Patrocinado Por:

Volver

Resultados de la búsqueda

Resultados para
ft B C. S Á B A D O 27 D E F E B R E R O D E 1932. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 33; DE EGOS SOCIEDAD DIVERSOS Capitulo de fiestas M a d r i d 2 7 2 m a d r u g a d a E n l a Emba j a d a de C h i l e se celebró a y e r p o r l a t a r d e u n a m u y s i m p á t i c a fiesta, c o n l a que e l e m b a j a d o r de d i c h a n a c i ó n D E n r i q u e B e r m ú d e z obsequió a m u c h a s p e r s o n a l i d a d e s del C u e r p o d i p l o m á t i c o y de n u e s t r a s o c i e d a d E l s e ñ o r e m b a j a d o r de C h i l e a q u i e n a u x i l i ó e ñ l a t a r e a de h a c e r l o s h o n o r e s l a e s p o s a d e l consejero de la E m b a j a d a S r D e M o r í a obsequió a sus i n v i t a d o s c o n t o d a esplendidez. E l e n c a r g a d o de N e g o c i o s de H u n g r í a S r M e n g e l l o b s e q u i a r á pasado m a ñ a n a l u nes, p o r l a t a r d e c o n u n cóck- tail a u n g r u po de sus a m i s t a d e s INFORMACIONES DE TEATROS Y CINEMATÓGRAFOS En Sevilla Estreno de L A O C A en Ecija Ecija 27, 1 madrugada. E n el teatro Sanjuán ha sido estrenada, por l a compañía de A m a l i a Isaura, L. A O. C. A obteniendo ruidoso triunfo y grandes aplausos. Antes de comenzar l a función, A m a l i a Isaura leyó unas cuartillas de los autores, aclarando el significado de l a obra. Visto el éxito obtenido por l a obra, mañ a n a será repetida. sibilidad; F l o r a Peréira, su expresiva gra- j cia, y el tenor Arregui, sus briosas faculta- des. E n ia acción cómica Marcos Hernán- I dez, Ramona Galindo y Carrasco encontra- i ron propicios motivos para su lucimiento; Ruiz de Arana, en su corto papel, el aira; fanfarrón de aquel valiente contratado, reflejo de otros tipos de su catadura en loa! saínetes quinterianos. E l actor encargado del personaje de Dorij Ventura, cuyo nombre no recordamos en! este momento; Sola y Stern, completaron! muy discretamente el reparto. L a visita clandestina del general T a n a sú madre -Esta crónica de Rafael M a r quina, artísticamente ilustrada, descuella er el próximo n ú m e r o de Blanco y Negro V entre las informaciones del teatro en E s- p a ñ a y en el extranjero. En Madrid Calderón: Pitos y palmas Cartelera sevillana Teatro Lloréns. (Cine sonoro. Cisterna! Western Electric. Desde las seis, L a arañ a y l a mosca y Marruecos por Marlene Dietrich. Coliseo E s p a ñ a (Empresa Sage. Teléfono 25375. A las seis y media (vermouth) Noche, a las ocho y media y diez y media, Cheválier, en E l teniente seductor P a t h é Cinema. -Desde las seis, Escuela de natación E n l a relojería dibujo sonoro, y Las gradas de un trono Madrid 27, 2 madrugada. A veces los pintores para descansar del cuadro granOtras noticias de, que supone un mayor empeño, colocan sobre el caballete l a tablita de género en la E l d i a 7 d e l p r ó x i m o m e s de m a r z o d í a que se plasma una escena costumbrista lleen q u e se celebra, l a F i e s t a d e l E s t u d i a n t e na de gracia y color. l a F e d e r a c i ó n de E s t u d i a n t e s C a t ó l i c o s de Así los hermanos Quintero, dando de maM a d r i d celebrará u n a velada, homenaje a no, por unos días, a comedias de m á s cuerpo, han distraído su donairosa pluma a l L o p e de V e g a c o n ocasión del t e r c e r centeescribir su zarzuela asainetada Pitos y n a r i o de l a p u b l i c a c i ó n 3 e La Dorotea. palmas Para ello les ha bastado volver a L a función t e n d r á l u g a r e n e l t e a t r o C a l su experimentado campo del saínete, del d e r ó n a l a s siete de l a t a r d e y p r o m e t e que tan lozanos frutos recogieron en los desde l u e g o verse m u y c o n c u r r i d a y a n i buenos tiempos de Apolo. mada. Pitos y palmas por su estructura, por E l p r o g r a m a de l a función es e l s i g u i e n t e el aire familiar de sus tipos, es una feliz U n a p r i m e r a p a r t e de c o n c i e r t o p o r l a O r- evocación de aquella floreciente época del género chico que produjo muchas obras questa C l á s i c a de M a d r i d que. d i r i g e e l grandes m a e s t r o S a c o del V a l l e y u n a s e g u n d a parte, Siquiera sea circunstancial esta escapada en i a que después dé u n a i n t r o d u c c i ó n de de los hermanos Quintero a l sainete, del que D M i g u e l H e r r e r o García, D José María son indiscutibles maestros, fué para el p ú L e m a n e n c h a r l a lírica, h a r á u n a a n t o l o blico plato do muy buen sabor, y claro i n g í a d r a m á t i c a de L o p e de V e g a e s c e n i f i dicio para los ilustres autores, de un m á s c a n d o l a s ideas f u n d a m e n t a l e s d e s u t e a t r o frecuente cultivo de aquella modalidad. Pitos y palmas dicen, en l a vida de un y poniendo algunos comentarios musicales torerillo, fracaso estrepitoso de la tarde de l a O r q u e s t a C l á s i c a de M a d r i d su aparición en l a arena, y rápido encumE s t a s ideas fundamentales, que se h a n de bramiento en l a misma plaza que le cerró p o n e r e n escena s e r á n El sentimiento religiosus puertas. Los aficionados que 1 c negaso (escena p r i m e r a de l a s e g u n d a j o r n a d a de ban su condición para ser torero le proclaLa adversa fortuna, de D B e r n a r d o de C a man el d í a de su inesperado triunfo l a fib r e r a) El concepto de amor (escena p r i m e gura m á s grande de l a tauromaquia. L a r a de l a p r i m e r a j o r n a d a de El ángel fingihistoria de siempre, que tiene por centro, en este caso, el querer de una mocita que fué do) Renegado de amor (escenas p r i m e r a y leal á su cariño, y supo resistir en los m a s e g u n d a de l a j o r n a d a p r i m e r a de El tolelos días, cuando el torerillo se paseaba sodano, vengado y p o r último, La idea de lo por las calles de Sevilla, lá. s deslumbraPatria (escenas d é c i m a y duodécima, de l a doras proposiciones de un Don Juan cojis e g u n d a J o r n a d a d e El villano en su rincón) tranco que intentaba ganarla para su capriC o m o final se b a i l a r á u n a d a n z a d e l s i- cho. L a breve anécdota se avalora por el g l o XVII, titulada Españoleto y medio paso. diálogo. Los Quintero, a l bajar a los medios, han toreado por lo fino, y su faena se preIntervendrán como improvisadas actrices mió con muchas palmas en todos los terl a s s e ñ o r i t a s de L a s t r a (A t i g e l í t a) C a r r a s cios de l a obra. Como suele decirse, tuvieron co (M a r u j a) C h i c o de G u z m á n (M a r í a T e al público de cara. resa) Rodríguez A v i a l (Mercedes) E s p i E l maestro Alonso ha escrito una bonita n o s a de los M o n t e r o s (V i r g i n i a) M a r t í n y alegre partitura, muy adecuada al texto A r y a j o (Felicia) Rodríguez A v i a l (María) quinteriano. E l n ú m e r o de m á s envergaduy A r r a u s o (Asunción) ra es un d ú o de tenor y tiple, de apasionada frase, y de resonantes efectos orquesD e m u c h a c h o s t o m a r á n parte L l a g u n o tales; como pieza graciosa, el n ú m e r o Y o (José L u i s) V i e s c a (P e d r o) E s p i n o s a de le quiero zapatero de los chicos que juel o s- M o n t e r o s (José M a r í a) L u c a de T e n a gan a l toro. Casi toda l a partitura fué v i (R a f a e l) H e r r e r o s de T e j a d a (J o s é) A r t a sada. E l maestro Alonso tuvo que saludar jo (Pedro) Carrasco (Luis) Lambea (Carmuchas veces desdo el atril de director, y los) Sánchez Plasencia (M a n u e l) Sert (A n subir a l escenario en unión de los Quintero. t o n i o) M a r i n é (F e d e r i c o) y A g u a d o (José Séiica Pérez Carpió puso, como siempre, María) su gran temperamento a i servicio de su papel, que cantó y dijo con penetrante senL a s l o c a l i d a d e s pueden r e c o g e r s e en l a C a s a del E s t u d i a n t e M a y o r i segundo, de. siete a nueve de l a noche. H a d a d o a l u z c o n t o d a f e l i c i d a d Un h e r m o s o n i ñ o l a s e ñ o r a de M o r a n y L e ó n (d o n A n t o n i o) nacida Trinucás Botín. E n l a r e s i d e n c i a de l o s marqueses de A l h u c e m a s se h a c e l e b r a d o u n a l m u e r z o íntimo en h o n o r del n u n c i o de S u S a n t i d a d m o n s e ñor Tedescbirii. A l S r D E m i l i o D í a z M o r c o le h a sido practicada con feliz éxito una operación quirúrgica. Informaciones musicales Recital de canto en la Comedia Madrid 2 7, 1 madrugada. Dos jóvenes cantores, José Calvo de Rojas, tenor, y, Basilio Torres Calvo, bajo, desafiando a desvíos de la rutina, que sólo suele asistir a conciertos de artistas consagrados por los públicos, y sobre todo si muestran el marchamo de las fronteras, se presentaron ayer! en el teatro de l a Comedia, con un programa formidable, o si se quiere emplear e l léxico de moda con un programa bomba de arias, romanzas y cantos de óperas y zarzuelas de todos los calibres, evocación do los tiempos cíe hace cuarenta y tantos) años, cuando Gayarre nos entusiasmaba! cantando A f r i c a n a y TJetam nos conmovía con l a Estrella del Norte los de hace cuatro lustros, cuando De Muro e n a r d e c í a a los auditorios con Carmen y Massini Pieralli los subyugaba con E l barbero del Sevilla y en fin, las ú l t i m a s temporadas líricas, con canciones de L a Dolorosa yj L a fama del tartahero Estos dos tartarihes nos vienen de T a rascón; llegan, el uno, de las orillas delj Ebro, y de las del Tajo, el otro. Seguramente h a b r á n pagado exceso de equipaje determinando el exceso l a carga de entusiasmo de que hicieron provisión el calagurritano y el toledano, y con el maestro Alvarez Cantos, gran experto en estas lides artísticas, como a c o m p a ñ a d o r a l piano, acometieron l a conquista del público madrileño concentrado en el baluarte de l a calle del Príncipe. Ambos jóvenes cantores, discípulos del maestro Torres Cruz, hacen gala del m é t o do especial que emplea este profesor parai la educación vocal, método que los técnicos! discuten y. el público, no, cuando se trata de programas de tantas variedades de estilos y géneros como el de a er. Hizo bastante el auditorio, no muy numeroso, con aplaudir efusivamente a los cantantes, que aislada y conjuntamente cantaron, y merecieron los aplausos de l a concurrencia. E l de Orgaz, que es el tenor, y pensionado de i a Diputación de Toledo, puso enj juego, sin reservas, todas las facultades v o cales que posee. Demostró m á s gracilidad de expresión para l a zarzuela. P o r el contrario, el bajo logrones canta con m á s vehemencia lírica lo operístico, a lo que se presta mejor su voz, extensa, luminosa y de ¡ricos matices, que sabe destacar y manejar con habilidad artística. E l registro central y la media voz, son recursos valiosos que aseguran el porvenir de este artista. Para ambos cantantes, fué amena y alentadora velada l a dé ayer. -A. M C Lo que se espera deportivamente el V é a n s e en el n ú m e r o de m a ñ a n a de B L A N C O Y N E G R O las Cabalas y comentarios por J Miquelarena.
 // Cambio Nodo4-Sevilla