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A B C. DOMINGO 4 DE MAYO DE 1930. E D I C I Ó N D E ANDALUCÍA P A G 47. SOLEMNE REPARTO DE PREMIOS D E LA COMISARIA ALGODONERA E n l a F a c t o r í a de T a b l a d i l l a de l a C o m i saría A l g o d o n e r a del E s t a d o t u v o l u g a r a y e r el solemne reparto de premios, correspondiente a l a campaña de 1929- 30. E l salón de actos estaba totalmente o c u pado p o r agricultores. P r e s i d i ó e n representación de S. M el R e y el d i r e c t o r general de A g r i c u l t u r a m a r ques de R u c h e n a tomando asiento en l a m e s a p r e s i d e n c i a l autoridades y representaciones de las m i s m a s de S e v i l l a a m á s del c o m i s a r i o r e g i o general A c h a presidente de l a C á m a r a A g r í c o l a de S e v i l l a S r H u e s c a y otras C á m a r a s p r o v i n c i a l e s A b i e r t a l a sesión, h i z o usó de l a palabra el c o m i s a r i o regio, general A c h a Se ocupó de l a c r i s i s t e x t i l n a c i o n a l e x a m i n a n d o sus causas. Manifestó que había que intensificar e l c u l t i v o del algodón, como m e d i o m á s directo p a r a l l e g a r a s u solución. L a c r i s i s- -d i j o- -n o es fácil r e s o l v e r l a t a n sólo c o n las p r i m a s a l a exportación. L o mej o r l o m á s viable, es i n d e p e n d i z a r l a indust r i a n a c i o n a l i z a n d o el producto. E l o g i ó los trabajos llevados a cabo p o r l a Comisaría A l g o d o n e r a y terminó e x h o r t a n do a todos a p e r s i s t i r en el empeño patriótico emprendido, c o n tantas probabilidades de éxito Seguidamente el secretario general, dot; M a n u e l B a r s a n a l l a n a procedió a l a l e c t u r a de l a M e m o r i a correspondiente a l año act u a l poniendo de manifiesto, c o n datos precisos, el avance conseguido en los resultados de l a l a b o r p r o s e g u i d a p o r l a Comisaría Algodonera. L u e g o dio l e c t u r a a l fallo del J u r a d o del C o n c u r s o de P r e m i o s que es como s i g u e Base Segunda. Servicios de propaganda y defensa del cultivo realisados por agentes y los capataces oficiales y particulares de indiscutible importancia. M e d a l l a s del M é r i t o A g r í c o l a de bronce, g r a t u i t a de concesión y uso, a D R a f a e l R o m e r o C a n d a u agente de M a r c h e n a (S e v i l l a) D Joaquín C a m p o s B l a n c o agente de C o r i a d e l R í o (í d e m) D F r a n c i s c o Rodríguez Ojeda, agente de C a r m o n a (í d e m) D E m i l i o Cuesta L ó p e z agente de V i s o del A l c o r (í d e m) D M o d e s t o B e r r a- quero V e r a agente de L a n t e j u e l a (í d e m) D V i c e n t e M o) a n o C a m p o s agente de Puente Genil (Córdoba) D Pedro Martínez D í a z agente de V i l l a l b a del A l c o r (H u e l y a) D F r a n c i s c o Cabello D e l g a d o agente ele P a t e r n a del C a m p o (í d e m) d o n A r t u r o G i r a l t H e r n á n d e z agente de A l mendral (Badajoz) D José M a r í a P a s t o r M o r e n o D M a n u e l Romero Peña, D Pedro Gutiérrez Calderón, D Jqaquín M a r t í n L ó p e z D A n d r é s Jiménez González, D José M a n f r e d i Jiménez, D J u a n B a r c i a M á r q u e z D M a n u e l Díaz Barrera, D Manuel Espinosa Carmon a v C o m u n i d a d de L a b r a d o r e s de Fuentes de A n d a l u c í a L a desinteresada y b r i l l a n t e cooperación prestada a l a Comisaría A l g o d o n e r a del E s tado en s u instalación de l a E x p o s i c i ó n I n t e r n a c i o n a l de B a r c e l o n a p o r las entidades y personas que luego se m e n c i o n a n merecen, a j u i c i o unánime del J u r a d o u n a muest r a de l a a l t a estimación en que se h a n ten i d o sus aportaciones, y a fin de d a r f o r m a a su propuesta, e s t i m a se confeccione u n modelo artístico de d i p l o m a de cooperación, en cuvo t e x t o se rememore! a prestada p o r las entidades que se citan a continuación, con ocasión de dicho C e r t a m e n C e n t r o A l g o d o n e r o de B a r c e l o n a C o m pañía N a c i o n a l de H i l a t u r a s de í d e m F á bricas M a r q u e s S. A de í d e m Sucesores de A S c r r a y F e l i ú de í d e m L a E s p a ñ a I n d u s t r i a l de í d e m S o b r i n o s de F r a n c i s c o G u a s c h P r e s a s de í d e m C A H i l a t u r a s de F a b r a y CoatSj de í d e m S. A S e r r a de í d e m Bastos y C o m p a ñ í a S. en C de í d e m señora v i u d a de F e r n a n d o C a r n é de í d e m D J a i m e R i b o de í d e m E l i a s S c r r a v i ñ a l s de í d e m G r a c i a y F c r r a t é de í d e m d o n M a n u e l F e r r e r sucesor de B T a r a s c ó de í d e m D D a n i e l B l a n c h a r t de T a r r a s a (B a r c e l o n a) H i j o s de F r a n c i s c o V i d a l de T o r e l l ó (B a r c e l o n a) D S a t u r n i n o Sans M a r t o r c l l de T o r t o s a (T a r r a g o n a) y d o n R a m ó n M o r e n o y M o r e n o de B a r c e l o n a T a m b i é n se procedió a l a entrega de las siguientes condecoraciones del concurso del año a n t e r i o r G r a n d e s cruces del M é r i t o A g r í c o l a don E m i l i o Torres R e i n a y D Federico Crespo Zorrilla. Comendadores de número de l a m i s m a O r d e n D E d u a r d o Butler y Orbeta y don Manuel Lobo López. C A L V O S ST JPI 5 ECAX. VOS C a s p a y g r a s a C a d a a ñ o h a y m á s cabello c o n 3 a loción P E N U M B R A d e l D r G o y a rrola. E n fnrmn. nía. s v ncrfnmorfao Tesnivo d e l a Exposición lijemos siaeB icasiia D o s íjr i? los C o n c i e r t o s por la Sociedad Coral Base cuarta. Propuesta de recompensas honoríficas extraordinarias. G r a n d e s cruces de l a O r d e n d e l M é r i t o A g r í c o l a D José B e n j u m e a Z a y a s p o r l a extensión, constancia y esmero de sus c u l tivos D R o m u a l d o A r i a s de R e i n a p o r l a extensión constancia y esmero de sus c u l tivos D M a n u e l G a r c í a Barzanallíina, v o cal secretario general de l a Comisaría, p o r su a c t i v a gestión a d m i n i s t r a t i v a y desvelo c o n s t a n t e e n f a v o r del buen s e r v i c i o E n c o m i e n d a s o r d i n a r i a s de l a m i s m a O r den D H i l a r i o R a m í r e z F i t o D J u a n M a nuel S á n c h e z de P u e r t a D F r a n c i s c o Q u i n tanilla V e g a D D a n i e l H e r r e r a Ortiz, don J e r ó n i m o D o m í n g u e z P é r e z de V a r g a s d o n J u a n D o m í n g u e z y Osborne, b a r ó n d e G r a c i a R e a l y D F r a n c i s c o de P G o n z á l e z Palou. M e d a l l a s de b r o n c e de l a m i s m a O r d e n D M a n u e l Brenes García, D Juan H u m a nes H u m a n e s D José O l i v a M o n t e s D T r i n i d a d V e g a A m a r i l l o D F e r n a n d o Jiménez Fernandez, p Rafael A r q u e z a Fernández, rfeó Cátala de bajo l a d i r e c c i ó n d e l MAESTRO- LUIS de l a MILLET Ofrenda Exema. Biputfación Provincia! é B a r c e l o n a CIUDAD a DE SEVILLA beneficio de l a A s o c i a c i ó n d e C a r i d a d y con motivo de su Certamen. Prlísser mayo C o t s c t e r i o f Lunes, 5 de 1 c, 3o, a l a s í o y m e d i a de l a n o c h e Ss? rjím ¡nidio Concierto: 7 de mayo fc; 3o Miércoles a las seis de la tarde. F i n a l m e n t e h i z o uso de l a p a l a b r a en re presentación de S. M el R e y el d i r e c t o r general de A g r i c u l t u r a marqués de R u chena. H i z o declaración de l a representación que llevaba y que l e inducía a hablar. E l o g i ó a S e v i l l a cuyo ambiente da realce a c u a l q u i e r manifestación que en ella tenga l u g a r D i j o que se daba cuenta de l a transcendencia de hablar de a g r i c u l t u r a en S e v i l l a que e q u i vale a decir a g r i c u l t u r a n a c i o n a l ¿C u á l es la significación de este a c t o? -s e p r e g u n t ó- ¿Recompensas al final de l a j o r n a d a? Y o veo algo m á s l a constante renovación de los cultivos. A cada paso oímos l a p a l a b r a c r i s i s en sus distintos aspectos. L a c r i s i s del t r i g o del aceite y del v i n o nos h a b l a de l a necesidad de ensanchar los moldes de l a a g r i c u l t u r a española. E s t a c r i sis, ¿n o h a de tener solución? Sí, pero h a y que estudiar l a pauta a seguir. Tenemos que ver qué necesitamos y no tenemos, y estudiar l a c o r r i e n t e i m p o r t a d o r a del país. Q u é necesita el e x t r a n j e r o de nosotros y qué podemos dar. E n realidad, clamos millones por productos que aquí podemos p r o d u c i r S e g ú n los datos aquí expuestos p o r el secretario, vemos hasta qué punto podemos cosechar algodón. E n el año de 1928, hemos pagado a l e x t r a n j e r o p o r algodón 209.970.018 pesetas. l i e aquí u n a fuente de riqueza española p o r explotar. Desde este sitio, y desde donde pueda, liaré p r o p a g a n d a intensa de estas cifras tan elocuentes. E n 1928, p o r concepto de tabaco, h a n s a lido de E s p a ñ a 177.401.800 pesetas, y de ellas, 154.575.580 pesetas corresponde a 30 millones de k i l o s de tabaco en r a m a ¿Y no vemos, señores, cómo se puede p r o d u c i r t a baco en España, i g u a l que en el e x t r a n jero? V e d además, l a cantidad de jornales p r o pios p a r a mujeres y niños, dada l a s u a v i d a d del trabajo del tabaco. H a s t a en h o r t a l i z a s E s p a ñ a h a i m p o r t a do p o r v a l o r de 24.299.690 pesetas. ¿E s que no estamos capacitados p a r a p r o d u c i r h o r talizas? P o r q u e y o he p o d i d o c o m p r o b a r que las nuestras s o n mejores que las importadas de los E s t a d o s U n i d o s y he tenido l a satisfacción de l o g r a r unas fotografías c o m p a r a t i vas y enviarlas a u n a casa estadounidense. N o hace mucho, tuve el honor de r e c i b i r una comisión a g r i c u l t o r a que me pedía u n a recompensa p a r a u n farmacéutico, que h a bía tenido l a i n i c i a t i v a de c u l t i v a r en E s paña plantas medicinales. T u v e g r a n satisfacción en conocer personalmente a l autor de l a f e l i z i n i c i a t i v a ¿Y sabéis dónde se h i c i e r o n los experimentos? E n l a C a s a de C a m p o del R e y p o r autorización de S u Majestad. H e aquí a l g r a n a g r i c u l t o r español. E s t o s son sus rasgos en u n a nación eminentemente agrícola. E l h a f a v o r e c i d o el c u l t i v o del algodón, el del tabaco, el de tantos p r o d u c tos, esperanza de u n a e r a próspera p a r a l a economía n a c i o n a l E s t o s son ¡os i m p u l s o s soberanos del R e y a quien el país debe férv i d a y eterna g r a t i t u d (A t r o n a d o r e s a p l a u sos. H a y que fomentar, estimular, l a e x p o r tación agrícola. L a economía n a c i o n a l se v i g o r i z a atendiendo l a producción y defendiéndola. N o h a y que r e n u n c i a r a nuestra a g r i c u l tura, como no debemos r e p u d i a r n u e s t r a casa modesta, porque e n el m u n d o h a y a j palacios. P o n g a m o s entusiasmo en l a producción española, que es tanto como defender l a v i d a y el h o n o r de España. U n a cerrada ovación acogió las palabras del marqués de R u c h e n a que tan b r i l l a n t e fin puso a l acto de ¡a Comisaría A l g o d o nera.
 // Cambio Nodo4-Sevilla