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A B C. S A B A D O 23 D E A G O S T O D E 1930. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 33; 1 ABC E N LOS PUEBLOS Bailen Informaciones y noticias postales E l e n t i e r r o y f u n e r a l de V a l e n t í n V i l l a r á n R o d r í g u e z u n a de l a s v í c t i m a s d e l h u n d i m i e n t o d e l p u e n t e c o l g a n t e s o b r e el G u a dalquivir, que c o n d u c í a e l c a m i ó n en el m o m e n t o de l a c a t á s t r o f e h a c o n s t i t u i d o u n a i m p o n e n t e m a n i f e s t a c i ó n de d u e l o a la, que a c u d i ó é l p u e b l o e n m a s a P r e s i d i ó el d u e l o el g o b e r n a d o r c i v i l de l a p r o v i n cia, con todas las autoridades, y llevando e l a t a ú d l o s c h o f e r e s l ó c a l e s que le d e d i caron u n a hermosa corona. Su hijo L u i s a q u í hospitalizado y que r e s u l t ó t a m b i é n herido menos grave, continua m e j o r a n d o H á c e n s e g e n e r a l e s elogios de l a a c t u a c i ó n de este jefe de l í n e a de l a G u a r d i a c i v i l con motivo- d e l sensible accidente, y del c o m a n d a n t e d e l p u e s t o de M e n j í b a r y f u e r zas de a q u e l puesto y d e l de J a b a l q u i n t o E l m a y o r a l de l a g a n a d e r í a y e l d u e ñ o del v e h í c u l o que r e s u l t a r o n muertos, recibieron sepultura en Jabalquinto. L o s seis t o r o s f u e r o n m u e r t o s a t i r o s -Corresponsal. dicionales a l P a t r ó n del pueblo, San H o que, a s i s t i e n d o a las fiestas r e l i g i o s a s las autoridades, elemento oficial e invitados. L a B a n d a M u n i c i p a l dio c o n c i e r t o s en l a p l a z a de la C o n s t i t u c i ó n d u r a n t e todos l o s d í a s de v e l a d a -E n los salones M a r c h e n a y D o m í n g u e z actuaron las c o m p a ñ í a s E n g u i d a n o s y R o s s i- C a l v o c o n g r a n é x i t o de p ú b l i c o -C o rresponsal. Museo de Pintura y A r q u e o l o g í a Plaza del Museo. Horas de visita: de diez a tres. C O R R E O S X T E L É G R A F O S Calle San Acasio, 1. TELEFONOS. Piaza de San Fernando, T A R I F A D E C A R R U A J E S Taxis: 0,40, 0,60, 0,80 y una peseta k i l ó m e t r o Carruajes: Dos pesetas, carrera; tres peEXCURSIONES INTERESANTES. Ruinas de I t á l i c a San Isidoro del Campo, A l c a l á de Guadaira, Utrera, Mairena, C a r m o na, Aracena (Gruta d é l a s Maravillas) O s u na, Ecija, Marchena, Jerez, L a R á b i d a (Frente al Monasterio de L a R á b i d a se ha abierto al p ú b l i c o una m a g n í f i c a H o s t e r í a construida por el Patronato Nacional del Turismo. Precio del almuerzo, ocho pesetas; merienda, dos pesetas. H a y servicios de autobuses. H O R A R I O D E T R E N E S E s t a c i ó n fis C ó r d o b a Expreso a Madrid (1. y 2. c l a ses) salida, a las 8,50; llegada, a fas 2 1 Expreso a Madrid (lujo, 1. clase) salida, 21,15; llegada, 9,25. Expreso a Valencia y Barcelona (1 y 2 salida, 15,25; llegada, 14,10. Expreso a Lisboa (domingos y m i é r coles, lujo) salida, 2 3 llegada, 8.35. E x preso a Huelva (1 y 3. clases) salida, 9,50; llegada, 20,30. E s t a c i ó n de C á d i z (San Bernardo. C o rreo a Granada, M á l a g a Algeciras, salida, 6,45; llegada, 17,25. Correo a Granada, M á laga, Algeciras, salida, 12,05; llegada, 23,05. Expreso a C á d i z (I y 3 clases) salida, 9,37: llegada, 21,06. Expreso a C á d i z (1 y 3 salida. 21,08; llegada, 8,35. A U T O B U S E S A Algeciras. Huelva, L i s boa, Ronda. M é r i d a Badajoz. SERVICIO A E R E O Avión a Madrid: Oficinas: Avenida Reina Mercedes, 1 A v i ó n a Granada: Oficinas: calle O Donnell, 18. A v i ó n a Larache: Oficinas: Aeródromo de Tablada. a a a a a a a a a GUIA D E L TURISTA Oficina de I n f o r m a c i ó n Oficia! del P a tronato Nacional del Turismo (establecida en la planta baja del Ayuntamiento, con entrada por la p l a z a de l a C o n s t i t u c i ó n T e l é f o n o n ú m e r o 21404) E n esta oficina se f a c i l i t a n g r a t u i t a m e n t e toda clase de datos a los v i a j e r o s de todas las nacionalidades, en e s p a ñ o l i n g l é s y alem á n Horas de oficina: por la m a ñ a n a de diez a una, y por l a tarde, de tres a siete. M O N U M E N T O S Y M U S E O S La Catedral: Dentro de ella, el Tesoro, la Sala C a pitular y las capillas. Horas de visita: c 5 diez a una y de tres a cinco. Precio: tres pesetas. l i a Giralda: Plaza del Cardenal L l u c h Precio: 0,25 peseta. (N o e s t á permitido aue suban menos de dos personas. A l c á z a r R e a l Patio de Banderas. Horas F u e n t e de C a n t o s de visita: de nueve a una y de tres a cinco. H a c e l e b r a d o este p u e b l o sus t r a d i c i o n a P r e c i o de entrada: cuatro pesetas. les fiestas d e n o m i n a d a s d e l J u b i l e o c o n A r c l í i v o de Iridias: C a r d e n a l G o n z á l e z g r a n a n i m a c i ó n no d e c a y e n d o é s t a d u r a n Horas de visita: de nueve a dos. Entrada te todos l o s d í a s de v e l a d a gratuita. L a n o t a m á s s a l í a n t e h a sido l a i n s t a l a Torre fiel O r o Paseo de C o l ó n c i ó n de casetas de bailes, tales c o m o las Palacio de las D u e ñ a s Calle de las Dueñ a s H o r a s de visita: todo el d í a Entrada l l a m a d a s O b r e r a O d e ó n y Z u r b a r á n esta gratuita. ú l t i m a construida con c a r á c t e r permanente Casa de P ü a t o s Plaza de P ü a t o s Horas e n e l paseo de s u n o m b r e t a m b i é n t e r m i 1 de v i s i t a todo el d í a Precio de entrada: n a d o e i n a u g u r a d o e n estos d í a s 1,50 pesetas. -E l A y u n t a m i e n t o d e d i c ó sus actos t r a- 3 Í E. RODRIGUEZ- SOLIS L O S G U E R R I L L E R O S D E 1808 381 recen ser citados para que sirvan de ejemplo y enseñanza, y los cuales fueron para los franceses, el grande, el terrible, el obstáculo insuperable que jamás pudieron allanar. Esta nueva guerra explica el secreto de nuestra heroica y tenaz resistencia. t a s guerrillas, digámoslo de una vez, fueron principalmente las que dieron cima a la obra de la salvación del país. L a guerra de guerrillas no sería la guerra de la ciencia, militar, pero era la guerra patriótica. L a guerra de guerrillas era a, l a vez terrible y grandiosa. E l guerrillero, mal comprendido por Napoleón a pesar de su gran genio, era un tipo digno de ser estediado, y a ú n mejor de ser comprendido. Lejos de ser. el guerrillero un bandolero, como le llamaba Bonaparte, o un bngmie, como le apellidaban, quizá, por servil imitación, sus generales, era un héroe en el m á s alto sentido de la palabra. Los guerrilleros eran cumplidos caballeros con las damas francesas, como no lo fueron j a m á s los generales imperiales, según atestigua la historia de el Empecinado y de Espoz y M i n a cariñosos y dulces con sus niños, según demuestra la historia de C r u chaga; humanos y compasivos para los heridos y prisioneros franceses, como lo demuestra la historia de Palarea y de Javier M i n a y héroes destinados a acabar con los soldados d? Napoleón. N o destruirán los guerrilleros de una vez y en conjunto al ejército francés, pero acabarán con él poco a poco, en combates parciales, pero terribles y sangrientos; no llegarán a concluir en una sola ac- ción con los soldados napoleónicos, pero su sistema tie ataque, seguido con valerosa constancia, l l e g a r á a debilitar a los franceses, causándoles un número de bajas que alcancen la increíble cifra de medio millón de hombres, cotoo demostraremos en el transcurso de nuestra obra, y como afirmará une de los más reputados historiadores extranjeros. ¿Desdeñaría esta guerra Napoleón porque la contasíjerase coaaso una inspiración del instinto de! guerrilte- o y pojmse no llevaba ea si et cuño de las gnerras del arte? cepto, sólo, o al menos principalmente, importaba a la Gran Bretaña. Aparte de que la. Junta no podía elegir el momento de concluir el Tratado, sino que eran las circunstancias m á s fuertes que su voluntad, las que se! o imponían, y el momento no era el más favorable a E s p a ñ a para imponer condiciones, teniendo graiv parte de su territorio en poder de los soldados de Napoleón y viendo a Europa sujeta a la voluntad del conquistador universal, el Tratado no tenia l a gravedad para nosotros que esos eternos criticadores le hallaban. Inglaterra se había puesto desde el primer instante, desde el memorable día 2 de mayo, á nuestro lado y en contra de Napoleón, quizá no desinteresadamente, pero sin imponernos tampoco condición alguna, y con sus auxilios materiales y con su i n fluencia moral nos había prestado grandes servicios, elevando nuestra causa ante la Europa, que nos consideraba, no ya sólo como un pueblo alzado en armas por recobrar su independencia, sino también como una gran nación, con la cual podían y debían contar en adelante cuantas deseaban sacudir el. yugo de Bonaparte y combatir su hasta entonces omnímodo poder. Negar todo esto sería negar la luz, y, por fortuna, lo? individuos de l a Junta Central y la mayoría de los españoles no estaban ciegos n i eran ingratos. i AI combate! Tócanos ahora discutir las respuestas dadas por Napoleón al mariscal 13... al abandonar a E s p a ñ a Ante todo, conviene dejar consignado que eí j u ramento de fidelidad hecho por el pueblo de M a drid a J o s é Eonaparte en la iglesia de San Isidro no tenía valor ni importancia alguna; en primer lugar, porque. había sido impuesto por las cirauasstancias y realizado bajo la presión de las bayonetas, y en segundo, porque si bien Madrid era la capital de la nación, Madrid no podía hablar en nombre de L inna, mucho menos hallándose dominada por el invasor r f
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