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POR J S. FLETCHER (CONTINUACIÓN -S í p e r o ñ o e r a eso l o qué y o v e n í a a a e c í r- -p r o s i g u i ó l a e m p l e a d a- E s o y a l o había a s e g u r a d o y o L o m á s r a r o es, aunque acaso n o sea t a n r a r o que l a l l a v e de l a h a b i t a c i ó n está en l a p u e r t a ¿P o r fuera o por dentro? -preguntó Perivale. ¡P o r f u e r a! -r e p l i c ó miss S h e p p e r s o n- ¡P o r f u e r a! H a r t m o r e hizo una exclamación contenida. -r r P u e s y o n o me h a b í a d a d o c u e n t a- -a ñ a d i ó- ¡N a t u r a l m e n t e 1 ¡A q u e l c o r r e d o r está u n p o c o o b s c u r o! ¡P o r f u e r a! -r e p i t i ó P e r i v a l e s i n d a r s e p o r enterado de l a o b s e r v a c i ó n de H a r t m o r e- E n t o n c e s ¿h a p e d i d o e n t r a r en l a habitación c u a l q u i e r a q u e h a y a v i s t o allí l a l l a v e? ¡Desde luego! -replicó miss S h e p p e r s o n- A cualquier h o r a de l a noche pasada, después que él salió. ¿E s t á la llave todavía allí? -preguntó Perivale. ¡N o! -d i j o m i s s ¿shepperson- ¡E s t á a q u í! P e n s é que usted desearía... -S e a n t i c i p a usted a m i s deseos a d m i r a b l e m e n t e- -m a n i f e s t ó P e r i v a l e- ¡L o deseaba, e f e c t i v a m e n t e! C o g i ó l a l l a v e h i z o u n a i n c l i n a c i ó n de c a b e z a d a n d o g r a c i a s a l a empleada y se v o l v i ó de n u e v o a su i n t e r l o c u t o r -B u e n o míster H a r t m o r e- -d i j o r e p o s a d a m e n t e- E s p e r o que usted h a de e n c o n t r a r f o r m a de contestar a u n a p r e g u n t a d i r e c t a que v o y a d i r i g i r l e ¿P o r qué a c o r d a r o n u s t e d y A u b e r g e r e u n i r s e aquí l a n o c h e p a s a d a? H a r t m o r e se v o l v i ó a l detective, le miró reflexivamente y, en l u g a r de contestar, empezó a pasarse l a m a n o p o r l a b a r b a S i g u i ó m e d i o m i n u t o de s i l e n c i o P e r i v a l e r e s p o n d i e n d o a l a v i g i l a n t e m i r a d a del o t r o se inclinó h a c i a él. -Y a sé l o que está usted pensando, señor, H a r t m o r e- -d i j o- P u e s eso p r e c i s a m e n t e ¿O u é relación tiene él n e g o c i o de usted y de A u b e r g e c o n el hecho de este asesinato? ¡E s o p r e c i s a m e n t e! Porque... -S í algo así p e n s a b a- -d i j o H a r t m o r e- P e r o ¿q u é quería usted decir c o n esa p a l a b r a p o r q u e -P o r q u e puede tener a l g u n a r e l a c i ó n c o n é l- -r e p l i c ó P e r i v a l e- ¡V a m o s I ¿P o r q u é n o me l o dice usted? A c u é r d e s e que y o soy u n agente de P o l i c í a ¿S i g n i f i c a eso... r e s e r v a? -p r e g u n t ó H a r t m o r e -P o r a h o r a las cosas quedan entre usted y y o- -c o n t e s t ó P e r i v a l e- L o s hechos elementales s o n éstos. E s e f r a n c é s v i e n e aquí a verse con usted. S a l e de este h o t e l n o v u e l v e m á s y se le e n c u e n tra muerto... ¿E s t á usted seguro de que h a sido u n a s e s i n a t o? -i n t e r r u m pió H a r t m o r e -E s t o y s e g u r o de que h a m u e r t o M á s t a r d e s a b r é a l g o m á s p o r los m é d i c o s p e r o no h a y d u d a de que f u é u n asesinato. L e a t r a v e s a r o n el c o r a z ó n p o r l a e s p a l d a- -r e p l i c ó P e r i v a l e- A h o r a l o p r i m e r o que necesito saber es p o r q u é v i n o a F o l k e s t o n e ¡A verse c o n u s t e d! E s o a d m i t i d o ¿P e r o c o n qué objeto p a r t i c u l a r? H a g a el f a v o r de decírmelo, señor H a r t m o r e A n t e s de que H a r t m o r e pudiese contestar a esta i n v i t a c i ó n d i r e c t a reapareció, m i s s S h e p p e r s o n a c o m p a ñ a n d o a u n h o m b r e que p a r e c í a haber sido a r r a n c a d o d e l sueño c o n t r a su v o l u n t a d D e s d e l u e g o se h a b í a v e s t i d o a t r o p e l l a d a m e n t e a l g u n a s prendas, s i n r e p a r a r m u c h o en su aspecto p e r s o n a l P e r o l a e m p l e a d a le i n t r o d u j o c o n los debidos respetos. -S e ñ o r P e r i v a l e este es B l a c k e t t el p o r t e r o de n o c h e- -d i j o- L e he l l a m a d o p a r a v e r s i puede d e c i r a l g o Y e f e c t i v a m e n t e pued e 110 m u c h o y o c r e o p e r o a l g o ¡B i e n por usted, miss Shepperaon! -respondió P e r i v a l e- ¡B u e n o! ¿Y qué puede usted d e c i r B l a c k e t t? E l p o r t e r o de noche r e c o g i ó sus sentidos y se a c e r c ó más. -E s e c a b a l l e r o f r a n c é s señor, p o r el qué me h a p r e g u n t a d o i a s e ñ o r i t a -c o n t e s t ó e n e l t o n o de t m h o m b r e que d a i n f o r m e s en c i r c u n s t a n c i a s que a él le p a r e c e n m i s t e r i o s a s- y o le v i l a noche p a s a d a señor. ¿L e vio usted, e h? ¿Y cuándo y dónde, B l a c k e t t? -Y o n o estoy p r o p i a m e n t e de s e r v i c i o h a s t a l a s diez, s e ñ o r p e r o a veces v e n g o antes. L a noche pasada estaba a h í en el vestíbulo de f u e r a p o c o después d e las nueve, s i n n i n g ú n m o t i v o especial que y o s e p a p e r o e n fin, estaba ahí, y desde l u e g o de u n i f o r m e E n esto veo q u e ese c a b a l l e r o f r a n c é s sale d e l comptoir, metiéndose en el b o l s i l l o del c h a l e c o u n t r o z o de papel, y que se d i r i g e h a c i a l a p u e r t a d e l hall. Y o se l a a b r o y él sale. U n i n s t a n t e después v u e l v e h a c i a m í E s posible que v e n g a t a r d e dice. (H a b l a b a el inglés t a n b i e n cerno yo. ¿C ó m o podría e n t r a r o t r a v e z s i llegase m u y t a r d e? me p r e g u n t a N o se preocupé de eso, señor. Y o soy el p o r t e r o de n o c h e y estaré aquí de s e r v i c i o no tiene u s l e d m á s que l l a m a r a l t i m b r e le d i g o í n d i q u e m e dónde está el b o t ó a del t i m b r e a l a e n t r a d a- -m e d i c e é l- N o sé a qué h o r a p o d r é v o l v e r t a l v e z d e n t r o de u n a h o r a de dos, de tres o c u a t r o p e r o v o l v e r é C o n q u e le enseñé el botón del t i m b r e v él se m a r c h ó ¿Y qué d i r e c c i ó n t o m ó? -p r e g u n t ó P e r i v a l e -D i o l a v u e l t a en r e d o n d o h a c i a l a i z q u i e r d a s e ñ o r h a c i a la ciudad. ¿Y no volvió más? ¡N o señor, n o v o l v i ó m á s! P o r lo menos, no h a b í a vueltoí c u a n d o y o a b a n d o n é el s e r v i c i o a las ocho menos c u a r t o de estaí mañana. j- -M u y bien, B l a c k e t t le q u e d o m u y a g r a d e c i d o -d i j o P e r i vale h a c i e n d o u n a inclinación d e cabeza p a r a d e s p e d i r l e- Y u s t e s m i s s S h e p p e r s o n c r é a m e que me h a p r o p o r c i o n a d o c o n esto uíf í i n f o r m a c i ó n m u y útil. i Y t a n p r o n t o c o m o l a e m p l e a d a y el p o r t e r o de noche se r e t i raron, prosiguió: -B u e n o míster H a r t m o r e v a m o s a r e s u m i r este a s u n t o ¿C o n t é s t a l a usted a m i p r e g u n t a o n o? ¿P o r q u é v i n o A u b e r g e a v e r s e con r. sted? P e r o H a r t m o r e empezó u n a vez m á s a pasarse l a m a n o p o r la barba. -P o r l o que acabo de oír, no creo que m i a s u n t o c o n A u b e r g e t e n g a n a d a q u e v e r c o n su a s e s i n a t o- -c o n t e s t ó- E s evidente que él tenía o t r a citación en F o l k e s t o n e Y s i n o ¿p o r q u é h a b í a de s a l i r d i c i e n d o l o que d i j o a l p o r t e r o de n o c h e? -P e r o precisamente eso puede haber t e n i d o r e l a c i ó n c o n e i a s u n t o de u s t e d e s- -r e p l i c ó P e r i v a l e- ¡V a m o s míster H a r t m o r e! ¡A y ú d e m e a poner estas cosas e n c l a r o! D e todos m o d o s h a de saberse. D í g a m e l o H a r t m o r e v a c i l ó t o d a v í a u n instante. B a j a n d o l a v o z d i j o ¡B u e n o! Y a que usted se e m p e ñ a en saberlo, l a r a z ó n de n u e s t r a e n t r e v i s t a e r a t r a t a r sobre l a v e n t a de u n d i a m a n t e e x t r a o r d i n a r i a m e n t e fino y v a l i o s o J CAPITULO III E l hombre que llegó a última hora. A l oír esta m a n i f e s t a c i ó n P e r i v a l e d e j ó su c u a d e r n o y su l á p i z sobre l a mesa a l a que él y H a r t m o r e estaban sentados, sacó u n a p i t i l l e r a de u n b o l s i l l o i n t e r i o r y después de haber d a d o a su c o m p a ñ e r o u n c i g a r r i l l o encendió él otro, y d u r a n t e un. m i n u t o l a r g o estuvo f u m a n d o e n s i l e n c i o -E s o m i s t e r H a r t m o r e- -d i j o p o r fin- e s o o a l g o m u y p a r e c i d o era precisamente l o que y o esperaba que m e d i j e s e usted. P o r q u e aunque y o sólo v i el c u e r p o de A u b e r g e u n o s m i n u t o s antes de- v e n i r aquí, ine f o r m é l a i d e a de que estaba r e l a c i o n a d o c o n el c o m e r c i o de diamantes. Y usted, p o r l o v i s t o a. j u z g a r p o r l o que a c a b a de d e c i r m e se d e d i c a t a m b i é n a ese c o m e r c i o ¿n o es a s í? -Efectivamente- -replicó H a r t m o r e- Auberge negociaba en d i a m a n t e s en P a r í s y o n e g o c i o en L o n d r e s H a t t o n G a r d e n E l y y o hemos t e n i d o r e l a c i o n e s c o m e r c i a l e s d u r a n t e v a r i o s a ñ o s p e r o m u y pocas veces nos h e m o s r e u n i d o E s t a r e u n i ó n se h a b í a c o n c e r t a d o especialmente. -Q u i s i e r a saber m á s d e t a l l e s- -s u g i r i ó P e r i v a l e- P e r o a n t e todo, u n a p r e g u n t a M e a c a b a u s t e d de h a b l a r de u n d i a m a n t e m u y v a l i o s o ¿S e l o había de e n s e ñ a r usted a A u b e r g e o A u b e r g e a usted? -i Auberge a m í! -E n t o n c e s ¿h a b í a de t r a e r l o él c o n s i g o de P a r í s? -Exacto. -P u e s y o h i c e u n a r e b u s c a p r e l i m i n a r e n su r o p a- -d i j o P e r i v a l e- -y n o l o l l e v a b a e n c i m a a n o ser que l o g u a r d a s e en a l g ú n b o l s i l l o secreto. S i n e m b a r g o he de hacer u n e x a m e n m u c h o m á s c o n c i e n z u d o m u y p r o n t o B u e n o míster H a r t m o r e s i m e d i j e r a usted todo l o que h a y -La h i s t o r i a es sumamente sencilla- -replicó H a r t m o r e- H a c e q u i n c e días A u b e r g e m e e s c r i b i ó diciéndome que h a b í a e n t r a do en r e l a c i o n e s c o n él u n S i n d i c a t o de P a r í s p a r a t r a t a r de c i e r t a s joyas en o t r o t i e m p o p r o p i e d a d de magnates r u s o s l a s cuales h a b í a n i d o a p a r a r a m a n o s de ese S i n d i c a t o U n a de e l l a s e r a u n d i a m a n t e e x t r a o r d i n a r i a m e n t e fino, de g r a n v a l o r a l q u e estaba l i g a d a u n a h i s t o r i a s e g ú n rae daba a entender. A j u i c i o de A u b e r g e h a b í a m á s p r o b a b i l i d a d e s de v e n d e r e n buenas c o n d i c i o n e s este d i a m a n t e en I n g l a t e r r a o en A m é r i c a q u e en F r a n c i a D e todos m o d o s deseaba t r a t a r c o n m i g o a c e r c a del a s u n t o y se o f r e c i ó a v e r s e c o n m i g o ó en B o u l o g n e b en F o l k e s t o n e p a r a e n s e ñ a r m e el diarnany t r a t a r de su v e n t a A c o r d a m o s que l a e n t r e v i s t a se celebrase ei F o l k e s t o n e E l r e s t o y a l o sabe usted, Se continuará.
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