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MADRID- SEVILLA 26 D E 1 U N Í O D E 1930, NUMERO 10 CTS. CERCANA A TETUAN, SEVILLA DIARIO ILUSTRADO. AÑO V 1 GÉ S 1 M O S E X T O N. 8.580 SUELTO REDACCIÓN: P R A D O D E S A N S E B A S T I A N S U S C R I P C I O N E S Y A N U N C I O S MUÑOZ O L I V E ABC E N FRONTERAS ESLAVA S Del fondo femenino rural S e n t a d a a l s o l j u n i o l o s t i l o s de u n a a l a m e d a s o l i t a r i a c o n i m niño e n b r a z o s v e o a Stanisiawowa. S u s t r e i n t a años p a r e c e n cuarenta, p o r q u e g o r d u r a i n s a n a desfigura el pecho, a b u l t a ei v i e n t r e y hace f o f o s p i e r nas y b r a z o s L a c a r a de buenas facciones, l u c e c o n t e r s u r a t o c i n e s c a en l a frente, a r a í z d e l pelo l i s o e r í z a n s e a l g u n a s canas, y l o s ojos, l i n o s g r a n d e s c r i s t a l e s a t u r q u e s a dos, t i e n e n e x p r e s i ó n c a n d i d a y s u m i s a H a b l a dulcemente, d a n d o a c a d a señor el s a l u d o que le c o r r e s p o n d e c o n l a r e t a h i l a de títulos y a d j e t i v o s d e l p r o t o c o l o n o b i l i a r i o y m e atrae l a p l a c i d e z d e S t a n i s i a w o w a m u j e r d e l intendente a g r í c o l a de l a finca. -E s t á g o r d i t o e l n e n e- -l a d i g o sentánd o m e a s u lado. G r a z n a n sobre e- 1 l a g o del samek l o s c u e r S e l e v a n t a respetuosa, l a h a g o sentarse, vos, e n busca, de p i l t r a f a s de a n i m a l e s m u e r y sonríe. S t a n i s i a w o w a sonríe s i e m p r e tos, y u n t r u e n o alejado t i e m b l a e n el espacio- -G r a c i a s a l S e ñ o r de l o s cielos y a S a n l e c h o s o- d o r a d o de l a tarde. S t a n i s l a w o v a se A n t o n i o está s a n í s i m a el niño. C u a n d o me l e v a n t a teme q u e l l u e v a y se e n f r í e el niño, l o e n t r e g a r o n e n el h o s p i t a l t e n i a bultos en ¡Respetuosa, m e besa l a m a n o s a l u d a y se l a b a r r i g u i t a L l a m a m o s a l m é d i c o de l a v a despacio, s o n r i e n t e m a j e s t u o s a de f e l i c i u d a d y le r e c e t ó u n a p a r a t o d u r o E l c i d a d c o n el c h i c o- e n b r a z o s n i ñ o n o p o d í a r e s p i r a r le a p r e t a b a se m o SOFÍA C A S A N O V A ría. M i m a d r e y y o n o s pasamos tres días y tres noches r e z a n d o a S a n A n t o n i o y e l W a r g o w a j u n i o 103o. e u e r p e c i t o del n i ñ o se quedó c o m o e l de u n ángel, c u r a d o y h e r m o s o H e m o s o f r e c i d o u n a m i s a de g r a c i a s ¿Y l a m a d r e del niño? -H a venido a verlo, y lloró... lloró... M á s v a l e q u e n o v u e l v a C u a n d o n a c i ó no (Jna o b r a arquitectónica no q u i s o v e r l o n i d a r l e el pecho. ¿Q u é c u l p a puede ser ajena, a l a v e c i n d a d tenía el pobret jh? de u n río, a l a r e a l i d a d e n- -S é ¡ue, l a i n f e l i z M a r i s i a paso dos m e s o m b r e c i d a de una, m o n t a ñ a a l ses en e l h o s p i t a l e n f e r m í s i m a o p t i m i s m o s o ñ a d o r de u n a l l a- -E s que v o l v i ó en s e g u i d a a l a aldea a nura. trabajar y r e c a y ó E s a s geniales p a l a b r a s de M a r t i n N o e l- ¡P o b r e M a r i s i a! Sordomuda, con una m a n o p a r a l í t i c a y c u s u situación desampa- c o n d e n s a n y definen c a s i toda, su e x p e r i e n c i a estética. A ser menos p e r s o n a l n u e s t r o r a d a ¡q u é t r i s t e suerte l a s u y a! i l u s t r e a m i g o 110 h u b i e r a d a d o c o n ellas. C a l l a b a S t a n i s i a w o w a p e n s a t i v a y es, Q u é h a p r e t e n d i d o d e c i r? E s t á b i e n c l a talló su pensar c o n esta f r a s e r o que e l expresionismo d e l arte, se v a l- -Y o s o y ntuv f e l i z c o n e l n i ñ o f e l i z g a riel c o l o r o de l a p i e d r a n o se n u t r e feliz. simplemente de i n t u i c i o n e s s i n o q u e a b s o r E l contento i l u m i n a b a los ojos de l a m u be, m u c h a s veces s i n que el a r t i s t a se dé jer e m b r i a g a d a de m a t e r n i d a d L a desvencuenta de ello, todas l a s sugestiones matet u r a de su cuñada M a r i s i a v í c t i m a e n l a r i a l e s del ambiente. I n v i t a d o a edificar el n o c t u r n i d a d de u n bosque, de c r i m e n besE s c o r i a l e n otra- parte, J u a n de H e r r e r a t i a l los s u f r i m i e n t o s i n e l u d i b l e s de l a s m a h a b r í a h e c h o o t r a c o s a p o r q u e ante u n p a i dres p o r e l pecado de E v a a q u e l l a p e r t u r saje menos a u s t e r o los m i s t e r i o s o s a l i c i e n b a c i ó n de l a m a d r e que n o q u i s o v e r a l a tes de su i n s p i r a c i ó n le h a b r í a n conducido c r i a t u r a v e n i d a s i n a m o r a l m u n d o perpor o t r o s c a m i n o s a u n a o b r a de lineas neturbación seguida de u n arrebato maternal, nes severas. C o n f o r m e s L a o b s e r v a c i ó n n o no emocionaron a Stanisiawowa. es n u e v a pero, a l v e n i r a l a p l u m a d e l Vio a M a r i s i a en l a cania del hospital, insigne arquitecto argentino, pierde todo a g a r r a d a a l h i j o p a r a que n o se l o a r r a n- a t u e n d o pedantesco y se r e j u v e n e c e c o n t o c a r a n vio q u e n o podía g r i t a r n i q u e j a r s e das l a s g r a c i a s de l a poesía. p e r o que l l o r a b a s u p l i c a n t e y n o se detuP o c o s l i b r o s de v i a j e s enseñan t a n t o c o m o v i e r o n l a s m a n o s de S t a n i s l a w o v a r a p i ñ a s las p á g i n a s de M a r t í n N o e l S u l e c t u r a desd e l h i j o ajeno. p i e r t a los s e n t i m i e n t o s m á s v a r i a d o s P r i- a l e g r í a de n u e s t r a casa. S t a n i s l a w a d o r a a n u e s t r o niño, j u e g a c o n é l l o d u e r m e ¡S i tiene su s a n g r e pues es h e r m a n o de l a m u d a! T o d a n u e s t r a v i d a cambió a l v e n i r el niño, y y a n o s u f r i m o s de l a m u e r t e d e l o t r o L a casa se h a llenado a l e n t r a r éste. ¡A l a bado sea D i o s q u e n o s l o d i o! ¡A l a b a d o! E l pequeñín j u e g a c o n l a s b o r l a s de s u elegante a b r i g u i t o de l a n a b l a n c a y l o s c r i s tales a z u l i n o s l a s p u p i l a s d e l a m u j e r í í j a i i se a p a s i o n a d a s en l a s del c h i c o redondas, salientes, d e p á j a r o a s u s t a d o -V a l e m á s p a r a todos que no v e n g a ella p o r a c á E l v i a j e es l a r g o y l l o r a besa a l niño, y l l o r a P e r o aquí está c o n tento, y es f e l i z c o m o nosotros c o n él. C o n s i g o n o l i a de t e n e r l o n u n c a C ó m o h a b í a de m a n t e n e r l o si n i p a r a c o m e r g a n a? T r a b a j a en su aldea en el c a m p o p e r o e n i n v i e r n o n o h a y que hacer. E s a d e m á s u n a inválida, u n a inútil de n a c i m i e n t o A esie h i j o nuest r o no h a de f a l t a r l e n a d a E s e l n i ñ o d e l m i l a g r o pues l o c u r ó S a n A n t o n i o bendito. balarían sobre nuestras cretinas, sin. i n v a d i r otros t e r r i t o r i o s de n u e s t r a s e n s i b i l i d a d r e I v i s t e n p a r a el v i a j e r o u n sentido u n i v e r s a l L a E s p a ñ a h i s t ó r i c a de l a s gestas m a r c i a les, c o n ser m u y g r a n d e aparece pequeña j a l l a d o de esa o t r a E s p a ñ a artística q u e! e v o c a el e m i n e n t e a r q u i t e c t o Y 110 se c r e a q u e e n esas p á g i n a s todo es l i r i s m o C o m o j D A n n u n z i o como L e o p a r d i como U n a m u I no, M a r t i n N o e l encierra u n gran caudal j de c i e n c i a entre l a s m á r g e n e s de l a poesía. 1 E s a s u s e m e j a n z a u n sabio a r t i s t a I T a l v e z l o s a f i c i o n a d o s a l a s o b r i e d a d de! l a f o r m a p u d i e r a n m o s t r a r c i e r t a esquivez; I ante u n e s c r i t o r q u e se p r o d u c e e t r p l e n a i e incesante o p u l e n c i a verbal. E s e estilo, de j o n d u l a n t e s períodos, e n los cuales e l n e o j logismo afronta valientemente nuestra s o r I p r e s a q u i z á p a r e z c a m á s p r o p i o de l a o r a i toria que del libro. ¿Q u é i m p o r t a? E s e e s t i l o es e l que c o n v i e n e a l e n t u s i a s m o S i n desprenderse de esa o p u l e n c i a se h a n h e c h o célebres, c o n opción a l a i n m o r t a l i d a d C h a t e a u b r i a n d y C a s t e l a r M a r t í n N o e l 110 i n v e n t a n a d a manteniéndose fiel a u n a g a l l a r d a t r a d i c i ó n que, s i 110 es l a q u e n o s o t r o s s e g u i m o s c o n s e r v a d e n t r o de l a l i t e r a t u r a tocio su p r e s t i g i o E l i l u s t r e a r q u i t e c t o se sabe E s p a ñ a t a n de m e m o r i a q u e podría, v i s i t a r l a de n u e v o c o n l o s o j o s c e r r a d o s P e r o n o es esa s u única s u p e r i o r i d a d L o que le c o l o c a p o r e n c i m a de todos l o s v i a j e r o s i m p o r t a n t e s q u e j ñ a u t r a n s i t a d o p o r n u e s t r a s c i u d a d e s es l a i h o n d a s i m p a t í a c o n que se a c e r c a a todo l o I q u e le atrae. E s e s e n t i m i e n t o que d e b i e r a o f u s c a r l e c o m o o f u s c a d e o r d i n a r i o el a m o r parece c o m o s i intensificase s u l u c i d e z L a e x a l t a c i ó n que a l o s d e m á s n o s h a c e d i v a g a r es para M a r t í n N o e l u n e s t i m u l a n t e c r í t i c o f e c u n d o en. consecuencias. Si se t r a tase de u n espíritu panteísta, e i i e l q u e l a t e n d e n c i a a establecer r e l a c i o n e s entre t o d o l o c r e a d o es n a t u r a l p o d r í a m o s p e n s a r d e M a r t í n N o e l que, procediendo c o n m á s m o d e r a c i ó n se l i m i t a a e m p a r e n t a r l a s o b r a s de a r t e c o n t o d o l o que l e r o d e a ero c eminente a r q u i t e c t o c a t ó l i c o a m a c h a m a r t i l l o n o se e x t r a v í a e n n i n g u n a filosofía de las que b a s t a r d e a n l a d o c t r i n a c r i s t i a n a S u e x u b e r a n c i a d e s c r i p t i v a es u n a m a n i festación d e s u e n t u s i a s m o A d e m á s p o r qué n o d e c i r l o? L a g r a n d e z a de l o s temas ínmone esa p o m p a l i t e r a r i a que n u e s t r o m e z q u i n o sentido c r í t i c o e n c u e n t r a e x c e s i v a L o que podría j u s t i f i c a r s u r e p r o b a c i ó n sería l a g a r r u l e r í a a que tanto p r o p e n d e n los o r a dores, de p a l a b r a y p o r escrito. P e r o f e l i z mente, n o h a y p á g i n a d. e M. artín N o e l eme no nos d e s l u m b r e p o r a l g u n a idea m i e v i o por a l g u n a o b s e r v a c i ó n o r i g i n a l P a r a cs -C h o m b r e l a o b r a de a r l e 11 b t i e n e e v i g m a s S u penetrante s i m p a t í a c r í t i c a los- d e s c i f r a todos, y n o contento c o n eso establece entre l a s verdades v i e j a s q u e y a c o n o c í a m o s r e l a c i o n e s q u e sorprender, p o r su g e n i a l n o v e d a d N o es posible d e c i r cosas m á s bellas sobre c i e r t a s ciudades, c o m o S e g o v i a y S e v i l l a s i n p o n e r n o s sobre l a pista de otros v i a j e r o s i g u a l m e n t e doctos, que l a s h a n v i s i t a d o S i n l a p r o f u n d a y extensa c u l t u r a d -M a r t í n N o e l y sobre todoj s i n ese poder de a c r o b a t i s m o que tiene la... fantasía de todo g r a n a r t i s t a n o podría s u g e r i r n o s t o d o l o que n o s s u g i e r e ESPAÑA VISTA VEZ OTRA -T e n e m o s m i e d o S t a n i s l a w y y o que q u i e- m e r o n o s a s o m b r a l a tensión, de e n t u s i a s m o r a c o g e r n o s e l niño, y n o p o d r í a m o s v i v i r en que v i v e el v i a j e r o y eso nos humilla s i n él. E l m í o murió y esíov e n f e r m a n o u n poco, pues, h a b i e n d o v i s t o l a s m i s m a s tendré o t r o n u n c a l i s t e contaba c i n c o días cosas que él, n o hemos p e n e t r a d o c o n l a c u a n d o me l o e n t r e g a r o n en el h o s p i t a l l a s m i s m a noble e x a l t a c i ó n en su espíritu. U n H u b i e r a ido i m p e r d o n a b l e e l que, a i e x m o u j i t a s y v a a c u m p l i r ocho inesceitos. tono de luz, u n a casa, u n a calle, u n tenip. o, N o n o s d a g u e r r a n i n g u n a n o ¡lora, y es i a u n c u a d r o o u n a estatua, que apenas r. p l o r a r n u e s t r o m u n d o artístico, esc m u n d o