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ha. s i n g u l a r significación d e l h e c h o h i s t ó r i c o b i e n m e r e c e q u e a l a perpetuación d e l r e c u e r d o v a y a a p a r e j a d a ¡a del ú n i c o m o n u m e n t o que da de ello t e s t i m o n i o U n a ñ o y a l g u n o s días d u r ó el c a u t i v e r i o de F r a n c i s c o i desde el 24 de f e b r e r o de 1525 en que, h e r i d o d e r r i b a d o en t i e r r a y m u e r t o su caballo, fué apresado en P a v í a p o r las tropas i m p e r i a l e s h a s t a que, a m e d i a d o s de m a r z o d e l s i g u i e n t e año, v o l vía a atravesar l a frontera patria, y con t a n t o g o z o después de las desdichas s u f r i das, que u n a vez a t r a v e s a d o el B i d a s o a y p i s a d o el suelo f r a n c é s montó a c a b a l l o y c o n u n séquito de c i n c u e n t a a r c a b u c e r o s se puso de u n a g a l o p a d a en S a n J u a n de L u z D e l t i e m p o i n d i c a d o m á s de siete meses estuvo p r i s i o n e r o el r e y c r i s t i a n í s i m o en M a d r i d N o es necesario d e c i r más. p a r a e n c a r e c e r l a m a g n i t u d que desde el p u n t o de v i s t a político r e p r e s e n t a b a t a l a c o n t e c i m i e n t o p a r a E s p a ñ a Y p o r l o que se r e fiere a M a d r i d considerábase c o m o f a n t á s t i c o el hecho de tener preso, d e n t r o de sus m u r a l l a s- -1 1 8 t o r r e s tenían éstas e n tonces s e g ú n los c r o n i s t a s- -a i p o d e r o s o M o n a r c a francés. A l t r i u n f a l r e c i b i m i e n t o s i g u i e r o n festej o s c a c e r í a s y otras d i v e r s i o n e s a las que el R e y F r a n c i s c o asistía a c o m p a ñ a d o de su c u s t o d i o D A l o n s o de A l a r c ó n y p r o v i s i o nalmente, fué a l o j a d o d u r a n t e b r e v í s i m o s días, en l a T o r r e de los L u j a n e s m i e n t r a s se h a b i l i t a b a en el A l c á z a r u n hospedaje d i g n o de s u r a n g o E s t o a l m e n o s es l o que parece d e d u c i r s e de los autores c o e t á n e o s n o m u y acordes en a l g u n o s puntos. N o parece que C a r l o s V t u v i e s e m u c h a p r i s a p o r v i s i t a r a su r i v a l pues éste se h a l l a b a en M a d r i d desde el mes de j u l i o y a n o ser p o r haber e n f e r m a d o g r a v í s i m a m e n te en el mes de septiembre, es f á c i l que el M o n a r c a español h u biese d e m o r a d o l a v i sita. Trasladado a M a d r i d él. E m p e r a d o r acudió a visitar al prisionero, a c o m p a ñ a d o de L a u n o y E l duque de M o n t m o r e u c y salió a recibirle con una luz, y y a en- l a estancia l o s dos. S o b e r a n o s se abrazaron c o n t o d o afecto. -Aquí tenéis, señor, a vuestro preso- -d i j o el R e y i n c o r p o r á n d o s e en el l e c h o -No señor mi buen hermano, sí, y mi amigo libre- -replicó el E m p e r a d o r -No, sino vuestro esclavo- -repuso Francisco. -No, sino amigo y hermano; y lo que más deseo es vuestra salud, a que ahora debemos atender, que todo lo demás se hará como vos quisiereis. -No; sino como vos mandareis- -volvió a r e p l i c a r el R e y A l cabo de m e d i a h o r a C a r l o s se d e s p i i i ó del e n f e r m o p a r a no p r o d u c i r l e f a t i g a V o l v i ó a v e r l e a l día s i g u i e n t e y no b i e n le h u b o saludado c u a n d o le a n u n c i a r o n que acababa de l l e g a r a l a p u e r t a del A l c á z a r M a r g a r i t a de Y a l o i s duquesa de A l e n c o n v h e r m a n a de F r a n c i s c o I a q u i e n éste quería Entrañablemente, p o r lo c u a l v e n i a a n e g o c i a r su l i b e r t a d y a c o n s o l a r l e en su i n f o r t u n i o E l E m p e r a d o r l a recibió a l p i e de l a escalera, y a c o m p a ñ á n d o l a a l a estancia del E n f e r m o dejó solos a los dos h e r m a n o s p a r a que se desahogasen a sus a n c h a? 1 S u h e r m a n a le c o n soló m u c h í s i m o E r a p e r s o n a de m u y c u l t i vada inteligencia, a u t o r a del Heptameron, y que m á s tarde, c u a n do R e i n a de N a v a r r a supo r e u n i r en s u C o r te a los espíritus m á s cultos de l a época. S u m a d r e L u i s a de S a b o ya, l a h i z o aprender el castellano, el i t a l i a n o el g r i e g o el latín y e l hebreo. H a b l a b a nuestra lengua como l a suya propia, y lo mism o F r a n c i s c o I que aprendió i g u a l m e n t e el español p o r consejo de su m a d r e Oh témpora! D e nada v a l i e r o n las t e n t a t i v a s de M a r g a r i t a c e r c a del C é s a r y en n o v i e m b r e t u v o que g a n a r l a f r o n t e r a á uña de c a b a l l o c u a n d o sólo, f a l t a b a u n a h o r a p a r a que e x p i r a s e el p l a z o de su pasaporte. M i e n t r a s tanto n o d e j a b a n d e desfilar i l u s t r e s personajes de la Corte francesa por M a d r i d V i n o también u n cardenal italiano, y l o s v e c i n o s de l a v i l l a- -q u e t o d a v í a no e r a Corte- -estaban encant a d o s Y p a r a que de t o d o le o c u r r i e s e a l M o n a r c a en su c a u t i v e r i o h a s t a se q u i s o fugar; pero advertido D A l o n s o de A l a r c ó n r e d o b l ó sus p r e c a u c i o nes, y F r a n c i s c o n o salió de l a prisión s i n o p a r a entrevistarse con C a r l o s y p a r a casarse, pues también c o n t r a j o m a t r i m o n i o en Illescas c o n doña L e o n o r h e r m a n a m a y o r del S o b e r a n o español. Y así, en boda c o m o los cuentos, d i o t é r m i n o l a h i s t o r i a f a m o s a del c a u t i v e r i o del R e y f r a n c é s El Emperador Carlos V antiguo grabado flamenco, propiedad del autor. Conservemos como reliquia gloriosa del pasado esa T o r r e de los L u j a n e s y c o n s e r vémosla, repito, decorosamente. ¡Se han com e t i d o tantas h e r e j í a s e n m a t e r i a a r t í s t i c a! ¿N o l o es l a de tener t a p i a d a l a p u e r t a del c a l l e j ó n d e l C o d o que es l a v e r d a d e r a p u e r t a de l a t o r r e? n. 1 m i e m b r o y c u l t o b i b l i o t e c a r i o de l a E c o n ó m i c a D J u a n C a t a l i n a insiste, y y o creo c o n él, que aquel techo a c i e l o r a s o de l o que s e r i a z a g u á n y h o y b i b l i o t e c a o c u l t a i n d u d a b l e m e n t e o t r o de l a é p o c a ¿Y p o r qué n o r a s g a r el m u r o p o r d e n t r o p a r a d e s c u b r i r l a p u e r t a desde el i n t e r i o r? El Rey Francisco I. (Fotos Duque) A q u e l l a m i s m a noche, día 19, f u é C a r l o s a dormir a Getafe, para trasladarse a T o l e do a l día s i g u i e n t e no h a b i e n d o p e r m a n e c i do en M a d r i d m á s que dos días. Q u e r í a p r o ceder- c o n cautela. E s t a r e p e n t i n a ausencia p r o d u j o t a l d i s gusto en el ánimo del R e y que se a g r a v ó c o n s i d e r a b l e m e n t e le f u e r o n a d m i n i s t r a d o s l o s S a n t o s S a c r a m e n t o s y el día 2 6 se c r e y ó firmemente que no l l e g a r í a a l a nociré; p e r o en aquel p u n t o h i z o c r i s i s l a e n f e r m e d a d de a aue a f o r t u n a d a m e n t e p u d o c o n v a l e c e r S i r e c o n o c e m o s que p o r i g n o r a n c i a o p o r i n c u r i a se h a n c o m e t i d o atentados artísticos, no reincidamos. ¡C u á n t o s f r e s c o s encalados y c u á n t o s b a j o r r e l i e v e s dados de l l a n a n o quedarán t o davía por a h i! Y sin ir más- lejos, junto a l a casa de los L u j a n e s en l a q u e se h a l l a i n s t a l a d a l a H e m e r o t e c a m u n i c i p a l todo el que desee v e r l o p o d r á c o n t e m p l a r u n h e r m o so a r c o m u d e j a r de bellísima t r a z a c e g a d o pero c o n l a a g r a v a n t e de haber sido a b i e r t a u n a v e n t a n a e n su p a r t e s u p e r i o r que, e n c u a d r a d a en el m a r c o de l o que f u é p u e r t a pega allí c o m o s i en u n r e t r a t o de C a r l o s V se pintase u n g r a m ó f o n o c o m o adorno. Y eso en l a p l a z a de l a V i l l a y del A y u n t a m i e n t o A RAMÍREZ enfrente TOME
 // Cambio Nodo4-Sevilla