u n defecto q u e no e s t á reñ i d o c o n e l l a l a t i m i d e z N o l a dice nada concreto. L a m i r a c o n embeleso, y n a d a m á s E n e l c u r s o de sus paseos, él siente a l g u n a vez e l roce i n v o l u n t a r i o de aquel cuerpo adorable, y el contacto c a s u a l de sus manos y l a e m o c i ó n l e hace p a l i d e c e r U n a tarde, estando e n u n b a l n e a r i o M a r y C h a w o r t h es i n v i t a d a a b a i l a r y acepta l a i n v i t a c i ó n J o r ge, i m p e d i d o p o r s u c o j e r a n o puede p e r m i t i r s e aquel placer de tener entre sus b r a z o s l a m u j e r que, c o n su sola presencia, le b a t e f e l i z C u a n d o ella v u e l v e a c o m p a ñ a d a de s u p a r e j a el n i ñ o n o puede r e p r i m i r estas p a labras S u p o n g o que ese s e ñ o r l e es a usted simpático... E l s i n desalentarse, c o n t i n ú a v i é n d o l a y su p a s i ó n le absorbe tanto, q u e o l v i d a que y a h a n t r a n s c u r r i d o l a r g a m e n t e las v a c a c i o nes. A l fin, e l d i r e c t o r d e l c o l e g i o se a l a r ma y acude e n q u e j a a l a madre. E s t a esc r i b e a l p r o f e s o r i n f o r m á n d o l e de que s u h i j o a m a c o n l o c u r a a l a v e c i n a d e l castillo. ¿F i n a l de aquel bosquejo de i d i l i o? E l m a t r i m o n i o de M a r y C h a w o r t h c o n u n h a c e n d a do de l o s alrededores, c o n el c u a l estaba y a en r e l a c i o n e s m i e n t r a s coqueteaba c o n e l n i ñ o A q u e l l a d e c e p c i ó n h i z o m e l l a en l a s e n s i b i l i d a d d e l poeta. Y a no se a p r o x i m ó n u n c a a u n a m u j e r plenamente confiado, sino con p r e c a u c i ó n Conocía su duplicidad, y l a temía... MANUEL B U E N O x LA ENCRUC 11 A D A D E LA PRENSA Interpretaciones Y a e s t á i n a u g u r a d o y c o n todo esplendor, el P a l a c i o de l a P r e n s a Y a e s t á i n s t a l a d a l a P r e n s a en el s i t i o m á s p r i n c i p a l y eminente de M a d r i d en esa e m i n e n c i a de l a d r i l l o rosado que parece empinarse so! e toda l a e x t e n s i ó n de E s p a ñ a como queriendo a b a r c a r l a en s u conjunto. E s u n a verdadera i n s p i r a c i ó n en el doble sentido d e f o r m a y de e m p l a z a m i e n t o E d i f i c i o a f o puesto que a s í se e s t i l a en! e s t é t i c a consaulas; p r i m e r o H a r r p w donde no t a r d ó en t r u c t i v a (ie l a m o d e r n i d a d p e r o reservara-