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DIARIO SIMO ILUSTRACTAV O -DI A R l C M L U g X R A PO. A Ñ O V G E SIMOCTAVQ 10 C T S N U M E R O D O A Ñ O V iG E 10 C T S N U M E R O F U N D A D O E L i D E JUNIO D E 1905 P O R D. T O R C U A T O L U C A D E T E N A D E L DIARIO D EU N EXP L O R A D O R D E ÁFRICA G i n c o brazos desnudos E l p r i m e r c o n t a c t o c o n el m i s t e r i o s o m u n d o m u s u l m á n l o tuve a las once de l a m a ñ a n a del: d o m i n g o de P i ñ a t a c u a n d o descendía desde el hotel a l Z o c o C h i c o de T á n g e r E n t o n c e s v i u n ser h u m a n o envuelto e n a m p l i a s v e s t i d u r a s blancas, c o n el r o s t r o o c u l t o entre dos f r a n j a s de t e l a q u e n o p e r m i t í a n mostrar, m á s que los ojos. E x t e n d í u n d e d o h a d a e l bulto semoviente, y a r r a s t r a d o p o r ese p r e c i o s o s e n t i m i e n t o de s o l i d a r i d a d h u m a n a que nos i m p u l s a a h a c e r participar- a l o s demás de n u e s t r a c u l t u r a i n f o r m é lacónicamente a l a m i g o que m e acompañaba: -U n a m á s c a r a c o m o las de M a d r i d H a s t a aquí, n a d a n u e v o M i amigo corrigió: -E s una mora. ¡U n a m o r a a u t é n t i c a! L a a l e g r í a del desc u b r i m i e n t o superó a l d o l o r de m i fracasosM u c h o s q u e r i d o s c o m p a ñ e r o s que h a n d e d K c a d o u n a semana a d e s c u b r i r el Á f r i c a h a b r á n i n c u r r i d o en pequeños e r r o r e s a n á l o g o s a l m í o S o n u n a de las n u m e r o s a s a m a r g u r a s que a f l i g e n a l o s e x p l o r a d o r e s p e r o q u e d a n b i e n compensadas después, cuando p o d e m o s c o n t a r a l o s lectores o a l o s a m i g o s de l a t e r t u l i a del C l u b las p e r i p e c i a s de n u e s t r o v i a j e p o r estas t i e r r a s m a l c o n o c i d a s E n m i s v e i n t e días de p e r m a n e n c i a e n Á f r i c a he v i s t o tantas m o r a s c o m o harían falta para llenar. toda l a Castellana u n d o m i n g o de C a r n a v a l y estoy seguro de no v o l v e r a c o n f u n d i r l a s P e r o n u n c a he p o d i d o e v i t a r l a impresión de que todas ellas, c o n sus r o s t r o s ocultos, habían salido de las casas p a r a c o r r e r a l g u n a a v e n t u r a o que e r a n a l menos, esclavas e n v i a d a s p o r sus s e ñ o r a s p a r a b u s c a r a a l g u i e n entre l a m u c h e d u m b r e y d e c i r l e a l p a s a r m o v i e n d o los labios tras l a tupida t e l a -M i a m a te a g u a r d a S i g ú e m e C a d a m u j e r y c a d a casa m o r a s hact: n p e n s a r en u n a n o v e l a S ó l o pueden verse las g r a n d e s ventanas de l o s ojos, en l a m u j e r y paredes s i n los ojos de las ventanas, en las casas. S e g u r a m e n t e 110. es m á s que l a c a s c a r a del m i s t e r i o y d e n t r o n o h a y sinom i s e r i a y v u l g a r i d a d pero rtos resistirnos a i m a g i n a r l o porque centenares y centen a r e s de p á g i n a s de l i t e r a t u r a c o l o n i a l f r a n cesa h a n v i c i a d o i n c o r r e g i b l e m e n t e nuestro espíritu. P a r a c o m p e n s a r l a m a l a impresión que m i y e r r o puede p r o d u c i r e n q u i e n m e lea, m e a p r e s u r o a d e c l a r a r que ni p o r u n solo m o m e n t o pensé que l a g r a v e misión de e x p l o r a r l o s m i s t e r i o s de Á f r i c a pudiese e n c o n t r a r allí s a t i s f a c c i ó n suficiente. T á n g e r es l a c i u d a d de n a c e aunque p o r l a a b u n d a n c i a de l a población española, l a d i f u s i ó n de n u e s t r a l e n g u a y hasta el carácter, dé sus c o n s t r u c c i o n e s p u d i e r a pasar p o r u n a c i u d a d a n d a l u z a E n e l a m p l i o puerto, a b r i g a d o en montañas y que sostiene sobre s u t a b l e r o a z u l m o d e r n o s n a v i o s únicamente l a prisa c o n que t r a b a j a n los c a r g a d o r e s e n los. muelles nos hace r e c o r d a r q u e e s- tastos en un continente m a l civilizado. B a i les, tes, v i d a dé r e l a c i ó n m u j e r e s g u a p a s b i e n vestidas, cabarets t a n a b u r r i d o s c ó m o c u a l q u i e r cabaret europeo, c a f é s colmados de o c i o s o s paellas e n los restaurantes y s u c u r s a l de l a s G a l e r í a s Laffayette. -Como tantas c i u d a d e s españolas, T á n g e r no es i n d u s t r i a l ni es c o m e r c i a l n i es a g r í c o l a n i es fácil a d i v i n a r a p r i m e r a v i s t a de q u é L a reforma tributaria: un ensayo d i a b l o s v i v e Cuando usted p r e g u n t a ¿Q u é n e c e s i t a T á n g e r? e l n o v e n t a p o r c i e n t o de numérico sus m o r a d o r e s le. c o n t e s t a N o c o n o c e m o s e l detalle c o m p l e t o de l o s- ¡O h s i v o l v i e s e n a a u t o r i z a r el j u e d i v e r s o s p r o y e c t o s fiscales d e l S i C a m e l go... Cuando- se j u g a b a e n T á n g e r esto en e l momento de e s c r i b i r estas líneas. P o r era un verdadero paraíso, o t r o lado, m a n e j a m o s bases y datos, 1: 0 A quienes r e c u e r d e n m i s d i s q u i s i c i o n e s s i e m p r e d e f i n i t i v o s n i oficiales. E x c ú s a s e a s í acerca del jue- o c o m o i m p o r t a n t e f a c t o r soc i a l económico- y r e l i g i o s o éh ¡a v i d a de l o s p o r a n t i c i p a d o c u a l q u i e r e r r o r A u n q u e l o h a y a no h a de padecer l a resultante g e n é r i pueblos, n o les. sorprenderá m i aquiescencia c a de estas v a l u a c i o n e s P o r q u e n o a s p i r a a las p r e t e n s i o n e s t a n g e r i n a s L a p r o p i a p l u m o s a r o d e a r l a s de p r e s t i g i o m a t e m á t i c o y r a l i d a d de s o b e r a n í a s que se ejercen sobre sí tan. sólo a p r e s e n t a r l a s c o m o índices aproT á n g e r dificulta y entoipece su desenvolviximados, pero, gráficos, p a r a aquilatar los m i e n t o y na jlá h a b r í a m á s a c e r t a d o q u e caracteres de l a r e f o r m a t r i b u t a r i a que t a n c o n v e r t i r í a en fuña c i u d a d de placer. C o n su ta p o l v a r e d a h a l e v a n t a d o e n e l país. dulce c l i m a sij, s bellos paisajes, sus c u m b r e s C o m p u t a m o s c o m o elementos cié nuestros que s o n a f a l a i g i s sobre e l m a r del E s t r e c h o c á l c u l o s a) R e c a r g o s d e l 25 p o r 100 s o b r e y sobre l a s- c o s í a s e s p a ñ o l a s c o n sus laderas l a c o n t r i b u c i ó n i n d u s t r i a l d e l 10 p o r i c o nevadas- de chcjlcts y ensombrecidas p o r bossobre l a rústica, d e l 2,5- p o r 100 sobre l a q u e c i l l ó s T á n g e r parece d e c i r a l h o m b r e u r b a n a b) U n impuesto de 0,10 pesetas p o r -S i é n t a t e a l a m o r a a l a s o m b r a de t o l i t r o de g a s o l i n a y de 20 p o r 100 sobre t a das l a s b a n d e r a s que p r o t e g e n este p e d a c i baco, c) U n r e c a r g o d e l 2 0 p o r 100 sobre t o de t i e r r a S i é n t a t e a l a m o r a y a p u n t a todas l a s h e r e n c i a s d e l 3 0 p o r 100 sobre a- Tos c u a t r o caballos d e l 32. S i aquí se m u e v e a l g o o n e sean las olilias en l a playa, e l c a n o n m i n e r o d e superficie, y v a r i o sobre e! n u m e r o 3 de l a t a r i f a s e g u n d a de U t i los pies de las m u j e r e s e n el b a i l e y l a b o l i lidades. R e s p e c t o a o t r o s i m p u e s t o s- -a l c o ta cíe m a r f i l sobre e l cono i n v e r t i d o de l a h o l t r a n s p o r t e s- y cerveza- m a n e j a r e m o s ruleta. c i f r a s c o m p l e t a m e n t e a r b i t r a r i a s p o r no ser F u é en T á n g e r en l a sobremesa de u n públicos l o s- t i p o s de r e c a r g o n i m u c h a s a l m u e r z o d o n d e- el c o m a n d a n t e D e M i g u e l veces las bases recargadas. Y nos abstenos habló d e l o s p r e p a r a t i v o s de u n a cacenemos, de t. odo cálculo e n e l de T i m b r e por. ría de j a b a l í e s una cacería a caballo; con f a l t a a b s o l u t a de: base. l a n z a s que r e s u l t a s e g ú n parece, m u y i n t e P a r t i m o s de las c i f r a s presupuestadas resante. p a r a 1931; a pesar de que a l g u n a s n o se r e a- -N o a m o l a c a z a- -d i j e- y no v e n i m o s l i z a r o n p o r q u e t o d a v í a n o es oficial el r e dispuestos p a r a ella. C l a r o q u e s i n o s sultado r e c a u d a t o r i o e f e c t i v o de d i c h o e j e r atacan l a s fieras a f r i c a n a s nos defenderec i c i o y porque a d e m á s a l o s efectos de u n a mos. ¿H a y leones? s i m p l e v a l u a c i ó n indiciaría. bastan y s o b r a n- -C r e o que. se han extinguido. como cimiento. -H a c e dos. o tres meses leí que u n a p a n H e aquí a h o r a e l r e n d i m i e n t o que; supuest e r a había t u s a d o destrozos en el g a n a d o t a s e s a s bases, y en l a hipótesis n o- m u y v e c e r c a de Cass. blanca, rosímil de qué e n 1932 m a n t u v i e s e n p l e- -S o n rarísimas. no v i g o r cabe e s p e r a r de l o s e n u m e r a d o s- -E n f i n- -d e c l a r é porque yo n o podía, r e f u e r z o s fiscales: i n d u s t r i a l 45- millones de abandonar t a n ligeramente l a estimulante p e s e t a s T a b a c o s 31. P e t r ó l e o s 4 0 r ú s t i i d e a de l o s p e l i g r o s de Á f r i c a- me g u s t a ca, 1 8 u r b a n a t r e s U t i l i d a d e s o c h o hería a p r o v e c h a r esta detención e n T á n g e r rencias (Derechos reales) 19; canon m i n e p a r a a p e r c i b i r m e c o n t r a l o s posibles r i e s g o s ro, alcoholes, t r a n s p o r t e s c e r v e z a y p ó l v o de u n a e x p e d i c i ó n h a c i a- e l S u r r a s 10. T o t a l 174. E s p e r a b a que m e recomendase u n a m a r c a C l a s i f i q u e m o s a h o r a l o s recargos, en tres de rifles y que m e i n d i c a s e l a t i e n d a donde c o n c e p t o s a) de c a p i t a l b) -de t r a b a j o c) p u d i e r a a d q u i r i r el m e j o r salacot. P e r o oí de c o n s u m o D e n o m i n a m o s de c a p i t a l l o s q u e lo siguiente: g r a v i t a n sobre l a propiedad- -urbana, y r ú s- -E s o es m u y sensato. C o n v i e n e que se t i c a- las h e r e n c i a s y l o s v a l o r e s m o b i l i a r e v a c u n e ust- ed. porque en l a z o n a f r a n c e s a r i o s- d e r e n t a fija; s u r e n d i m i e n t o a s c e n d e r á h a y u n a e p i d e m i a de v i r u e l a E n M a r r a q u e x a 4 S millones cié pesetas. Recaen sobre e l estallan t a m b i é n c o n c i e r t a f r e c u e n c i a epide- t r a b a j o los que a f e c t a n a l e j e r c i c i o- d e l c o mias de t i f u s exantemático. m e r c i o y l a i n d u s t r i a (aunque én técnica, V e i n t i c u a t r o h o r a s después, el g e n e r a l p u r a estas r e n t a s- m e r e z c a n el c a l i f i c a t i v o deS a n j u r j ó sus tres acompañantes y el c h ó m i x t a s) deben p r o d u c i r 45 m i l l o n e s Y f e r o f r e c í a m o s c i n c o b r a z o s desnudos a l a a f e c t a n al c o n s u m o- los restantes c o n un- p r o l a n c e t a d e l d o c t o r S a n z P e r o os d i g o que clucto de Si. E n r e s u m e n ía s n u e v a s gabe- es uña a m r r g a desilusión p a r a u n h o m b r e las pesarán sobre el c a p i t a l con 4 8- millones que h a v i s t o v a r i a s películas de Á f r i c a y de pesetas, y sobre e l traba jo y el c o n s u cree i r a e n c e n t r a r s e c o n leones y c o n elemo; con 126. H u e l g a n l o s cojnentarios. fante; s a i e r que s u s e n e m i g o s se h a n empe- E n r e a l i d a d a ú n se p o d r í a e x t r e m a r e l queñecido hs. sta c o n v e r t i r s e en u n v i r u s i m cálculo. G r a n parte de l a contribución teperceptible, y l l e v a r en v e z de l a n u t r i d a r r i t o r i a l aunque recae sobré T a- p r o p i e d a d c a n a n a y e l W i n c h e s t e r de l a s novelas, u n- -f o r m a cíe c a p i t a l- -e s p a g a d a- p o r c o n t r i ridículo p i c é r c i l l ó e n él b r a z o i z q r e r d o p o r buyentes que n a d a t i e n e n cié capitalistas. J i n donde se i n f i l t r a u n a leve e n f e r m e d a d t r a s l a r i q u e z a rústica, p o r e j e m p l o las cuotas p l a n t a d a de u n conejo. de menos de tres pesetas suponía a l a n o ¡D e u n c o n e j o! C a e -da v e r g ü e n z a c o n en 1927 2,7 m i l l o n e s de pesetas; 4,7 ias de tarlo. tres a seis pesetas: 7,4 las de seis a 10 y 29,2 W. F E R N A N D E Z 1 LOREZ las de i o a 30. O sea que las i n f e r i o r e s a SO pesetas i m p o r t a b a n 4 4 m i l l o n e s de peseTánger. TEMAS ECONÓMICOS
 // Cambio Nodo4-Sevilla