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A B C. M A R T E S 20 DE M A Y O DE T 930. E D I C I Ó N D E A N D A L U C Í A P A G 45. tras el Madrid sigue una táctica, que ¡re putamos de equivocada, limitándose a defenderse y a dejar que transcurra el tiempo, confiando, sin duda, en que el resultado en su campo le será más favorable, equivocación grave, toda vez que el Español renunció al ataque, y cuando Tena II reapa- recio por breve tiempo, para jugar de extremo izquierda, y Bosch pasó a delantero centro, volvió a presionar con persistencia la, puerta de V i d a l sin eficacia. De haber aprovechado el M a d r i d el desaliento que causó en las filas enemigas la lesión de Tena, el resultado debió ser ganar o empatar cuando menos. E l partido fué de los que pueden ser clasificados de malos. E n los primeros m i nutos únicamente se vio un juego coordinado e inteligente. También fué animado en toda la primera parte. Después, las encontradas tácticas de uno y otro bandos determinaron un juego embarullado y escaso de vistosidad. Del Madrid, Olaso y Triana trabajaron FÚTBOL. Real Club Deportivo Español, -un tanto; Real Madri d, cero Barcelona. E n el campo de la carretera de Sarria se jugó el primer partido semifinal, entre el Madrid y el Deportivo E s pañol, de Barcelona, asistiendo mucho público. Los equipos se alinearon en la siguiente forma: Deportivo Español. -Zamora; Saprisa, de M u r Traval, Solé, Tena I Ventoírá, Gallart, Tena II, P a d r ó n y Bosch. Real Madrid. -Vidal; Quesacla, Torregrosa; Lópex Peña, Esparza, P e ñ a L a z cano, Triaría, Rubio, Cosme y Olaso. E l partido tuvo un curso y un resultanté- desconcertante. E l Español salió a todo gas y enseguida comenzó a presionar fuertemente la puerta madridista. Su juego, movido y variado, casi siempre iniciado por eficaces escapadas de ambos extremos, dio la, sensación de que se iba a imponer ne- tamente a los adversarios. A la rápida acometividad españolista oponían los madrileños una cerrada táctica defensiva que, no obstante el enérgico tesón con que era mantenida, se preveía ineficaz. Con estas características, el juego se mantenía vivo y empeñado, hasta que a los catorse minutos de juego sobrevino el primero, el único goal del Español. De M u r que está adelantado, despeja fuerte, recoge el balón Tena II y lo cede rápidamente a Padrón, quien, después de driblar a Torregrosa, lanza un fuerte tiro esquinado, que bate a Vidal. A n i ma esto al Español, que se lanza con brío al ataque y el ala Padrón- Bosch realiza una incursión peligrosísima. A los pocos minutos, en un encontronazo con Torregrosa, se lesiona de importancia Tena II, alma del ataque barcelonés, quien tiene que retirarse, y en este momento puede decirse que, virtualmente, se acaba el partido, puesto que el Español, con handicap tan sensible, se ve impotente para perforar de nuevo la meta madrileña. 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C a n t o de l o s b o s q u e s de V í e n a S t r a u s s N o t i c i a s de ú l t i m a hora, por A B C A las 7: E m i s i ó n p a r a n i ños, por e l L e c t o r i o de l a S o c i e d a d A m i g o s del N i ñ o de M a d r i d M ú s i c a de b a i l e N o t i c i a s de P r e n s a A l a s 10 L a h o r a e s p a ñola comedia lírica de Franc N o h a i n m ú s i c a del maestro Ravel. Primera aud i c i ó n e n E s p a ñ a de l a s ó n e r a s- m i n u e t t o de D a r i u s M i lhau, A g a m e n ó n d ariane y La d e l i v r a n c e de T h e s e e N o t i c i a s de ú l t i m a h o r a M ú s i c a de b a i l e Madrid, unión Radio EA. 3 7. 424 metros A las 11,45: Recetas culinarias, por don Gonzalo Avcllo. A las 2 Poeta y aldea- El Pastelero cíe üiadriga! O B R A C O M P L E T A DOS P E S E T A S L I B R E R Í A ITÁLICA, F R A N C O S 28. ios Lona y Aiaie blanco Ultimas creaciones u. asa L, ay PII fl Bolsos, Abanicos, Sombrillas. Alvarez Quintero, 2. -Sevilla. 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Las s o l i c i t u d e s p o d r á n ser e n t r e g a d a s p e r s o n a l m e n t e e n l a P l a z a de E s p a ñ a (O f i c i n a s d e l J u r a d o de R e c o m p e n s a s) o dirigidas p o r correo. E l p l a z o p a r a l a a d m i s i ó n de s o l i c i t u d e s t e r m i n a r á el d í a 31 de m a y o S e v i l l a 14 d m a y o d e 1930. Hazas foyer! a HARINAS, 15. RADIOTELEFONÍA M A R T E S 20 Sevilla, unión Radio EA. J 5. 368 metros De 2 3 Sobremesa B a r a j a s (pasodoble) E s q u e m bre. M a r t a (obertura) F l o tow. Orquesta Dajos B e l a La entrevista de Frida (fox) Cowler. Was sagt m e i n (bleues) B e n a t r k y L e beso l a m a n o s e ñ o r a (t a n go) E r w i n g Inolvidable (vals) Cowier. Parissete (One step) W o l t e r Coqueta (canción- tango) MediaV i l l a L a b a y a d e r a de T á n ger (canción) Sabater. F l a menco y bailables De 9 a 1 1 C á d i z (pasodoble) S e n t í s J o t a v pourrusalda Popular. Del infierno a d e l a n t e (G a t o- b a i l e) T M J S T JCMHM) O PQNN LL. 4, SEVILLA, e n ¡i tgi $io cidre
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