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ABC. DOMINGO 20 D E M A R Z O D E 1932. E D I C I Ó N D E ANDALUCÍA. P A G 47 REGRESO TRO DE D E L M 1 N 1 S- ESTADO M a n i f e s t a c i o n e s del Sr. Z u l u e t a M a d r i d 19, 7 tarde. Esta mañana ha llegado a Madrid, procedente de Ginebra y París, el mistro de Estado, D Luis Zulueta. A las dos de la tarde, el Sr. Zulueta recibió a los periodistas y les hizo las siguientes declaraciones: -D u r a n t e los días de estancia en Ginebra ha sido intensa la labor que he tenido que desarrollar en nombre del Gobierno. H a habido Conferencia del Desarme y ha habido, paralela a aquélla, una Asamblea extraordinaria de la Sociedad de Naciones, convocada a petición de China. Además, aprovechando la estancia en Ginebra de hombres políticos de todos los países, he celebrado entrevistas y conversaciones con d i versos representantes, entre ellos M r T a r dieu, presidente del Gobierno francés, con quien he conferenciado varias veces. H e cumplido el deber triste y honroso de t r i butar, en nombre dei presidente de la República y el del Gobierno, el homenaje postumo a Briand, acompañando el cadáver por las calles de París, hasta el pequeño cementerio de Passy. Todo París, silencioso y conmovido, presenció el desfile. L a nota característica del acto fué la asistencia extraordinaria de representantes extranjeros. Puede decirse que junto al cadáver de Briand se hallaban con Francia cincuenta naciones. E n la última sesión de la Conferencia del Desarme se acordó aplazar ésta, como ustedes saben, hasta el 11 de abril. E n esta, ocasión los principales países, entre ellos E s paña, exteriorizaron la firme voluntad de que para esa fecha se acometa a fondo el problema de las grandes cuestiones del desarme y l a organización de la paz. A mí me parece que esto es ya necesario. Aunque al o se ha avanzado en el estudio de temas técnicos y de aspectos parciales, la opinión mundial tenía quizá la impresión de que no. se abordaran aquellos problemas fundamentales es de creer, por tanto, que a mediados, de abril la Conferencia entre en su fase más importante y acaso más decisiva. E n t r e t- anto, las diversas delegaciones han sido invitadas a desarrollar, en forma de proyectos concretos y orgánicos, algunos de los propósitos e ideas que anunciaron en la discusión general. Atendiendo a esta invitación la delegación española desenvolverá en proyectos algunas de las proposiciones contenidas en el discurso que pronuncié en nombre de nuestro Gobierno al comienzo de la Conferencia. E l día antes y el mismo de mi alida de Ginebra se celebraron algunas reuniones privadas del Comité de los 19, en el que figuramos nosotros, y una reunión, con asistencia de los delegados de China y Japón. E n estas últimas sesiones no se trató del fondo del conflicto. E n cuanto a este fondo ya es conocida la opinión de España, que reflejé en un reciente discurso. Nosotros, igualmente amigas deesas dos naciones, como de todas las demás, no tenemos otro interés, ni hemos tenido otro empeño que el mantenimiento de los principios del pacto y el robustecimiento de l a autoridad moral de la Sociedad de Naciones. Se trató tínicamente de la suspensión VI; hostilidades y- erociación de un armisticio. E n suma, contener la efusión de sangre y salvar millares de vidas humanas. F este aspecto no puede negarse que se han obtenido resultados, en los que hay que reconocer que ha contribuido grandemente la intervención de la Sociedad de Naciones. Aprovechando mi estancia en Ginebra he sostenido numerosas conversaciones con representaciones de Gobiernos de diversos- países, y entre ellas se han destacado las que E: j S i e m p r e h a n s i d o n o t a b l e s los n ú m e r o s d e d i c a d o s a n u a l m e n t e p o r B L A N C O Y N E G R O a las s o l e m n i d a d e s r e l i g i o s a s de S e m a n a S a n t a p e r o n u n c a p o r r a z o nes de espacio, h a n p o d i d o t e n e r l a a m p l i t u d y v a r i e d a d que e n el a ñ o a c t u a l a l d u p l i c a r s e l a t o t a l i d a d de p á g i n a s de esta r e v i s t a E n v e r d a d y c o n j u s t i c i a se r e c o n o c e r á que es d i f í c i l m e n t e s u p e r a b l e e l esfuerzo r e a l i z a d o p o r B L A N C O Y XESBO E n p r u e b a de ello, v é a s e a l g o de l o q u e c o n t i e n e e l n ú m e r o de S e m a n a S a n t a que se p o n e a l a v e n t a h o y d o m i n g o j S s 3 5 L A CRUCIFIXIÓN. -EL DESCENDIMIENTO D o s l á m i n a s a t o d o color, r e p r o d u c c i o n e s de m a g n í f i c o s c u a d r o s o r i g i n a l e s r e s p e c t i v a m e n t e de V a l d i v i e s o y de V a n d e r W e y d e n LA PASIÓN DE NUESTRO SEÑOR JESUCRISTO, EN EL ARTE R e p r o d u c c i o n e s e n c o l o r de l a s s i g u i e n t e s obras; E N T R A D A D E L S A L V A D O R E N J E R T J S A I E X miniatura, L A O R A C I Ó N D E L H U E R T O t a p i z de V a n d e r W e y d e n L A S A G R A B A C E N A f r a g m e n t o de r e t a b l o L L E G A D A D E J E S Ú S A L C A L V A R I O c u a d r o de E c h e n s n E L B E S O D E MIDAS, de S a l c i l l o L A F L A G E L A C I Ó N cuadro del Bassano. E L E N T I E R R O D E J E S U C R I S T O c u a d r o de G a r c í a M á s L A V I R G E N C O N S U D I V I N O H I J O M U E R T O t a l l a de S a l v a d o r C a r m e n a ¡CONSUMATUM E S T! por Benvenuto Cellini. L A V I R G E N D E T R I A N A Nuestra Señora de l a Esperanza, M A T E R D O L O R O S A p o r P e d r o de M e n a S A N T O C R I S T O D E L A M O R talla policromada. R E S U R R E X I T! miniatura. S s j j S js 3 5 j ss OBRAS MAESTRAS DE IMAGINERÍA ESPAÑOLA R e p r o d u c c i o n e s de las m e j o r e s e s c u l t u r a s r e l i g i o s a s l a b r a d a s p o r P e d r o de M e n a A l o n s o Cario, G r e g o r i o H e r n á n d e z J u a n de J u n i M o n t a ñ é s R o l d a n J u a n de M e s a R u i z d e l P e r a l José de M o r a S a l c i l l o B e n l l i u r e y C a p u z 5 LA DEVOCIÓN DEL PUEBLO ESPAÑOL C r ó n i c a gráfica de las s o l e m n i d a d e s de la S e m a n a S a n t a en S e v i l l a M á l a g a Granada, Castilla y Murcia. ¡3 5 j S C o p i a s de a d m i r a b l e s c u a d r o s de R a f a e l L e o n a r d o de V i n c i Trepólo, G- h l r l a n dajo, J u a n de B o r g o ñ a U h d e y F u g e l LOS PINTORES DE LA PASIÓN PAGINAS LITERARIAS DE SEMANA SANTA Florecillas del Calvario: E l temblor del álamo. A r a m i a s cruciferas. L a rosa de Nazarct por M R Blanco Belmonte. X, a j o y a s de M a r í a M a g d a l e n a E l d i v i n o m i l a g r o L a r e n u n c i a h u m a n a p o r C r i s t ó b a l de C a s t r o L a Semana Sania en R o m a por Bernardo L u i m L a última noche del Iscariote por M a n u e l Bueno, C a m p a n a s a l v i e n t o p o r José M a r í a S a l a v e r r í a Tía S a n t a C e n a e n e l A r t e p o r M a n u e l A b r i l D e l a p a s i ó n (le C r i s t o ¿C u á l e s f u e r o n sus v e s t i d u r a s y c u á n t o s sus v e r d u g o s? p o r V de D i e z V i c a r i o T i e n e l a c u l p a aquella Semana S a n t a por R Ortega Lissón. A l a D o l o r o s a soneto, p o r A B e y Soto. ija figura c e n t r a l d e l a D i v i n a T r a g e d i a p o r A n t o n i o O l m e d o L a saeta del preso por J Silva Áramburu. A s p e c t o s de l a m a d r u g a d a en S e v i l l a p o r J L o s a d a de l a T o r r e L a saeta por Tomás B o r r a s E n M á l a g a A o q u e m a r o n u n a I m a g e n q u e m a r o n u n a m u j e r p o r G C e r r o chano. U n G r a n a d a T as c o f r a d í a s g r a n a d i n a s p o r J u a n T o r r e s D í a z E n Castilla: H a l l a z g o de i m C r i s t o de A l o n s o C a n o e n l a C a t e d r a l de C u e n c a p o r L u i s Martínez. K l e i s e r L a s Vírgenes del dolor por F r a n c i s c o MendizábaL L o s Oficios d e l a s C a l a t e a r a s e n u n r e c i e n t e a y e r p o r J S p o t t o r n o y T o p e t e Procesiones toledanas por J Polo Benito. C a m i n o d e l C a l v a r i o n u e v a o b r a de B e n l l i u r e p o r R a m ó n L ó p e z- M o n t e n e g r o D g l a triste s o l e m n i d a d E s c u l t u r a s p o c o conocidas p o r- Santiago C a m a r a s a A l a D o l o r o s a de Hellín: P a l a b r a s s i n canción p o r M a r i a n o Tomás. E l A r t e y l a F e (de l a S e m a n a S a n t a en M u r c i a) por M a n u e l Reverte, R e c u e r d o folklórico de u n a S e m a n a Santa p u e b l e r i n a por Carlos S a r t h b u v s j 35 j ¡S se s 3 S s ¡3 3 S 3 ss 5 S s 3 S ¡s -sg g g Y ADEMAS DE TODO LO ENUMERADO se e n c o n t r a r á n e n e l n ú m e r o de B L A N C O Y N E G R O 3 ¡j GENTE MENUDA. TEATROS. DEPORTES. ACTUALIDADES. INFORMACIONES y REPORTAJES. LO QUE SE DICE EN BOLSA y los p e n ú l t i m o s c a p í t u l o s de l a n o v e l a S: S LA CIUDAD DE LOS MUERTOS DE YUCATÁN E s t e n ú m e r o de B L A N C O Y N E G R a r e a l m e n t e e x t r a o r d i n a r i o se vende, s i n a u m e n t o de p r e c i o -U N A P E S E T A E J E M P L A R E N T O D A E S P A Ñ A S i! U! l! llt! l! i! i! iH
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