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FÚTBOL EL SEVILLA 1 UEGA UN GRAN PARTIDO F R E N T E A L M U R C I A A L Q U E BATIÓ POR TRES TANTOS A UNO E l c l a s i c i s m o se c o t i z a también, y a m u y alto p r e c i o e n e l deporte balompédico. L a s f o r m a s nuevas t i e n e n escaso v a l o r s i n o se m o l d e a n sobre l a b i g o r n i a de l a e x p e r i e n cia. P o r eso el S e v i l l a que g u a r d a en derecho i n d u s c u t i b l e l a tradición futbolística de l a C i u d a d de l a G r a c i a r e s u r g e cada v e z que l a a d v e r s i d a d le conduce de l a m a n o a l b o r de del despeñadero. Y es que l a s o l e r a sev i l l i s t a f e r m e n t a periódicamente e n sus p r o pios odres, y se d e s p a r r a m a sobre el rect á n g u l o de l a a v e n i d a de D a t o en- un desb o r d a m i e n t o p r o m e t e d o r que u n día se t r o cará en realidad. A s í l o merece el club merengue, por su h i s t o r i a y porque no h a o l v i d a d o las n o r m a s clásicas que le h i c i e r o n famoso. E l p a r t i d o q u e j u g ó ayer frente a l M u r c i a es b u e n a p r u e b a de l o anotado. E q u i p o el m u r c i a n o d u r o t r a b a d o p r á c t i c o en l a c o locación de sus elementos, e r a p r e c i s o p a r a v e n c e r l o r e c u r r i r a l a m a g n i f i c e n c i a de l a escuela v i e j a c a r a c t e r i z a d a p o r el pase c o r to y rápido, p a r a que los j u g a d o r e s p u d i e r a n d e s m a r c a r s e y e n c o n t r a r e l p u n t o de máxima vulnerabilidad. Y p a r a los s e v i l l i s t a s fué fácil l a t a r e a y a ú n p u d o serlo m á s si a l a espléndida actuación de m e d i o s- -p a r t i c u l a r m e n t e los a l a s- -y delanteros h u b i e r a c o r r e s p o n d i d o u n a defensa más firme, p o r m e j o r c o l o c a d a C i e r t o que l a z a g a h a de adelantarse c u a n d o su once ataca, pero no t a n t o c o m o p a r a det e r m i n a r u n v a n o d e m a s i a d o g r a n d e entre e l l a y l a p u e r t a M u c h o menos a c e r t a d o será, c u a n d o en e l c e n t r o del ataque e n e m i g o f o r me u n j u g a d o r c o m o R o m e r o c o d i c i o s o veloz y recio. S a l v a d a esta e q u i v o c a c i ó n que a s u v e z p r o d u j o l a i n t r a n q u i l i d a d de E i z a g u i r r e l o demás fué f r a n c a m e n t e excelente, si b i e n l a suerte v o l v i ó l a espalda u n a vez más a los s e v i l l i s t a s quienes m e r e c i e r o n v i c t o r i a m á s a m p l i a p o r q u e d u r a n t e l a m a y o r p a r t e del t i e m p o t u v i e r o n a su a r b i t r i o l a i n i c i a t i v a 1 Porque un día se tíos ocurrió pensar y decir que, a nuestro juicio, no es verdad que hay goals colocados -deliberadamente colocados- otras plumas especializadas en la crónica deportiva se han entregado a una terrible polémica sobre el mismo tema. Al escribir lo que escribimos, sabíamos perfectamente que contrariábamos a los manipuladores de tópicos. No podíamos sospechar, sin embargo, que llegaríamos a irritarles: Si es verdad que el lugar común balancea tropicahnente a las gentes poco decididas a pensar por su cuenta, no creemos que sea ningún crimen ofrecer una opinión que no sea la opinión de todos. Y, mientras unos y otros se ponen de acuerdo- -no se dirá que somos pesimistas- -transcribimos la opinión de Travieso ex delantero centro internacional y crítico deportivo en estos momentos. El dice: En fútbol no existe goal deliberadamente colocado. Así, sin más. Pero anticipamos también que el hecho de que nadie opinara como nosotros no nos obligaría ni nos animaría siquiera a pensar de distinta manera de la que pensamos. El goal bastante hace con ser goal, cuando es goal, para que se le pidan otras elegancias y Otras precisiones El procedimiento es un poco arriesgado, pero merece la pena ensayarlo. Déjese que la gente que invade un campo de fútbol, durante partido, haga lo que quiera en él. Porque todavía nó se sabe con seguridad cuál es su propósito. Todo el mundo cree que los invasores pretenden agredir a alguien, y lo probable es que anhelen otra cosa mucho más sencilla; por ejemplo, pacer. Obsérvese que estas invasiones ocurren siempre a la hora de la merienda. No hay, en realidad, razón ninguna para censurar como se está censurando a estos espectadores sencillos, que posiblemente se contentan con un poco de hierba. Ya son tres o cuatro los partidos que han ¡lanado algunos equipos mereciendo perder según la crítica deportiva. Generalmente sólo los grandes- clubs ganan mereciendo perder de vez en cuando. Los otros, no es que merezcan perder, es que pierden. El D a i l y M a i l publica esta nota Los partidos de fútbol de Navidad y de Ario Viejo, en Inglaterra, fueron presenciados por dos niilloncs. de personas. Poco más o menos, las recaudaciones suman 120.000 libras esterlinas. Estas cifras nunca fueron superadas. Y, pesé á lc (s dificultades financieras del momento, el fútbol- sigue ocupando mi puesto de honor; en IM vida nacional. M. p o r q u e sus asaltos se p r o d u j e r o n m e t ó d i c a mente, p o r q u e e n los períodos finales, a e x cepción de l i g e r o s desmayos, p r o f u n d i z a r o n briosamente en l a retaguardia adversaria, empeño difícil, y a que el g u a r d a m e t a m u r c i a n o e r a obstáculo f o r m i d a b l e así c o m o también l o fué l a p a r e j a defensiva, fuerte y bien conjuntada. E l arbitro ha silbado el castigo y Elzo protesta: -Mira, Juaneda, que eres muy Pero el valenciano no se arredra, lando al b a l ó n le contesta: -Todo lo chico q u é t ú quieras, goal va a ser como un t r a n v í a máximo, chico. y, s e ñ a pero el E l e n c u e n t r o se j u g ó p o r a m b a s partes, con mucha vivacidad. L o s murcianos d o m i n a r o n en los p r i m e r o s m o m e n t o s d u r a n t e los cuales e l medio c e n t r o s e v i l l i s t a que debutaba, c o n s i g u i ó d o m i n a r sus n e r v i o s p a r a e n t r a r s e g u i d a m e n t e en j u e g o U n a v e z l o g r a d o esto, despreocupados los alas, S i l v o s a y F e d e de c u a n t o p u d i e r a o c u r r i r p o r e l centro, comenzó l a b u e n a e x h i b i c i ó n s é v i l l i s ta. C a r o- -q u e a s í se l l a m a l a n u e v a figura a p a r e c i d a a y e r e n l a hueste de E n c i n a s- -c o m e n z ó a c o r t a r las creaciones de l a l í n e a m e d i a c o n t r a r i a p a r a s e r v i r a su. a d e l a n t e o pasar a las alas del t r í o eje. Y e n esto se nos reveló C a r o a n u e s t r o j u i c i o c o m o c e n t r o m e d i o de g r a n d e s p o s i b i l i d a d e s pues l o que más nos admiró fué que l o s pases los ejecuta s o b r e l a m a r c h a s i n p a r a r el balón, c o m o debe h a c e r s e p a r a m o v i l i z a r e l j u e g o en g r a d o s u p e r l a t i v o C u a n d o C a r o l o g r é a l g u n a precisión m á s e n el s e r v i c i o cosa fácil en q u i e n acusa afición, será figur a destacada en e l puesto donde debutó b r i Uantemente. S i l v o s a y F e d e s e g ú n antes a p u n t a m o s c o n s t i t u y e r o n las r a m a s del fleje, y los i n t e n t o s m u r c i a n o s se f u e r o n m a l o g r a n d o h a s ta que l a línea i n t e r m e d i a f o r a s t e r a hubo de replegarse, p o r q u e los s e v i l l i s t a s i m p u s i e r o n s u técim- a añeja, alegre, v i s t o s a y p r o f u n d a A J u l i o le d e j a r o n k. o. a c o n s e c u e n c i a de u n balonazo en plena, c a r a C u a n d o se i n c o r p o r ó a ú n ye b u s c a b a l a cabeza, no m u y seguro de s o p o r t a r l a t o d a v í a sobre sus h o m b r o s (D i b u j o s de J u a n M i g u e l