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A B C. J U E V E S 3 DE J U L I O DE 1930. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 19. medidas de h i g i e n e en resolver el p r o b l e m a porque los factores psicológicos y económicos derivados del hecho m i s m o de l a i n estabilidad actuarían con f u e r z a i n c o n t r a s t a ble en el sentido de acentuar l a d e p r e c i a ción. ¿Q u é debe hacerse? E n este asunto no hay, n a d a que i n v e n t a r E l ejemplo de otros p u e blos que h a n tenido el p r o b l e m a planteado con caracteres mucho más graves que E s p a ña y l o h a n resuelto, nos ofrece modelos de diversas soluciones, presentándonos l a exper i e n c i a de inconvenientes y ventajas, las repercusiones y las consecuencias que cada u n a de ellas h a determinado en los distintos países. D e b e pues, a m i j u i c i o prepararse l a estabilización s i n demora, s i n t a r d a n z a i n m e diatamente. ¿A qué t i p o? A l G o b i e r n o i n cumbe fijarlo p r e v i o detenido estudio p a r a qué el t i p o que se adopte responda a l p o d e r a d q u i s i t i v o actual de n u e s t r a moneda. L o s enormes sacrificios, l a g r a v e c r i s i s i n d u s t r i a l que h a n s u f r i d o I n g l a t e r r a e I t a l i a p o r ejemplo, por haber q u e r i d o l a p r i m e r a r e v a l o r i z a r totalmente l a l i b r a y por h a b e r adoptado l a segunda u n tipo e x c e s i v a m e n te alto de estabilización de l a l i r a demuest r a n los inconvenientes de u n a v a l o r i z a c i ó n excesiva. A l c o n t r a r i o F r a n c i a y B é l g i c a que h a n adoptado u n tipo adecuado de estabilización h a n podido, p o r efecto de ello, r e cobrar su p o t e n c i a l i d a d económica. N o es posible h a b l a r del sacrificio que l a estabilización a u n t i p o considerablemente i n f e r i o r a l a p a r pueda representar p a r a los r e n t i s t a s P r i m e r o porque si no nos d e c i d i m o s a fijarlo a h o r a tejidrían que s u f r i r l o m a y o r l a depreciación más acentuada que l a i n e s t a b i l i d a d d e t e r m i n a r í a segundo, p o r que s i l a estabilización se hace sobre l a base del poder a d q u i s i t i v o actual de nuestra m o neda, no hay p e r j u i c i o p a r a nadie, porque a aquel tipo se h a n adaptado y a los salarios y las rentas. N a t u r a l m e n t e todo p l a n serio de estabilización e x i g e que se adopten p r e v i a m e n t e todos los medios necesarios p a r a a s e g u r a r que será mantenido. E s preciso que el G o b i e r n o tenga esta s e g u r i d a d y es p re c i so también que l a comunique a los demás, tanto en el país como en el e x t r a n j e r o A t r i b u y o a ésta u n a i m p o r t a n c i a capital por l a i n fluencia d e c i s i v a que el factor confianza tiene en el p r o b l e m a de los cambios. P a r a u n p l a n de estabilización es evidente que el G o b i e r n o deberá buscar e l concurso de B a n c o s de emisión o de entidades financieras del e x t r a n j e r o que, seguramente, no le será difícil obtener, y habrá de adoptar aquel conjunto de medidas financieras- -algunas las h a adoptado y a con m u c h o a c i e r to el actual G o b i e r n o- -q u e aseguren el e q u i l i b r i o del presupuesto y l a n o r m a l i d a d de l a Hacienda. S e r á indispensable también proceder a l a desmonefización de l a plata p a r a r e d u c i r l a a l a condición de moneda d i v i s i o n a r i a con poder l i b e r a t o r i o l i m i t a d o P e r o l a pérdida que ello puede r e p r e s e n t a r- -s i no ando e q u i vocado, unos cuatrocientos m i l l o n e s de pes e t a s- -p o d r í a ampliamente compensarse con el beneficio que se obtendría con l a r e v a l o rización del oro. E s t e b e n e f i c i o- -m a y o r o menor, s e g ú n el t i p o que se fiajara p a r a l a e s t a b i l i z a c i ó n- -s e r í a seguramente s u p e r i o r a m i l millones de. pesetas, y en E s p a ñ a como en todos los países (después de compensar l a pérdida representada por l a desmonetización de l a plata) deberíase ceder en f a v o r del E s t a d o A todos esos efectos debería revisarse i a ley de O r d e n a c i ó n b a u c a r i a en lo r e l a t i v o a las relaciones entre el E s t a d o y el B a n c o de E s p a ñ a C o m p r e n d o que p a r a todo ello u n G o b i e r no que no q u i e r a actuar dictatorialmente carece de facultades. P e r o hay que reconocer también que el p r o b l e m a es de tal a p r e m i o que no es posible esperar p a r a acometer su de esta t i e r r a- -a c e i t e t r i g o etc. -y e l de m a q u i n a r i a agrícola, abonos, etc. adel a situación a n g u s t i o s a de los coNES POLÍTICAS E N lonos, o b l i g a u c s a p a g a r crecidas rentas, que n o g u a r d a n n i n g u n a relación c o n el v a A B O l o r de l o que recogen. A l a n u n c i a r A B C que los señores c o n L a m e n t a n d o que u n a m a l a información de de B u g a l l a l A l b a y conde de G u a d a l h a y a s o r p r e n d i d o l a buena fe de ese d i a h o r c e colaborarían en estas columnas, u n a r i o y ofreciéndole p a r a u n a m ás cabal a g e n c i a de periódicos de A m é r i c a nos p i orientación en este p r o b l e m a el estudio por dió el derecho de r e p r o d u c i r los artículos personas i m p a r c i a l e s y competentes, que usde nuestros ilustres colaboradores, a los tedes pueden libremente designar y e n v i a r cuales nos hemos d i r i g i d o p a r a ponernos de a ésta, le saludan atentos y seguros seracuerdo c o n ellos acerca del asunto, g u a r vidores, p o r los labradores, José M. Oniedándoles l a debida atención de pedirles su va, Agustín Ruis, Manuel Lara, Federico consentimiento, a u n siendo, de A B C l a Jiménez, Toribio de Prado, Rafael Alcalá, p r o p i e d a d de los trabajos con que nos h o n J. Alcalá, Emilio de Prado, José Alarcón, ran. Manuel Trujillo, Ramón Santaeüa y José H a c e m o s esta advertencia p a r a r o g a r a Rojano. nuestros colegas de E s p a ñ a y del e x t r a n- -K j ero que se abstengan de r e p r o d u c i r d i chos artículos, y a que de h a c e r l o podría LA C U E S T I Ó N M. Op a r e c e r que e r a c o n nuestro asenso y ello iría e ri menoscabo de l a seriedad de nuesN ETARI A t r o c o m p r o m i s o c o n aquella a g e n c i a y c o n l o s autores de los referidos trabajos. Opinión del señor V e n t o s a LAS COLABORACk M a ñ a n a p u b l i c a r e m o s el p r i m e r artícul o- -a nuestro j u i c i o interesantísimo- -de X S a n t i a g o A l b a Se titulará Explicando mi nota. Revolución, no; renovación, si. DE LOS EN EL IORNALES CAMPO E n prueba de i m p a r c i a l i d a d p u b l i c a m o s a continuación l a siguiente c a r t a s i bien hemos de a d v e r t i r a sus firmantes que qued a contestado de antemano cuanto en ella dicen, en nuestro artículo p u b l i c a d o el día i. de j u l i o y t i t u l a d o Los jornales del campo. B a e n a 29 de j u n i o de 1930. S e ñ o r d i r e c t o r de A B C S e v i l l a M u y señor nuestro y de n u e s t r a consider a c i ó n B a j o el título Los jornales míseros en el campo p u b l i c a el d i a r i o de su d i g n a dirección en su n ú m e r o 8.582, e d i ción de esa, llegado ayer aquí, u n editor i a l h a b l a n d o de los j o r n a l e s que en ésta p a g a m o s a los obreros del campo, que, p o r contener inexactitudes que, dada l a seried a d de ese periódico, nos pueden c r e a r u n ambiente h o s t i l nos a p r e s u r a m o s a contest a r esperando de su i m p a r c i a l i d a d l a p u blicación de l a presente. -E s v e r d a d que aquí n o h a h a b i d o h u e l g a a g r í c o l a- -s í conato de e l l a- -n i h a y bases de t r a b a j o p e r o es completamente i n e x a c t o que l o s j o r n a l e s sean de u n p r o m e d i o de 3,50 pesetas n i de tres pesetas, como s u ponen ustedes, dudando, c o n e c u a n i m i d a d de l a v e r a c i d a d de l a fuente de información que les h a c í a l a d e n u n c i a n i tampoco que les h a g a m o s t r a b a j a r a los obreros d u r a n te, j o r n a d a s extenuantes de diez a doce h o r a s d i a r i a s bajo el r i g o r c a n i c u l a r E l j o r n a l menos r e t r i b u i d o d u r a n t e esta t e m p o r a d a que es el del erero, se abona e n l a a c t u a l i d a d a 3,25 pesetas y l a m a n u tención c o m p l e t a los carreteros g a n a n de c u a t r o a c i n c o pesetas, más l a c o m i d a y los segadores a c i n c o pesetas en los t r i gos, habiendo ganado de seis a nueve, en l a s i e g a de cebada. Respecto a l a j o r n a d a de t r a b a j o n u n c a pasa de ocho h o r a s efectivas, salvo e l t r a b a j o de siega a destajo, en el que, p o r l o menos, d u p l i c a n el salario. E s t o es l o r i g u r o s a m e n t e cierto, y p a r a su comprobación ofrecemos los medios de p r u e b a que ustedes estimen pertinentes. J o r n a l e s bajos, s í pero no explotación del h o m b r e por el hombre, pues debe tenerse m u y en cuenta que de esta e x i g ü i d a d no somos nosotros ios responsables, s i n o que h a y que buscarle su causa en l a desproporción q u e existe, cada día más exacerbada, entre el v a l o r de los productos E l ex m i n i s t r o de H a c i e n d a D J u a n V e n tosa, que f o r m a parte del C o n s e j o S u p e r i o r B a n c a r i o ha. d i r i g i d o a l presidente de esta entidad l a siguiente c a r t a firmada en M a d r i d el día 1 del a c t u a l E x c m o S r D F é l i x S u á r e z Inclán, presidente del C on s ej o S u p e r i o r B a n c a r i o P r e sente. M i d i s t i n g u i d o a m i g o P o r tener que estar en P a r í s el día 3, me es i m p o s i b l e a s i s t i r a J a reunión que h a b r á de tener l u g a r e n esa Comisaría el día 2 del c o r r i e n t e p a r a t r a tar del p r o b l e m a m o n e t a r i o de E s p a ñ a T r a t á n d o s e de u n asunto de tanto interés p a r a el pais, no quiero l i m i t a r m e a excusar m i asistencia, sino que, c u m p l i e n d o l o que estimo u n deber, me creo obligado a exponer claramente m i opinión. A m i j u i c i o el aspecto fundamental del p r o b l e m a m o n e t a r i o es l a i n e s t a b i l i d a d de l a peseta, m ás g r a v e que l a m i s m a depreciación, s i ésta consistiera en l a adopción de u n tipo que o f r e c i e r a condiciones de e s t a b i l i dad y fijeza. N o es posible, dentro de los límites de esta c a r t a r a z o n a r este j u i c i o poniendo de relieve los p e l i g r o s i n c o n v e n i e n tes y p e r j u i c i o s que p a r a todos los sectores de l a E c o n o m í a n a c i o n a l representa l a fluctuación de nuestro s i g n o m o n e t a r i o a l teración en los precios, i n s e g u r i d a d en la v i d a i n d u s t r i a l y comercial- aumento en el coste de l a v i d a i n c e r t i d u m b r e en las i n v e r siones de capitale; etc. P a r a r a z o n a r m i resis me limitaré a hacer n o t a r dos consecuencias inevitables d 2 l a i n e s t a b i l i d a d monetar i a P r i m e r a q u siendo E s p a ñ a el único de los grandes países de E u r o p a que n o tiene estabilizada s i moneda, atrae y concent r a todas las m a n i o b r a s de l a especulación i n t e r n a c i o n a l a l i que, d i c h o sea de paso, no a t r i b u y o e l c a r á c t e r de causa d e t e r m i n a n te, pero sí el de coadyuvante de nuestro m a lestar m o n e t a r i o Segunda, que u n a m o n e d a inestable tiende íítalmente a l a b a j a porque la i n s e g u r i d a d hace que no se c o n v i e r t a n en pesetas los saldo; procedentes de las especulaciones, ahuyer. ta los capitales e x t r a n j e r o s y e s t i m u l a l a exportación de los capitales españoles, en busca de u n a m a y o r garantía. E s t e fenómeno l i a podido, d e s g r a c i a d a m e n te, observarse en E s p a ñ a Se h a hablado de l a revalorización, se h a i n t e r v e n i d o s i n plan, sin método, de u n a m a n e r a r u i n o s a anárq u i c a y p e r t u r b a d o r a en el m e r c a d o de c a m bios, y l a consecuencia h a sido que n u e s t r a moneda, que habría podido estabilizarse a tipos m u c h o más favorables, h a ido p e r d i e n do p r o g r e s i v a m e r t e su poder a d q u i s i t i v o hasta llegar a los actuales tipos de depreciación. E v i d e n t e m e n t e ellos no están justificados p o r l a situación económica y financiera de E s p a ñ a P e r o no se puede pensar s i n u n p l a n y u n a acción de G o b i e r n o p o r simples