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NO DEJE USTED D E LEER TODOS LOS DOMINGOS Q U E ES UN P O R T F O L I O por la diversidad de sus fotografías. U N L I B R O por la abundancia de su texto. U N M U S E O por la belleza de sus planas artísticas; y UN R E G A L O por la baratura de su precio. PESETA E LEJEMPLAR E NTODA ESPAÑA 206 E. RODRIGUEZ- SOLIS LOS GÍUERRILLEROS D E 1808 207, paisanos, m a r c h a r a n á V i l l a f r a n c a d e l P a n a d a s c a p i t a l de C o r r e g i m i e n t o en busca de armas. ¡D e regreso el 5 de su expedición c o n algunas a r mas, se puso d o n A n t o n i o F r a n c h a l a cabeza del S o m a t é n de Igualada, llevando c o n él a los entusiastas jóvenes J u a n y J a i m e L l i m o n a ricos f a bricantes de l a v i l l a que, c o n los mozos de su fábrica, j f o r m a b a n parte de l a expedición y conducían el estandarte del S a n t o C r i s t o de Igualada, c o n dirección a las escabrosas alturas del B r u c h T o d a s sus a r m a s consistían en los pocos- fusiles traídos de V i l l a f r a n c a por el señor F r a n c h algunas escopetas y viejos trabucos, hachas, picos, chuzos y azadones, y a falta de balas, trozos de v a r i l l a s 3 e h i e r r o y c a b e z a s de clavos de herraduras. L a m i s m a n o t i c i a se había recibido en M a n r e s a E n esta c i u d a d F r a n c i s c o R i e r a apodado el FUI de la botigueta p o r u n a tienda que poseía su padre, e l m i s m o que había tenido el a r r o j o de quemar las ¡proclamas de l o s franceses, se puso a l a cabeza de u n o s cien paisanos, c o n A P a r e r a y S o l e r que y a se había d i s t i n g u i d o como oficial en las campañas c o n t r a F r a n c i a en 1793, de M a u r i c i o Carrió, e n caminándose a l B r u c h donde encontraron a l o s v a lientes igualadinos posesionados del l l a m a d o Bruch v de Dalí. L a v a n g u a r d i a d e l general entró en M a r t o r e l l a l toque de somatén, que extrañaba y n o comprendía. E l somatén! E l somatén es en nuestra P a t r i a u n a cosa f o r midable... L a s campanas, tocando a somatén, producen t a n to entusiasmo en los españoles como p a v o r en sus enemigos, -1 Q u é significa ese toque? -preguntaba S c h w a r t z ¿Q u é significa? E l somatén es l a v o z de alerta de u n pueblo a otro. L a s campanas de las altas torres, m o v i d a s p o f na mano invisible, se a g i t a n c o n v e r t i g i n o s a r a pidez. S u s agudos sones parecen el g r i t o de u n a madre l l a m a n d o a sus h i j o s l a v o z de u n hermano res- pondiendo a l a invocación del otro, el aierta d e l centinela, a l que contesta el de su c o m p a ñ e r o A veces, e l toque parecía de g l o r i a a veces, se- me j a b a n g r i t o s de s o c o r r o a veces, toques de agonía. L o s franceses oían s i n comprender, y las c a m p a nas seguían tocando, tocajjido... S u s ecos repercutían e n las montañas y se reproducían de u n a m a n e r a pasmosa... S c h w a r t z h i z o callar las campanas de M a r t o r e l l p e r o ¿qué i m p o r t a b a P o r u n momento abrigó l a esperanza de que aquel toque siniestro hubiese t e r m i n a d o ¡Q u é l o c u r a B i e n p r o n t o se oyó dé nuevo e l toque de somatén e n las torres del B r u c h de E s p a r r a g u e r a de L a G u a r d i a de Collbató, de A b r e r a de Piérola, de U l l a s t r e l l de V a l l b o n a de M a s q u e f a de S a n J a i m e de M e d i o n a de I g u a l a d a de M a n t e s a y de oíros c i e n pueblos. P o r todas partes se tocaba a somatén. S c h w a r t z n o- pudo c o n t i n u r l a m a r c h a porque e l rest i de l a división, detenido p o r u n fuerte a g u a cero, n o llegó hasta l a m a ñ a n a siguiente. N u e s t r o s patriotas aprovecharon aquella noche cortando m u l t i t u d de pinos y cruzándolos en l a c a r r e t e r a p a r a detener l a m a r c h a de los infantes e i m p e d i r el paso de l a Caballería y l a A r t i l l e r í a P r o s i g u i ó S c h w a r t z su c a m i n o en l a mañana d e l 6, dejando a su espalda a E s p a r r a g u e r a cuyo a l calde había sido uno de los p r i m e r o s en d i f u n d i r l a a l a r m a y después de pararse algunas horas e n C o l l b a t ó -p o r efecto del t e m p o r a l liego a l a s cercanías del Bruch. E l B r u c h es u n l u g a r d i v i d i d o en dos, B r u c h de arriba y B r u c h de abajo, según l a situación que o c u p a n en l a c o r d i l l e r a distantes entre sí u n c u a r t o de legua, y asentados a l pie m e r i d i o n a l de l a alta montaña de M o n t s e r r a t a cuyo monasterio perten e c i e r o n e n señorío. C u e n t a n entre los dos unas 140 casas, dos posadas, u n a i g l e s i a p a r r o q u i a l (S a n t a M a r í a) y u n a aneja (S a n P a b l o de L a G u a r d i a) L a s incultas asperezas de que estaba cubierto e l terreno, los espesos bosques y m a t o r r a l e s que p o r diferente puntos le poblaban, las i n t r i n c a d a s r e sueltas, p r o f u n d o s barrancos y. enormes precipicios f
 // Cambio Nodo4-Sevilla