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El cadáver d e l m a e s t r o V i v e s e n la capilla ardiente. La conducción por las calles. y mar p o r los que c a m i n e n hacia un íin de g l o r i a s azules. A la d e r e c h a de la c o r r i e n t e están los h u e r t o s de- fiumicino, con sus p á m p a n o s verdes, r a m p a n d o sobre l a s ventanas y las p u e r t a s de l a s casas p a r a asomarse, c u r i o sos, a l i n t e r i o r de las estancias en p e n u m b r a y l a s r a m a s de l o s f r u t a l e s que se estremec e n bajo l a c a r i c i a sensual de l a b r i s a de mar, parece q u e nos l l a m a n c o m o m a n o s a m i g a s P e r o entre velas y g a v i o t a s que n a v e g a n p o r l a s aguas del r í o y d e l cielo, y e n t r e el j u g o s o c o l o r a r o m a d o de los h u e r tos, h a y u n a figurilla de lazsaroni, de p i l l u e lo a n d r a j o s o V i e n e y v a p o r l a s rocas de! r o m p i e n te, q u e a p r i s i o n a l a s ansias d e l r í o p e r o a veces se detiene i n m ó v i l sobre el a c a n t i l a d o a r t i f i c i a l con g r a c i o s a serenidad de est a t u i l l a de bronce. S e a l z a frente a l m a r p r ó x i m o sobre el r í o que se a r r a s t r a a sus pies, c o n l a m a n o sobre i o s ojos, p a r a otear e l h o r i z o n t e A c a s o n o espera a n a d i e y se r e c r e a sólo e n l a i n m e n s i d a d desde l a c o n f u s a noción de s u i n s i g n i f i c a n c i a a c a so siente v a g a i n q u i e t u d de a n d a r y q u i- ¿siera seguir l a corriente del Tíber a l tra- ¡v é s de l a s aguas saladas, h a s t a m á s a l h W de los mares. C u á n d o se sienta en l a s p i e d r a s- d e l m u e l l e fluvial b a ñ a e n las a g u a s del río los pies y l a s m i r a d a s y sentirá aquellos l i g e r o s y cansadas éstas. P a r e c e que le empuja l a c o r r i e n t e l o s pies h a c i a donde él. m i s m o q u i s i e r a c a m i n a r u n cha; p e r o l a s aguas t u r b i a s l e r o b a n l a v i s i ó n de l a s arenas d e l f o n d o c o m o s i f u e r a n sus p u p i l a s las que se e m p a ñ a r a n de nieblas y m i r a r a n inútilmente, l o que h a y m á s allá d e l instante de ahora. N o sonríe, s i n duela, porque se l e o l v i d ó la s o n r i s a en a l g u n a e n c r u c i j a d a sombría de l a s h o r a s últimas, y se l e h i z o g r a v e e l gesto cuando aún e l p e n s a m i e n t o es niño. L a brisa del m a r y e l s o l de P o n i e n t e que s i e m b r a de g e m a s l a s aguas azules, se h a n c o n certado, magnánimos, para i r dorando las c a r n e s que d e j a r o n s i n a b r i g o l o s espinos d e las sendas y las a r i s t a s de los lechos r ú s t i c o s c u a n d o c r u z a ante sus ojos u n v e l e r o c o n l a s alas a b a t i d a s dejándose l l e v a r p o r la c o r r i e n t e d e l T í b e r s e n t i r á l a a n g u s t i a de su p o b r e v i d a b r e v e y o b s c u r a c o m o el a r m a z ó n de l a b a r c a c o n velas de deseos, que se le d e r r u m b a r á n p o r inútiles. R e c o s t a d o a h o r a e n e l m u r o de u n h u e r to, sobre el q u e a s o m a la a l e g r í a de una r a m a d e m a n z a n o m i r a c o n ojos serenos, d o n d e no h a y a m a r a g u r a y apenas c u r i o s i d a d el coche q u e n o s c o n d u j o hasta a q u í y que t i e m b l a y se i m p a c i e n t a y a con. n u e vo afán de c a m i n o b a j o e l a z u l de l a t a r d e r o m a n a entre e l v e r d o r de l o s h u e r t o s de fiumicino y de l a s c o l i n a s d e l T r a n s t e v e r e A l g u i e n entre n o s o t r o s h a abiertola p o r t e z u e l a del coche y h a l l a m a d o a l lazsaroni c o n e l señuelo d e u n a m o n e d a de p l a ta p r e n d i d a entre dos dedos. L o s ojos d e l rapaz no han e x p r e s a d o a l e g r í a n i c o d i c i a s i n o un a s o m b r o t r i s t e Acaso no h a t e n d i d o n u n c a s u m a n o o r g u l l o s a h a c i a la a j e n a m a n o A c a s o n a d i e se acercó a él h a s t a a h o r a con i m p u l s o c o r dial. E l nos m i r a y d u d a s i n a c e r t a r p o r qué hay gentes que l e desean b i e n sin q u e nunca lo v i e r a n C u a n d o e n c i e r r a en s u puño apretado l a m o n e d a s o n r í e S o n r í e por p r i m e r a v e z e n l a tarde. Hemos m i r a d o h a c i a a t r á s p a r a v e r l e s o n reír desde la n o c h e d e l m u r o p a r d o y s i n luz viene aún s u s o n r i s a c o m o u n a e s t r e l l a luna, aún más q u e e s t r e l l a n o s e n v u e l v e desde, lejos e n l a p a z de s u l u z suave y dulce... S o n r í e c o n l a b o c a c o n l o s ojos, con la frente m i s m a que a ú n se- le v e t r a n s parente, agua de r i a c h u e l o m a n s o de fiumicino, que deja v e r el r e p o s o d e l pensamiento dorado... Q u i s i é r a m o s v o l v e r h a c i a donde él quedó, porque nos sentimos sus deudores, para p a g a r l e su s o n r i s a i m p a- na desdeña a los tímidos y no les da cielo El maestro Vives falleció, como se sabe, en el cuarto que ocupaba en el hotel Alfonso. Ayer, a las siete de la mañana, los restos mortales fueron trasladados al local de la Sociedad de Autores, establecido en la plaza de Cánovas, número 4, y en la sala central del primer piso se instaló la capüla ardiente. Sobre un gran paño negro, colocado en el suelo, se puso el ataúd con el cuerpo del insigne maestro. A la cabecera se colocó un gran crucifijo, y a los lados ocho blandones. Conocidas figuras del mundo teatral y numeroso público desfilaron por la capilla. (Foto Zegrí. gable... MARIANO T O M A S
 // Cambio Nodo4-Sevilla