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A B C. S Á B A D O 30 D E A G O S T O D E 1930. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 26. l a L l a v e m a d r e de nuestro querido c o m p a ñero de R e d a c c i ó n D F é l i x A r i a s A l piadoso acto a s i s t i e r o n u n a representación de l a h e r m a n d a d de N u e s t r o P a d r e J e sús de las P e n a s de l a i g l e s i a p a r r o q u i a l de S a n Roque, numerosas personas de l a a m i s tad de l a f a m i l i a doliente y muchos a m i g o s y compañeros del S r A r i a s a q u i e n reiteramos c o r d i a l m e n t e l a s i n c e r a expresión de pesar p o r l a i r r r e p a r a b l e desgracia que le aflige. H a causado general pesar l a muerte de l a d i s t i n g u i d a señorita P e p i t a T e r n e r o acaec i d a en S a n Sebastián. E l cadáver de l a que fué b e l l a y v i r t u o s a s e v i l l a n a h a sido traído a s u t i e r r a n a t a l donde h a r e c i b i d o c r i s t i a n a sepultura. EL AUTOGIRO CIERVA, EN MADRID L a llegada. U n a demostración del vuelo M a d r i d 29, 2 m a d r u g a d a E l a u t o g i r o Cierva, t r i p u l a d o p o r su ilustre i n v e n t o r llegó ay r mañana, procedente de B o c e g u i llas a l aeródromo de C u a t r o V i e n t o s E l S r C i e r v a manifestó s u propósito de hacer p o r l a tarde u n a demostración de v u e los en el aeródromo de Getafe. L a s cinco y m e d i a de l a tarde, cielo tem- pestuoso. E l jefe i n t e r i n o del aeródromo, capitán G a r c í a M u ñ o z y el capitán de serv i c i o D P e d r o F u e n t e s u l t i m a n los p r e p a rativos p a r a f a c i l i t a r el a t e r r i z a j e del aparato. J u n t o a l a m a n g a v e l e t a se h a n encendido unas señales l u m i n o s a s y otras h a y en diferentes puntos del campo, i n d i c a n d o los límites del aeródromo y los puntos mejores para aterrizar. A las seis menos c i n c o m i n u t o s se oye el r u i d o del m o t o r en dirección de C u a t r o V i e n t o s y poco después c r u z a sobre los hangares m i l i t a r e s el a u t o g i r o m o v i e n d o su g r a n hélice s u p e r i o r semejante a las aspas de u n m o l i n o de viento. E l aparato del señor C i e r v a pierde a l t u r a rápidamente, y en su última etapa de caída se posa certero j u n t o a los edificios de l a A v i a c i ó n c i v i l Y a se habían congregado muchos amigos y c u r i o s o s p a r a r e c i b i r a l i l u s t r e piloto. E n tre los p r i m e r o s estaba el g e n e r a l K i n d e l á n el teniente c o r o n e l H e r r e r a el teniente coronel L a L l a v e los señores R u i z de A l d a Ansaldo, Herránz, Alemán, Barcala, Díaz y otros muchos. U n a n o t a interesante de l a recepción fué l a presencia de d i s t i n g u i d a s señoras, entre las que figuraban las a v i a d o r a s c o n título de piloto señorita S o r i a n o y señora de A n saldo. E l S r C i e r v a a l desembarcar, conversó con los a m i g o s que l e e s p e r a b a n informándoles d e l accidente s u f r i d o e n B o c e g u i l l a s E l accidente careció de i m p o r t a n c i a y consistió en haberse salido u n a parte del capó del aparato. U n a vez t o m a d a t i e r r a quedó r e p a r a d a l a a v e r í a e n breves momentos, pero entonces notó el a v i a d o r que rio i b a m u y sob r a d o de g a s o l i n a y ello, u n i d o a l g r a n calor que se sentía y a l ambiente m u y tormentoso, le decidió a hacer noche en B o c e g u i l l a s D e m a d r u g a d a reanudó el vuelo, s i n i n c i dente a l g u n o y e n uña h o r a y c i n c o m i n u tos r e c o r r i ó l o s 120 kilómetros que le separ a b a n del aeródromo de C u a t r o V i e n t o s E l S r Cierv- a e x p l i c ó después a l S r K i n delán las características del aparato y- su puesta e n m a r c h a L a s nubes m i e n t r a s tanto habían ido c o n densándose h a c i a el E s t e e n donde u n a coloración violácea p r e s a g i a b a t o r m e n t a C o menzó a l l o v e r aunque, afortunadamente, se pintó enseguida u n arco i r i s que t r a n quilizó a los alarmistas. E l a v i a d o r entonces puso en m a r c h a el motor. L a hélice s u p e r i o r o molinete que v a g i r a n d o durante el v u e l o y constituye l a parte m á s indispensable p a r a l a sustentación d e l aparato n o está a c c i o n a d a p o r e l motor. E s independiente de él y se pone en a c t i v i d a d p o r e l v i e n t o que produce l a h é lice, u n i d o a u n a especial disposición que tiene el timón del aparato. Puesto en acción- el molinete, a v a n z ó el a u t o g i r o p o r el aeródromo, y poco después despegaba, t o mando a l t u r a con g r a n r a p i d e z D e este modo dio v a r i a s vueltas p o r el aeródromo, haciendo v i r a j e s m u y cerrados y ganando y perdiendo a l t u r a y v e l o c i d a d muchas veces. E n t r e las p a r t i c u l a r i d a d e s del vuelo fué u n a de las más importantes u n v i r a j e de los llamados a plato o derrapando; esto es, s i n tomar previamente l a inclinación n e c e s a r i a en todo vehículo a l tomar u n a c u r v a rápida p a r a no salir p o r l a tangente. Después de esta demostración de f a c i l i d a d de vuelo, el a u t o g i r o descendió rápidamente, y llegado el momento de t o m a r t i e r r a lo h i z o en u n pequeño espacio, dando l a sensación de que se c l a v a b a en e l t e r r e n o de que se detenía automáticamente y de que se posaba. E l público prorrumpió en aclamaciones de sorpresa y en aplausos. El último a u t o g i r o Y a h o r a está el S r C i e r v a recibiendo las felicitaciones de sus amigos e informándoles de las condiciones y modalidades del aparato en que h a volado, último t i p o de su invento. E s u n aparato pequeño. U n a a v i o n e t a U n a autogireta, pudiéramos d e c i r L a m a y o r l o n g i t u d en todos sentidos se l a d a n las aspas del m o l i n o esa característica esencial del aparato, que le justifica t a n b i e n el n o m b r e de a u t o g i r o m o l i n o que g i r a p o r sí, independiente del m o t o r como hemos dicho. P e s a e l aparato 435 k i l o s y tiene dos asientos. P u e d e d e s a r r o l l a r u n a v e l o c i d a d m á x i m a de 135 kilómetros p o r h o r a Posee u n m o t o r de c i e n caballos y c a r g a ochenta l i tros de g a s o l i n a c o n l o que tiene esencia p a r a tres horas de vuelo. E s t e último aparato es el C- 19 de los const r u i d o s en E u r o p a E n A m é r i c a se h a n construido veintitrés tipos d i s t i n t o s v a n pues, p o r el C- 23. C o n ellos se h a cubierto u n total de m á s de 1.500 horas de vuelo, y hasta h o y no h a h a bido accidentes c o n desgracias personales que lamentar. E l S r C i e r v a sigue e x p l i c a n d o H e aquí l o más i m p o r t a n t e del aparato. N o tiene el p e l i g r o de l a pérdida de v e l o c i d a d que o r i g i n a ese tremendo conflicto de e n t r a r en b a rrena. E l aparato se sustenta en el a i r e en u n completo e q u i l i b r i o con t o d a serenidad y s e g u r i d a d Y quienes l o v i e r o n v o l a r asentían. E l ilustre a v i a d o r sale h o y p o r l a tarde, o mañana, p o r l a mañana, p a r a A l b a c e t e y M u r c i a en su a u t o g i r o H o y dará demostración en C u a t r o V i e n t o s a l a A v i a c i ó n m i litar. V a obscureciendo en el aeródromo. E l señor C i e r v a tiene que v o l v e r a C a r a b a n chel. R e c i b e apretones de manos, efusivos. M o n t a en su pegaso y l o pone en m a r c h a D a u n a vuelta en el a i r e p o r el aeródromo, en señal de despedida, y enfila p a r a C a r a b a n chel, perdiéndose en l a p e n u m b r a del ocaso. A ú n h a y u n resto de l u z que le n i m b a de gloria. Fallecimiento de don Ricardo Franco R o t a 29, 8 mañana. A las seis de l a m a ñana h a fallecido repentinamente en el b a l neario de N u e s t r a S e ñ o r a del R o s a r i o el e x alcalde de S e v i l l a D R i c a r d o F r a n c o P i n e da, que veraneaba en esta l o c a l i d a d E l S r F r a n c o como se recordará, había sido a g r a c i a d o c o n el segundo p r e m i o del i de agosto. L a n o t i c i a de l a muerte del S r F r a n c o P i n e d a h a causado, a l ser conocida en Sev i l l a p r o f u n d o sentimiento. P o r sus dotes personales, y p o r sus c u a lidades como político y h o m b r e de foro, e l notable abogado e r a m u y querido de sus convecinos, entre los cuales contaba con s i n ceras amistades. Salida del cadáver para Sevilla R o t a 20, 6 tarde. E l cadáver del señor F r a n c o P i n e d a p r e v i a autorización del gobernador, salió en ün coche s a n i t a r i o a las cinco de l a tarde, en dirección a S e v i l l a H a s t a l a salida del pueblo fué a c o m p a ñado p o r el clero, con c r u z a l z a d a casi t o dos los veraneantes y las autoridades l o cales, c o n numerosas representaciones de la población. E n el cortejo figuraba también e l h e r mano del finado teniente de l a G u a r d i a c i v i l que veranea también e n esta p l a y a Procedente de R o t a llegó anoche, a las ocho y m e d i a el cadáver del que fué nuestro estimado convecino y ex alcalde de S e villa D Ricardo Franco Pineda. Acompañaban a l c a d á v e r desde d i c h o pueblo el h e r m a n o del finado D M a n u e l Franco Pineda y D Miguel Artemán. E s p e r a b a n e n e l d o m i c i l i o del finado, a l cadáver, a m á s de l a f a m i l i a u n a comisión d e 1 C a s i n o C o n s e r v a d o r y numerosos amigos. E l féretro fué colocado en u n a de las h a bitaciones de l a p l a n t a baja, c o n v e r t i d a e n c a p i l l a ardiente. D u r a n t e l a noche v e l a r o n a l cadáver los f a m i l i a r e s y numerosas amistades. E l S r F r a n c o e r a adicto a l p a r t i d o c o n servador. S u s actuaciones como concejal y su paso p o r l a A l c a l d í a e v i d e n c i a r o n su rectitud y clara inteligencia. Paralelamente, sus condiciones de abogado sagaz y culto l a p r e g o n a b a l a sólida reputación de su b u fete. E n señal de duelo p o r el triste a c a e c i miento, el C a s i n o C o n s e r v a d o r entornó a y e r sus puertas, y fueron innumerables los t e s t i m o n i o s de c o n d o l e n c i a ofrecidos a l a d i s t i n g u i d a f a m i l i a del finado. A ellos une el sityo A B C c o n h o n d a s i n c e r i d a d frf NOTICIAS NECROLÓGICAS C i A y e r mañana, en el c u a r t e l del r e g i miento de Infantería de S o r i a se celebró una m i s a de Réquiem, en s u f r a g i o del a l m a del que fué teniente del expresado r e g i m i e n t o D J u a n del C a s t i l l o A g r a m u n t fallecido recientemente. C o n los f a m i l i a r e s del difunto presidió el piadoso acto el coronel p r i m e r jefe del Cuerpo, D Raimundo García Jiménez, acompañándole todos los jefes y oficiales de l a u n i d a d que manda. T a m b i é n asistieron todos los jefes y oficiales del r e g i m i e n t o de G r a n a d a c a n c o s de s e r v i c i o L a t r o p a formó a l m a n d o del capitán D P e d r o de C a s t r o C o n tal m o t i v o se r e n o v a r o n las muestras de condolencia p o r l a pérdida del que fué pundonoroso m i l i t a r modelo de caballeros. E n el templo de S a n N i c o l á s se celebró ayer, a las diez de l a mañana, solemne m i s a de Réquiem en s u f r a g i o p o r el a l m a de l a v i r t u o s a dama doña M e r c e d e s R o d r í g u e z de Ha muerto el director d e El Empastre M a d r i d 30, 2 m a d r u g a d a V í c t i m a de u n a pulmonía h a fallecido el director de El Empastre, D Filiberto Rodrigo Alarcón, de cuarenta y c i n c o años.
 // Cambio Nodo4-Sevilla