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mO DEJE USTED DE LEER LQS DQM 1 NGOS M E) 0 Q áE E S J O R T E O L K I) por la diversidad de sus fotografías. M N L l B R O por la abundancia de su texto. r WH M I S E O por la belleza de sus planas artísticas; y lá? ¡N R E G A L O por la baratura de su precio. flt PWS TA E L EJEMPLAR. E N TODA ESPAÑA 202 E. RODRIGUEZ- SOLIS LOS GtUERRILLEROS DE 1808 203 habría sostenido, c o n m a y o r empeño, l a opinión que manifestó en B a y o n a al obispo D e P r a t esto es, que l a g u e r r a de E s p a ñ a i b a a ser u n j u e g o y q u e le bastarían diez o doce m i l hombres p a r a d o m i n a r el país. ¡P o d e r de l a soberbia y del orgullo, que así ciega a los h o m b r e s! M e r i n o devoraba el espacio c o n l a vista, que! a tenía magnífica, y c l a v a b a las espuelas en los ijares del caballo c o n v e r d a d e r a f u r i a A ú n se hallaba a m u y l a r g a d i s t a n c i a cuando y a d o n Jerónimo h a bía divisado en l o alto de l a cuesta a l Empecinado. que le a g u a r d a b a c o n i m p a c i e n c i a rodeado de sus temidos g u e r r i l l e r o s E l cuadro que éstos ofrecían e r a muy semejante a l que hemos presentado, de los p a r t i d a r i o s de M e r i n o E n ellos se veían mezcladas y confundidas l a m a n t a española y el capote f r a n cés, el pañuelo a l a cabeza y el chascás, el t r i c o r n i o del estudiante y el sombrero de calaña del c o n t r a- b a n d i s t a E n cuanto a los i n d i v i d u o s había entre ellos ricos y pobres, leñadores y carreteros, p r o p i e t a r i o s y a r r i e r o s estudiantes y cazadores, v i e j o s y j ó v e n e s u n conjunto p o r demás e x t r a ñ o y p i n t o resco. ¡J u a n i l l o! -g r i t ó M e r i n o desde lejos. -S e ñ o r c u r a- -e x c l a m ó e l Empecinado, saliendo a su encuentro. -T o c a esos c i n c o que eres l a h o n r a de B u r g o s y de toda l a c o m a r c a -Y u s t é el rey de los c u r a s ¿S a b e s lo que h a y? -l e preguntó don Jerónimo. -M u c h o s franceses, y eso que matamos bastantes -respondió J u a n M a r t i n -P o r d e s g r a c i a es c i e r t o ¿S a b e s p a r a lo que te he llamado con tanta p r i s a? -P a r a que los matemos a todos... -S í pero después... es d e c i r ¡Y cuanto antes, m e j o r! -i n s i s t i ó el Empecina do- porque cada día me tienen más enrabiado. -Y con j u s t i c i a -H a c e n cada i n f a m i a ¿L o dices por l a muerte del niño C a r l o s A l b e ricia... -L o digo por todo. -P u e s te he llamado... -Y han arcabuceado al mesonero de A r a n d a -T a n t a más razón para que llevemos a cabo mí plan. -Y han querido abusar de su esposa... -Y a lo sé, y por lo mismo... ¡F u e g o de D i o s -Pero, J u a n i l l o déjame h a b l a r -H a b l e su mercé cuanto quie a. -A l é g r a t e J u a n i l l o alegraos todos, muchachos- -d i j o volviéndose hacia su gente y la del Empecinado- hemos t r i u n f a d o ¿De v e r a s? -e x c l a m ó J u a n Martin. ¿E s v e r d a d? -p r e g u n t a r o n todos. -P o r estas cruces... y y a sabéis que M e r i n o no jura en vano por la Santa C r u z T o d o s los franceses h a n sido muertos p r los patriotas del B r u c h ¿Y dónde es e s o? -p r e g u n t ó el Empecinado, abriendo los ojos. ¿E s o P u e s muy l e j o s allá en Cataluña -respondió M e r i n o -S e ñ o r l i c e n c i a d o- -d i j o J u a n Martín, volviéndose a un j o v e n estudiante que formaba parte de l a gué- r r i l l a- usté que todo lo sabe, díganos dónde está eso. ¿E l B r u c h? P u e s el B r u c h e s t á -d i j o e l estudiante, rascándose l a oreja. -V a m o s que no lo sabe usté... ¿E s t a r á más allá del m a r don Jerónimo? -M á s allá- -contestó M e r i n o -M u c h a c h o s- -d i j o J u a n Martín, poseído del m a y o r e n t u s i a s m o- ¡V i v a el B r u o h! ¡V i v a! -g r i t a r o n todos, a r r o j a n d o al aire los sombreros. ¿Y qué es el B r u c h señor c u r a? -p r e g u n t ó e l Empecinado. ¿E l B r u c h? -r e p i t i ó M e r i n o- Pues el. B r u c h es... ¿P e r o lo sé yo acaso? L o importante es que hemos t r i u n f a d o y que m u y pronto lo sabremos t o d o í y o no quería que tú lo ignoraras, J u a n Martín, y p a r a éso te he llamado. E s decir, para eso sólo n o porque l a v e r d a d 0 tengo pundonor como el p r i- mero. -Y a lo s é