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A B C. M A R T E S 4 D E N O V I E M B R E D E 1930. EDICIÓN DE ANDALUCÍA. PÁG. 6 b r i e n d o con. su c u e r p o los v i e n t r e s tersos o abultados de los c i u d a d a n o s p a r a e v i t a r que l a enteritis de l a c o d i c i a l o s a n i q u i l a s e! E n estos días, unos salvajes, c ó m o d a m e n te instalados en u n fuerte de R í o J a n e i r o d i s p a r a r o n u n cañón c o n t r a u n buque p a c u n o A bordo del Badcn, veintiséis españoles que n a d a tenían que v e r c o n ésas l u c h a s p r i m i t i v a s c o n que en el B r a s i l c o m o en tantos otros pueblos, el t i r a n o de m a ñ a n a quiere e x p u l s a r a l t i r a n o de h o y s o n despedazados p o r l a c r i m i n a l g r a n a d a P o b r e s h o m b r e s y pobres m u j e r e s que b u s c a b a n e n otro l u g a r del a n c h o m u n d o u n a v i d a menos miserable. L a m a d r e P a t r i a r e d a c t a u n a n o t i t a en su deficiente castellano oficial. ¿Q u é h a sucedido ahí? p r e g u n t a ¿Q u é h a suced i d o? Q u e veintiséis h e r m a n o s nuestros, desg r a c i a d o s y h u m i l d e s h a n s i d o brutalmente asesinados por u n o s locos. P e r o el B r a s i l responde a l a i n t e r r o g a c i ó n L o siente m u cho. E s t á v e r d a d e r a m e n t e apenado y s o r p r e n d i d o p o r esto de que u n a g r a n a d a que sus soldados l a n z a r o n a u n transatlántico, h a y a dado m u e r t e a l estallar, a l a gente que estaba en aquel barco. E n r i g o r l a c u l p a es de l a g r a n a d a A pesar de esto, el B r a s i l p a g a r á los e n t i e r r o s y ¡q u é c a r a m b a! p a r a que n a d i e dude de su a m a b i l i d a d v a a o r g a n i z a r u n o s f u n e r a l e s magníficos. L a amada P a t r i a rezonga: -B u e n o b u e n o pues que n o v u e l v a a ocurrir. E l G o b i e r n o l a P r e n s a l a opinión, h a n p r o c e d i d o en este caso c o n u n a apatía v e r g o n z o s a U n a v e z m á s h a y que d e c i r que el español es el ser que m á s a b a n d o n a d o se encuentra en e l e x t r a n j e r o N o y a l a espléndida y entrañable v i g i l a n c i a de I n g l a terra, s i n o l a que c u a l q u i e r a o t r a n a c i ó n ejerce sobre sus subditos e x p a t r i a d o s es m á s c o r d i a l m á s atenta y eficaz que l a de E s paña. N u e s t r a d i p l o m a c i a jarece s e n t i r el r u b o r de defender a españoles, y el país ntero carece de ese sentido de s o l i d a r i d a d entre sus i n d i v i d u o s que es i n d i s p e n s a b l e p a r a d a r v e r d a d e r a cohesión y r e a l i d a d a u n a nación, p o r débil que sea. B i e n sabemos que oficialmente se nos dirá que no se pudo h a c e r m á s que l o que se h i z o P e r o h a y m á s allá de las n o r m a s d i p l o m á t i c a s y a u n e n las n o r m a s m i s m a s u n t o n o y u n c a l o r s i e m p r e ausentes entre n o s otros. Y u n a P a t r i a que se l i m i t a a r e c a u dar c o n t r i b u c i o n e s c o r r e el p e l i g r o d e l desa m o r y desde luego, p r o v o c a p o r r e a c c i ó n este f e r o z i n d i v i d u a l i s m o de s á l v e s e el que p u e d a que es l a p r i m e r a r a z ó n de casi todos nuestros males. W. F E R N A N D E Z Oi I CI fr M II FLOREZ o r o p a r a l a g a r a n t í a de sus billetes, que representaba poco m á s de u n 2: p o r 100, no pasó en la p r i m a de su c a m b i o de l a m i s m a que hoy padece, c o n todas sus h e r i d a s c i c a t r i z a d a s con deuda i n s i g n i f i c a n t e en relación a las de los d e m á s E s t a d o s que se l a i m p o n e n c o n sus fuentes de p r o d u c c i ó n m a n a n d o r i q u e z a con u n a recaudación de m á s de 3.500 m i l l o n e s de pesetas, s i n déficit y a en sü presupuesto, y c o n u n encaje oro siete veces m a y o r que r e p r e s e n t a u n a g a r a n t í a p a r a e l billete del 55 p o r 100. Q u e esto no puede ser u n resultado n a t u r a l nos l o dice el sentido c o m ú n que esto es, nos lo d i c e n los hechos. S i n e m bargo, a l g u n o s e c o n o m i s t a s q u i e r e n p r o b a r no sólo que es, s i n o que debe ser. N a t u r a l mente que p a r a p r o b a r l o c o n f í a n en l a c a n didez del público y en esoterismos de que ellos se ríen, pero que a éste i m p r e s i o n a n Y o d i g o que es, pero que n o h a y r a z ó n a l g u n a económica p a r a que sea. E n otras p a l a b r a s y o d i g o que, si es, se debe a a l g o que n a d a tiene que v e r c o n el o r d e n económ i c o s i n o que responde, p r i m e r o a t o r p e zas de los g o b e r n a n t e s después, a la e x plotación de ellas p o r los pescadores en aguas t u r b i a s v finalmente, a r e p e r c u s i o n e s del o r d e n político en el económico, que, siendo d i s t i n t o s fe i n f l u y e n m u t u a m e n t e c o m o en el h o m b r e a l m a y c u e r p o siendo de d i s t i n t a n a t u r a l e z a están íntimamente relacionados. p r e s a b a días a t r á s Sueno en A B C tiene mucha filosofía: n u e s t r a peseta necesita t r a n q u i l i d a d m u c h a t r a n q u i l i d a d ¡Q u é los snobs de l a E c o n o m í a l a d e j e n en p a z! Y i que h a b l e n de l a m a t e r i a- -y p o c o- -l o s que t i e n e n sentido común. Bis in lima; semel in Ungtta. Y a b u s c a r e n o t r o l a d o el r e m e d i o qué, a d e m á s está m u y c l a r o VÍCTOR PRADERA TEMAS MADRILEÑOS E monumento a Larra T o d o s los días lo s o n a p r o p i a d o s p a r a dedicar un recuerdo al excelso escritor, y a l g u n o s m á s señaladamente, p o r q u e t r a e n a la m e m o r i a fechas o a c a e c i m i e n t o s que c o n él se r e l a c i o n a n o, p o r q u e e l p r i m e r o de ¡os p e r i o d i s t a s e s p a ñ o l e s -c o m o Je h a c a lificado q u i e n tiene a u t o r i d a d p a r a d i s c e r n i r t í t u l o s- -l o s señaló c o n a l g ú n artículo suyo, y c o n t r a z o t a n indeleble, que, aunque h a t r a n s c u r r i d o c e r c a de u n s i g l o nadie h a p o d i d o m a r c a r después u n a h u e l l a m á s p r o funda. T a l acontece a l c o m e n z a r n o v i e m b r e en que, s i n p o d e r l o e v i t a r se v i e n e a las m i e n tes aquel artículo t a n h e r m o s a m e n t e español, lleno de melancolía y a m a r g u r a que l l e v a p o r título El día de Difuntos en 1836. N o era m u y r i s u e ñ o el p a n o r a m a que l a i m a g i n a c i ó n h a c í a v e r a l e s c r i t o r en t o r n o suyo, llevándole a leer a q u e l l o s epitafios t a n c r u d o s y t a n desconsoladores, y s i n que sea t a m p o c o m u y t r a n q u i l i z a d o r que d i g a m o s el c u a d r o que en l a a c t u a l i d a d se c o n t e m p l a a u n no p o n i e n d o en l a a p r e c i a c i ó n l a dosis de p e s i m i s m o y de t r i s t e z a que puso L a r r a es l o c i e r t o que l a s c o s a s a n d a n de t a l m a nera, que m u c h a s a p a r e c e n r o t a s y m a l t r e chas, y t a n d i v i d i d o todo, que pudiéramos h a l l a r n o s a punto de que t u v i e s e aplicación, entre los epitafios que l e y ó el e s c r i t o r aquel que r e z a b a Aquí yace media España; murió de la otra media. P e r o n o es m i propósito en esta ocasión s e g u i r p o r ese c a m i n o a l r e c o r d a r a L a r r a en l a f e c h a a c t u a l E l i n c l u i r esté tema d e n t r o de l o s que a c o s t u m b r o a r o t u l a r c o m o m a d r i l e ñ o s a pesar de que l a p e r s o n a l i d a d de Fígaro, p o r no ser de las que se a j u s t a n a los reducidos límites locales o r e g i o n a l e s es esencialmente n a c i o n a l obedece a l deseo de l i q u i d a r u n a c u e n t a que, n o M a d r i d s i n o su representación c o r p o r a t i v a tiene p e n diente c o n el e s c l a r e c i d o e s c r i t o r que, p a r a h o n r a n u e s t r a v i n o a l m u n d o d e n t r o del r e c i n t o de l a v i l l a y corte. N a d a m e n o s que en l a calle de S e g o v i a n a c i ó L a r r a l a c a l l e que e m p i e z a en l a p l a z a de P u e r t a C e r r a d a (l a de l a c r u z en l i t i g i o) y acaba en e l r í o l o c u a l quiere d e c i r que, antes de que l l e g a r a a ser Fígaro, era y a m a d r i l e ñ o p o r los c u a t r o costados. E s t a c i r c u n s t a n c i a c u a n d o se t r a t a de un h i j o de tal c a t e g o r í a e x i g e m u c h a s c o s a s entre otras, el deber, p o r parte de q u i e n e s o s t e n tan l a r e p r e s e n t a c i ó n de l a v i l l a de s u m a r se a todo c u a n t o s i g n i f i q u e enaltecer l a m e m o r i a del p a i s a n o i l u s t r e y hacer a c t o de p r e s e n c i a e n cuantos homenajes p ú b l i cos, y que h a y a n s i d o p r e v i a m e n t e a n u n c i a dos, se le t r i b u t e n Se me d i r á que n o todos, n i a u n l a m a y o r p a r t e s i q u i e r a de los que i n t e g r a n nuestro A y u n t a m i e n t o son de M a d r i d B i e n está, pero a eso se p u e d e r e p l i c a r que, cuando se t r a t a de figura t a n r e l e v a n t e que solamente en once años de l a b o r y v e i n t i o c h o de v i d a segada én flor p o r el h a d o adverso, c o n s i g u i ó a l c a n z a r f a m a imperecedera, sin m á s e s f u e r z o que el de l a p l u m a a l t r a z a r u n o s cuantos a r t í c u l o s de tal r i q u e z a i d e o l ó g i c a y l i t e r a r i a que n a d i e supo i g u a l a r toda abs- Y es c l a r o que s i e l m a l n o t i e n e u n o r i g e n económico, será inútil p o n e r l e r e m e d i o de esa c l a s e c o m o el m a l psíquico n o se c u r a c o n m e d i c i n a s p a r a el r i ñ o n o p a r a e l bazo. E n casos tales, los r e m e d i o s que n o a f e c t a n a l espíritu son coadyuvantes, no cánsalas. D e ello q u i s i e r a c o n v e n c e r a m i s lectores c o n los n ú m e r o s que a su c o n s i d e r a c i ó n v o y a someter. N o siendo e c o n ó m i c o el o r i g e n de n u e s t r o m a l los r e m e d i o s de este o r d e n serán coadyuvantes: p e r o el c a u sal se h a l l a r á en e l o r d e n político. -Y si n o veümoslo. Inglaterra y A l e m a n i a tienen su cambio a l a p a r I n g l a t e r r a posee o r o p a r a g a r a n t í a de sus billetes t a n sólo en el 41 p o r 100 de su i m p o r t e y A l e m a n i a e n e l 50 p o r 100. E s p a ñ a tiene: o r o e n m á s del 55 por 100. F r a n c i a a d o n d e e l o r o afluye, g a r a n t i z a sus e m i s i o n e s no amputadas (es decir, sus e m i s i o n e s e n f r a n c o s de c i e n c é n t i m o s) c o n u n 13 por 100 oro, y su f r a n c o v a l e m á s que l a t e r c e r a p a r t e de l a peseta. E s d e c i r que se d a este e x t r a ñ o f e n ó m e n o que e n A l e m a n i a e I n g l a t e r r a l o s t i l l e tes, c o n m e n o r g a r a n t í a o r o que e n E s p a ñ a se c o t i z a n a u n p r e c i o doble que l o s de n u e s t r a n a c i ó n y e n F r a n c i a c o n m e n o s de l a c u a r t a c a s i a su m i t a d Y n o puede a t r i b u i r s e esa d i f e r e n c i a a c i r c u n s t a n c i a s f a v o r a b l e s de l a v i d a social extranjera. Inglaterra consume anualmente t o d o e l i m p o r t e d e l presupuesto español en sostener sus o b r e r o s p a r a d o s y está a c u c i a d a p o r los g r a v í s i m o s p r o b l e m a s de l a India y E g i p t o A l e m a n i a ve en su flanco extenderse l a l l a g a d e l p a r o o b r e r o que es y a s u p e r i o r a l de I n g l a t e r r a y se a g i t a f r e b r i l en su v i d a i n t e r i o r F r a n c i a percibe con espanto e n l a l e j a n í a el espectro de u n a f u t u r a g u e r r a E s p a ñ a en c a m b i o g r a c i a s a D i o s está totalmente l i b r e de p r o b l e m a s semejantes. C o m o está, a s i m i s m o d e l que nos e n v e nenó estúpidamente n o poco t i e m p o p o r o b r a de g o b e r n a n t e s y e c o n o m i s t a s ¿C ó m o n o h a de h a b e r c a m b i o- -s e d e c í a- -s i l a b a l a n z a c o m e r c i a l nos es a d v e r s a Y j a m á s h e m o s t e n i d o m a y o r c a m b i o que c u a n d o el déficit de aquélla h a casi d e s a p a r e c i d o ¡Y e n c a m b i o F r a n c i a c o n u n o que v a p a r a 10.000 m i l l o nes, ve a n u i r e l o r o v necesita e m i t i r b i l l e tes p a r a i m p e d i r l a p r i m a a s u f a v o r! I Q u é hemos de d e c i r pues, a los c u r a n d e r o s que n o s p r o p o n e n r e m e d i o s de o r d e n e c o n ó m i c o? L o que en t o n o de z u m b a e x- MEDITACIONES FINANCIERAS Números V o y a presentar a l l e c t o r u n o s cuantos, que, s i n p r o d u c i r v é r t i g o s s o n c o m o h i t o s suficientes, p a r a g u i a r s e e n e l e m b r o l l o d e l c a m b i o E m b r o l l o que, n a t u r a l m e n t e h a n i d o u r d i e n d o poco a poco, pescadores e n aguas t u r b i a s i n c o n s c i e n t e m e n t e a y u d a d o s por gentes que se m u e r e n p o r i m i t a r a l o s extranjeros. l i e m o s llegado, en el c a m b i o a l a c i f r a que a l c a n z ó (y que se m a n t u v o t a n sólo u n par de d í a s) a r a í z de nuestros desastres c o l o n i a l e s U n a nación v e n c i d a d e s a n g r a d a d e s h o n r a d a v i b r a n d o i r r i t a d a c o n t r a el r é g i m e n y sus políticos, c o n u n a b a l u m b a de deudas que sobre sí se echaba, c o n las fuentes de producción casi cegadas, h o r r o r i z a d a ante l a c i f r a de 1.000 m i l l o n e s p a r a s u presupuesto de gastos, c o n 350 m i l l o n e s
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