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A B C. M A R T E S 10 D E NOVIEMBRE DE 1931. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 20. n o m b r a m i e n t o de presidente de l a R e p ú b l i ca a f a v o r de d e t e r m i n a d a persona. (V o c e s N o le queremos, n o le q u e r e m o s a c o n dición de que se añada a l a Constitución a l g u n o s artículos m e d r o s a m e n t e r e v i s i o n i s tas. C o m o manifestación de u n p r i n c i p i o l o v e m o s c o n s i m p a t í a c o m o encarnación de n u e s t r o ideal, n o queremos u n a revisión t í m i d a y cobarde. (U n a v o z D e r e c h a s f a l s i ficadas, n o N o L o que queremos es r e v i sión concreta, de l a cabeza a l o s pies. S i nosotros nos dedicáramos a e x a m i n a r l a Constitución, dejando de l a d o e l p r o b l e m a r e l i g i o s o el p r o b l e m a de l a f a m i l i a des- de el punto de v i s t a del derecho político, y o tengo que d e c i r que n o conozco m a y o r d i s parate técnico n i m a y o r atentado c o n t r a los p r i n c i p i o s fundamentales. L a Constitución es u n a m a s i j o de p r i n cipios c o n t r a d i c t o r i o s que n o dejará g o b e r nar a ningún Gobierno, porque y a está m u e r t a antes de nacer. D e ahí, señores, e l e r r o r t r e m e n d o n o desde el p u n t o de v i s t a s o b r e n a t u r a l s i n o desde el político, del a t a que a l a c o n c i e n c i a e c o n ó m i c a d e l país. H o y que todos son problemas g r a v e s estos h o m b r e s n o se h a n c o n v e n c i d o de que necesitaban tener a su l a d o t o d a l a c o n c i e n c i a del país p a r a h a c e r posible u n a l a b o r útil. Y cuando se ve que se está d e s c r i b i e n d o a E s p a ñ a c u a n d o el G o b i e r n o debía atraerse a las fuerzas derechistas, n o sabe más que dar u n a puñalada a l a Constitución c o n unos artículos que n o f u e r o n m á s que l a z a n c a d i l l a de A z a ñ a a A l c a l á Z a m o r a p a r a elevarse a l P o d e r y satisfacer su p r o p i a ambición. (M u y bien. Ovación indescriptible. U n a v o z ¡A s í se h a b l a! Y c o n v e n c i d o yo p r e g u n t o a h o r a ¿Q u é país c i v i l i z a d o qué G o b i e r n o c o n r e a l i d a d de l a l i b e r t a d y d e j a d e m o c r a c i a puede a d m i t i r u n a Constitución que es u n a elaboración de las l o g i a s masó- n i c a s y u n a z a n c a d i l l a de u n político a u d a z que q u i e r e elevarse sobre los d e m á s i E s o 110 l o puede c o n s e n t i r n i n g ú n pueblo consciente de s u v i r i l i d a d! (G r a n ovación. S e ñ o r e s Y o q u i e r o h a c e r aquí u n l l a m a m i e n t o a l corazón, a l a cordialidad, de t o rios. S e ñ o r e s D e los males que t u v i m o s e n E s p a ñ a sólo u n o es el r e a l l a a u d a c i a de los de enfrente, que se h a n v a l i d o de la t i m i d e z de los demás, del espíritu de d i v i sión, de l a política de c a m p a n a r i o de t o d o l o que nos d i v i d e s i n u n concepto c l a r o de l a realidad. V a m o s c o n u n c r i t e r i o unánime, con esp í r i t u a m p l i o u n i d o s a f o r m a r el bloque c o m p a c t o c o m o el que h a n f o r m a d o nuest r o s enemigos, y a que a l a m i n o r í a s o c i a l i s t a se l a l l a m a l a m i n o r í a de c e m e n t o E s p r e c i s o que nosotros f o r m e m o s u n bloque compacto igual. (U n a v o z ¡P e r o sin enchufes! Risas. H e m o s predicado l a armonía y l a colab o r a c i ó n p o r q u e p o r e n c i m a de todos estab a el b i e n de E s p a ñ a P e r o señores, l a h e r m a n d a d y l a f r a t e r n i d a d t i e n e n- un límite, y e l s e n t i d o de l a c o n c o r d i a tiene u n a f r o n t e r a de l a c u a l no se puede pasar. Q u e l a l u c h a s a l g a de nosotros, ¡n u n c a! p e r o dejarnos a t r o p e l l a r ¡t a m p o c o! porque, señores, si en las leyes d i v i n a s y h u m a n a s h a y u n precepto que i m p i d e l a agresión, h a y o t r o también e n el fondo del a l m a que se i m p o n e c o m o u n d e b e r l a l e g i t i m a defensa. Y o liago u n llamamiento a l a cordura, a l a sensatez, a l a p r u d e n c i a pero que n o se c o n f u n d a con l a p u s i l a n i m i d a d n i l a p r u d e n c i a c o n l a cobardía. (G r a n ovación. A q u í están delante las m u j e r e s animándonos a l a pelea y diciéndonos que ellas están dispuestas a i r delante de nosotros. (V o c e s entre las d a m a s ¡S í! ¡S í! T o d o s los que comulgamos en un m i s m o ideal- unámonos también en un m i s m o p e n sar, en u n m i s m o querer y en u n m i s m o sentir. E l día que l o g r e m o s ésto, g a n a r e m o s completamente e l t r i u n f o P o r q u e los p r i n c i p i o s que h a n s a l i d o incólumes de tantas luchas seculares tienen que reírse desdeñosamente de estos h o m b r e s minúsculos, y debemos elevarnos como u n solo h o m b r e h a s ta que a c a b e aplastándolos p a r a s i e m p r e (O v a c i ó n que d u r a l a r g o rato. E l señor R o y o Villano. va, diputado p o r Valladolid D e s p u é s de h a b l a r el S r G i l R o b l e s es c o m o levantarse a cantar después de F l e t a E n estas C o r t e s no h a y n i n g ú n espíritu t a n r e v o l u c i o n a r i o como el de R u í z Z o r r i l l a y éste fué e n e m i g o de l a separación de l a I g l e s i a y d e l E s t a d o defendiendo el C o n c o r d a to y e l presupuesto de C u l t o y C l e r o E s a s razones republicanas debieron i m p r e s i o n a r a las C o r t e s republicanas de a h o r a p e r o las o y e r o n c o m o q u i e n oye l l o v e r (R i s a s E n m i s p r i m e r o s tiempos de diputado, L e r r o u x c u a n d o n a d i e dudaba de su r a d i c a l i s mo, hizo u n a campaña en f a v o r del a u m e n t o de los haberes del clero r u r a l de ese c l e r o al que con razón se h a l l a m a d o el p r o l e t a r i a d o de sotana, porque c u a l q u i e r o b r e r o de B i l b a o o B a r c e l o n a g a n a tres o c u a t r o veces más que él. P u e s b i e n aquellas p r e d i caciones no h a n vuelto a ser recordadas, p o r que nuestros hombres, cuando l l e g a n al P o d e r -se o l v i d a n de sus predicaciones. (A p l a u sos. S o y a g r a r i o y p o r ello defiendo l a R e l i gión. N o soy l a b r a d o r n i p r o p i e t a r i o N o se me m o j a n a d a c u a n d o llueve. P e r o soy p e r i o d i s t a y he sentido las m i s m a s i n q u i e t u des que todos vosotros, y sé que l a A g r i c u l t u r a es l a base de n u e s t r a r i q u e z a y que s i n A g r i c u l t u r a no h a y I n d u s t r i a n i C o m e r c i o n i U n i v e r s i d a d e s y sé que m i s emolumentos de catedrático y p e r i o d i s t a de l a t i e r r a salen. (A p l a u s o s N o puedo separar el sentimiento r e l i g i o s o de l a idea del campo. C u a n d o el l a b r a d o r ve en p e l i g r o sus cosechas por el pedrisco o por l a sequía, s i e m p r e eleva l a cabeza a l cielo p a r a decir ¡D i o s nos asista! Y c u a n d o después de un buen a ñ o ve los. campos ubérrimos de f r u t o también e l e v a su m i r a d a al cielo p a r a m u r m u r a r ¡E s t o s c a m pos están que son u n a bendición de D i o s! (G r a n d e s aplausos. L o s diputados a g r a r i o s tenemos l a o b l i g a ción de defender el sentido r e l i g i o s o E n c u a n t o a l a revisión, n o hemos de l i m i t a r nos a p e d i r l a p a r a u n solo artículo, s i n o p a r a todos. 1 C ó m o no v o y a ser y o r e v i s i o n i s t a s i me canso de presentar enmiendas y todas me las echan a b a j o (G r a n d e s risas. Y 110 sólo somos los a g r a r i o s P o r q u e o todos m i e n t e n e n los pasillos del C o n g r e s o o se desdicen después p o r d i s c i p l i n a de p a r t i d o P e r o es el caso que n i n g u n o está contento con ella. T o d o s estamos convencidos de que queremos hacer u n a Constitución, y nos está saliendo un churro. (G f andes risas. U n a m i g o mío, que p o r p r i m e r a vez le llevé a l a t r i b u n a de las sesiones de C o r t e s a l v e r que un artículo s a l i a v o l v í a a e n t r a r y a nadie dejaba contento, m e dio s u i m p r e sión c o n estas p a l a b r a s B i e n se conoce que h a n separado ustedes l a I g l e s i a del E s t a d o ¿P o r q u é? le pregunté yo. P o r q u e están ustedes dejados de l a m a n o de D i o s (R i s a s y e n o r m e ovación. El Rodezno diputado p o r Pamplona L a c a l i d a d de los discursos que hemos escuchado me i m p o n e n u n a brevedad telegráfica. Y dentro de ella, quiero e x p r e s a r l a satisfacción que m e produce este acto, en que se h a n c o n g r e g a d o en este l u g a r tantos españoles u n i d o s p o r los p r i n c i p i o s de l a R e l i g i ó n y de la civilización c r i s t i a n a Y como v o y a ser breve, s i g u i e n d o el e j e i n po de m i s compañeros, q u i e r o e x p r e s a r aquí, en el corazón de C a s t i l l a que nosotros, los vascos y n a v a r r o s que tanto amamos nuestras libertades r e g i o n a l e s p r e c i s a m e n t e por. t nuestro a m o r a ellas hemos de a f i r m a r que no pueden s i g n i f i c a r l a desintegración, s i n o una afirmación de l a u n i d a d i n t a n g i b l e de nuestra querida patria España. (Grandes aplausos. A h o r a todos u n i d o s empezamos, bajo l a b a n d e r a de l a revisión, esta campaña, que nos h a de l l e v a r nuevamente- a l a r e c o n quista de n u e s t r a p a t r i a (M u c h o s a p l a u sos. D o n Joaquín B e u n z a diputado por N a varra E m p i e z a e x c u s a n d o l a a u s e n c i a del señor P i l d a i n que está e n f e r m o c o n a l t a fiebre, y del S r S á i n z R o d r í g u e z que n o h a podido a s i s t i r a l acto. P o d e m o s decir gora Euzkadi, porque cuando g r i t a m o s gora Euskadi, acordándonos de n u e s t r a religión, es tanto c o m o g r i t a r ¡V i v a E s p a ñ a! S e dice que el p r o b l e m a f o r a l tiende a l a desintegración de E s p a ñ a E s u n e r r o r crasísimo. L o s n a v a r r o s figurar o n entre los i n i c i a d o r e s de l a reconquista, y a l figurar en e l l a nos sentimos españoles, porque luchábamos bajo el s i g n o de l a c r u z Y eso e r a bastante p a r a que n o nos c o n s i derásemos e x t r a ñ o s s i n o españoles. (G r a n des aplausos. E s p r e c i s o r e s u c i t a r este espíritu. T r e s s i glos hemos v i v i d o dentro de E s p a ñ a y a m u c h a h o n r a p o r q u e éramos nosotros l a a v a n z a d a en l a f r o n t e r a francesa y siempre f u e r o n los nuestros los p r i m e r o s pechos que e n c o n t r a r o n todas las i n v a s i o n e s (G r a n d e s aplausos. D e s d e las montañas de los P i r i n e o s d o n de l a fe de C r i s t o s i e m p r e t u v o soldados, vengo a saludar a C a s t i l l a que h a sido t a m bién muchas veces l a c a p i t a n a de nuestras c r u z a d a s de fe. E n aquellas montañas hemos escuchado a h o r a el l e m a de D i o s y F u e ros, s i n tener m i e d o a las pistolas, porque los que n o ¿aben pasar p o r e n c i m a de las pistolas no son capaces de sentir grandes ideales. (A p l a u s o s L o s católicos n o podemos r e s i g n a r n o s a l a condición de p a r i a s ¿Somos hombres, o no? Q u i e n n o esté dispuesto a d a r todo en estos momentos de persecución descarada n o merece e l n o m b r e de católico. E s preciso estar dispuestos a defenderse, n o d i g o p o r medios legales, porque a l a h o r a de l a defensa todos s o n buenos. F u i m o s a l a C á m a r a seguros de que e n contraríamos aquella cortesía n e c e s a r i a p a r a t r a t a r los temas nacionales. N o hubo tal c o r tesía. C u a n d o hablábamos nos interrumpían y no nos d e j a b a n c o n t i n u a r llegamos a a d q u i r i r el c o n v e n c i m i e n t o de que cuando h a blábamos n o tenían ellos por qué preocuparse del modo cómo habían de pensar, porque siempre hacían exactamente l o c o n t r a r i o de l o que, decíamos nosotros. Q u e nosotros nos h a y a m o s m a r c h a d o de l a C á m a r a podía s i g nificar que ellos pensasen u n a vez p o r c u e n t a p r o p i a Y y a veis que n i oradores tienen p a r a h a b l a r de eso, que p a r a ellos es el p r o b l e m a f u n d a m e n t a l l a Constitución, que no sabemos cuándo estará t e r m i n a d a pero que cuando l o esté será cadáver. (O v a c i ó n l a r g a L a Constitución me r e c u e r d a las coplas de T a p i a porque, en r e a l i d a d t i e n e n u n g r a n parecido. (R i s a s S i n o nos dejamos a r r e d r a r p o r los c r i t e r i o s y p o r esa constante ex h i b i c i ó n de pistolas que no sacan casi n u n c a del b o l s i l l o cuando h a y otros más decididos que ellos, t r i u n f a r e m o s E l problema, t a l com o se están p o n i e n d o las cosas, n o es u n p r o b l e m a de razones, s i n o de pantalones. (G r a n d e s aplausos. E s d e c i r que d o n d e q u i e r a que he i d o h e visto mujeres más decididas que muchos hombres. V o s o t r o s tenéis que defenderos a vosotros y a ella- p o r q u e no es cosa de que se f o r m e n batallones de amazonas y nosotros nos v a y a m o s a c u i d a r de nuestros hogares. (G r a n d e s risas. Q u e cada católico c u m p l a con s u deber, que esté en su puesto conde de