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MADRID- SEVILLA 5 D E AGOSTO DE Í 930. NUMERO 10 CTS. SU E L T O REDACCIÓN: P R A D O D E S A N S E B A S T I A N S U S C R I P C I O N E S Y A N U N C I O S MUÑOZ O L I V E CERCANA A TETUAN, SEVILLA BC DIARIO I L U S T R A DO. AÑO V 1 GÉS 1 MOSEXTO N. 8.614 L L E SPA La ÑA Nardo El l i b r o h a caído c o m o u n a p i e d r e c i t a en l a tersa superficie de las a g u a s el. lector h a de l l e g a r h a s t a el l i b r o y h a de a t r a v e s a r p a r a ello t o d o s los c í r c u l o s c o n c é n t r i cos que se h a n f o r m a d o E l l e c t o r se. h a l l a en l a p e r i f e r i a de E s p a ñ a e n el f o n d o del foso c a n t á b r i c o a l p i e de l a e l e v a d a f o r t a l e z a A l l á a r r i b a a seiscientos c i n c u e n t a m e t r o s de a l t u r a a l a d i s t a n c i a de s e i s c i e n tos v e i n t e k i l ó m e t r o s se h a l l a él c e n t r o d e l p r i m e r c í r c u l o es d e c i r allí está l a h e r o í n a de l a n o v e l a P r i m e r a e t a p a e l p a í s v a s c o desde S a n S e b a s t i á n a A l s a s u a país de p r a d o s v e r d e s y s u a v e s de m o n t a ñ a s sever a s pobladas de boscaje t u p i d o y húmedo. S e g u n d a e t a p a l a t r a n s i c i ó n el paisaje de Á l a v a entre castellano y v a s c o c o n los a b i e r t o s h o r i z o n t e s de C a s t i l l a y c o n las blandicias y suavidades del N o r t e A v a n cemos. T e r c e r a j o r n a d a B u r g o s c a b e z a de C a s t i l l a e l p a n o r a m a fino, elegante, que v i e r a e l C i d en sus t i e m p o s A l a m o s en toda su g a l l a r d í a M o n t a ñ a s que c o m i e n z a n a m o s t r á r s e n o s desnudas, prístinas. C u a r t a e t a p a t i e r r a de L e ó n es d e c i r V a l l a d o l i d V a i i a d o i i d es L e ó n L a t i e r r a l l a n a l a s l l a n u r a s de s e m b r a d u r a los h o r i z o n t e s d i l a t a d í s i m o s y distintos. N o s v a m o s a c e r c a n d o a M a d r i d E l G u a d a r r a m a las cresterías a z u ces; y en i n v i e r n o b l a n c a s l a t i e r r a p a r d a m a j e s t a d y s e v e r i d a d e n e l a m b i e n t e y en l a s cosas. M a d r i d a l o lejos, c o m o u n m o n tón d i s f o r m e de casas, q u e c o r o n a u n a neb l i n a s u t i l E n M a d r i d e n este último c í r c u l o l o m á s p o p u l a r l o m á s típico, l o e s e n c i a l l a C a b e c e r a d e l R a s t r o las calles de T o l e do, E m b a j a d o r e s E s g r i m a E s p a d a- -n o pod í a f a l t a r l a espada h a b i e n d o e s g r i m a- A v e M a r í a C a l v a r i o A m p a r o E n u n a de estas calles nace l a p r o t a g o n i s t a de l a n o v e l a D e l a n o v e l a que a c a b a de p u b l i c a r R a m ó n G ó m e z de l a S e r n a o sea La Nardo. La. Nardo, p o r su n o m b r e A u r e l i a R o j o m u c h a c h i t a m a d r i l e ñ a de l o m á s m a d r i l e ñ o n a c i d a e n e l c o r a z ó n de M a d r i d L a Nardo, b l a n c o y c a r m í n P r o d u c t o del i c i o s o d e l c r u c e de castellanos, andaluces, g a l l e g o s v a l e n c i a n o s e x t r e m e ñ o s C o m o todas estas m a r a v i l l o s a s m o c i t a s de l a corte. B l a n c o y c a r m í n l a Nardo; p é t a l o s de r o s a c a í d o s en naterones c a n d i d o s que d i j o L o p e de V e g a refiriéndose, n a t u r a l m e n te, a o t r a Nardo de s u t i e m p o y L o p e era m a e s t r o en l a m a t e r i a L a Nardo e n c u e n t r a a u n m o z o de s u e s t i r p e v a a p r o d u c i r s e d e n t r o de p o c o u n choque de u n a s t r o perd i d o c o n e l p l a n e t a en que h a b i t a m o s Y la b e l l a m u c h a c h a se e n c u e n t r a s i n saberlo, en l a m i s m a a c t i t u d psicológica que l a a r i s t o c r á t i c a abadesa que p i n t a E r n e s t o R e n á n e n su d r a m a t a n d i s c u t i d o La abadesa de Joiiarre. S i el p l a n e t a h a de h a c e r s e m i l pedazos, si l a v i d a v a a acabarse, si no se h a de v i v i r n i un i n s t a n t e m á s q u é es l o que h a r á n l a Nardo y su a m a n t e? S i l a a r i s t o c r á t i c a abadesa de T o u a r r e- -n u e es c o m o ser abadesa de L a s H u e l g a s o de S i j e n a- s i l a a r i s t o c r á t i c a abadesa v a a ser l l e v a d a en cuanto amanezca a la guillotina, ¿cuáles s e r á n l a s palabras, que c a m b i e con su a m a- d o r de ú l t i m a h o r a y c u á l e s s e r á n las c o n secuencias? ¡L á s t i m a que se f u e r a a p r o d u c i r u n c h o que de u n a s t r o c o n n u e s t r a t i e r r a! E s e c h o que -que n o se e f e c t ú a- -e s c o m o l a p i s t o l a que se d i s p a r a p o r c a s u a l i d a d e n el c o m i e n z o d e l Don Alvaro; t o d o se desprende de ese e n c o n t r o n a z o q u e n o se v e r i f i c a l a Nardo v a de escalón e n escalón, h a s t a el f o n d o del a b i s m o s o c i a l P e r o ese t r á n s i t o s i r v e a l a u t o r p a r a p i n t a r n o s todos l o s a m bientes m a d r i l e ñ o s d e l m á s p u r o m a d r i l e ñismo, que l a pobre A u r e l i a v a r e s p i r a n d o A l g u n a s de estas p á g i n a s s o n de las m e j o res q u e h a e s c r i t o R a m ó n léanse y t ó r n e n se a leer las referentes a l o s s u b u r b i o s de l a c a p i t a l a l p i n t a r l o s t e r r e n o s que se e x tienden p o r el final de l a R o n d a de E m b a j a d o r e s R a m ó n h a t r a z a d o u n o de los c u a dros m á s p i n t o r e s c o s p e r o m á s t e r r i b l e s de su l i b r o y de m u c h o s de sus l i b r o s E s o s tipos, que a l g u n a v e z h e m o s v i s t o a l p a s a r tales c o m o l o s l a b r a n t i n e s v e s t i d o s c o n u n t r a j e a n d r a j o s o de soldado, t r a j e que les h a n v e n d i d o l o s soldados que se m a r c h a b a n c o n l a a b s o l u t a o b i e n esos h o m b r e s c o n pantalones de p a n a atados c o n u n a c u e r d a por l a r o d i l l a todos esos tipos l o s h a d e s c r i to R a m ó n c o n un c o l o r y u n a f u e r z a que nos a t r a e n y c a u t i v a n D e s d e el f o n d o del foso c a n t á b r i c o v a m o s h a c i a l a a l t u r a h a c i a el c e n t r o d e l p r i m e r c í r c u l o en b u s c a de esa m u c h a c h i t a t a n b l a n c a corno de n i e ve, que se. m u e v e entre tales p e r s o n a j e s en las calles de l a E s g r i m a de l a E s p a d a del A m o a r o de l a E n c o m i e n d a p o r todas esas calles en qué nos ponemos en contacto con lo p r i m a r i o y espontáneo, con el pueblo pueblo de un v i g o r v de u n c o l o r c o m o n i n g ú n o t r o nueblo en E u r o p a Y eso. se ve bien c l a r o en La Nardo, l a n o v e l a g r a n d e del T a n R a m ó n AZORIN ante el s i g n o de l a c r i s t i a n d a d l a b r a d o erí h i e r r o florido y a l z a d o sobre u n fuste de p i e d r a g r i s y a l r u m o r d e l a i r e entre los p i n o s s o m b r í o s se u n i ó el de l o s rezos c r e yentes. E l duque de R i v a s vio a C r i s t ó b a l C o l ó n en este m o m e n t o c o n s u t i l e z a de v a t e y nos lo describe t a l c u a l e r a ...despejada era su frente, penetrante era s u vista, su nariz algo aguileña, su boca m u y e x p r e s i v a proporcionados sus miembros, y su edad, si no florida, tampoco tan a v a n z a d a que llegase a estar m a r c h i t a ...justillo, de r o j a tela, aunque usada y vieja, fina; un manto de l a n a pardo con mangotes, y c a p i l l a un birrete de velludo y de orejeras c a l d a s unas portuguesas botas más enlodadas que limpias, y bajo el brazo, pendiente, un zurrón, saco o mochila, donde un pequeño a s t r o l a b i o una brújula m a r i n a un libro de devociones y unos pergaminos i b a n Se alzó con enérgico m o v i m i e n t o luego de r e z a r y c l a v ó su m i r a d a de. i l u m i n a d o e n l a c u r v a e x t r e m a d e l m a r allá p o r O c c i d e n te. P e r o el niño, d e s f a l l e c i d o habíase echado a l p i e de l a c r u z D e sus hondos pensamientos y de su inquietud continua sacóle l a voz del niño, que p a n y a g u a le p e d i a pues en cuanto oyó su acento y vio su aflicción, se inclina, tierno le t o m a en los brazos, le consuela, le a c a r i c i a y diligente se acerca a l a a b i e r t a portería a demandnr el socorro que aquel ángel necesita. LA C U N A D E L NUEVO AUNDO E l monasterio de la Rábida, sarirtuario de la raza Aquel dia... A l e n f r e n t a r n o s c o n el m o n a s t e r i o de S a n t a M a r í a de la R á b i d a se p r o m u e v e e n nuestro espíritu u n a i n t e n s a e x a l t a c i ó n sent i m e n t a l p o r l a c u a l se m e z c l a n l a h i s t o r i a l a tradición, l a l e y e n d a y las c o n j e t u r a s p a r a ayudarnos a la evocación- -realidad y quim e r a- -d e l -m o m e n t o i n s i g n e que c o n v i r t i ó en c e n t r o eterno d e l m u n d o hispánico este lugar solitario y sencillo bajo cuyos viejos techos se c o b i j a el a l m a de t o d a u n a r a z a E n l a m a ñ a n a de u n día frío, p e r o despej a d o de los p o s t r e r o s del a ñ o de g r a c i a dé 1484, C r i s t ó b a l C o l ó n y su p e q u e ñ o h i j o D i e g o l l e g a b a n procedentes de P o r t u g a l y m u y cansados, ante l a c r u z en que t e r m i n a b a el a n t i g u o c a m i n o de P a l o s T r í a n los v i a j e r o s l a e s p e r a n z a puesta en D i o s que les sonreía e n v i á n d o l e s desde el c i e l o u n a r a c h a de l a c l a r a l u z m a ñ a n e r a S e a r r o d i l l a r o n E l l e g o p o r t e r o les r e c i b e c o n a f a b i l i d a d ¿Q u é deseáis, h e r m a n o? -p r e g u n t a a Colón. P i d o en n o m b r e de D i o s- -c o n t e s t a é s t e- p a n y r e p o s o p a r a este h i j o de m i c o r a z ó n que tiene h a m b r e y c a n s a n c i o! -D a d m e a c á e l n i ñ o y a g u a r d a d e n ese e s c a ñ o el t i e m p o de u n P a d r e n u e s t r o V u e l vo presto... C o l ó n se entró en el r e c i b i d o r c o n t i g u o a l a p o r t e r í a se septo en el b a n c o que el l e g o le i n d i c a r a y su i m a g i n a c i ó n c o m e n z ó a f i n g i r sobre las encaladas paredes desnudas l a ilusión de sus ensueños. E n i m a g i n a r s e l a r e c e p c i ó n que l a d o c t a C o m u n i d a d le h i c i e r a estaba c u a n d o tornó e l h e r m a n o p o r t e r o -Y a está- -dije- -el hermano cocinero a l i m e n t a n d o a l niño, que t a m b i é n tendrá c a m a p a r a después del ú l t i m o b o c a d o E n c u a n to a v o s h e r m a n o d e c i d q u é necesitáis. -L o p r i m e r o o r a r después, v e r a l p a d r e guardián. -P a r a orar i d por l a puerta del templo. A h o r a r e z a u n a m i s a el p a d r e A n t o n i o M a r c h e n a E l g u a r d i á n padre J u a n P é r e z está c o n el señor físico de P a l o s G a r c i F e r n á n dez, que pidió c o n f e s i ó n ¿Q u é d e v o c i ó n c s l a de esta s a n t a c a s a? -A d o r a m o s con singular fervor, aparte de nuestro seráfico p a d r e S a n F r a n c i s c o a N u e s t r a S e ñ o r a de los M i l a g r o s E s m u y l i n d a t o d a de p i e d r a b u l t o S e t i e n e p o r