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MM. IL Gl Junto a l m a r c o n m a g n í f i c o palacio, jardinea, h u e r ta, prados, bosque. V é n d e s e 25.000 d u r o s D i r i g i r s e A p a r t a d o 9.081, M a d r i d P r e f e r i d o p o r los s e ñ o r e s v i a j a n t e s T a r i f a 6, en la C a m p a n a T o d o r e f o r m a d o T e l é f o n o e n l a s h a b i t a c i o n e s P e n s i ó n ú n i c o p r e c i o 10 y 12 ptas. C o c i n a e s p a ñ o l a mmm um mm Cooperativa Avícola Andialuza H u e v o s frescos del d í a y aves S A N M I G U E L N. 4. T E L E F O N O 25592. í Bolsos, A b a n i c o s S o m b r i l l a s 2 3 y BfiS A l v a r e z Q u i n t e r o 2. -Sevilla. cas ffl F a c i l i t o d i n e r o en l. as y 2. as, soBW bre casas en M a d r i d y fincas r ú s t i en t o d a E s p a ñ a J M B r i t o A l c a l á Si M a d r i d O preciosa, tamaño medio, nueva, sáldase, señores a g r i cultores que q u i e r a n a p r o v e c h a r v e r d a d e r a o p o r t u -oidad. D i r i g i r s e Sr. l a z a Alcalá. 21.7. M a d r i d P r ó x i m a convocatoria. P a r a el p r o g r a m a oficial, contestaciones c o m p l e t a s y preparación en las clases o por correspondencia, el I N S T I T U T O R E U S P R E C I A D O S 2 3 M A D R I D R e g a l a m o s p r o g r a m a y prospecto. Tenemos internado. É x i t o s E n las de Correos (ano 1927) i n g r e s a r o n todos nuestros a l u m n o s en las de Telégrafos o b t u v i m o s las plazas números 3, 11, 22, 54, 90, 97, 101, 102, 109, 111 y 159, y en R a d i o obtuvimos dos veces el número 1 y 19 plazas, cuyos nombres y apellidos figuran en el prospecto que regalamos. f S 2) 11 M 1 M T E L E F O N O MUM. 17047. ¡N T S R S i vuestro negocio decae en l a época de verano, no preocuparos: i n s t a l a d en vuestro l o c a l u n a elaborado 1- a de H E L A D O S A M E R I C A N O S D E N O V E D A D y no sólo cubriréis- Vuestros gastos, sino que realizaréis un beneficio insospechado. 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M o t o r e s T r a c t o r e s C o n t a d o P l a z o s C O M P A Ñ Í A H E R R E R A B A R Q U I L L O 18, M A D R I D ¡S E. RODRIGUEZ- SOLIS. LOS GUERRILLEROS D E 1808 8 s ¿A l i n f a n t e? -g r i t a el Zurdo. ¡Madrileños, que se llevan a l i n f a n t e! -g r i t a l a P a c a s i n poderse contener. E l pueblo, rápido como el pensamiento, y terrible como el huracán, se lanza a los coches, c o r t a los tiros, y se opone a l a m a r c h a con fiera actitud. ¡L a voz de l a manóla había sido l a chispa que i b a a producir el i n c e n d i o! E n este supremo instante suena una h o r r o r o s a desc a r g a y el suelo se cubre de cadáveres. E s u n b a tallón francés, c o n dos piezas de artillería, que M u r a t ¡envía p a r a proteger, l a salida de los infantes, y que s i n p r e v i o aviso, de la manera más fría, más c r u e l y más i n h u m a n a ha descargado sus t i r o s sobre el pueblo indefenso. Sosprendidos los grupos, se dispersan. N o h u y e n V a n en busca dé a r m a s P e r o ¿dónde, D e todas las bocas salen gritos como estos: ¡Vecinos, armarse... ¡M u e r a n los f r a n c e s e s ¡V i v a Fernando V I I ¡G u e r r a a los traidores... Y como reguero de pólvora, l a revolución se e x tiende p o r todo M a d r i d ¡H u y e P a c a sálvate. -grita el Zurdo, a b r i e n do su n a v a j a y corriendo h a c i a l a P u e r t a del S o l seguido de sus amigos. ¿Huir? L a P a c a no h a salido de casa pa alborotar, sino pa bailar l a zarabanda sobre estos f r a n chutes. Y siguió c o n el paje detrás del g r u p o L a l u c h a c o m e n z ó E l v i e j o trabuco, l a n a v a j a el chuzo, l a p i s t o l a el retaco, l a escopeta de caza, el cuchillo, l a carabina, el garrote, la piedra, todo e r a bueno en aquellos instantes. -Y o no me separo de u s t e d- -d i j o el pajecito á la Morena. ¿T a m b i é n tú quieres c a m o r r a? -T r a i g o una pistola de m i a m o- -d i j o sacándola d e l p e c h o- y como le eche l a zancadilla a u n e x tranjís... E n las calles, el combate era t e r r i b l e el pueblo no perdonaba al francés que hallaba, sobre todo a los mamelucos, a quienes por su extraño traje conside- Je he de a b r i r yo en la frente una tronera por l a que eche las asaduras... -M e j o r será comerle el redaño- -dijo el carbonero. -E s u n desgaiichao más blanco que el agua- -a ñ a d i ó ei maulero. -S i las cuestiones se arreglaran a n a v a j a z o s- -r e plicó el gallofo... ¿L a tienes? -preguntó el Zurdo. -Y flamante, de la calle de C u c h i l l e r o s sólo falta bautizarla con sangre de esos perros herejes... -Pues si mañana esos fantasmones se llevan a los príncipes, te j u r o s i n que sea baladronada, que la has de b a u t i z a r- -e x c l a m ó el Zurdo- ¿T ú crees, rapaz, que se los llevan m a ñ a n a? -a ñ a d i ó dirigiéndose a l paje. -M i amo, al volver de P a l a c i o así lo ha dicho- -contestó el niño. ¡Serán c a n a l l a s! -r e p l i c ó el gallofo. ¡Mañana! -e x c l a m ó el Zurdo- E s o lo veremos. Y dando u n puñetazo sobre la mesa se l e v a n t ó resueltamente, y poniendo una mano sobre el h o m b r o del abate, le d i j o ¿Q u é le parece a su mercé, señor abate, que debemos hacer, si mañana se l l e v a n como dicen, al los príncipes? T o d o s prestaron atención a l a respuesta del abate. -N o se los l l e v a r á n- -d j j o el erudito. -P u e s y o creo que sí- -replicó el p e l u q u e r o- porque así lo he oído en v a r i a s casas. -E s l a yerdá, señor B e r g a m o t a -P u e s si los llevan- -contestó el abate- será) preciso r e s i s t i r ¿Y con q u é? -d i j o el erudito. -E s cierto- -añadió el p e t i m e t r e- no tenemos armas... -P e r o ¿y nuestros soldados? -preguntó el Zurdo. -L o s soldados tienen orden de no s a l i r- -d i j o el petimetre. -P e r o son españoles y s a l d r á n- -e x c l a m ó el abate. ¡Y s i n o- -d i j o- la P a c a- c o n el pueblo basta y s o b r a! ¿O es que y a no hay corazones? -C o r a z o n e s- -d i j o el abate, mirándola a h u r t a- dillas- -no faltan. 1 ¡Corazones de hombre -exclamó la manóla.
 // Cambio Nodo4-Sevilla