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A B C. MIÉRCOLES 30 D E A B R I L D E 1930. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. DE ECOS SOCIEDAD DI VERSOS i g n o r a r l a m á s f u n d a m e n t a l de las c o s t u m bres sevillanas. Yo. -Naturalmente. P e r o y o no tengo l a c u l p a de ser forastero en S e v i l l a M e encontré abochornado, solo, de pie, en medio de u n a c o n c u r r e n c i a sentada hacía y a t i e m po, a quien n o conocía. Ella. ¡El p o b r e Y a en vísperas de m o r i r s e y, s i n embargo, todavía c o n rubores de c o l e g i a l a Yo. -Palabra de h o n o r que estuve a z o r a do. T a n a z o r a d o que, por m i gusto, h u b i e r a s a l i d o c o r r i e n d o U n señor de l a d i r e c t i v a del C í r c u l o s i n embargo, se levantó, v i no a mí, me llevó a u n a mesa y me p r e sentó a unas muchachas. N o sé ni s i q u i e r a su n o m b r e pero desde aquí le envío m i agradecimiento. Ella, -Vamos que, a l final, comió usted y por añadidura en buena compañía. Yo. -Encantadora. C o m o v e c i n a de mesa tuve a u n a señorita de Casso. P o r m u c h o tiempo que pase n u n c a olvidaré su a f a b i l i d a d y su compasión p a r a c o n m i g o S o b r e todos, le a g r a d e c í aquellos p r i m e r o s i n s t a n tes en que ella hablaba sola, porc; t: e y o no h u b i e r a sabido qué decir. ¡F i g ú r e s e u s t e d E s t a b a n a l final de l a c o m i d a y h u b i e r o n de pasarme todos los platos y a s e r v i d o s Ella. -Comprendo, entonces, que al p r i n c i p i o e s t u v i e r a usted s i l e n c i o s o tenía usted que r e c u p e r a r el tiempo p e r d i d o y o -S i n guasa, o t r a vez. C u a n d o pude t r a n q u i l i z a r m e v i que en l a mesa p r e s i d e n c i a l donde estaban infantes y autoridades, se h a l l a b a también u n a m u c h a c h a más bien morenita y bonita a r a b i a r Teresa A r j o n a porque hasta a v e r i g ü é su nombre. E n m i m i s m a m e s a h a c i a el centro, columbré u n r o s t r o c o n o c i d o en m i S e v i l l a del pasado octubre el de E l i s a V á z q u e z ¡Y qué r o s t r o C o m o tostado de sol, c o n unos ojos reidores en los que l a m i r a d a es g r a c i a Y el r o s t r o estaba sobre el cuerpo b o n i t o que y a conoce usted, y que aquella noche se modelaba c o n uno de esos vestidos estampados, cuyo c o l o r i d o hablaba de u n a p r i m a v e r a que por este año nos h a n b i r l a d o en Sevilla... Ella. ¿Ha t e r m i n a d o usted y a ¡N o es usted n a d i e p r o n u n c i a n d o d i s c u r s o s ¡H a y que v e r hasta dónde llega u n estómago a g r a decido... Yo. -Basta. Enmudezco. Ella. ¡Patapún... Se me h a ofendido usted. Yo. -No, h i j a n o si v o y conociendo y a a S e v i l l a y por lo tanto a las sevillanas. A q u í son ustedes capaces de m a r e a r a c u a l q u i e r a con sus guasitas. S i n embargo, q u i e ro ser leal y a d v e r t i r l e que a mí resulta m u y difícil t o m a r m e el pelo. Ella. -Porque alardea usted de tener m u cho i n g e n i o ¿no es a s í Yo. -Tampoco. P o r q u e tengo u n a c a l v a que me l l e g a hasta los t a l o n e s -G i l de Escalante. P A G az, Diálogo sin importancia. L a m u chacha sevillana ¿Q u é cómo le v a a usted por m i t i e r r a Yo. -Perfectamente. Ella. -Lo dice usted en u n tono tan n a t u r a l que estaba por 110 creérmelo. Yo. -Pues ¿c ó m o quiere usted que l o d i ga... Ella. -Más exaltado, con más a l m a con más c a l o r Yo. -Alto. P a s o por lo de l a exaltación y h a s t a p o r l o del a l m a L o del c a l o r s i n e m b a r g o no puede pasar con u n tiempo com o el que v i v i m o s Ella. -Lo del m a l tiempo, es hecho gener a l en t o d a E s p a ñ a Yo. S i v i e r a usted qué poco me consuel a tal afirmación, encontrándome en S e v i l l a Y a sé que la culpa no es de usted n i de sus p a i s a n o s pero l a v e r d a d es l a v e r dad y los forasteros hemos v e n i d o a S e v i l l a c o m o q u i e n viene a pasar u n a t e m p o r a da de v e r a n o como a otras a n t e r i o r e s F e r i a s c o n l i g e r a s ropas y c o n u n a telita de cebolla p o r gabán. Ella. ¿Total... Yo. Resumiendo, si usted q u i e r e que h o y p o r h o y las frases en S e v i l l a no pueden e x p r e s a r s e con demasiado calor. E s t o sentado, usted m e j o r que nadie está en el secreto de m i a m o r p o r S e v i l l a ¿Q u i e r e usted u n a reciente p r u e b a Ella. -Venga. Yo. -Antes de anoche m i s m o yo, a l a puerta de m i hotel, y vestido de smoking, era l a perfecta estampa d e l h o m b r e que titubea. Ella. -Hasta a h o r a no veo el a m o r por parte a l g u n a como no sea el a m o r p o r l a manzanilla. Yo. -No, no se trataba de u n titubeo c o r p o r a l de esos que f u e r z a n al h o m b r e más e q u i l i b r a d o a t r a z a r eses sobre las a c e r a s se trataba de u n titubeo de espíritu. ¿A dónde i r a c e n a r Ella. -Vamos... E l titubeo tampoco era de e s p í r i t u era. más b i e n de estómago. Yo. -Sin guasa. Y o sabía que en el A l f o n so X I I I había u n a c o m i d a a l a a m e r i c a n a y en el pabellón de L a b r a d o r e s l a c o m i d a l l a m a d a t r a d i c i o n a i m e u t e oficial. A dónde ir... Ella. -A los dos sitios, h o m b r e de D i o s L o s cronistas de sociedad tienen ustedes u n a b i e n c o n s e g u i d a f a m a de tragones. C o n c o m e r lo que buenamente h u b i e r a p o d i d o en c a d a parte salía usted del paso. Yo. -Pues yo elegí l a caseta de l a F e r i a E n el A l f o n s o estaban casi todas las m u c h a chas de M a d r i d y en cambio, en L a b r a d o res casi todas las de S e v i l l a N o dudé m u c h o tiempo y m a r c h é h a c i a l a F e r i a ¿C o m i e n z a usted a entrever m i a m o r a l a c i u dad... Ella. -Una miajita. Yo. -Ya es algo. L a gente de M a d r i d en cierto modo, es m i gente, y puedo hasta p r e s c i n d i r de ella por unos días, p r e c i s a m e n te porque nos tratamos con más confianza. A l a de S e v i l l a sólo l a veo de tarde en tarde. ¡Q u é tonta m i d u d a A v e r u n taxi. C h o f e r i t o b a j a l a b a n d e r a y p i s a el acel e r a d o r a l a caseta de L a b r a d o r e s Ella. -1 M u c h a gente... Yo. ¿Lo p r e g u n t a u s t e d s e v i l l a n a que, seguramente, se encontraba allí? D e todos modos l a s pasé n e g r a s como dicen pollos m a d r i l e s Ella. ¿N o quedaba c o m i d a cuando usted llego... Yo. -Quedaba. P e r o yo creí que aquello de l a c o m i d a o f i c i a l aparte S Ü pomposo tíiylo, era una c o m i d a corno otra cualquier a U m llegaba, ocupaba u n a mesa, pagaba EU cubierto y en paz. Ella. -Pero ¡h i j o de m i v i d a E s o es í; D e s p u é s de l a c o m i d a a s i s t i e r o n también, muchas y d i s t i n g u i d a s personas, y el c u a dro flamenco que d i r i g e el maestro R e a l i t o ejecutó sus clásicas danzas. A i c h a l a H e brea cantó u n a c o p l a que decía a s í ¡Que viva m i Andalucía! ¡Que viva Su Alteza Real! ¡Vivan los R e y e s de E s p a ñ a de nobleza sin igual! i L a cantaora didas. y la copla fueron muy aplau- M a ñ a n a en el chalet del T i r o de P i c h ó n se celebrará u n a l m u e r z o en h o n o r de S u M a j e s t a d el R e y y c o m o homenaje de adhesión que hacen a S u M a j e s t a d todos los t i radores de E s p a ñ a E n l a t i r a d a correspondiente se disputará el g r a n P r e m i o A l f o n s o X I I I Se encuentra en S e v i l l a donde p a s a r á n u n a t e m p o r a d a l a señora v i u d a de S a l a z a r con su h i j a l a condesa d e l V a l l e de S a l a zar, y l a señorita de C a b a n i l l e s h i j a de l a m a r q u e s a de V i l l a r e a L o s condes de B i a n d r i n a y su bella h i j a M a r u j a permanecerán en S e v i l l a hasta m e diados de m a y o C o n toda f e l i c i d a d h a dado a l u z u n a h e r m o s a niña l a d i s t i n g u i d a esposa de D t e r n a n d o R i v e r o Q u i j a n o h i j o de los condes de l a M e s a d a A y e r en l a i g l e s i a p a r r o q u i a l de S a n P e d r o recibió l a recién n a c i d a las aguas del B a u t i s m o de manos del p á r r o c o D José V i d e s Sacristán. Se le i m p u s o el n o m b r e de M a r í a F e r n a n d a F u e r o n p a d r i nos los Sres. de A r j o n a y F e r n á n d e z de P e ñaranda (D M a n u e l) general de A r t i l l e r í a y caballero M a e s t r a n t e abuelo de l a n u e v a c r i s t i a n a celebrándose el acto en f a m i l i a p o r el luto que g u a r d a n los S r e s A r j o n a LA FERIA D E ABRIL D u r a n t e l a mañana del cuarto día de F e r i a el R e a l estuvo animadísimo, pese a las descargas cerradas de las nubes, que n i p o r esas l o g r a n hacer bajas en las filas de los p a r t i d a r i o s de n u e s t r a fiesta castiza. A las once, Sus A l t e z a s las infantas doña B e a t r i z y doña C r i s t i n a con su cortejo de caballistas, e n t r a r o n en el F e r i a l siendo aclamadas, como de costumbre, por el p ú blico. E l teniente de alcalde D M i g u e l B e r m u do, delegado de F i e s t a s acompañó a caballo a las regias personas, que f u e r o n i n v i tadas en l a p o p u l a r caseta Er 77, donde l o s socios, en u n gesto m u y s e v i l l a n o a r r a n c a r o n l a b a r a n d i l l a p a r a que Sus A l t e z a s p u d i e r a n e n t r a r a caballo. L a s infantas f u e r o n vitoreadas y a p l a u d i das c o n entusiasmo p o r- los castizos de Er 77, que este año es- la g r a n atracción de la Feria. T a m b i é n f u e r o n obsequiadas Sus A l t e z a s en l a caseta. de D M i g u e l B e r m u d o quien las acompañó hasta las p r o x i m i d a d e s del A l c á z a r cuando se r e t i r a r o n P o r l a tarde, no obstante lo desapacible del tiempo, no f a l t a r o n los valientes, que f o r m a n legión, bailándose en l a m a y o r í a de las casetas, como a s i m i s m o ocurrió durante l a noche. E n l a número 87, doce amigos de buen h u m o r todos ellos personas graves, c o n s u m i e r o n c o n absoluta seriedad ricos caldos de S a n l ú c a r y no menos ricos empapantes, i n v i t a n d o con ellos a sus numerosas a m i s tades, h a c i e n d o los honores el a m i g o A d o l f o Rivas. P e r d ó n se nos fué el n o m b r e L a iluminación lució a las m i s m a s h o r a s de los días anteviore aunque d e s p r o v i s t a p o r o b r a y sin gracia del agua, de los f a r o l i l l o s papeleros, que tanto carácter le dan. E s p e j e m o s a. hoy, p a r a ver si quiere l u c i r el S o l ese S o l nuestro que nos h a jug ado esta F e r i a tina partida serrana. ¡C o m o no salga, nos v a a o i r! A n o c h e el cabaret A n d a l u c í a se vio h o n r a d o a l a h o r a de comer, c o n l a presenc i a de Sus A l t e z a s Reales el infante don J a i m e y los infantes D José E u g e n i o y D L u i s F e r n a n d o de B a v i e r a y el p r i n c i pe D C a r l o s E n l a mesa de los infantes, que p r e s i d i a D J a i m e se encontraban l a señora v i u d a de C a r b ó y las señoritas de U r q u i j o P e l á e z Ri. estra, M o r e n o J u r a R e a l G u a d a l h o r c e L i ñ á n y T o r r e Ocaña. T a m b i é n asistían a l a c o m i d a las duquesas de M e d i n a c e l i y S a n t a C r i s t i n a m a r q u e ses de C o m i l l a s y S a n t a F e condesas de V i l l a tozcos, N u l e s V i l l a d a Y e b e s B u l n e s y C a m po A l a n g e baronesa de las T o r r e s y señoras y señoritas de A r g ü e s o Güell, H o yos, Y b a r r a (C o n c h a) C a s t r o C á r n i c a A r i tio, González Tablas, G a r n i c a (D Pablo) A r g u e l l e s- -h i j a del m i n i s t r o de H a c i e n d a- Schulthes, M o r a y G a r a y C o l l a d o E s t e b a n v i u d a de Y b a r r a M u g u i r o (D M i g u e l Á n g e l) U n i ó n de C u b a
 // Cambio Nodo4-Sevilla