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A B C V I E R N E S 2 5 D E A B R I L D E 1 9 3 0 EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 7 saboyanos podían ver a sus parientes los s u i zos d i s f r u t a r l o s beneficios de l a n e u t r a l i d a d y de l a paz, i r a sus quehaceres habituales, consagrarse a la agricultura, a la industria, a l comercio, m i e n t r a s ellos i b a n a m o r i r e n tre el p o l v o y el f a n g o de las t r i n c h e r a s de F l a i i d e s P u e s en esos c u a t r o a ñ o s n u n c a se alzó u n a v o z allí p a r a r e c o r d a r que S a b o y a e r a u n a n a c i ó n independiente hacía m e d i o siglo, una nación c u y a personalidad, y cuyo i d i o m a se habían f u n d i d o en l a p e r s o n a l i d a d y, el i d i o m a de F r a n c i a A n i n g ú n i n t e l e c t u a l saboyano se le o c u r r i ó r e c o n s t i t u i r a r tificiosamente l a l e n g u a de los padres, que todavía h a b l a n pastores y labriegos, c o m o base p a r a acusar a F r a n c i a de ÍQS e n o r m e s sacrificios que a S a b o y a se imponían. Y m e figuro cuál h a b r í a s i d o y cuál sería l a a c t i t u d de F r a n c i a e n t e r a si en C h a m b e r y o en A n n e c y a n t i g u a s capitales del ducado, sedes antaño de l a dinastía q u e a ú n hace b r i l l a r el n o m b r e d e l país e n e l m u n d o se h u biese i n i c i a d o u n m o v i m i e n t o semejante. P e r o ¿e s q u e l o s h i j o s de ese país n o l o a m a n? D i f í c i l m e n t e se h a l l a r á gente m á s a p a s i o n a d a del suyo que los saboyanos. ¿E s que el p e n s a m i e n t o de los n a c i d o s allí se h a constreñido, d e f o r m a d o p o r tener que p r o d u c i r se en l e n g u a d i s t i n t a de l a v e r n á c u l a? N i los e s c r i t o r e s n i los artistas, n i los p r o f e s o r e s c o n a u t é n t i c a e m i n e n c i a u n i v e r s a l que de allí h a n s a l i d o p a r e c e n n o t a r l o ¿E s que n o tienen s e n s i b i l i d a d p a r a darse c u e n t a de l a m e r m a q u e s u p e r s o n a l i d a d s u f r e p o r el h e c h o de que, e n v e z de ser c i u d a d a n o s d e l peq u e ñ o E s t a d o saboyano, l o sean- -desde b ace sesenta a ñ o s- -d e l E s t a d o f r a n c é s? S e r í a g r o t e s c o i m a g i n a r l o E s que desde el p r i m e r instante c o m p r e n d i e r o n que, a l f u n d i r s e c o n u n a g r a n nación, c a m i n a b a n e n el sentido d e l p r o g r e s o s u p r i m i e n d o f r o n t e r a s es dec i r obstáculos a l a f r a t e r n i d a d en vez de pbstinarse en mantenerlos o fraguarlos. P e r o F r a n c i a t a m p o c o h a b r í a dejado que u n a l a b o r t a n a v i e s a se llevase a cabo i m p u nemente. D e s d e el p r i m e r m o m e n t o puso m a n o e n l a escuela p r i m a r i a m o l d e a n d o e l a l m a de las g e n e r a c i o n e s j ó v e n e s c o n ese e n v i d i a b l e i n s t r u m e n t o de c u l t u r a de f o r m a c i ó n e s p i r i t u a l y de i n f l u e n c i a política que es el M a g i s t e r i o f r a n c é s Y a l a vez observó atentamente a l a ínfima m i n o r í a que se h a bía opuesto a l p l e b i s c i t o D e haber s u r g i d o meneurs p a r a u n m o v i m i e n t o f r a n c a o sinuosamente secesionista, h a b r í a caído i n e x o r a b l e m e n t e sobre ellos c o m o sobre t r a i d o res. Y l a sanción h u b i e r a s i d o tanto m á s f á c i l c u a n t o m á s acaudalados h u b i e s e n s i d o estos sembradores de c i z a ñ a N o resultó n e cesaria n i n g u n a medida represiva. P o r q u e allí n a d i e h a m o s t r a d o j a m á s- -a t r a v é s de catástrofes y g u e r r a s de que podían haber estado exentos s i n o h u b i e s e n f o r m a d o p a r t e del E s t a d o f r a n c é s- -q u e l a desaparición de l a p e r s o n a l i d a d n a c i o n a l y de l a lengua- s a b o y a n a s h a y a l e s i o n a d o e n l o m á s mínimo n i n g ú n fin h u m a n o n i n g u n a a s p i r a c i ó n h o n r a d a de c u l t u r a de e c o n o m í a de ciencia de arte, de los h i j o s de a q u e l l a t i e r r a U n a sola g e n e r a c i ó n h a pasado p o r las escuelas f r a n cesas, u n a sol l í a bastado p a r a que e n e l i d i o m a de F r a n c i a se l e a y se vote, se t r a f i que y se ame, se a f r o n t e n y r e s u e l v a n todos los p r o b l e m a s de l a v i d a y se recen las p r e ces de los m u e r t o s TUAN PUJOL LA VIDA EN NUEVA YORK C o n ritmo de fox C u a n d o se l l e g a por p r i m e r a vez a u n a v i e j a c a p i t a l europea, siente u n o sobre sí l a g r a v i t a c i ó n de u n arte y de u n a h i s t o r i a q u e v i v e n a ú n y v i b r a n e n sus piedras, c a l l e j a s y museos. L a tradición absorbe u n c a u d a l de c u r i o s i d a d que deberíamos i r h u- -No. Y sigue c o r r i e n d o nuestra sección de anuncios por Y en el subway, i g u a l ¿E l t r e n de I s l a n d? palabras clasificados en secciones. -N o sé. E x t r a n j e r o ¿Italiano? E n ellos encontrará constantemen- -No. te asuntos que pueden interesarle. -i F r a n c é s? -No. Y da m e d i a v u e l t a despectiva p a r a inter r o g a r l u e g o a u n indígena, o a u n francés, ¡nanamente saciando en l a v i d a a c t u a l y p a l o a u n i t a l i a n o de q u i e n pueda obtener r á pitante, y s i nos creemos obligados a posar p i d a m e n t e l a i n f o r m a c i ó n deseada. l a r g a m e n t e n u e s t r a m i r a d a sobre los v e s t i L a c a l i d a d de e x t r a n j e r o n o se denuncia g i o s d e l pasado, es a expensas de l a v i d a aquí p o r el i d i o m a n i p o r l a fisonomía. F. c i r c u n d a n t e y s a n g u í n e a que m a n a a b o r inglés d e l y a n q u i es a r b i t r a r i o y b a r r o c o r e botones, p o r las calles. P u e s en N u e v a Y o r k c a r g a d o de n e o l o g i s m o s y l i b e r a d o de l a s i n sucede l o c o n t r a r i o el f l u i r estremecido de t a x i s Y s i a ello se a ñ a d e que el i t a l i a n o o las m u l t i t u d e s c o n sus gestos, p a l a b r a s y h i j o de e m i g r a n t e s i t a l i a n o s el f r a n c é s el afanes, ocupa y p r e o c u p a y c o l m a t o d a l a r u s o el alemán, el portugués, el c h i n o h a c a p a c i d a d c o n t e m p l a t i v a d e l espectador. b l a n esa inglés c o n p r o s o d i a y hasta c o n P a s e a n d o p o r las a n c h a s arterias n e o y o r m o d i s m o s i n t r u s o s de s u país, c o n c l u i r e m o s q u i n a s y frecuentando las rutas d e l subway, que no e x i s t e u n i d i o m a específico, y que puede uno l l e g a r a aprehender el a l m a a l a u n a pronunciación i n c o r r e c t a no es i n d i c i o vez autóctona y e x ó t i c a c o m p l e j a e i n e x seguro de e x t r a n j e r í a s i e m p r e que ni i n d i t r i c a b l e que d i c e n que tiene JS ueva Y o r k v i d u o pueda s e g u i r fluentemente l a c o n v e r (P e r o y o creo que l o que tiene es u n g r i l l o sación. de fox m e t i d o en l a c a b e z a Sus fastos y L a ú n i c a p r e g u n t a de simpatía que le miserias, su libertad y esclavitud, cruzan, d i r i g e n a u n o en N u e v a Y o r k- -y eso, en l a en t o r b e l l i n o por las avenidas, c o n f u n d i d o s barbería, en e l h o t e l e n el restaurant y e n y entrelazados, f o r m a n d o u n a e n t i d a d h o todas partes donde se p o n g a u n o a h a b l a r m o g é n e a en que cada grupo, cada e s t r a t i con u n a m e r i c a n o- es l a s i g u i e n t e ficación, cada h o m b r e se a i s l a n e i n d i v i d u a l i z a n dentro ae l a masa, y l a m a s a m i s- ¿C u á l es s u business- -su negocio? m a parece a j e n a a sus componentes. D e s E l business p o r todas partes. C a z a d o r e s de m i s p r i m e r o s pasos p o r B r o a d w a y no se f u r t i v o s de l a o p o r t u n i d a d ojo a v i z o r y u n m e a p a r t a de l a m e m o r i a este apotegma de rifle esperando l a p i r u e t a f u g a z del t r i u n f o C h e s t e r t o n que se diría expresamente esen el a i r e E n Manhattan Transfer, de J o h n crito para N u e v a Y o r k L a ciudad indusD o s P a s s o s t r a d u c i d o a l castellano p o r t r i a l c o n c i b a el m á x i m u m de congestión José R o b l e s u n v i e j o y u n j o v e n c o n v e r c o n el m í n i m u m de c o m u n i ó n N o se c a n s a n en el m u e l l e sa u n o de r e c o r r e r sin r u m b o e x t r a v i a d o -U n millón de dólares daría y o- -d i c e las calles n e o y o r q u i n a s p e r d i d o en l a m a s a el v i e j o- p o r saber a q u é v i e n e n estos exanónima, c a m i n a n d o c o m o ella, de p r i s a tranjeros. S i l b a n d o u n fox. C r u z a n d o a l trote, de ace- -A b u s c a r ese m i s m o m i l l ó n- -c o n i c s t a el r a a acera. S o r t e a n d o l i b r e y alegremente j o v e n- ¿N o es este el país de l a o p o r t u los p e l i g r o s de l a circulación. (E n N u e v a nidad? Y o r k el policeman m a n d a en los vehículos, -U n a cosa s é y es que c u a n d o y o e r a pero no tiene a u t o r i d a d sobre el a l u d h u m u c h a c h o n o v e n í a n m á s que irlandeses, mano. L o s peatones saltan deportivamente, p o r p r i m a v e r a c o n el p r i m e r b a n c o de sáy e s q u i v a n c o n destreza las a r r e m e t i d a s del b a l o s Y a n o h a y sábalos, y esa gente automóvil, s i n que nadie pueda contener su D i o s sabe de donde v i e n e a c e l e r a m i e n t o) T o d o se estremece con r i t m o de fox: h o m b r e s y cosas. -E s el país de l a o p o r t u n i d a d Y de l a m i s m a n o v e l a recuerdo que u n P e r o es u n a c i u d a d d u r a y egoísta. D o n obrero francés preguntaba a o t r o de no prende l a simpatía. L a s m u j e r e s c o- ¿E s p o s i b l e que a t i te guste este r r e n p o r las avenidas con ceño i n d i f e r e n sucio país? t e los hombres, abriéndose paso a empeño- ¿P o r qué n o? T o d o es i g u a l E n F r a n nes. C o n su fox, c o n su chiclet, c o n su p u r o c i a te p a g a n m a l y v i v e s b i e n aquí, te o con. su candy. E n d e t e r m i n a d a s vías y a pagan bien y vives m a l horas determinadas, el policeman c o r r i g e ¡a Y sobre t o d o aquí, en N u e v a Y o r k d i r e c c i ó n del transeúnte, dándole u n golpe e x i s t e el flujo y r e f l u j o de los m i l l o n e s en el h o m b r o y lanzándole, s i n m i r a r l o dos Y l a oportunidad. L a oportunidad con aire palabras a v a r a s O t h e r s i d e (P o r l a o t r a de fox. E n l a S e x t a A v e n i d a a las p r i m e a c e r a) N i en l a calle, n i en el Metro, n i en ras h o r a s de l a m a ñ a n a se fijan, en a l el t r a n v í a siente uno sobre sí l a m i r a d a de g u n o s p o r t a l e s las o f e r t a s de colocación, los demás. C a d a c u a l a su business. C a d a escritas a mano, m u y concisamente: C a c u a l c o n su fox, c o n s u chiclet, c o n su p u r o m a r e r o p a r a restaurant, 30 d ó l a r e s (a l a y c o n su candy. H a y n a t u r a l m e n t e m u c h o s semana, se sobrentiende) C a j e r a p a r a c a tipos e x t r a v a g a n t e s pero nadie tiene aquí l a f e t e r í a 20 d ó l a r e s J o v e n p a r a f r e g a r sensación de ser contemplado, y menos t r a platos. 15 d ó l a r e s T r a d u c t o r- e s c r i t o r tado c o m o e x t r a n j e r o E n el Metro, l a g e n 30 d ó l a r e s etcétera. T o d a clase de e m te v a abstraída en l a l e c t u r a de su p e r i ó d i pleos p a r a toda clase de h o m b r e s y m u co, generalmente u n tabloid- -un periódico jeres. L o s s i n t r a b a j o -h a y c e r c a de u n de sucesos y crímenes s e n s a c i o n a l e s- en millón en toda l a c i u d a d- -s e detienen e n l a calle, c o r r e y b r i n c a c o n el maletín o l a l a acera, s i l b a n d o su fox, el p u r o e n l a boca, c a r t e r a en l a mano. E n el Metro, el fox es m e d i t a n d o acaso en el tanto p o r ciento de sordo, porque sale de u n g r a m ó f o n o t a p a oportunidades que se esconde en los 20 d ó d o en l a calle, ensordecedor y d e l i r a n t e c o n lares de u n oficio subalterno y- -e n l e n g u a j e jass- band. S o r p r e n d e l a s u m a de i n d i v i d u o s e u r o p e o- -v i l l a n o y degradante. L a v i d a de que, sin l a presentación de u n gesto o de A m é r i c a es t a n f e c u n d a en sorpresas, que u n a p a l a b r a de cortesía, s o l i c i t a n i n f o r m a cualquier cosa s i r v e de t r a m p o l í n a l a o p o r ciones topográficas. t u n i d a d E s el país d o n d e n u n c a se pierae- ¿L a D é c i m a C a l l e? -p r e g u n t a a lo mel a esperanza. Y de ahí el o p t i m i s m o del neoj o r u n alemán típico, sin detener su m a r c h a y o r q u i n o y s u perpetua a l e g r í a i n t e r i o r u n a- -N o sé. alegría inconsciente e i n d i v i d u a l i s t a t r a d u- ¿Extranjero? c i d a e n el r i t m o e n v o l v e n t e y g e n é r i c o- -Sí. d e l fox. ¿Alemán? E l público debe leer diariamente 1