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MADRID SEVILLA 20 D E MAYO D E 1930. N U M E R O S U E L T O 10 C T S DIARIO ILUSTRA D O AÑO V I G E S 1 MOSEXTO N. 8.548 fiar F U N D A D O E N 1. D E J U N I O D E 1905 P O R D. T O R C U A T O L U C A D E T E N A EL V U E L O TRANSATLÁNTICO DEL C O N D E DE ZEPPELÍN L a información del vuelo en A B C E n adelante, de todo e l vuelo, el doctor J e r ó n i m o M e g í a s y G a r c í a S a n c h i z ncw env i a r á n radios sucintamente periodísticos, ajenos, desde luego, a los c o m e n t a r i o s que h a n de c o n s t i t u i r las f u t u r a s c h a r l a s sobre el Zeppelín. D a m o s a continuación estas notas, t o m a das taquigráficamente, p o r tino de nuestros redactores, en l a sobremesa de l a c o m i d a c o n que ayer festejaron s u escala en Sev i l l a los comandantes y les pasajeros del Zeppelín, en el l i ó t e! A l f o n s o X I I I B a s i l e a l a c u a l se quiso defender c o n u n a tormenta, que h i z o bambolearse u n poco a nuestra g r a n nave aérea. E n ese instante, los dos comandantes y los dos oficiales estaban en e l puente, atentos, sobre todo, a los t i m o nes de p r o f u n d i d a d V a d e a m o s el p e l i g r o y y a había c e r r a d o l a noche cuando c r u z a m o s Basilea, toda rodeada de sus luces, que fingían unos fuegos fatuos f u g i t i v o s A poco, l a t i e r r a se adensa en s u n e g r o y a sólo h a y aquí y allá luminarias d i l u i d a s íiasta que surge el h o r i z o n t e después de B e sanqón, y surge L y o n T o d o de u n a obscur i d a d que se hace l u s t r o s a en el río, y sobre él, brillantísimas- farolas de u n f u l g o r c r i s t a l i z a d o a t a l e x t r e m o que l a v e c i n a ciudad parece u n a b a u d e l a r i a n a e n v u e l t a en u n a r e d de b r i l l a n t e s Y y a nos d o r m i m o s en n u e s t r a c a b i n a que es l a nueve, c o m p a r t i da c o n m i g o p o r el doctor D J e r ó n i m o i Megías. A m a n e c i ó y desde m i l i t e r a l a l i t e r a a l t a L a primera etapa. Friedrichshafenque es l a que ocupó el delegado ruso soviétiSevilla co en l a v u e l t a a l m u n d o luego, a l s a l i r de costumbre, lo que v i fué el m a r b i e n que a S e v i l l a (D e nuestro s e r v i c i o e x c l u s i v o retazos, porque lo ocultaba u n i n m e n s o edreS a l i m o s a y e r a las c i n c o y m e d i a desde dón de nubes blancas. E s t á b a m o s frente a F r i e d r i c l i s h a f e n L a despedida no tuvo el M a h ó n viéndose entre n i e b l a el aspa y a patetismo que l a vez a n t e r i o r cuando l a m o r t e c i n a de u n f a r o D e L y o n habíamos ido v u e l t a a l m u n d o pero, en c a m b i o tenía l a a l a desembocadura del R ó d a n o y allí see n c a n t a d o r a sugestión de que este v u e l o se A veces, p a r a convencerse de su m a r c h a g u í a el v i e n t o empujándonos en popa. Y y a considerase y a c o m o u n a iniciación de l a había que m i r a r el i l u s i o n a d o m o v i m i e n t o de b r i l l a b a el sol, cuando d i v i s a m o s el C a b o n o r m a l i d a d e n los raids del Zeppelín. E l m o los pajsajes. E n efecto, dentro del d i r i g i b l e P a l o s en su l e n g u a de t i e r r a desnuda, que es m e n t o de a r r a n c a r fué emocionante, de u n a l a v i d a r e d u c i d a a las m á s elementales m a como u n a p i e l que tiene e x t e n d i d a después m a n e r a que n o dudo en c a l i f i c a r de r e l i g i o nifestaciones p o r imposición del espacio, se los acantilados, ásperos, casi h i r s u t o s r e v e sa. S a l i ó el d i r i g i b l e de s u hangar, a r r a s t r a lando el secreto m i n e r o de sus entrañas y r e- 1 d e s a r r o l l a b a con t a l a p a c i b i l i d a d que i n c l u s o do p o r s u s e r v i d u m b r e h u m a n a y, a l asoa l g u n o s v i a j e r o s t a n inquietos como los r e gados p o r ios matices y l a t r a s p a r e n c i a de m a r al campo, l a e n o r m e m u l t i t u d que g u a r presentantes de l a g r a n P r e n s a i n t e r n a c i o ¡as calas esmeraldinas. necía las lindes de los talleres lanzó u n n a l se dedicaban a hacer, con los naipes, j u e g r i t o en tanto los i n v i t a d o s y especialmenCartagena. Absolutamente, cerrado el gos s o l i t a r i o s E s indecible el deleite de sente las mujeres, seguían a l d i r i g i b l e pisoteanpuerto p o r otras nubes blancas, densas, a l t i r deslizarse, f l u i r de l a i n m e n s i d a d a b o r do las hierbas y despertando a m i l l a r e s de godonosas luego A l m e r í a blanca, y mate, do del Zeppelín a l g o nuevo, i n a u d i t o P u e insectos que en ellas dormían y que asaltacon sus palmeras. M á l a g a que h o y parecía de decirse que se h a encontrado u n a n u e v a r o n a l d i r i g i b l e de u n a m a n e r a v i n d i c a t o r i a obstinada en n o despertarse, y a pesar de delectación, desconocida hasta a h o r a u n r a L a s mujeres, sobre todo, c o n l a s e n s i b i l i d a d las vueltas que el Zeppelín do sobre ella, rei r o placer, t o d o u n v i c i o p a r a que los m i l l o e x t r e m a de sus n e r v i o s m o s t r a b a n u n a v i v a quiriéndola, casi requebrándola, no quiso n i n a r i o s se a r r u i n e n s i n r e m o r d i m i e n t o s p o r i n q u i e t u d que l l e g a b a a l a i n t e m p e r a n c i a despeinarse de su e n v o l t u r a de nubes b l a n l a c a t á s t r o f e -P García Sanchis. S o b r e todo había u n a fina y fuerte como u n cas. Y y a nos l a n z a m o s h a c i a el E s t r e c h o cachorro, rubia, con l a melena a graciosos casi diríase con propósitos p o l i c i a c o s y- r e gajos y c o n u n a d e n t a d u r a o r i e n t a l l a c u a l Iniciación y desarrollo del vuelo. c o r r i m o s todos sus recovecos. P o r fin, el llegó a c o l g a r s e de u n a de las t i r a n t a s del vuelo i l u s i o n a d o y en vacaciones a T e t u á n L a salida para Sevilla Zeppelín, y en esto u n a v o z poderosamente con su h u e r t a ubérrima y sus. caseríos b l a n tudesca, que sonaba a mandato, invitó a t o F r i e d r i c l i s h a f e n 18, 6 tarde. E l Conde cos, entre las montañas, como l a leche en dos aquellos que sostenían al d i r i g i b l e f o r de Zeppelín h a s a l i d o h o y de este a e r ó d r o m o sus cuencos de b a r r o Y p o r fin, enfilamos m a n d o s u l a s t r e a que le s o l t a r a n y esto a las 17,40, con dirección a S e v i l l a h a c i a S e v i l l a M e d i a b a l a tarde. h a c i e n d o- nos encontramos de p r o n t o en l a A las nueve cuarenta de l a noche, v o l a b a l u z con t a n simple majestad, que parecía Después de los bosques n e g r o s y feudales sobre B c s a n c ó n d i l u i r s e en ella, y a cada uno de los pasajede A l e m a n i a de los i d i l i o s c o n t a r i f a hoteleros del Zeppelín se le comunicó entrañabler a de S u i z a de las g r a n j a s francesas en que B e s a n q ó n 18, 5 tarde. E l Conde de Zeppemente esa f u e r z a de g r a v i t a c i ó n y todos se e n g r á s a l a n a t u r a l e z a de l a desnudez á s lín h a v o l a d o sobre esta c i u d a d esta noche, a nos sentimos como purificados. A poco v o las 21,40, a unos 200 m e t r o s de a l t i t u d E l pera, reflejo a f r i c a n o de C a r t a g e n a y A l lábamos, m e j o r d i c h o nos deslizábamos sovuelo del d i r i g i b l e parecía a l g o molestado mería de los extendidos chales de C a c h e b r e el l a g o de C o n s t a n z a t a n n a c a r a d o y por u n fuerte v i e n t o del Suroeste. m i r a de l a t i e r r a onubense, en que el a g u a e n e l q u e v o l a n d o los aeroplanos f o r m a b a n c o b r i z a v a r e p r o d u c i e n d o estos tejidos i n u n a escolta de h o n o r a l f o r m i d a b l e f u g i t i v o dios, el p a n o r a m a de S e v i l l a es d e c i r l a fiDetalles de la salida I n m e d i a t a m e n t e el R h i n n a c i ó c o n sus c l a l i g r a n a entre sus c o r r a l e s como servidos en F r i e d r i c h s h a f e n 19, 10 m a ñ a n a L a s a l i ros cristales. Y el R h i n es como el Icit mo- batea, sus o l i v a r e s c o n s u s o m b r a de u n da del Conde de Zeppelín fué p r e s e n c i a d a tif de u n a sinfonía que v a n desplegando las v i o l e t a transparente y otros campos l a b r a ayer tarde p o r m á s de m i l personas. ciudades y los paisajes. S o b r e todo al paso dos y c o n arbustos, que no se reconocen desE l d i r i g i b l e c a r g ó seis m i l k i l o s de c o r r e s de los castillos románticos, que se asoman, de l a a l t u r a p e r o que r e c u e r d a n las clavepondencia, subiendo luego a b o r d o los 22 p a v i é n d o s e al fondo l a S e l v a N e g r a P o r c i e r teadas puertas sevillanas. T o d a esta c a m p i sajeros i n s c r i p t o s p a r a l a etapa de F r i e to que t u v o esta f e u d a l e v o c a c i ó n su remate ña a n d a l u z a es u n t r a s u n t o de las artes fid r i c l i s h a f e n a S e v i l l a entre los cuales se e n e n l a c o m i d a de a b o r d o pues en ella se nos nas de l a c i u d a d con sus artes del y e r r o y c u e n t r a n el d o c t o r J e r ó n i m o M e g í a s el l i t e s i r v i ó c i e r v o en u n a salsa densa y obscura, su cerámica. Y l a c i u d a d aparece al fin. L a r a t o S r G a r c í a S a n c h i z el S r W r o m s k i l o c u a l h a c í a que se c o m p l é t a s e l a ilusión s o n o r i d a d de los motores h a v e n i d o espand i r e c t o r del K u f t H a n s a el oficial de m a r i de que cada uno de nosotros e r a u n a l a n d tando a los a n i m a l e s en todos los países. n a n o r t e a m e r i c a n o S c h o m a c h e r y tres peg r a v e de l a v i e j a A l e m a n i a S i e m p r e por- e n D e s d e las g a l l i n a s blancas a los finos n e r riodistas. c i m a de imponentes bosques de abetos, que v i o s o s toros héticos. S e v i l l a a l p a s a r l a l u z parecían escalofriados, p o r la- v i b r a c i ó n de R e v i s t a d o s p o r última vez los motores, el en las m i l v a r i a n t e s de sus encaladas a z o d o c t o r E c k e n e r y el capitán L e h m a n n s u las hojas claras y que tenían, c o m o lagos teas, diríase también p r e s a de u n estremeb i e r o n a b o r d o dando poco después l a señal i n t e r i o r e s praderas de un verde encantador, c i m i e n t o i n u s i t a d o Y el Zeppelín refleja s u de m a r c h a l l e g a m o s p e r e n c i m a de otras poblaciones a s o m b r a sobre todas estas azoteas. P e r o e n E l d i r i g i b l e se elevó, c o m o se h a d i c h o t r e ellas aparece l a G i r a l d a escueta y a é r e a a l a s S, I entre entusiastas aclamaciones. r conteniendo con su serenidad el posible pán i c o de l a urbe. E l comandante E c k e n e r desde el puente, sin d u d a p o r s u opulenta y apacible n a t u r a leza alemana, a l a v i s t a de t a n t a m a r a v i l l a y p o r el inefable encanto que le subyugaba, describió v a r i a s vueltas de cortejo en el sol, en el sol que i n u n d a a S e v i l l a A b a j o en e l campo, se ve h o r m i g u e a r a l a soldadesca, dispuesta p a r a el a m a r r e y allá, a l f o n d o f o r m a u n c o r d e l l a m u l t i t u d entre i n n u m e rables a u t o m o v i l i s t a s P o r fin, a t e r r i z a m o s y en el m o m e n t o en que el Zeppelín toca t i e r r a sobre la? p r a d e r a recortándose en el h o r i z o n t e rejoneado p o r los chopos, aparecen unos jinetes andaluces de chaqueta c o r t a y estribo v a q u e r o con sus caballos, que s o n como v i v i e n t e s m a r a v i l l a s B a j a m o s p o r fin, entre el r u i d o de las máquinas del c i n e m a tógrafo y los aplausos de l a m u l t i t u d H a t e r m i n a d o l a p r i m e r a etapa. E n u n a j o r n a da hemos r e c o r r i d o parte de A l e m a n i a S u i za F r a n c i a M a r r u e c o s y E s p a ñ a C o m o datos r e g i s t r a d o r e s d i r e m o s que n a v e g a m o s de o r d i n a r i o a u n a a l t u r a de trescientos m e tros sobre l a t i e r r a es d e c i r q u i n i e n t o s o m á s sobre el n i v e l del m a r L a v e l o c i d a d h a llegado a a l c a n z a r doscientos k i l ó m e t r o s por h o r a siempre h a sido perfecta l a estab i l i d a d del Zeppelín.
 // Cambio Nodo4-Sevilla