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ti p r o c e s o m e n t a l que, en f u e r z a de e j e r c i t a r l o se l l e g a a hacer a u t o m á t i c o l o s t l p e r l l u o o l o q u e m á s q u e p i n t u r a es a i ró; -de combate. Oyendo el orejano es, ante todo, o b r a de e m o c i ó n de g r a n e m o c i ó n U n o s desventurados ciegos m a n i f i e s t a n c o n s u a c t i t u d m a g i s t r a l m e n t e captada, su v o l u n t a d d e c i d i d a de e s c u c h a r- y de s e n t i r O t r o ciego, sentado ante el teclado, p u l s a é s t e t r a n s m i t i é n d o l e l a v i b r a c i ó n s u t i l de unos n e r v i o s en l i m p i a t e n s i ó n E l a c o r d e g r i s p l a t a de esta o b r a es de r a r a belleza, q u e deja huella en l a memoria del contemplad o r sensible. L á s t i m a q u e e l a r t i s t a h a y a p e r t u r b a d o l a s e r e n i d a d de este h e r m o s o poema pictórico c o n algunas deformaciones, e x c e s i v a s d e detalle. Mercado, de F r a n c i s c o G u i n a r t es buena pintura realista catalana del tipo c u l t i v a d o con excelente f o r t u n a p o r v a r i o s a r t i s tas de Ja r e g i ó n D e n t r o d e u n sentido discretamente m o d e r n o t a l v e z- la o b r a m á s c o m p l e t a de esta E x p o s i c i ó n sea l a de l a j o v e n p i n t o r a R o s a r i o- V e l a s c o t i t u l a d a Adán y Eva, t r o z o a f o r t u n a d í s i m o b r i o s o r e c i o c o n fuerte sent i d o de- c o r p o r e i d a d s i n concesiones a l a plebevez a l u s o p i n t u r a h o n r a d a sana, que h a salido de manos de l a a r t i s t a c o n g r a n d e z a y a r r o g a n c i a E n esta p i n t u r a h a y elementos bien- a s i m i l a d o s d e l c u b i s m o del e x p r e s i o n i s m o a l l a d o de influencias o c o i n c i d e n c i a s l e j a n a s P a r e c e a s o m a r en esta o b r a e x t r a o r d i n a r i a c o m o u n eco secular de M a n t c g- n a sostenido m i l a g r o s a m e n t e en el t i e m p o L a a r q u i t e c t u r a i n t e r n a de esta o b r a es de u n a solidez que a s o m b r a en estos tiempos de i m p r o v i s a c i ó n de s u p e r f i c i a l i d a d y de s i m u l a c i ó n D e P é r e z R u b i o pintor- poeta, dest a c a u n naisaje de N o r m a n d í a delicado v bello. G e r a r d o de A l v e a r en s u o b r a En la playa, n o s ofrece u n panel m u r a l d e c o r a t i v o de ritmo g r a c i o s o E l m a r plateado en su Rosario Velasco. Adán t o n a h d a d y un: as ¡g u r a s de a i r o s o b a r r o q u i s íiio c o m p o n e n con f o r l i t a esta o b r a sugesti va. D e n t r o de s u o r i e n t a c i ó n realista, de u n r e a l i s m o t a m i z a d o p o r sutil m e l a n c o l í a de b r u m a n ó r d i c a el p a i s a j i s t a F r a n c i s c o L l o ráis lia p r o d u c i d o dos obras que i n t e r p r e tan certeramente tre cié i a c o s í a g a l l e g a tema de sus amores u ¿el a r t i s t a d o m i n a con maestría. U n Bodegón de S a o acorde de H a d e leine L e r o u x merece destacarse, asi c o m o u n a i n t e r p r e t a c i ó n mod e r n a d e u n aspecto- de p u e r t o d e m a r de L o l a de l a Vega. Bailarina, de A n tonio V i d a l R o l a n d es s u g e s t i v a i n t e r p r e t a c i ó n de u n m o d e l o de r a r a hermosura; la i n d u m e n t a r i a d e finas gasas blancas y de g r í s e a s transparencias h a sido r e s u e l ta c o n g r a n a c i e r to d e n t r o d e l a o r i e n t a c i ó n del autor. Elias Salaverría c o n t i n ú a insistiendo en su t e m a de S a n I g n a c i o de L o y o l a B u s c a el a r t i s t a penetración, hondura psicológi- ca, y j u s t o es c o n ceder que h a l o g r a do n o poco en t a i d i r e c c i ó n L a figu. r a c o m p l e j a del santo, todo el c u a dro, se ofrece c o m puesto a l s e r v i c i o de aquella frente que h a t r a b a j a d o a una de ias m á s a i ras t e n s i o n e s- de; p e ns a m i e n t o humano. v Eva E l j o v e n p i n t o r H i d a l g o de C a v i e d e s u n a de l a s m á s l e g í t i m a s capacidades de nuestro arte d e c o r a t i v o e n v i ó u n panel m u r a l t i t u l a d o La pesca. A p e s a r d e l m a r c o elegido a l parecer p o r a l g ú n enemigo c r u e l del a r t i s ta, m a r c o que desentona l a t o t a l i d a d de l a o b r a es posible a p r e c i a r l a s bellezas que contiene u n a de ellas, el a g u a que rodea l a b a r c a e x q u i s i t o t r o z o de h e r m o s a s t r a n s parencias. G e r m á n Calvo y Fernando Quero enviaron dos cuadros de sentido m o d e r n o de g r a n delicadeza. Nacimiento t i t ú l a s e el d e l p r i m e r o y Anunciación el d e l segundo. A m b o s son temas r e l i g i o s o s e x p r e s a d o s c o n d i g n i dad y a r o m a d o s de p o e s í a Y a v a siendo t i e m p o de que l o s c u l t i v a d o r e s e s p a ñ o l e s d e l arte m o d e r n o abandonen l o s temas resobados d e l b o d e g ó n c o n l a botella t o r c i d a l o s l i m o n e s y e l vaso, o el tenia d e l a figura de m u j e r d e f o r m e sucia, m o n s t r u o s a E l m a e s t r o E s p i n a e s p í r i t u que n o envejece, e n v i ó dos paisajes. E n el que i n t e r p r e ta u n p a n o r a m a s e r r a n o de i n v i e r n o h a y finas calidades, especialmente e n l a s masas de nieve. B e r n a r d i n o de P a n t o r b a t a m b i é n n o s o f r e ce dos paisajes de h o n r a d o r e a l i s m o E l inglés domiciliado en Granada Jorge A p p e r l e y c u l t i v a d o r de u n r e a l i s m o a g u d o e n v i ó u n c u a d r o de este t i p o t i t u l a d a El aljibe. S e g u r o dibujante, h a estudiado las f i g u ras d e l c u a d r o c o n e x t r a o r d i n a r i o r i g o r d e tallista. R e c o r d e m o s t a m b i é n u n interesante r e t r a t o a l pastel de l a p i n t o r a s e ñ o r i t a M u n tadas, u n i n t e r i o r- d e T u s e t u n m e l a n c ó l i c o aspecto de u n a calle de B r u j a s de M a r í a L u i s a P é r e z H e r r e r o unas figuras femen i n a s de P e d r o A n t o n i o de u n c l a r o s c u r o u n tanto teatral, pero de r i c a s calidades. E l espacio de que se puede d i s p o n e r en u n per i ó d i c o n o consiente m a y o r e x t e n s i ó n de este a r t í c u l o P l a y otras o b r a s d i g n a s de c o m e n t a r i o elogioso, m a s t a m b i é n se e x h i b e n a l gunas q u e a u n c o n- la m e j o r v o l u n t a d no sugieren c o n s i d e r a c i ó n alentadora. Silencio respetuoso p a r a l o s que h a n t r a b a j a d o c o a fe y entusiasmo, s i n l o g r o de é x i t o ANTONIO M É N D E Z CASAL Jorge Apperley. El aljibe (Fotos V. Muro.
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